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"Quero fazer uma reavaliação da estrutura do GSI para que episódios como o que vimos recentemente"

de MARCOS ANTÔNIO AMARO DOS SANTOS // novo chefe do GSI, avisando que pretende reestruturar o órgão

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“Quero fazer uma reavaliação da estrutura do GSI para que episódios como o que vimos recentemente nunca mais tenham risco de acontecer”,

de MARCOS ANTÔNIO AMARO DOS SANTOS // novo chefe do GSI, avisando que pretende reestruturar o órgão.

Sábado passado (29), o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin manteve reunião com dirigentes do PSB, no diretório de São Paulo, recebeu lideranças políticas no estado, abonou fichas de filiação – e, claro, tirou algumas fotos.

Mais: Dimas Covas, ex-presidente do Instituto Butantan, foi convidado a ingressar em seu partido. O vice quer ajudar a legenda em São Paulo onde quadros estão sendo assediados pela base do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

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Out - Cupping acupuntura

Militar no GSI

O novo ministro-chefe do GSI – Gabinete de Segurança Institucional – general da reserva Marcos Antônio Amaro dos Santos, convidado por Lula para o posto, mantém a tradição do órgão de ser comandado por militares, desde que foi criado em 1983. O presidente contraria ala do PT (inclusive, sua mulher Janja) que defendia um civil na chefia da Pasta. Sua nomeação agradou a cúpula do Exército, onde a experiência de Amaro é vista com bons olhos. Em conversas com colega, ele preferiria que o GSI fosse responsável pela segurança do presidente (hoje, está sob comando da Secretaria Extraordinária de Seguranças Imediata do Presidente com um delegado da Polícia Federal respondendo pelo cargo).

OLHO NA DEFENSORIA

Daniel Macedo está trabalhando muito nos bastidores para ser reconduzido à chefia da Defensoria Pública da União (DPU). E tem se empenhado em desvincular sua imagem à de Jair Bolsonaro, mesmo que a proximidade seja notória entre seus pares na Defensoria. Num gesto direcionado a Lula, Daniel se recusou a assinar o manifesto elaborado por seis ex-chefes da DPU contra o novo arcabouço fiscal, que manteve o órgão no rol das instituições públicas subordinadas ao teto de gastos. Em janeiro, Lula tirou seu nome de uma lista de indicados a cargos públicos que seriam sabatinados pelo Senado.

Petrobras 1

Há uma rebelião na Petrobras: os petroleiros estão cobrando do presidente Jean Paul Prates a “desbolsonarização” da diretoria da estatal, leia-se a saída de executivos identificados como apoiadores de Bolsonaro. O movimento liderado pela Federação Únicas dos Petroleiros (FUP) exige a cabeça de três diretores executivos que teriam até feito campanhas para Bolsonaro internamente a favor da reeleição do Capitão. E mais que isso: os representantes dos petroleiros acusam esses diretores de terem perseguido apoiadores de Lula.

PETROBRAS 2

Há outro – e complicado – problema para Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, diante da falta de providência de responsáveis pela área e até mesmo da Ouvidoria da empresa. Atuais e ex-funcionários decidiram encaminhar ao próprio Prates revelações sobre episódios frequentes de assédios, de assédio sexual, moral protagonizado por homens em cargos confinado nas plataformas e as queixas, quando formalizadas, costumam terminar em impunidade.

Precatórios

O Ministério da Fazenda está pressionando a Advocacia-Geral da União para que corra com o prazo de 120 dias previstos para revisão da Portaria Normativa AGU nº 73/2022. Trata-se da instrução que regulamenta a utilização de precatórios na compra de imóveis, quitação de dívidas e pagamentos de outorgas. Inicialmente o novo governo não queria que os precatórios fossem utilizados como moeda para pagamento do preço da outorga, uma iniciativa praticamente sancionada pelo ex-ministro Paulo Guedes – mas voltou atrás. O incômodo da Fazenda é a enorme burocracia que atrasa os processos.

