Colunistas

Giba Um

"Não é normal ter aprovado mais projetos sozinha do que aquele grupo somado e..

...que a população receba migalhas em retorno ao voto", de Tabata Amaral contra Guilherme Boulos, diante da lista dos bolsonaristas Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro

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Apesar da boa recepção a Flávio Bolsonaro, representantes do governo dos EUA disseram não entender como uma tarifa tão pesada poderia beneficiar politicamente Lula, como afirma um pré-candidato da oposição. O relato foi feito por brasileiros que acompanharam a reunião.

Mais: para os técnicos americanos, aumentar tarifas costuma prejudicar a economia. Eles também não veem o cálculo político citado, embora o PT aposte no tema para enfrentar EUA e oposição. Em 2025, Lula ganhou fôlego nas pesquisas ao confrontar Donald Trump.

"Tudo que eu sinto"

A atriz e escritora Mônica Martelli está se preparando para se despedir de Minha Vida em Marte, produção que conquista plateias no Brasil há nove anos, contando a jornada de Fernanda, já conhecida de Os Homens São de Marte... E É Pra Lá que Eu Vou. Contudo, não é o fim: um novo capítulo está previsto para 2027. "Estou tendo dificuldade em escrever de novo porque é a despedida de um roteiro ainda muito atual." Conhecida por transformar suas experiências pessoais em comédia, Mônica reflete no palco sobre envelhecimento, maternidade, amizade e autoconhecimento. "Eu coloco minha vida em jogo porque escrevo tudo o que sinto." Ela sempre se sentiu em desacordo com o tempo. "Desde os 20 anos, sinto que já sou velha." Após deixar o Direito, encontrou sua paixão no teatro, construindo uma carreira autêntica e bem-sucedida. Sua determinação é inspirada por sua mãe, Marilena Garcia, primeira vereadora eleita em Macaé. Em seu tempo livre, mantém amizades duradouras, como a que tem com Ingrid Guimarães, que descreve como um verdadeiro "encontro de almas". Mãe de Julia, de 16 anos, e em um relacionamento estável com Fernando Altério há sete anos, Mônica explora o amor com humor e sinceridade. "Fernando não vê meu sucesso como uma ameaça." Essa mistura de leveza, autenticidade e comédia é o que mantém e fortalece seu vínculo com o público.

BRB-Master: agora, duas investigações

Se não bastassem as investigações da PF sobre os negócios obscuros entre o BRB e o Banco Master, as seguidas operações da Polícia Civil do Distrito Federal contra o banco estatal têm aumentado a temperatura política em Brasília. Há forte clima de tensão no entorno do ex-governador e ex-candidato ao Senado Ibaneis Rocha (MDB-DF). Na semana passada, circulavam na capital federal rumores de que novas diligências policiais estariam engatilhadas para os próximos dias. Entre aliados de Ibaneis, cresce a percepção de que o governo de Celina Leão (PP-DF), candidata à reeleição, estaria estimulando uma devassa na instituição financeira com o objetivo de encontrar irregularidades na gestão de seu antecessor. Cavar fundo no BRB permitiria a Celina posar como responsável por uma "limpeza" na instituição financeira e, assim, se desvincular das suspeitas que pairam sobre o ex-governador. Ela era vice de Ibaneis durante todo o processo de negociação com o Master. A leitura dos aliados é alimentada por declarações recentes de Celina: ela já disse que Ibaneis errou ao indicar o "megalomaníaco" Paulo Henrique Costa para a presidência do banco estatal.

Áreas sensíveis

Duas operações da Polícia Civil atingem áreas sensíveis do BRB. Na maior delas, a corporação deflagrou uma operação contra suspeitas de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo servidores do banco. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, com bloqueio de contas, veículos de luxo e um imóvel no DF. Em junho, nova pancada: a Operação Parasitas prendeu sete pessoas, entre elas três servidores do BRB, por suspeita de descontos associativos não autorizados em contas de aposentados e pensionistas. Mais de 3,5 mil contas podem ter sido atingidas.

