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"Por um acordo com Lula, eu tinha 99% de independência. Mas acho positiva a autonomia do BC"

de HENRIQUE MEIRELLES // ex-presidente do BC durante os dois primeiros mandatos de Lula

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“Por um acordo com Lula, eu tinha 99% de independência. Mas acho positiva a autonomia do BC. É algo consagrada no mundo inteiro e o Brasil foi um dos últimos países a instituir”,

de HENRIQUE MEIRELLES // ex-presidente do BC durante os dois primeiros mandatos de Lula

3 Entre ex-ministros que permanecerão em quarentena (seis meses recebendo sem trabalhar) para evitar situações de conflito de interesse, está o general da reserva Luiz Eduardo Ramos, ex-Secretário Geral.

3 Mais: recebe hoje R$ 39,2 mil e a partir de abril (aumento escalonado) R$ 41,6 mil mensais. Aí, vai acumular com a aposentadoria do Exército. Vencimentos e demais penduricalhos garantirão um contracheque acima de R$ 100 mil.

In – Livro: Conto de Falhas

Out – Livro: Manual de assassinato para boas garotas

Nova versão

Nesse verdadeiro festival de polêmicas considerações em seus discursos (quase diários, o que segundo seus aliados mais próximos deveriam ser reduzidos, devido ao excesso de exposição com discutidas frases de improviso), o presidente Lula, quando esteve no Rio para a posse de Aloízio Mercadante na presidência do BNDES, disse que “o que aconteceu no Planalto, no Alvorada e na Suprema Corte foi uma revolta dos ricos que perderam as eleições”. O que provocou comentários de desaprovação na mídia internacional. O El País chegou a dizer, em editorial, que “o presidente Lula deve ter se enganado”.

Não leu

Há um outro lado surpreendente nos ataques de Lula ao Banco Central e especialmente ao presidente Roberto Campos Neto por conta dos juros altos.

Na posse de Aloízio Mercadante no BNDES, o chefe do Executivo falou da ata do Copom e do relatório de inflação do BC. Ele não é considerado um especialista no assunto porque nunca leu qualquer uma dessas peças. Algum assessor chegado lhe conta sobre o conteúdo, sumariamente e o ministro Fernando Haddad (Fazenda) vive pensando em amenizar o quadro.

Ainda o BC

Lula quer minar Roberto Campos Neto incluindo crítica pública à base de deputados na Câmara e “ataques de dentro para fora”. No próximo mês, deve indicar duas novas diretorias para o BC: Fiscalização, onde é aguardado um nome técnico; e Política Monetária, que faria oposição a Campos Neto. Já prevendo eventuais manobras desse tipo, Fernando Haddad já está avisando que novos diretores do BC “não farão oposição ao presidente”.

"Culpa"

Em recente café da manhã a representantes da mídia alternativa (nos governos anteriores, ele também fazia esse tipo de evento), o presidente Lula disse que a dívida que Cuba ainda tem com o Brasil (de US$ 656 milhões ainda deve US$ 248 milhões referente ao porto Mariel, inaugurado por Dilma Rousseff em 2014) é “culpa de Bolsonaro”, que supostamente não cobrou o governo de lá. E emendou dizendo que “Cuba vai pagar”. Venezuela, Moçambique e Cuba devem juntas R$ 5,3 bilhões ao BNDES.

Procura-se

O PT procura um cargo para o ex-ministro Ricardo Berzoini. Chegou a ser indicado para o comando dos Correios, mas não pode assumir por não ter curso superior completo.

Agora, Alexandre Padilha (Articulação) tenta emplacar Berzoini na presidência do Postalis, fundo de pensão dos Correios. Seu nome, contudo, está longe de ser um consenso e a própria Gleisi Hoffmann, presidente do PT, é contra sua indicação. Nos governos do PT, o Postalis teve um rombo de R$ 7 bilhões e chegou a sofrer intervenção da Previc.