Cozinha em alta

Com a pandemia muitas pessoas começaram a se interessar por culinária. Hoje é muito fácil achar uma receita pela internet reproduzi-la (ou tentar). É o pontapé inicial para isso foi os programas de culinária. Nomes consagrados da culinária como Palmirinha e Ana Maria Braga serviram de inspiração. Uma delas é argentina naturalizada brasileira Paola Carosella, então desconhecida até entrar como jurada no Masterchef Brasil. Ela revelou que resolveu aceitar o convite porque o dinheiro extra era para administrar seus restaurantes (Arturito e da rede de empanadas La Guapa), Agora no grupo Globo, ganhou um programa só dela. Nesta semana estreou o programa Alma de Cozinheira, no GNT, misturando culinária a com um bom bate-papo sempre com dois convidados (o programa de estreia contou com a participação de Fátima Bernardes e Juliette Freire), onde ela prepara todos os pratos desde a entrada até a sobremesa. “O Alma de Cozinheira é um programa em que eu trago a minha alma, minha essência, que também é de cozinheira, mas muitas outras coisas. Estou bastante orgulhosa com o que consegui entregar. Em tudo que faço, me coloco muito por inteira e isso tem ajudado”. Mais: depois de 7 anos de casamento, divorcio em 2021, Paola está vivendo um novo amor com o fotógrafo de arquitetura e arquiteto baiano Manuel Sá, juntos há um ano.

Destino traçado

No mesmo dia que Lula almoçava, em Brasília, com militares integrantes do Alto Comando do Exército, pela primeira vez a Polícia Federal obteve autorização da Justiça para entrar na casa de Jair Bolsonaro, revistar alguns cômodos e apreender seu celular. No meio da operação o ex-presidente ligou para uma série de amigos mais chegados relatando a ação de busca e apreensão e a mesma PF revelava esquema criminoso que fraudou carteiras de vacinação contra a covid-19 para ele e sua filha, às vésperas de sua viagem aos Estados Unidos. Também foi alvo da PF o ajudante de ordens do ex-presidente, coronel Mauro Cid, coordenador do esquema e preso, sem prazo para ser solto. Mensagens, áudios e documentos e uma série de novas pistas recolhidas renderão mais revelações e novas acusações, levando o Capitão à inelegibilidade. Embora jornais estivessem publicando cópias da carteira de vacinação de Jair Bolsonaro, com registro de duas doses que nunca aconteceram, o ex-presidente teve seu habitual comportamento: se houvesse fraude, não teria sido por parte dele. Ou seja: empurra o pior da história da vacina para Mauro Cid, tirando o corpo fora, malgrado o registro falso de Bolsonaro tivesse sido baixado nos próprios computadores do Palácio do Planalto. Depois da história da morfina, da suposta participação nos atos de 8 de janeiro, das joias sauditas e da fraude nas carteiras de vacinas, aumenta sua coleção de 16 processos no TSE.

Novo rosto

A grife francesa Louis Vuitton, anunciou há poucos dias sua nova embaixadora a atrizes e cantora Zendaya. Que também é o rosto da campanha da bolsa Capucines (a primeira coleção foi lançada em 2013 e recebeu o nome da rua onde a Louis Vuitton abriu sua primeira loja em 1854). Feita a partir de couro Taurillon pode ser encontrada como bolsa de mão ou transversal. As fotos contaram com o styling de Law Roach que anunciou recentemente sua aposentadoria, e cliques feitos em Cote d’Azur (parte do litoral sul da França) por Mert Alaş & Marcus Piggott. A atriz que ficou mais conhecida após interpretar Michelle Jones em dois filmes da série Homem-Aranha tem dois longas para estrear este ano nos segundo semestre: Chalengers (agosto) e a continuação do filme Duna (novembro).