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Contrato renovado

A atriz Alana Cabral tem muitos motivos para comemorar. Com recém-completados 19 anos, assegurou sua permanência na Globo por mais dois anos, um marco significativo após o destaque alcançado ao interpretar Joélly em Três Graças. Essa renovação representa a concretização de um antigo sonho. "Fiquei muito feliz porque, dentro da Globo, desde pequena, é onde sonhei estar", relembra a época em que sua família se mudou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades no meio artístico. Com oito anos de carreira, vê a personagem Joélly como um verdadeiro divisor de águas. "A Joélly transformou a minha vida." O papel não apenas trouxe reconhecimento nacional à jovem, mas também abriu portas para novos desafios profissionais. Entusiasmada com o futuro, ela afirmou que não pretende ficar longe dos estúdios por muito tempo. "Olha, se depender de mim, não tem férias. Emendaria outro projeto feliz da vida, mas sei que as coisas vão acontecer da melhor maneira." Alana pretende aproveitar ao máximo essa fase positiva de sua trajetória. "Eu sei que sou muito privilegiada por trabalhar com o que eu amo", celebra, ao destacar a chegada de novas oportunidades.

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"Melhor fora"

Integrante da campanha de Lula e novo líder do PT no Senado, Camilo Santana, ex-ministro da Educação, acha que o PT não deveria ter candidatura própria em Minas Gerais, sob pena de sofrer grande derrota no segundo maior colégio eleitoral do país. Santana admite que a memória da avaliação ruim do governo Fernando Pimentel dificulta a viabilidade eleitoral da legenda no estado. Por outro lado, o PT ainda busca um nome para concorrer ao governo mineiro. Agora, tenta convencer o deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias (PT), que disputará a reeleição para a Câmara, mas ele não quer saber de se lançar.

Carne mais cara

O governo teme que o veto da União Europeia à carne brasileira, sobretudo de frango, eleve os preços no mercado interno. A restrição começa a valer em setembro, às vésperas das eleições. O custo pode chegar a R$ 2,2 bilhões ao ano, e a preocupação é que isso seja repassado ao consumidor. O governo ainda tenta reverter a decisão. Para quem não sabe, o Brasil é hoje o maior produtor e exportador de carne bovina do mundo e alcança uma produção de 11 milhões de toneladas por ano. É também um dos principais produtores mundiais de frango, com a expressiva marca de 15 milhões de toneladas anuais, além de ser o maior exportador de frango, atendendo a mais de 150 países (2,9 milhões de toneladas por semestre).

Pérola

"Não é normal ter aprovado mais projetos sozinha do que aquele grupo somado e que a população receba migalhas em retorno ao voto",

de Tabata Amaral contra Guilherme Boulos, diante da lista dos bolsonaristas Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro.

"Decepcionante"

A recente participação de Flávio Bolsonaro na audiência pública do governo americano para tentar impedir a imposição de tarifas contra produtos brasileiros — em uma estratégia para conter desgaste eleitoral com a medida — foi considerada pelo bloco da Faria Lima inócua para o setor privado e para o mercado financeiro. Alguns nomes do segmento a classificaram como "decepcionante". Empresários e gestores acharam que a presença de um senador brasileiro poderia ter ajudado caso ele tivesse levado argumentos econômicos para combater o tarifaço. Ele não levou e não entende nada de economia, como o pai.

Tiro no pé

O economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega acha que a participação de Flávio Bolsonaro na audiência do USTR é mais um "tiro no pé", ao dar argumentos para o governo Lula tachar o senador de "entreguista". O USTR, segundo Maílson, não vai tomar uma decisão técnica apenas com o argumento de que haverá eleição presidencial no Brasil e que este "não é o melhor momento para impor tarifas". E acentua: "O USTR se baseou em um estudo, ainda que com erros, para impor essas tarifas ao Brasil". Maílson ainda pondera sobre a imprevisibilidade do governo Trump, que já interferiu até na Copa.

Leva no 1º turno

A pesquisa Datafolha mostra o governador Tarcísio de Freitas bem à frente de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo. As apostas já envolvem analistas que acreditam que ele poderá vencer no primeiro turno das eleições, o que faria Lula perder um palanque importante em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Alguns otimistas acham que Haddad ainda pode crescer, visto que outros candidatos, principalmente de esquerda, como os do Partido Comunista Brasileiro, acumulam 13% das intenções de voto.

