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GIBA UM

"Não adianta apelar para quartéis e não adianta apelar para seres extraterrestres."

de LUÍS ROBERTO BARROSO (STF) // a estudantes da Bahia sobre protestos dos bolsonaristas.

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“Não adianta apelar para quartéis e não adianta apelar para seres extraterrestres. Isso é antidemocrático”, 

de LUÍS ROBERTO BARROSO (STF) // a estudantes da Bahia sobre protestos dos bolsonaristas.

A Arábia Saudita lidera, este ano, a pesquisa anual do Gallup sobre “felicidade futura”, quando pessoas dos quatro continentes dão uma nota pessoal sobre sua expectativa de vida em cinco anos. 

Mais: o Brasil sempre esteve bem colocado, só caindo na crise 2015-2021. Agora, voltou o otimismo e o país ficou em segundo lugar no ranking mundial. Quem votou acha que o Brasil “além do futebol, é o país do futuro”.

Fotos: Reprodução

Mais do que a mulher do craque

Anna Lewandowska, 34 anos, é conhecida mundialmente como esposa do jogador de futebol polonês Robert Lewandowski, mas ela é muito mais do que isso. Além de uma premiada carateca, ela também é uma profissional de educação física, nutricionista, autora do livro Viva saudável e ativa com Anna Lewandowska, apresentadora, empresária (dona da linha de lanches saudáveis e suplementos dietéticos, Foods by Ann, do café de comida saudável, Healthy Store Foods By Ann,  do aplicativo disponível para smartphones Diet & Training by Ann, e da marca de cosméticos Phlov).  E de vez enquanto ataca de modelo, como foi o caso em que posou para grife de meias-calças e leggings Calzedonia. Em entrevista ela fala da relação que tem com a moda: “Gosto de seguir tendências, observar o que está acontecendo no mundo da moda, mas não está muito no topo da minha lista de prioridades. Combino muitos papéis na minha vida: sou empresária, atleta e mãe. Gosto de combinações surpreendentes e inusitadas na passarela, mas escolho estilos mais práticos no meu dia a dia”. Mãe de duas filhas Klara, 5 anos e Laura, 2 anos e casada há quase dez anos com Lewandowski, ela conta o segredo de seu bom relacionamento: “Apoiar uns aos outros em todos os níveis, para olhar na mesma direção. Acho que é disso que se trata um casamento bem-sucedido. Dessa forma, uma e outra pessoa podem abrir melhor suas asas”.

União do Supremo

Se alguém imaginar – e especialmente Valdemar Costa Neto, se resolver apelar ao plenário do STF e apresentar a ação do PL sobre fraudes nas urnas, rejeitada pelo TSE – que a farsa teria alguma chance entre os ministros da Alta Corte, levará um banho de água fria. Hoje, com exceção de André Mendonça e Kássio Nunes Marques, indicados por Jair Bolsonaro, a união entre os ministros do Supremo é total, incluindo ações de Alexandre de Moraes até no TSE. Ou seja: nenhuma chance de prosperar ou reduzir a multa que o presidente do tribunal eleitoral dedicou ao PL. Até mesmo a famosa frase de Luís Roberto Barroso sobre Gilmar Mendes – “Uma pessoa horrível, uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia” – ficou para trás. Hoje, estão unidos e, como os demais, “tudo pela democracia”. Mais: além do volteio de Richarlison, a maior discussão por conta da jogada da semana, inclui também – e está nas redes sociais – a “caneta de Xandão” que transformou o relatório golpista do PL numa multa de 22 milhões de reais. Os mais humorados concordam que com sua caneta desconcertante, Moraes resgatou o número 22 e o devolveu a todos os brasileiros. 

Cláudia multifacetada

A atriz, bailarina, produtora teatral e apresentadora, Claudia Raia, 55 anos, agora também é empresária. Ela acaba de entrar para o mundo da moda lançando sua primeira coleção em parceria  com a Balletto, que nasceu do encontro de Claudia com a diretora criativa da marca, Luciana Mantegazza. Balletto é uma grife  inspirada estética da dança, que une activewear com a alfaiataria em modelagens sofisticadas e tecidos confortáveis. Claudia também sonha em ser apresentadora de um programa só dela. Hoje ela divide a apresentação com Stephanie Ribeiro do Decora: Vida de Novela.

“Peguete”

Ex-mulher de Valdemar Costa Neto, Maria Christina Mendes Caldeira, hoje morando em Miami, está de volta à cena com uma live transmitida pelo YouTube por conta das ameaças dele à democracia (questionamento do PL sobre as eleições). Ela revisita assuntos polêmicos que já havia abordado anteriormente, que obrigou Valdemar a renunciar ao mandato de deputado federal – e ser condenado. Desta vez, menciona também um relacionamento de Valdemar com Michelle Bolsonaro, assunto dominante nas redes. E reforça: “Ela foi peguete dele”.

Empoderamento

A mulher do grupo que representaria a diversidade do povo brasileiro na cerimônia de posse de Lula, se a ideia emplacar, deverá ser Janja, futura primeira-dama. A sugestão é de Gleisi Hoffmann: ela e a mulher de Lula são muito amigas. E o presidente eleito quer empoderar a esposa o máximo possível. A participação de Janja no governo e em eventos simbólicos seria uma forma de demonstrar respeito e reconhecimento pelas mulheres. Afinal, foram suas principais eleitoras.

Festa de medalhas

O general reformado Augusto Heleno, que comanda o Gabinete de Segurança Institucional (é dele a frase “Vamos para o pau” diante da derrota de Jair Bolsonaro nas urnas no primeiro turno) acaba de ser condecorado com a Medalha de Segurança Presidencial, concedida pelo próprio GSI. A medalha foi assinada pelo número dois do gabinete, o também general Carlos Assunção Penteado. A condecoração está no Diário Oficial da União e, na mesma edição, Augusto Heleno concede a mesma medalha a 107 militares que estiveram envolvidos na segurança presidencial – incluindo o general Penteado.