Tropa calada

Diante da apreensão do celular de Jair Bolsonaro pela Polícia Federal e do estouro da fraude das carteiras de vacinação, os integrantes da chamada “tropa de choque” do bolsonarismo resolveu calar a boca, para não ampliar a repercussão. Entre os deputados calados formaram Carlos Jordy, Carla Zambelli, Bia Kicis, Filipe Barros, Ricardo Salles e Alexandre Ramagem, só para começo de conversa. Entre os senadores Rogério Marinho e Magno Malta. O único a abrir a boca foi André Fernandes (PL-CE), que disse: “ter saudades de quando a PF prendia pessoas envolvidas em corrupção”.

Não topa

Ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-chefe da Casa Civil do governo de Dilma Rousseff, condenado a 18 anos de prisão num processo, Antônio Palocci Filho, quer se reaproximar de Lula e pedir perdão por sua delação premiada, recheada de confissões mentirosas, muitas delas envolvendo o atual presidente. Hoje, está em liberdade e sem tornozeleira. Os bens de sua filha, sua enteada e os deles estão bloqueados pela Justiça. No caso dele, são R$ 77 milhões. Detalhe: Lula não quer nem ouvir falar de Palocci.

Militar no GSI

O novo ministro-chefe do GSI – Gabinete de Segurança Institucional – general da reserva Marcos Antônio Amaro dos Santos, convidado por Lula para o posto, mantém a tradição do órgão de ser comandado por militares, desde que foi criado em 1983. O presidente contraria ala do PT (inclusive, sua mulher Janja) que defendia um civil na chefia da Pasta. Sua nomeação agradou a cúpula do Exército, onde a experiência de Amaro é vista com bons olhos. Em conversas com colega, ele preferiria que o GSI fosse responsável pela segurança do presidente (hoje, está sob comando da Secretaria Extraordinária de Seguranças Imediata do Presidente com um delegado da Polícia Federal respondendo pelo cargo).

OLHO NA DEFENSORIA

Daniel Macedo está trabalhando muito nos bastidores para ser reconduzido à chefia da Defensoria Pública da União (DPU). E tem se empenhado em desvincular sua imagem à de Jair Bolsonaro, mesmo que a proximidade seja notória entre seus pares na Defensoria. Num gesto direcionado a Lula, Daniel se recusou a assinar o manifesto elaborado por seis ex-chefes da DPU contra o novo arcabouço fiscal, que manteve o órgão no rol das instituições públicas subordinadas ao teto de gastos. Em janeiro, Lula tirou seu nome de uma lista de indicados a cargos públicos que seriam sabatinados pelo Senado.

Petrobras 1

Há uma rebelião na Petrobras: os petroleiros estão cobrando do presidente Jean Paul Prates a “desbolsonarização” da diretoria da estatal, leia-se a saída de executivos identificados como apoiadores de Bolsonaro. O movimento liderado pela Federação Únicas dos Petroleiros (FUP) exige a cabeça de três diretores executivos que teriam até feito campanhas para Bolsonaro internamente a favor da reeleição do Capitão. E mais que isso: os representantes dos petroleiros acusam esses diretores de terem perseguido apoiadores de Lula.

PETROBRAS 2

Há outro – e complicado – problema para Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, diante da falta de providência de responsáveis pela área e até mesmo da Ouvidoria da empresa. Atuais e ex-funcionários decidiram encaminhar ao próprio Prates revelações sobre episódios frequentes de assédios, de assédio sexual, moral protagonizado por homens em cargos confinado nas plataformas e as queixas, quando formalizadas, costumam terminar em impunidade.

Precatórios

O Ministério da Fazenda está pressionando a Advocacia-Geral da União para que corra com o prazo de 120 dias previstos para revisão da Portaria Normativa AGU nº 73/2022. Trata-se da instrução que regulamenta a utilização de precatórios na compra de imóveis, quitação de dívidas e pagamentos de outorgas. Inicialmente o novo governo não queria que os precatórios fossem utilizados como moeda para pagamento do preço da outorga, uma iniciativa praticamente sancionada pelo ex-ministro Paulo Guedes – mas voltou atrás. O incômodo da Fazenda é a enorme burocracia que atrasa os processos.