Quem manda na CBF 1

Dois dias depois de a Seleção Brasileira ser derrotada pela Noruega e voltar para casa, Gilmar Mendes, ministro do STF, publicou nas redes sociais mensagem para expressar "gratidão" aos jogadores. E salientou que queria "apresentar meu agradecimento a cada atleta pela dedicação e pelo compromisso com que honraram a camisa do Brasil". Aproveitou ainda para anunciar um "novo ciclo" com a permanência de Carlo Ancelotti à frente da equipe, "o que dá solidez a esse recomeço, e a seleção que se renova encontrará no torcedor, mais uma vez, a sua força".

Quem manda na CBF 2

Usuários do X aproveitaram para lembrar outro detalhe: "Gilmar Mendes não mencionou, mas ele e o filho têm grande influência na CBF (já indicaram outros cinco diretores)". Filho de Gilmar, Francisco Mendes é vice-presidente da Federação Mato-Grossense de Futebol. Não tem cargo formal na CBF, mas muitos afirmam que manda mais do que o presidente. Antes da Copa, apresentava-se como responsável pela convocação de Neymar. Também se diz patrono da CBF Academy, que chama de "instituição educacional do futebol brasileiro". A escola foi criada pela confederação e pelo IDP, que pertence à família de Gilmar, ficando com 84% de suas receitas. Francisco Mendes é diretor-geral do IDP.

Mistura Fina

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, avisa que já conta com 50 votos para aprovar o projeto de lei que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A proposta será levada ao plenário esta semana. Se não chega a ser uma pauta-bomba, a medida está longe de ser neutra do ponto de vista fiscal. O texto prevê a concessão de créditos financeiros para as empresas que investirem em projetos de fertilizantes e insumos estratégicos, com teto de até R$ 10 bilhões em cinco anos.

Na prática, trata-se de renúncia fiscal embalada com política industrial para reduzir a dependência externa do Brasil, hoje fortemente apoiado na importação de fertilizantes. Há ainda uma isenção complementar do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para mercadorias destinadas a projetos aprovados no programa, com impacto potencial de até R$ 1 bilhão no período. Somente nas duas frentes, a conta pode chegar a R$ 11 bilhões entre 2027 e 2031. O problema é o colossal aperto das contas públicas.

Há exatos 33 anos, o Congresso ignora o clamor popular por maior rigor penal. Pesquisas mostram apoio de 79%, em 2026, à redução da maioridade penal para 16 anos, sobretudo para crimes graves. Apesar disso, o Legislativo adota o que se poderia chamar de "embromação" como estratégia: protelar, desrespeitar a vontade da sociedade e arquivar propostas. A PEC 171, de 1993, do deputado Benedito Domingos (PP-DF), é o símbolo dessa procrastinação: tramitou ao longo de 22 anos. Aprovada pela Câmara em 2015, a PEC morreu nos arquivos do Senado, então presidido por Renan Calheiros. O maior obstáculo continua sendo Lula, contrário à redução da maioridade penal, ninguém sabe se é por ignorância ou porque a extrema esquerda exige isso do petista.

In - Macaron de tangerina
Out - Muffin de tangerina

CLAÚDIO HUMBERTO

"Eu tenho certeza de que a Michelle pensa igual a mim"

Flávio Bolsonaro (PL), ao amenizar desentendimento com a ex-primeira-dama

10/07/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Vaga no Senado azeda o clima entre Motta e Lula

O Planalto estranhou a súbita disposição do presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), em andar com a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal. Bombeiros entraram em cena para descobrir qual era o desconforto do parlamentar, já que o governo não tem intenção de fazer o assunto andar. O problema é o apoio de Lula aos candidatos ao Senado pela Paraíba. O petista sinalizou apoio a dois nomes, nenhum deles conta com apoio de Motta.

Casos de família

Motta pedirá votos para Nabor Wanderley (Rep), seu pai, que acabou preterido por Lula apesar da submissão do presidente da Câmara.