Espírito de liderança

“Autêntica e com um espírito de liderança e uma criatividade muito grande”, como diz sua mãe Silvana, a cantora e compositora Ludmilla, 27 anos, é a capa e recheio da revista Vogue Brasil deste mês. Entre tantos assuntos ela contou que sua maior inspiração foi Beyoncé, por isso que no início de sua carreira usou o nome artístico de MC Beyoncé.

Quando vi o DVD Experience pela primeira vez, me encontrei. Era tudo o que eu queria fazer: cantar, dançar e ter aquela liberdade em cima do palco”. Após sua música Fala Mal de Mim atingir 15 milhões de visualizações e ser contratada pela Warner Music resolveu adotar seu nome de batismo para evitar possíveis implicações jurídicas. “Isso me deu uma certa insegurança.

Eu já estava com uma agenda de shows agitada e ficando conhecida. Também achava que meu nome de batismo não soava muito artístico. Foi um risco, mas sempre confiei na minha arte e, no fundo, sabia que daria certo”. No final do ano passado, a cantora se tornou empreendedora lançando seu próprio perfume batizado de “Lood Pantera”. “Sempre foi uma vontade minha criar uma fragrância para desenvolver um perfume. Depois que o alter ego da pantera veio à tona para a apresentação do Rock in Rio, achei que tinha a ver fazer esse link do instinto animal com o empoderamento feminino”. Mais: acaba de lançar sua nova música. Sou Má”, em parceria com as rappers Tasha & Tracie que já teve mais de 600 mil visualizações em 24 horas.

Preparando a derrubada

Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, diz que o presidente Lula “continuará criticando o Banco Central”, mas faz ar de paisagem quando lhe perguntam se ele quer derrubar logo Roberto Campos Neto da presidência do BC.

Agora, tudo indica que Lula começa a preparar esse terreno, mesmo contra seus ministros, empresários – e o mercado. Ele mandou os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento) ficarem “atentos” à atuação de Campos Neto.

Os dois integram o Conselho Monetários Nacional, que pode pedir a troca do comando do BC, que precisa ser aprovada pelo Senado. Nove entre dez economistas são a favor da permanência de Roberto Campos Neto no BC. Acham que sempre se pode discutir com calma revisão de metas de inflação, autonomia do banco e relação entre juros e dívida pública.

O que não dá certo – e pode levar a futuros desastres – é Lula, irritado com a taxa Selic (e muito mais com o presidente do BC que chama de “esse cidadão”), achar que é preciso gastar mais já e dissociar ainda maia a política monetária da fiscal. E garante que isso colherá resultados que Dilma Rousseff colheu: maior dívida e maior recessão.

No meio da natureza

333 A atriz e empresária Thaila Ayala, 36 anos está feliz da vida com sua segunda gravidez com o também ator Renato Goés (que interpreta Tertulinho na novela Mar do Sertão). “A gente queria mais um filho, mas pensava em ter um pouquinho mais para a frente. Foi uma surpresa boa. A gente achava que ia ser menino, mas a gente queria muito que fosse uma menina. Então ficamos bem felizes”. No 7º mês de gestação Thaila fez um ensaio com seu primogênito Francisco, de 1 ano e compartilhou algumas fotos em suas redes sociais com a legenda “Há natureza”. A propósito sua filha se chamará Tereza.

Até o fim

Ainda no governo de Bolsonaro, que o designou para a presidência do Banco Central, algumas vezes Roberto Campos Neto chegou a avisar que, numa nova gestão do Executivo, renunciaria ao posto. No período de transição, quando não conversou (e não conversa até hoje) com o vitorioso Lula, Campos Neto que teve um encontro com Fernando Haddad achou que poderia ficar mais um pouco.

Agora, debaixo de ataques, já avisou que fica “até o fim”, ou seja, 2024 – e é contra a reeleição, o que sugere ironia.

Maior crítico

Entre 2003 e 2010, com Lula no governo e Henrique Meirelles no Banco Central, os juros no Brasil já eram os maiores do mundo.

