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"Não é normal ter aprovado mais projetos sozinha do que aquele grupo somado e..

...que a população receba migalhas em retorno ao voto", de Tabata Amaral contra Guilherme Boulos, diante da lista dos bolsonaristas Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro

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Apesar da boa recepção a Flávio Bolsonaro, representantes do governo dos EUA disseram não entender como uma tarifa tão pesada poderia beneficiar politicamente Lula, como afirma um pré-candidato da oposição. O relato foi feito por brasileiros que acompanharam a reunião.

Mais: para os técnicos americanos, aumentar tarifas costuma prejudicar a economia. Eles também não veem o cálculo político citado, embora o PT aposte no tema para enfrentar EUA e oposição. Em 2025, Lula ganhou fôlego nas pesquisas ao confrontar Donald Trump.

"Tudo que eu sinto"

A atriz e escritora Mônica Martelli está se preparando para se despedir de Minha Vida em Marte, produção que conquista plateias no Brasil há nove anos, contando a jornada de Fernanda, já conhecida de Os Homens São de Marte... E É Pra Lá que Eu Vou. Contudo, não é o fim: um novo capítulo está previsto para 2027. "Estou tendo dificuldade em escrever de novo porque é a despedida de um roteiro ainda muito atual." Conhecida por transformar suas experiências pessoais em comédia, Mônica reflete no palco sobre envelhecimento, maternidade, amizade e autoconhecimento. "Eu coloco minha vida em jogo porque escrevo tudo o que sinto." Ela sempre se sentiu em desacordo com o tempo. "Desde os 20 anos, sinto que já sou velha." Após deixar o Direito, encontrou sua paixão no teatro, construindo uma carreira autêntica e bem-sucedida. Sua determinação é inspirada por sua mãe, Marilena Garcia, primeira vereadora eleita em Macaé. Em seu tempo livre, mantém amizades duradouras, como a que tem com Ingrid Guimarães, que descreve como um verdadeiro "encontro de almas". Mãe de Julia, de 16 anos, e em um relacionamento estável com Fernando Altério há sete anos, Mônica explora o amor com humor e sinceridade. "Fernando não vê meu sucesso como uma ameaça." Essa mistura de leveza, autenticidade e comédia é o que mantém e fortalece seu vínculo com o público.

BRB-Master: agora, duas investigações

Se não bastassem as investigações da PF sobre os negócios obscuros entre o BRB e o Banco Master, as seguidas operações da Polícia Civil do Distrito Federal contra o banco estatal têm aumentado a temperatura política em Brasília. Há forte clima de tensão no entorno do ex-governador e ex-candidato ao Senado Ibaneis Rocha (MDB-DF). Na semana passada, circulavam na capital federal rumores de que novas diligências policiais estariam engatilhadas para os próximos dias. Entre aliados de Ibaneis, cresce a percepção de que o governo de Celina Leão (PP-DF), candidata à reeleição, estaria estimulando uma devassa na instituição financeira com o objetivo de encontrar irregularidades na gestão de seu antecessor. Cavar fundo no BRB permitiria a Celina posar como responsável por uma "limpeza" na instituição financeira e, assim, se desvincular das suspeitas que pairam sobre o ex-governador. Ela era vice de Ibaneis durante todo o processo de negociação com o Master. A leitura dos aliados é alimentada por declarações recentes de Celina: ela já disse que Ibaneis errou ao indicar o "megalomaníaco" Paulo Henrique Costa para a presidência do banco estatal.

Áreas sensíveis

Duas operações da Polícia Civil atingem áreas sensíveis do BRB. Na maior delas, a corporação deflagrou uma operação contra suspeitas de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo servidores do banco. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, com bloqueio de contas, veículos de luxo e um imóvel no DF. Em junho, nova pancada: a Operação Parasitas prendeu sete pessoas, entre elas três servidores do BRB, por suspeita de descontos associativos não autorizados em contas de aposentados e pensionistas. Mais de 3,5 mil contas podem ter sido atingidas.

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Contrato renovado

A atriz Alana Cabral tem muitos motivos para comemorar. Com recém-completados 19 anos, assegurou sua permanência na Globo por mais dois anos, um marco significativo após o destaque alcançado ao interpretar Joélly em Três Graças. Essa renovação representa a concretização de um antigo sonho. "Fiquei muito feliz porque, dentro da Globo, desde pequena, é onde sonhei estar", relembra a época em que sua família se mudou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades no meio artístico. Com oito anos de carreira, vê a personagem Joélly como um verdadeiro divisor de águas. "A Joélly transformou a minha vida." O papel não apenas trouxe reconhecimento nacional à jovem, mas também abriu portas para novos desafios profissionais. Entusiasmada com o futuro, ela afirmou que não pretende ficar longe dos estúdios por muito tempo. "Olha, se depender de mim, não tem férias. Emendaria outro projeto feliz da vida, mas sei que as coisas vão acontecer da melhor maneira." Alana pretende aproveitar ao máximo essa fase positiva de sua trajetória. "Eu sei que sou muito privilegiada por trabalhar com o que eu amo", celebra, ao destacar a chegada de novas oportunidades.

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"Melhor fora"

Integrante da campanha de Lula e novo líder do PT no Senado, Camilo Santana, ex-ministro da Educação, acha que o PT não deveria ter candidatura própria em Minas Gerais, sob pena de sofrer grande derrota no segundo maior colégio eleitoral do país. Santana admite que a memória da avaliação ruim do governo Fernando Pimentel dificulta a viabilidade eleitoral da legenda no estado. Por outro lado, o PT ainda busca um nome para concorrer ao governo mineiro. Agora, tenta convencer o deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias (PT), que disputará a reeleição para a Câmara, mas ele não quer saber de se lançar.