Lula volátil

O PT estadual até fechou com Motta e vai apoiar as indicações do deputado. O problema é Lula, que escanteou Wanderley.

MDB levou

Lula apoiará Veneziano Vital do Rêgo, para prender o rabo do MDB. O senador precisa renovar o mandato em outubro.

Sem espaço

O outro nome é o de João Azevedo, do PSB, atual governador do Estado. O partido, da chapa de Lula, também terá apoio do petista.

EUA não entendem por que o tarifaço ajuda Lula

Apesar de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ter sido recebido com deferência especial na audiência do USTR (Ministério do Comércio de lá), os representantes do governo dos Estados Unidos – que têm o papel de julgar a aplicação de tarifas – deixaram claro que não conseguem entender como sanção dessa magnitude pode ajudar politicamente o atual presidente Lula (PT), como alega o pré-candidato de oposição a presidente. A informação é de brasileiros presentes à audiência.

Punição benéfica

Na cabeça dos burocratas americanos, aumentar tarifas prejudica o país e a economia, por isso o “benefício político” tem sido difícil de entender.

Caso recente

Eles ignoram que o PT aposta o tarifaço para vociferar contra os EUA e a oposição, no palanque. No tarifaço de 2025, Lula subiu nas pesquisas.

Ótica e tática

Ao confrontar Trump, líder da maior economia do mundo (e um dos mais rejeitados), Lula tenta se vender como grande adversário dos EUA.

Encalacrou

Voltou ao STJ o arrastado processo dos respiradores comprados de uma empresa de derivados de maconha pelo governo de Rui Costa (PT) na Bahia, durante a Covid. Foram pagos R$48 milhões, R$12 milhões antes da assinatura do contrato. O material nunca foi entregue.

Trabalho continua

A Copa fez a mídia “esquecer” por uns dias o caso do Banco Master, mas a operação de ontem contra o publicitário Thiago Miranda, contratado de Daniel Vorcaro, mostrou que a Polícia Federal não parou de trabalhar.

Uma saída para Vieira

Para Evair de Melo (Rep-ES), autor da convocação de Mauro Vieira para depor na Câmara sobre a lorota de “risco de ação militar” do EUA, “a única chance de o chanceler não comparecer é ser exonerado antes. Depois da vergonha que fez o Brasil passar, seria a melhor solução”.

Lá, não agradam

Tarcísio errou sobre Marina e Tebet serem “forasteiras”, como Haddad alegou contra ele. Não ofereceria a cara a tapa lembrando que as duas tentam se eleger em São Paulo por não terem chance em seus Estados.

Controle estatal

O Senado aprovou acordo entre Brasil e China que determina que filmes produzidos em parceria entre os dois países sejam considerados “obras nacionais”. Quem vai dar o carimbo é a Ancine... brasileira e chinesa.

Filme queimado

O PT está em vias de desistir de candidatura própria em Minas Gerais e reconhece que a gestão de Fernando Pimentel afundou as chances do partido de ter um nome competitivo. Marília Campos já chutou o balde.

Chega de humilhação

A desistir de disputar o Planalto, o tucano Aécio Neves (MG) sinalizou para que doravante seu nome seja retirado das pesquisas. Além de baixíssima intenção de votos, era o pré-candidato de maior rejeição.

Não empolgou

Não que muita gente tenha colocado fé, mas o Aécio Neves não vai levar adiante a candidatura à Presidência pelo PSDB. Diz o tucano que o foco vai ser estruturar o partido para 2030 e deve adotar a neutralidade.

Pensando bem...

...o ninho dos tucanos fica em cima do muro.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

ACM era dureza

Foi numa greve de motoristas de ônibus em Salvador, que o falecido senador baiano ACM apelidou de “Waldir Moleza” ou “Waldir Lerdeza” o então governador da Bahia e depois ministro Waldir Pires (Defesa) no governo Lula. Chamado de “Toninho Ternura” ou “Toninho Malvadeza”, dependendo do humor popular ou dos fatos políticos, ACM viveu dias de glória naquela greve, com o povo revoltado gritando nas ruas: “Chega de Moleza, queremos Malvadeza!” Tudo o que faltou a Waldir Pires na crise aérea, que ele enfrentaria quando foi ministro.

