O ex-jogador (rico) Zinedine Zidane está chegando ao Brasil. E não para bater uma bola ou treinar um time. Ele comprou grande quantidade de terras entre São José de Mipipu e Goiani, municípios do Rio Grande do Norte, perto da conhecida Praia da Pipa. Zidane vai plantar cana-de-açúcar na região.
O ex-jogador (rico) Zinedine Zidane está chegando ao Brasil. E não para bater uma bola ou treinar um time. Ele comprou grande quantidade de terras entre São José de Mipipu e Goiani, municípios do Rio Grande do Norte, perto da conhecida Praia da Pipa. Zidane vai plantar cana-de-açúcar na região.
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Grammy, surpresas e polêmica
8 No domingo (4) aconteceu a entrega do 66º Grammy Awards, realizado no Crypto.com Arena, que foi marcada por surpresas e uma polêmica: foi o fato de Taylor Swift, na empolgação de entrar para história do Grammy ao conquistar seu quarto prêmio na categoria Melhor Álbum do Ano, não cumprimentar a Celine Dion, (primeira foto) que apareceu de surpresa para entregar especialmente este prêmio. Celine Dion (que em 2002 foi diagnosticada com síndrome da pessoa rígida) foi ovacionada pelo público e aplaudida de pé. Antes de entregar o prêmio fez um discurso emocionado onde falou: “Nunca devem subestimar o tremendo amor e alegria que a música traz às nossas vidas e às pessoas de todo o mundo”. Uma das que mais comemorou sua premiação foi a cantora Miley Cyrus (segunda foto) que depois de 8 indicações recebeu seus dois primeiros Grammys (Gravação do Ano e Melhor Performance Solo de Pop) e ao receber sua primeira estatueta das mãos de Mariah Carey falou “Acabei de ganhar meu primeiro Grammy!”. Também no tapete vermelho passaram as ganhadoras, a partir da terceira foto, Victoria Monét (Revelação); Tyla (Melhor Performance de Música Africana); Kylie Minogue (Melhor Gravação de Pop Dance); e Billie Eilish (Melhor canção do ano e Melhor Canção Escrita para Mídia Visual).
Timão rolando ladeira abaixo
O novo presidente do Corinthians, Augusto Melo ficou assustado com o balanço de sua assessoria financeira mostrando tudo o que o clube deve e quais os recursos que têm para pagar as mais importantes – ou não tem. O clube tem uma dívida que chega perto de R$ 1,6 bilhão, contando com o que ainda não foi pago do estádio de Itaquera. Ele já avisou que não haverá dinheiro para montar um time competitivo e tampouco para pagar quaisquer dívidas no curto espaço de tempo. No ano passado, o Corinthians só conseguiu pagar R$ 100 milhões à Caixa, financiadora do estádio e desde sua inauguração, só pagou R$ 400 milhões. Em 2025, terá de pagar o valor principal de R$ 600 milhões. Em 2023, a receita foi de R$ 954,4 milhões, contando, contudo, com R$ 240 milhões da negociação de direitos dos atletas (tiveram, entretanto, custo de R$ 64,1 milhões).
Sem controle
Nos últimos anos, segundo Sérgio Carvalho, o clube estava nas mãos do grupo de Andrés Sanchez, que nunca teria se preocupado com que se gastava ou se recebia a cada mês. Melo começa o ano sabendo que faltará dinheiro para salários, impostos e um time à altura de sua tradição. Os que Mano Menezes gostava foram negociados no final do ano passado. Agora, mais uma ameaça, o novo patrocinador do time que iria investir R$ 370 milhões para os próximos três anos, não assinou nada ainda. Quer garantias que esse dinheiro vai entrar nos cofres do clube mesmo.

Bola para frente
8 A apresentadora, modelo e empresária Ana Hickmann parece estar superando o episódio de agressão de seu ex-marido Alexandre Corrêa, mesmo sabendo que ainda terá muitas disputas e dor de cabeça para enfrentar, até que de fato, o divórcio seja concedido. Estes dias postou uma foto para dar um ‘spoiler’ sobre sua coleção de óculos de sol, que mais parecia para uma linha de praia que aumentou a temperatura nas redes sociais. Na legenda: “Meus desejos da semana: amor, felicidade, força e energia!!! #alegria #amor #vida #futuro #anahickmanneyewear”. Apesar de negar qualquer envolvimento com o chef e apresentador Edu Guedes, ele foi um dos primeiros a comentar a foto.

Quem manda
A eleição municipal de São Paulo divide a Força Sindical. O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), manda-chuva da entidade, já declarou apoio ao prefeito Ricardo Nunes e prometeu engajar a central sindical em sua campanha. O presidente da Força, Miguel Torres, é contra. Ele já não deu as caras num encontro entre Nunes e sindicatos da construção civil articulado por Paulinho. E Torres já teria convidado Guilherme Boulos (PSOL) e Tabata Amaral (PSB) para um debate na sede da entidade, novo gesto de descolamento de Ricardo Nunes.
Governo dividido
A posição do Brasil na COP10 (Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco), que acontece no Panamá, divide o governo brasileiro. Os ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) trabalham para suavizar o relatório final da conferência. Defendem a sobrevivência de mais de 70 mil famílias daqui que atuam na fumicultura. O Ministério da Saúde, representado pela secretária-executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção, Vera Luiza da Costa e Silva, defende o rígido fortalecimento de controle do tabagismo.