Na época, o maior crítico dessa situação era o vice-presidente José Alencar, protagonista de uma verdadeira cruzada contra a Selic elevada. Usava os mesmos argumentos que Lula usa agora e criticava quase diariamente a política monetária (e Lula não fazia qualquer pressão sobre Meirelles), não atacando diretamente Henrique Meirelles, nem o chamando de “esse cidadão”.

Ameaçada

O ex-presidente Jair Bolsonaro, um tanto irritado com a possibilidade de sua mulher Michelle ser candidata ao Senado em 2026 ou até a Presidência da República (se ele estiver impedido), apresentou à ex-primeira-dama, no meio de uma conversa, uma linha imaginária no chão.

E não deixou por menos: se ela atravessasse essa linha “o casamento iria para o brejo”. Michelle entendeu rapidamente e tratou de desmentir qualquer hipótese de candidatura. Mais: Bolsonaro também está aborrecido com notas nas redes sociais sobre a troca de silicone nos seios da ex-primeira-dama.

Fazendo a cabeça

Nesse episódio de quase virar candidata a senadora em 2026 ou candidata ao Planalto, se o maridão se tornar inelegível, quem teve grande atuação junto a Jair Bolsonaro para que endurecesse com Michelle foi o filho Carlos Bolsonaro. Chegou a sugerir que a simples multiplicação de boataria (criada por Valdemar Costa Neto) já seria suficiente para abalar a imagem do ex-presidente. Carlos e Michelle simplesmente não se suportam.

Mistura fina

LULA continua criando problemas com seus ataques repentinos: ao classificar a privatização da Eletrobras de “bandidagem”, chama também deputados e senadores de “bandidos” que aprovaram a desestatização no Congresso, mais ministros do TCU que acompanharam e aprovaram o processo, durante o governo anterior. Ações da Eletrobras despencaram e no Congresso, lulistas desconversam sobre as ofensas do presidente.

O EX-presidente do PT, o deputado federal Rui Falcão (SP) é o nome mais cotado do bloco mais à esquerda do partido para comandar a Comissão de Constituição e Justiça, considerada a mais importante da Câmara. Há um acordo com o PL de Valdemar Costa Neto (e do ex-presidente Jair Bolsonaro), que também integra o bloco que reelegeu Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara, de que o PT ficará à frente da CCJ este ano.

MARINA Silva, ministra do Meio Ambiente, planeja criar um plano nacional para a redução das emissões de poluentes no Brasil. Quer envolver governadores e secretários estaduais de Meio Ambiente na elaboração de um programa de ações integrado. O objetivo é discutir iniciativas específicas de cada região, com base nas características locais. E quer dividir a batalha com estados, comprometendo governadores com a execução das medidas e cumprimento de metas.

O GOVERNO federal e a cúpula do Sebrae estão em guerra pelo comando da instituição de apoio às pequenas e micro empresas, que tem em caixa R$ 5 bilhões. Ex-presidente do órgão e responsável pelo Instituto Lula, Paulo Okamotto tenta convencer os atuais membros a renunciar. Só que eles não querem sair: dizem que foram recomendados pelo conselho do Sebrae em dezembro para o período de 2023-2026. O atual presidente Carlos Melles sempre foi próximo de Bolsonaro.

NA recente entrevista de Maria Christina Mendes Caldeira, ela lembrou que, em uma live, chegou a sugerir que Michelle Bolsonaro, há anos, teve um relacionamento com Valdemar Costa Neto, seu ex-marido. “Ela era o que a gente chama de Maria Emenda. Meninas que vem do entorno de Brasília ou mesmo do interior atrás de políticos poderosos na capital. Tudo o que Bolsonaro tem de burro, ela não tem”.

RUBENS Menin, dono da MRV, banco Inter e CNN Brasil, entre outras empresas, deixou a lista da revista Forbes dos maiores bilionários brasileiros. No ano passado, sua fortuna estimada em US$ 3,9 bilhões teria sofrido um baque de US$ 1,3 bilhão por conta da crise financeira mundial. A CNN Brasil, nos últimos três anos, perdeu R$ 300 milhões: ou seja, a emissora nunca deu um centavo de lucro.

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CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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