Giba Um

"Zema nunca foi um outsider e vive hoje uma crise de identidade partidária. Eu acho que...

...ele se encaixava no velho Partido Novo e hoje está perdido no novo Partido Novo. Para o velho Partido Novo, Zema fez sentido", de Renan Santos (Missão), outsider que já superou Zema e Caiado em intenções de voto

10/07/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Desde a estreia contra o Marrocos, todos os presidenciáveis se exibiram com a camisa amarelinha. Lula gravou vídeo para incentivar o "querido Ancelotti". Flávio Bolsonaro apelou à IA para mostrar afinidade com Neymar.

Mais: Ronaldo Caiado disse que os noruegueses "vivem embaixo do gelo". Bernardo Mello Franco comentou que "ele entrou numa fria". E ainda ironizou: "O fiasco de domingo escancarou que não somos mais o país do futebol. No máximo, o país das bets".

Giba Um

Chamando a atenção

A atriz Charlize Theron voltou a chamar atenção ao aparecer de topless em uma publicação nas redes sociais para promover seu novo filme, A Odisseia, marcando a página oficial da produção na legenda. Sob a direção de Christopher Nolan, o filme reúne nomes de peso como Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Elliot Page e Zendaya. Na trama, inspirada na obra de Homero, Theron interpreta Calipso, a ninfa que mantém Odisseu em sua ilha por sete anos. “Mesmo sendo uma deusa, ela anseia por conexão. Foi interessante observar alguém com os poderes que ela tem, mas que ainda assim não conseguia fazer muita coisa com eles.” Durante as gravações em uma praia marroquina, a equipe enfrentou ventos fortes e muita areia. Matt Damon, amigo da atriz há mais de duas décadas, elogiou sua resiliência e brincou sobre envelhecer: "Não sei por que só um de nós envelheceu. Ela realmente ganhou na loteria genética". Além do cinema, Theron se mantém dedicada às causas sociais e à criação das filhas (Jackson, que é transgênero de 14 anos, e August, de 10). Ela afirma que procura ensiná-las a serem fortes, generosas e autênticas. “As duas têm corações enormes. Não é necessariamente por causa do meu trabalho, mas percebo que estão pensando além da própria bolha, e isso me deixa muito feliz como mãe”.

Senado: Marina e Tebet lideram

A primeira pesquisa Datafolha mostra Marina Silva (Rede) na liderança e Simone Tebet (PSB) numericamente à frente na disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, com 18% e 16%, respectivamente. Os pré-candidatos da direita vêm atrás e mais distantes: Ricardo Salles (Novo) tem 13%; o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado (PL), 11%; e o deputado Guilherme Derrite (PP), que se considerava eleito, aparece em quinto lugar, com 10%. Flávio Bolsonaro acha que a propaganda de Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição, afetará a posição de Marina e Simone Tebet. Não é bem assim: Tarcísio pode vencer no primeiro turno e, até lá, não se envolverá em nenhuma campanha, incluindo a de Flávio Bolsonaro. O filho "01" de Bolsonaro sabe disso e tentará nacionalizar as campanhas de André do Prado e Derrite. Salles corre sozinho. Valdemar Costa Neto, dono do PL, acha que as candidaturas de Prado e Derrite crescerão quando o horário eleitoral começar. Esses dois nomes não serão suficientes para Flávio alcançar Lula, e a eleição geralmente se define em São Paulo. Pela pesquisa Datafolha, as mulheres marcharão com Marina e Simone. A ex-ministra do Planejamento já foi vice-governadora de Mato Grosso do Sul e senadora por dois mandatos.

Sonho

A chance de Márcio França dar a volta por cima depende de uma vitória de Fernando Haddad em São Paulo. Analistas apostam que isso está fora de cogitação. Nesse cenário, ele herdaria o governo paulista em 2029, porque o petista deixaria o cargo para concorrer ao Planalto. Considerando as pesquisas eleitorais mais recentes no estado, onde Tarcísio de Freitas segue tranquilo à frente, o plano tem poucas chances de se concretizar. Os mais irônicos debocham e dizem que, pelo menos, "dá para sonhar".