DONO DA BOLA
Há quem tenha ouvido da boca de Arthur Lira, presidente da Câmara, em algum momento da abertura do ano legislativo, em tom de ironia: “A bola está comigo”. Publicamente, contudo, o líder do Centrão quase jurou sobre uma Bíblia que continuará apoiando a pauta econômica e rechaçou insinuações de que boicotará o governo. Lula acena pedindo – é a expressão que mais cabe – que seja mantido o “diálogo” entre eles. Lira bate o pé, argumentando que o Congresso não pode permitir “retrocessos”, alusão à lei que desonera a folha de pagamento de alguns setores da economia.
Amigos de infância
Nos últimos dias, o mesmo Arthur Lira e o chefe da Casa Civil, Rui Costa, viraram “amigos de infância. Na abertura do ano legislativo, quem se sentou ao lado de Lira foi Costa, com quem trocou cochichos durante todo o tempo e mais algumas risadinhas. Quem conversava com Lira, era o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) que se sentou mais à distância. Depois, tentou conversar com o deputado, que preferiu tirar o corpo. Os mais lúcidos riem por antecipação: “Lira ainda não conhece bem Rui Costa”.
SEM DEPENDÊNCIA
Mal começou o ano legislativo e já começa as reviravoltas na Câmara. O PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin, anunciou através de seu novo líder na Casa, Gervásio Maia (PB) que está deixando o bloco composto por PP, União Brasil, PSDB-Cidadania, PDT, Solidariedade, PRD e Avante, que estava sobre o comando de Arthur Lira. Segundo Gervásio, tem como objetivo dar maior autonomia tanto ao partido quanto aos seus parlamentares, que estão mais alinhados ao governo. “Sei que essa decisão surpreendeu a todos. Mas não se faz omelete sem ovos. Estamos buscando uma maior autonomia. Em bloco, nós dependíamos da decisão do líder do bloco para falar em plenário ou apresentar destaques. Não era uma situação interessante para a bancada”.
Quem assume
Com o diagnostico com câncer Rei Charles III existe uma grande possibilidade do chefe da realeza precisar afastar-se de suas obrigações e caso isso aconteça, o príncipe William (que também está afastado de compromissos públicos porque sua esposa, Kate, se recupera de uma cirurgia), sucessor natural de Charles, não assumirá o cargo. Segundo a Constituição do Reino Unido, a linha sucessória só é usada em caso de morte do rei. E no caso de um afastamento temporário, nomeia-se um conselho de Estado para ocupar o lugar do rei. Hoje, o conselho é composto pela Rainha Camilla (esposa de Charles), pelo Príncipe William (filho mais velho), pela Princesa Anne (irmã) e pelo Príncipe Edward (irmão).
OUTRO LULA
Há uma questão polêmica envolvendo a Mocidade Independente de Padre Miguel: a escola cita um Luiz Inácio no seu samba. E diz se tratar de um pescador homônimo do presidente, que plantou anos atrás o maior cajueiro do mundo no Rio Grande do Norte. Contudo, a coincidência dos nomes vai ser esquentada na Sapucaí: o pescador virá com uma faixa presidencial estilizada e tudo mais. Um carro da Mocidade, por outro lado, vai contar a história do caju no carnaval e de maneira especial. Vai perfumar a Avenida com o cheiro do fruto. Mais: ao lado do pescador homônimo não virá nenhuma Janja no estilo.
MISTURA FINA
NOVO ano, a mesma guerra: Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, está repetindo que estão a caminho medidas como limitações de decisões monocráticas e mandato para o STF. São temas que já inspiraram Gilmar Mendes a chamar os autores da proposta de “pigmeus morais”, acusando-os de “brincar de fazer emenda constitucional”. Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes já partiram para a guerra, com declarações mais que agressivas.
COMEÇA o ano legislativo e já se contabiliza sete pedidos de CPIs apresentados ainda em 2023. Aguardam apenas serem criadas oficialmente pela Câmara dos Deputados, principalmente o número suficiente de 171 assinaturas. Estão esperando a hora, entre outras, a CPI do Tráfico Infantil e Exploração Sexual, a CPI do Crack, a CPI do Crime Organizado e a CPI do Abuso de Autoridade do Judiciário. Também estão na fila da CPI das passagens promocionais e mais duas para investigar concessionárias de energia. Arthur Lira não instalará metade delas, só para começo de conversa.
O PECUARISTA Geraldo Melo Filho deverá assumir a direção executiva do Instituto Pensar Agropecuária, ligado à Frente Parlamentar da Agricultura. Jair Bolsonaro teria influenciado diretamente na escolha. Melo Filho comandou o Incra entre 2019 e 2022, durante o governo do Capitão. Logo no início do terceiro mandato de Lula, em janeiro de 2023, o pecuarista chegou a trocar farpas com Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário.
EM pouco tempo, o City Group – leia-se o sheik Mansour bin Zayed Al Nahyam, membro da família real de Abu Dhabi – já desponta como benchmarking entre as SAFs no Brasil. Até o fim do ano, o grupo pretende zerar a dívida do Bahia. Nesses dias, o clube baiano anunciou que o City Group já quitou cerca de R$ 256 milhões, equivalente a quase 80% do passivo. Uma quantia adicional (R$ 45 milhões) está reservada pelo conglomerado de Abu Dhabi para pagamento de outros débitos do acordo de compra de 90% do capital do SAF do Bahia.