SEM-TETO

Providências financeiras e local para ser seu novo QG a partir de janeiro dentro da sede do PL, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro já conseguiu arquitetar, com ajuda de Valdemar Costa Neto. Não quer se movimentar na capital federal e manter como residência da família (hoje no Alvorada) a casa do Rio de Janeiro. Michelle, sua mulher, está procurando casa para alugar lá. Até agora, não encontrou nada que atendesse o cotidiano da família.

Contra Pacheco

Enquanto o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) já se movimenta junto a congressistas aliados e até de oposição para ser reeleito, na próxima legislatura para o mesmo cargo que ocupa – e com grande força de Gilberto Kassab, presidente do partido – o ainda presidente Jair Bolsonaro resolveu começar a sair da toca. Agora, está telefonando para parlamentares e tentando arregimentar votos para a candidatura do senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado.

ANISTIA PRECOCE

O deputado bolsonarista Major Vitor Hugo (PL-GO) apresentou um projeto de lei para anistiar manifestantes de atos que questionam o resultado da eleição presidencial e pedem a intervenção das Forças Armadas. O documento pede indulto de “manifestantes, caminhoneiros, empresários e todos os que tenham participado de manifestações nas rodovias nacionais, em frente às unidades militares ou qualquer lugar do território nacional do dia 30 de outubro de 2022 ao dia de entrada em vigor dessa lei”.

Falha maior

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, já disse que a “maior falha do governo Bolsonaro foi a comunicação”. Hoje, até aliados não sabem quem é o secretário da Comunicação do Planalto. No passado, teve status de ministério e hoje é tocado pelo desconhecido André de Sousa Costa, que jamais frequentou uma redação. Ele é coronel  da PM de Brasília. Na Secretaria de Imprensa a história se repete. Está entregue a um major da PM. Os policiais estão lá, segundo os bem informados, justamente para esconder informações e dificultar o trabalho dos jornalistas.

Proibidos

Políticos como o senador Jean Paul Prates (PT-RN), que anda assanhado para presidir a Petrobras, enfrentará problemas para realizar seu sonho. É a Lei de Responsabilidade das Estatais, legado do governo Michel Temer, que blinda empresas públicas da gestão de políticos em geral, oportunistas ou não e figurões sem passagem pela polícia. Quem atuou em campanha eleitoral também está proibido de presidir estatais por três anos, o que também afasta Prates da Petrobras.

Comer pastel

O The New York Times acaba de publicar uma matéria indicando o que fazer num final de semana em São Paulo, considerada a cidade mais importante da América Latina. Na reportagem, há sugestões como andar e comer pastel no Elevado João Goulart ou Minhocão (“Big Worn”) e visitar o reaberto Museu do Ipiranga, com sua “visão extremamente crítica da forma como a história é tradicionalmente ensinada” no país. Não há qualquer citação sobre as 42 mil pessoas que formam a população de rua na cidade.

MISTURA FINA

O PRESIDENTE eleito Lula resolveu criar mais uma Pasta, nos moldes da antiga do Desenvolvimento Agrário, como foco na produção de alimentos para o mercado interno e combate à fome. Seria o “Ministério da Fome” (título provisório) que enfrentaria a inflação no grupo dos alimentos e fomentaria produção de pequenos agricultores. Produzirá também, alimentos para 40 milhões de crianças e para programas de alimento para escolas e hospitais.

LULA está em Brasília esta semana negociando pessoalmente com parlamentares a chamada PEC de Transição. A ação do senador Jaques Wagner, nos últimos dias, deixou a desejar. Contudo, devido a seu trânsito em círculos militares, Wagner está sendo cotado para o Ministério da Defesa, cargo que já ocupou no passado em governo petista.

A SOCIEDADE Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências articulam o lançamento de um manifesto conjunto contra a gestão Bolsonaro. O estopim é a nova portaria do Ministério da Economia que retirou o crédito suplementar do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, transferindo recursos para bancar a Operação Carro-Pipa no Nordeste. Paulo Guedes passou quatro anos desidratando o orçamento da comunicação cientifica.

ALÉM de uma hidrelétrica binacional no Rio Mamoré, em Rondônia, outro projeto entre Brasil e Bolívia que poderá ganhar atenção é a construção de uma ponte entre as cidades de Guajará-Mirim (RO) e Guayjaramérin, que ficou no papel no governo Bolsonaro. Foi apenas mais um: a ponte entre as duas cidades se arrastra há mais de um século. O projeto foi discutido pela primeira vez no âmbito do Tratado de Petrópolis, em 1903, quando da transferência do território onde hoje é o Acre, da Bolívia para o Brasil.

O CATAR queria melhorar sua imagem no mundo quando conseguiu conquistar (ou comprar, eventualmente) o direito de sediar esta Copa do Mundo da Fifa. O tiro foi no pé e o noticiário não poderia ser pior. O país só é lembrado pela falta de liberdade de imprensa, pelos escravos que trabalharam na construção dos estádios, pela repressão à população LGBT e pela proibição da cerveja nos estádios.

AO se deixar dominar pela ala mais ideológica do bolsonarismo, aliando seu futuro governo a extremistas de direita e lideranças evangélicas oportunistas, Tarcísio de Freitas, governador eleito de São Paulo, segundo os analistas mais lúcidos, parece estar recusando antecipadamente o papel de protagonismo da nova direita brasileira pós-Bolsonaro. Contudo, outros analistas acham que Gilberto Kassab estará na Secretaria do Governo especialmente para manter à distância essas figuras.

 

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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