Colunistas

CLÁUDIO HUMBERTO

"O relatório da Eliziane não serve nem pra papel higiênico"

Deputado Daniel Freitas (PL-SC) sobre relatório governista da CPMI do 8 de Janeiro

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Mordomia: Marina usa FAB até para voo de 25 min

Habituada a discursos lacradores contra combustíveis fósseis, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, parece não abrir mão do uso do querosene de aviação, um dos mais poluentes.

Ela já decolou pelas asas dos jatinhos da Força Aérea Brasileira por 22 vezes em dez meses, conforme registro de voos, incluindo viagens internacionais e até mesmo para a curtíssima distância entre Brasília e Goiânia, que Marina, em 11 de agosto, fez decolar um jato da FAB para voar por 25 minutos.

Destino badalado

Nos registros de voo da Força Aérea, há diversos “bate e volta” para Rio e São Paulo, que a acreana Marina Silva faz de domicílio eleitoral.

Lar doce lar

No sabadão de 22 de julho que Marina resolveu passar em São Paulo, o jatinho queimou querosene para levar apenas duas pessoas a bordo.

Muito para poucos

No voo de São Paulo a Belém, a equipe da ministra também caberia em voo comercial, mas a FAB foi acionada outra vez, levando duas pessoas.

Céu de brigadeiro

Em 13 de julho, Marina queimou combustível em quatro trechos: Brasília/ Manaus, Manaus/ Maturaca, Maturaca/ Manaus e Manaus/Brasília.

Governo acusado de pressionar empresas pró-Israel

Fiel às relações especiais com o grupo terrorista Hamas, que nem sequer cita em suas manifestações sobre o conflito, o governo Lula (PT) tem questionado empresas e entidades no Brasil, inclusive estrangeiras e sobretudo norte-americanas, que atuam em favor de Israel.

Essas empresas, responsabilizam a organização terrorista pelas atrocidades contra civis em Israel. Alheios à pressão, líderes de vários setores, divulgaram nesta terça (17) um manifesto condenando o grupo terrorista.

Antissemitismo

Fontes ligadas a essas empresas confirmam que, na abordagem, são advertidos de que a posição pró-Israel “irrita” o Palácio do Planalto.

Identidade terrorista

O manifesto destaca que grupos como Hamas não deixam dúvida sobre suas identidades terroristas, que causam mortes injustificáveis”.

O Brasil sou eu

Nessas conversas, o governo deixa clara a pretensão de fazer de sua suposta “isenção” sobre o Hamas a posição “unificada” dos brasileiros.

Sem explicação

O chanceler Mauro Vieira (Itamaraty) cancelou sua ida à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, após confirmar presença ao presidente do colegiado, onde iria tentar explicar a deputados a posição camarada do governo Lula (PT) aos terroristas do Hamas.

Entidades amestradas

Aparelhar associações e sindicatos tem lá os seus encantos. O governo Lula bloqueou ontem mais R$86 milhões para pesquisas, após um corte inicial de R$50 milhões. Entidades amestradas apenas se dizem “preocupadas”. Em outros governos, estariam em pé de guerra.

Ministério medíocre

A avaliação dos ministros de Lula apresentou uma média medíocre (5,4) nas notas de 0 a 10, de acordo com levantamento do Paraná Pesquisas em todo o País. O pior foi Fernando Haddad (Fazenda), ministro nota 5.

Relatório paralelo

Mais enxuto que os 61 pedidos de indiciamento no relatório oficial da CPMI do 8 de Janeiro, o alternativo pede seis: Lula, Flávio Dino, Gonçalves Dias, do ex-diretor da Abin e de dois militares da PMDF.

Janja no orçamento

“Quem acreditou que esse era o governo da inclusão? Só se for para Janja”, ironiza Rosângela Moro (União-PR) ao ver que a participação do Orçamento Mulher nas despesas da União é a menor desde 2021.

Posição ultrajante

Ainda causa ojeriza entre parlamentares a resolução do PT que passa pano para terroristas do Hamas. “A nota foi um ultraje em claro apoio ao Hamas”, avalia o deputado federal José Medeiros (PL-MT).

Tardou, mas saiu

Finalmente o Diário Oficial da União publicou a exoneração do assessor que zombou da israelense sequestrada e estuprada por terroristas do Hamas. O ato saiu com efeito retroativo, com demissão válida no dia 11.

CPI na ativa

A CPI do DF ouve nesta quarta (18) o major da reserva da PMDF Cláudio Mendes. O militar foi preso suspeito de liderar o acampamento no QG do Exército. O depoimento foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal.

Pensando bem...

...não existe recuperação para nota baixa de ministro.

PODER SEM PUDOR

Ciúmes de você

O governador capixaba Paulo Hartung foi escolhido certa vez como o representante do Sudeste em uma reunião de Brasília, liderada pelo então senador José Roberto Arruda (DF), para evitar ciúmes entre o governador paulista José Serra e o governador mineiro Aécio Neves.

Mas Hartung pediu emprestado o jatinho do governo de Minas e Aécio, que não é bobo, mandou o avião fazer escala em Belo Horizonte, a fim de que ele também fosse à reunião. E a temida crise de ciúmes se estabeleceu.

Escreva a legenda aqui

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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