Giba Um

Novos desafios

A jornalista Leilane Neubarth está encerrando um dos capítulos mais marcantes de sua carreira. Após 47 anos dedicados ao jornalismo, anunciou durante uma transmissão ao vivo do Conexão GloboNews, na terça (7), que deixará o jornalismo diário para se dedicar a novos projetos. Emocionada, Leilane relembrou seu início na televisão, em 1979, quando começou como estagiária na TV Globo aos 19 anos. Destacou que já soma quase 17 anos na Globo News, refletindo sobre sua trajetória e o contato com várias gerações de brasileiros ao longo de quase cinco décadas de carreira. Ao comunicar sua decisão, afirmou: “Após 47 anos, decidi me afastar do jornalismo diário”. Apesar da mudança de rumo profissional, garantiu ao público: “Isso não é, de forma alguma, uma despedida do jornalismo”. Após passagens por programas como Fantástico, Bom Dia Brasil, Jornal da Globo e Conexão GloboNews, Leilane está prestes a iniciar uma nova fase. Ela comentou que “nos reencontraremos em novas situações, com projetos e desafios diferentes”, ressaltando que sua jornada no jornalismo ainda tem muito pela frente. Há rumores de que um novo projeto seu já foi aprovado para um dos canais por assinatura do Grupo Globo e que ela pode até assumir um assento no Saia Justa, no GNT.

Giba Um

Virada histórica

A foto dos integrantes da seleção da Argentina, depois de uma virada histórica contra o Egito (estava 2 a 2 e, em 13 minutos, virou para 3 a 2, levando os atuais campeões da Copa às quartas de final ) jogando Leonel Messi para o alto, foi parar nos principais jornais das cidades participantes da Copa. Era como se Messi, aos 39 anos, estivesse flutuando no ar. Há quem garanta ter lido em seus lábios, a caminho do fim da partida, o grito de guerra dirigido aos companheiros: "Vamos virar!". E viraram, na raça, com ele no comando.

Olho no outsider

O outsider Renan Santos (Missão) é o único fora da polarização que cresceu nas pesquisas. Entre os independentes, é opção para 35% e, na condição de alguém fora da política, está 1% abaixo dos que gostariam do retorno da família Bolsonaro e oito pontos abaixo dos que torcem por Lula. Em junho, Renan teve 13 milhões de interações nas redes Instagram, X, Facebook e TikTok. Defende pena de morte para integrantes de facções e um mutirão para o Bolsa Família: quem se recusar a trabalhar perde o benefício. Analistas acham que Renan é uma versão repaginada de Jânio Quadros.

Pérola

"Zema nunca foi um outsider e vive hoje uma crise de identidade partidária. Eu acho que ele se encaixava no velho Partido Novo e hoje está perdido no novo Partido Novo. Para o velho Partido Novo, Zema fez sentido”,

de Renan Santos (Missão), outsider que já superou Zema e Caiado em intenções de voto.

Mais um

Ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, Márcio Canella (União) foi preso pela Polícia Federal, investigado sob suspeita de participar de um esquema de lavagem de dinheiro por meio de postos de gasolina. Os agentes encontraram um fuzil em seu carro e o prenderam em flagrante. O ex-chefe da Polícia Civil do Rio também é suspeito. A prisão de Canella é mais um baque no palanque de Flávio Bolsonaro. Nas fotos dos jornais, Canella aparece ao lado de Flávio e Cláudio Castro, ambos do PL. A Operação Unha e Carne prepara novas prisões de aliados do esquema.

Mãe de Flávio

Ainda sobre a prisão de Márcio Canella, pré-candidato ao Senado e alvo de operação da Polícia Federal: a suplente de sua chapa é a mãe de Flávio, Rogéria Bolsonaro (até hoje ela usa esse sobrenome). No início de abril, em um encontro político no Rio de Janeiro, Flávio caprichou no discurso: "Estou aqui para reafirmar nosso apoio integral, 100%, ao meu amigo Márcio Canella como pré-candidato ao Senado. Ele foi deputado comigo. É competente, sabe trabalhar e vai estar com a gente na missão de resgatar o nosso Brasil no Rio de Janeiro". Nesta semana, nem mãe nem filho abriram a boca sobre o "amigo".