Única entidade

Em abril, quatro montadoras – Stellantis (Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën), Toyota, Renault e Audi se desligaram da ABVE – Associação Brasileiras do Veículos Elétrico. Alegaram que o motivo é concentrar representação na Anfavea – Associação Nacional de Veículos automotores. Há, contudo, relatos de que as empresas foram orientadas a escolher uma única entidade, embora não exista nenhuma regra em qualquer regulamento. Entre os fabricantes, duas permaneceram na ABVE: GM e Nissan.

“VAI DAR CERTO”

A Academia Brasileira de Letras está lançando uma publicação chamada Revista Brasileira. Nessa primeira edição, Caetano Veloso é um dos entrevistados e aposta que “o Brasil vai dar certo”. E emenda: “E vai dar certo porque eu quero. Todos devem poder dizer isso. Não é narcisismo. É um convite à responsabilidade”. À propósito: assim como a eleição de Fernanda Montenegro e Gilberto Gil, alguns acadêmicos gostariam de ver Caetano vestido um fardão. Por enquanto, não faz a cabeça dele.

MISTURA FINA

A MINISTRA Simone Tebet (Planejamento) estima que o aumento do PIB neste ano poderá alcançar 2%. É um índice expressivo se comparado à projeção do mercado de alta de 0,5%. A projeção do crescimento do PIB já é consensual. O último Focus já registra pequeno grande avanço: a estimativa em alta do PIB chegou a 1% contra 0,96% na semana anterior.

O PRESIDENTE da Câmara, Arthur Lira, acha que o eleitor de direita já se posicionou no Brasil e que ninguém vai tirar essa herança de Bolsonaro. Só que admite que ele jogou fora a possibilidade de reeleição. E profetiza que outro nome de direita, como Romeu Zema, Tarcísio de Freitas e Ratinho Jr., não vão desperdiçar essa chance. E aí acredita que Bolsonaro será melhor cabo eleitoral do que candidato.

OS “jabutis” para quem não conhece, são populares no Congresso, apesar do clima árido, dizem os analistas. Como medida provisória tem prazo de 120 dias para ser votada, um setor, empresa ou grupo de interesse entrega a um parlamentar seu pleito para ser protocolado como emenda e ser incorporado na MP. Como jabuti não sobe em árvores e se chegou lá, alguém colocou lá. É muito mais rápido do que propor um projeto de Lei e esperar toda sua tramitação.

NO próximo dia 11, em Salvador, Lula deverá anunciar o início da distribuição, para estados e municípios de R$ 3,8 bilhões. O dinheiro será repassado por conta da Lei Paulo Gustavo, de apoio à cultura. Há ainda a Lei de Aldir Blanc 2, que prevê recursos de mais de R$ 3 bilhões para o setor.

ALÉM da CPI do MST, surge novo pontos de discórdia entre a bancada ruralistas e o governo no Congresso. A Frente Parlamentar da Agricultura vai apresentar projeto de Lei determinando a recomposição da Agricultura, dividido no governo em três: Agricultura e Pecuária, Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Pesca e Aquicultura. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Progressistas-PR) já sondou Arthur Lira, presidente da Câmara, sobre a possibilidade do Projeto de Lei ser votado em regime de urgência antes do recesso do meio do ano.

O MINISTÉRIO de Minas e Energia estuda a criação de um departamento de lítio, que terá recursos para induzir a pesquisa e exploração do mineral estratégico. O departamento assumiria os estudos para a prospecção das reservas do metal no país, hoje conduzidos pelo Serviço Geológico do Brasil. Seria responsável, sobretudo, por estimular novos projetos de exploração do lítio, em parceria com grupos privados nacionais e estrangeiros – e em dobradinha com o BNDES. Estima-se que o Brasil tenha algo em torno de 8% de todo o lítio existente no mundo.

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CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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