Carne mais cara

O governo teme que o veto da União Europeia à carne brasileira, sobretudo de frango, eleve os preços no mercado interno. A restrição começa a valer em setembro, às vésperas das eleições. O custo pode chegar a R$ 2,2 bilhões ao ano, e a preocupação é que isso seja repassado ao consumidor. O governo ainda tenta reverter a decisão. Para quem não sabe, o Brasil é hoje o maior produtor e exportador de carne bovina do mundo e alcança uma produção de 11 milhões de toneladas por ano. É também um dos principais produtores mundiais de frango, com a expressiva marca de 15 milhões de toneladas anuais, além de ser o maior exportador de frango, atendendo a mais de 150 países (2,9 milhões de toneladas por semestre).

Pérola

"Não é normal ter aprovado mais projetos sozinha do que aquele grupo somado e que a população receba migalhas em retorno ao voto",

de Tabata Amaral contra Guilherme Boulos, diante da lista dos bolsonaristas Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro.

"Decepcionante"

A recente participação de Flávio Bolsonaro na audiência pública do governo americano para tentar impedir a imposição de tarifas contra produtos brasileiros — em uma estratégia para conter desgaste eleitoral com a medida — foi considerada pelo bloco da Faria Lima inócua para o setor privado e para o mercado financeiro. Alguns nomes do segmento a classificaram como "decepcionante". Empresários e gestores acharam que a presença de um senador brasileiro poderia ter ajudado caso ele tivesse levado argumentos econômicos para combater o tarifaço. Ele não levou e não entende nada de economia, como o pai.

Tiro no pé

O economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega acha que a participação de Flávio Bolsonaro na audiência do USTR é mais um "tiro no pé", ao dar argumentos para o governo Lula tachar o senador de "entreguista". O USTR, segundo Maílson, não vai tomar uma decisão técnica apenas com o argumento de que haverá eleição presidencial no Brasil e que este "não é o melhor momento para impor tarifas". E acentua: "O USTR se baseou em um estudo, ainda que com erros, para impor essas tarifas ao Brasil". Maílson ainda pondera sobre a imprevisibilidade do governo Trump, que já interferiu até na Copa.

Leva no 1º turno

A pesquisa Datafolha mostra o governador Tarcísio de Freitas bem à frente de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo. As apostas já envolvem analistas que acreditam que ele poderá vencer no primeiro turno das eleições, o que faria Lula perder um palanque importante em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Alguns otimistas acham que Haddad ainda pode crescer, visto que outros candidatos, principalmente de esquerda, como os do Partido Comunista Brasileiro, acumulam 13% das intenções de voto.

Quem manda na CBF 1

Dois dias depois de a Seleção Brasileira ser derrotada pela Noruega e voltar para casa, Gilmar Mendes, ministro do STF, publicou nas redes sociais mensagem para expressar "gratidão" aos jogadores. E salientou que queria "apresentar meu agradecimento a cada atleta pela dedicação e pelo compromisso com que honraram a camisa do Brasil". Aproveitou ainda para anunciar um "novo ciclo" com a permanência de Carlo Ancelotti à frente da equipe, "o que dá solidez a esse recomeço, e a seleção que se renova encontrará no torcedor, mais uma vez, a sua força".

Quem manda na CBF 2

Usuários do X aproveitaram para lembrar outro detalhe: "Gilmar Mendes não mencionou, mas ele e o filho têm grande influência na CBF (já indicaram outros cinco diretores)". Filho de Gilmar, Francisco Mendes é vice-presidente da Federação Mato-Grossense de Futebol. Não tem cargo formal na CBF, mas muitos afirmam que manda mais do que o presidente. Antes da Copa, apresentava-se como responsável pela convocação de Neymar. Também se diz patrono da CBF Academy, que chama de "instituição educacional do futebol brasileiro". A escola foi criada pela confederação e pelo IDP, que pertence à família de Gilmar, ficando com 84% de suas receitas. Francisco Mendes é diretor-geral do IDP.

Mistura Fina

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, avisa que já conta com 50 votos para aprovar o projeto de lei que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A proposta será levada ao plenário esta semana. Se não chega a ser uma pauta-bomba, a medida está longe de ser neutra do ponto de vista fiscal. O texto prevê a concessão de créditos financeiros para as empresas que investirem em projetos de fertilizantes e insumos estratégicos, com teto de até R$ 10 bilhões em cinco anos.

Na prática, trata-se de renúncia fiscal embalada com política industrial para reduzir a dependência externa do Brasil, hoje fortemente apoiado na importação de fertilizantes. Há ainda uma isenção complementar do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para mercadorias destinadas a projetos aprovados no programa, com impacto potencial de até R$ 1 bilhão no período. Somente nas duas frentes, a conta pode chegar a R$ 11 bilhões entre 2027 e 2031. O problema é o colossal aperto das contas públicas.

Há exatos 33 anos, o Congresso ignora o clamor popular por maior rigor penal. Pesquisas mostram apoio de 79%, em 2026, à redução da maioridade penal para 16 anos, sobretudo para crimes graves. Apesar disso, o Legislativo adota o que se poderia chamar de "embromação" como estratégia: protelar, desrespeitar a vontade da sociedade e arquivar propostas. A PEC 171, de 1993, do deputado Benedito Domingos (PP-DF), é o símbolo dessa procrastinação: tramitou ao longo de 22 anos. Aprovada pela Câmara em 2015, a PEC morreu nos arquivos do Senado, então presidido por Renan Calheiros. O maior obstáculo continua sendo Lula, contrário à redução da maioridade penal, ninguém sabe se é por ignorância ou porque a extrema esquerda exige isso do petista.

In - Macaron de tangerina
Out - Muffin de tangerina

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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