Questão de "química"

Sob críticas do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, Donald Trump manteve a decisão de vender à Turquia caças F-35. O "amigo" a quem se refere é o presidente Recep Tayyip Erdogan, outro líder acusado de governar com viés autoritário. Trump também pretende retirar as sanções impostas à Turquia após a compra de um sistema russo de defesa antimísseis que levou Ancara a ser excluída do programa dos F-35. Trump e Erdogan destacaram sua relação próxima em Ancara. E Trump registrou à sua maneira: "Às vezes, você se dá bem com pessoas mais difíceis, como ele (Erdogan). Francamente, se a cúpula não tivesse sido realizada na Turquia, onde meu amigo é um líder forte, uma pessoa forte, é possível que eu não tivesse comparecido. O que há entre nós é química".

"Tom eleitoreiro" 1

Em um momento de desgaste e crise da pré-campanha à Presidência, Flávio Bolsonaro tem se antecipado a mais um revés ao se posicionar contra o tarifaço, durante audiência no Escritório do Representante do Comércio dos EUA (USTR). De cara, disse que o momento eleitoral no Brasil é "o pior possível" para a implantação dos 25% contra produtos brasileiros. Depois, tentou garantir que o Pix não representa concorrência desleal às empresas americanas. No fim, citando da Lava Jato ao caso Master, defendeu que problemas de corrupção no Brasil não deveriam justificar ações contra toda a economia brasileira.

"Tom eleitoreiro" 2

Do lado de cá, o Planalto reagiu, classificou a fala de Flávio como recheada de "tom eleitoreiro" e aliados apostam que, mais uma vez, o filho "01" usou fatos e expressões fora do contexto da audiência. Analistas consideram que, com dificuldades para definir palanques em dez estados, Flávio também vem recebendo críticas no campo político depois da guerra com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. No momento, o filho do ex-presidente tenta diminuir a resistência do eleitorado em relação à sua plataforma de política externa (ele já se considera um "nome global").

Mistura Fina

Lula foi demovido da ideia, que sustentava até o mês passado, de reenviar o nome de Jorge Messias para a vaga aberta de ministro do Supremo Tribunal Federal. Agora, os cenários são: enviar o nome logo depois da eleição ou deixar para fevereiro. O reenvio imediato perdeu força depois que os trackings do Planalto captaram ligeira melhora após o confronto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

O eventual reenvio ainda este ano vai depender do resultado eleitoral, com envio caso Lula seja derrotado, já contando que o caso vai parar no STF. O cenário mais provável é que fique para fevereiro, após o fim da legislatura, com possibilidade de troca da presidência no Senado. Lula não vai admitir, mas o recuo veio depois de Alcolumbre segurar votações que o petista acompanha de perto, como o projeto do 6x1. E mais: além da má vontade de Alcolumbre, a regra interna do Senado impede que uma mesma nomeação seja votada duas vezes em um mesmo ano.

O STF sente o impacto dos oito meses com um ministro a menos. Treze julgamentos foram interrompidos devido a empates de 5 a 5 e aguardam a chegada do futuro integrante da Corte para serem retomados. Entre as ações estão as que discutem a validade da criação do Cadastro Nacional de Pedófilos e de uma lei que tentou proibir a realização da Marcha da Maconha.

A nomeação da ministra Verônica Sterman para o Superior Tribunal Militar, em setembro de 2025, foi recebida com desconfiança por revelar, mais uma vez, interesses políticos prevalecendo nas escolhas de Lula para os tribunais. Segunda mulher na história do STM em 217 anos, ela enfrenta acusações graves. Seu escritório recebeu R$ 700 mil da ACX ITC Serviços de Tecnologia, integrante da rede de lavagem de dinheiro ligada ao "Careca do INSS", acusado de roubar bilhões de aposentados.

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