Colunistas

CLÁUDIO HUMBERTO

"Estou pensando em ser candidato a vereador no Rio de Janeiro"

Ex-presidente Jair Bolsonaro, tranquilizando os que temem sua candidatura ao Planalto

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Hotel de Lula e Janja em Paris custou R$728 mil

O presidente Lula (PT), cujos seguidores chamam de “pai dos pobres”, adora um luxo: gastou impressionantes R$728 mil dos recursos públicos só na hospedagem de quinta (22) e sexta (23) no Hotel Intercontinental Paris Le Grand, de acordo com dados que, por força de lei federal, estão expostos no Portal da Transparência.

A conta da estadia de Lula e Janja inclui, além da suntuosa suíte presidencial, outras 17 acomodações, sala de reunião, mordomias e até a exigência de wi-fi e telefones exclusivos.

Wi-fi de R$31 mil

Custou R$31 mil o wi-fi usado pela comitiva presidencial, a pedido do escalão avançado, grupo que vai à frente para preparar a visita.

Mordomia sem limites

A majestosa suíte de Lula do Intercontinental Le Grand tem 140 metros quadrados, dois quartos, salas e até hall de espera para convidados.

Você quem pagou

Custou 50 mil euros (R$261,5 mil) só a suíte presidencial de Lula e Janja para o pernoite parisiense, mais 6 quartos para seguranças e aspones.

À disposição

O apego de Lula e Janja por hotéis de alto luxo já foi visto nas visitas à China, Portugal, Japão etc. Em Londres, a conta chegou a R$1,3 milhão.

Príncipe que Lula agravou investiria R$50 bi no Brasil

O príncipe Mohammed Bin Salman, da Arábia Saudita, que Lula afrontou cancelando na última hora o jantar em sua homenagem, após haver confirmado presença, é o mesmo que anunciou investimentos de US$10 bilhões (cerca de R$50 bilhões) no Brasil, durante a visita oficial do então presidente Jair Bolsonaro, em outubro de 2019.

Lula amarelou e fugiu das críticas: o príncipe é aquele que, de acordo com tradições da família real, presenteia convidados com joias, como o fez ao casal Bolsonaro.

Desfeita lacradora

Cancelar o jantar em cima da hora, um insulto no mundo árabe, não tem relação com autoritarismo do anfitrião. Lula aprecia ditadores e os bajula.

Bloco dos tiranos

Amigo dos ditadores da Venezuela e Nicarágua, Lula se dizia “irmão” da besta-fera líbia Muamar Kadafi e condecorou Bashar Assad, tirano sírio.

Preço da narrativa

Lula preferiu fazer o Brasil correr o risco de perder R$50 bilhões a ajudar Bolsonaro a desmontar a história das joias recebidas de presente.

Digitais de Dino

A deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) exibiu vídeo da Força Nacional, subordinada a Flávio Dino, deixando a Esplanada durante quebradeira de janeiro. Ela fala em “sabotagem” do ministro da Justiça.

Aspirina

Enrolado nas CPIs do 8 de Janeiro, Gonçalves Dias tem outra dor de cabeça: está na mira de Ricardo Salles (PL-SP). O relator da CPI do MST quer saber como o ex-GSI de Lula atuou para coibir as invasões. O MST foi monitorado pela Abin sob guarda-chuva do GSI.

Três trilhões tigrados

Dados do Impostômetro apontam que até o fim de junho o pagador de impostos terá desembolsado mais de R$1,5 trilhão, só este ano, grande parte apropriado por suas excelências. Deve dobrar até o fim de ano.

Retorno vergonhoso

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) foi às redes sociais destacar o vexame do presidente petista no cenário internacional: “Voltou a ter Lula na capa dos jornais do mundo envergonhando o Brasil”, disparou.

Fora do horizonte

Relator da nova regra fiscal proposta pelo governo Lula (PT), o deputado Cláudio Cajado (PP-BA) não acredita na votação do projeto antes do dia 4. Esta semana, uma tropa de deputados vai à Europa. Por nossa conta.

Sem comparação

O desmatamento no Lula I e II atingiu 125,6 mil km2 da Amazônia. Nos quatro anos de Bolsonaro foram 35,6 mil km2. Ao final de 2023, o Brasil terá desmatado quatro vezes mais sob o petista. Na comparação proporcional ao tempo, Lula desmata o dobro, mostram dados do INPE.

Karaokê

Clientes de uma churrascaria de Porto Alegre reconheceram Jair Bolsonaro e puxaram um coro homenageando o ex-presidente com a música “Como é grande o meu amor por você”.

Americanas derrete

A Americanas fechou a sexta-feira (23) com o pior desempenho na bolsa de valores, chegou ao R$1,15, se recuperou e terminou cotada a R$1,17. Na segunda-feira (19), abriu a semana valendo R$1,20.

Pensando bem...

...ao cancelar o jantar com o príncipe saudita que dá joias de presente a seus convidados, Lula livrou Janja de ter malas revistadas na alfândega.

PODER SEM PUDOR

Pergunta besta

O jornalista Newton Pedrosa, que foi secretário de Imprensa de Adauto Bezerra no governo do Ceará, lembra que, derrotado por Tasso Jereissati, seu ex-chefe foi nomeado superintendente da Sudene pelo então presidente Fernando Collor.

Tasso e Ciro Gomes minimizaram a nomeação, dizendo que a autarquia estava esvaziada, e espalhavam boatos sobre sua iminente demissão. Adauto desembarcava em Fortaleza, nesse clima, quando foi indagado pelo jornalista Bezerrinha:

“É verdade que o senhor vai ser demitido da Sudene?” Adauto mostru sua melhor versão de fino lorde inglês: “Foi a pergunta mais besta que eu já ouvi em minha vida...”

Escreva a legenda aqui

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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