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LANÇAMENTO

Renault lança o Zoe no Brasil, você pagaria mais de R$200 mil num carro elétrico?

O Renault Zoe foi o pioneiro na Europa e se tornou o carro elétrico mais vendido no mercado europeu

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Em sua terceira geração, o queridinho da Europa, desembarca no Brasil. 
 

Com uma autonomia de até 385 quilômetros, o compacto oferece muita tecnologias conectividade para quem vai a bordo. 

A arquitetura elétrica foi totalmente repensada para receber o quadro de instrumentos digital de série. 

A iluminação agora é full LED em todas as versões, oferecendo assim uma luminosidade 75% mais potente em comparação com as lâmpadas halógenas, com um consumo energético mínimo.

O motor rende 135cv com 25 kgfm de torque. 

Renault Zoe foi lançado no Brasil para o consumidor final no Salão do Automóvel de 2018, sendo vendido também pelo site eletricos.renault.com.br e retirado nas concessionárias homologadas.

Além da opção de aquisição online, o novo Zoe E-Tech está à venda em 16 concessionárias de 12 cidades (São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Divinópolis, Curitiba, São José dos Pinhais, Porto Alegre, Chapecó, Fortaleza, Recife e Brasília). 

Desde 2013, o elétrico mais vendido da Europa já estava disponível no mercado brasileiro, mas somente para empresas envolvidas em projetos de mobilidade sustentável, como Itaipu, CPFL, Beep Beep, entre outras. 
 

 

O novo Zoe E-Tech 100% elétrico não gera emissões, e a redução de seu impacto no meio ambiente não para por aí. 

Entre outros diferenciais, ele integra materiais sintéticos 100% provenientes da reciclagem, inclusive nas partes visíveis do interior, como os revestimentos, criados de acordo com o conceito da economia circular, e as peças em polipropileno reciclado.

Outras novidades são: o capô, faróis dianteiros, para-choques, lanternas traseira, bateria, interior redesenhado e multimídia de 10 polegadas.

Ele também permite uma recarga rápida com corrente contínua, complementando todas as opções de recarga possíveis com corrente alternada, tanto em casa como em locais públicos.

Em eficiência, o Zoe acelera de 0 a 100 km/h em menos de 10 segundos e atinge a velocidade máxima de 140 km/h. 

O novo Zoe chega em duas opções, a Zen, a partir de R$204.990 e a Intense, partindo de R$219.990.

Por aluguel?

Pois é, uma nova modalidade que está em alta no país é essa. 

As montadoras tem criado pacotes com alguns modelos disponíveis e a Renault criou o "On Demand", que tem diversos modelos, entre eles, o novo Zoe. 

Valor? R$3.890 por mês no pacote de 36 meses, até 1.000 km por mês. 
 

Estão inclusos no pacote, seguro total, assistência 24 horas, manutenção periódica, entre outros serviços.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Mais um escândalo surge durante o desgoverno Lula"

Deputado Bibo Nunes (PL-RS), sobre irregularidades nos precatórios

08/05/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Relatório da ‘Emenda Master’ ainda não foi votado

É do senador Plínio Valério (PSDB-AM) o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que rejeitou a emenda do colega Ciro Nogueira (PP-PI), que propôs aumentar o limite da cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para R$ 1 milhão. Até hoje, o documento não foi votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada pelo lulista Otto Alencar (PSD-BA), mesmo com a primeira versão do relatório apresentada há quase dois anos, em 5 de junho de 2024.

Sob medida

A emenda apresentada por Ciro, diz a Polícia Federal, foi elaborada pela assessoria do Banco Master, impressa e entregue ao senador.

Jabuti na árvore

A PEC trata, na verdade, da autonomia do Banco Central e nada tem a ver com a emenda de Ciro Nogueira, que acabou rejeitada pelo relator.

Desmarca tudo

O relatório até entrou na pauta da CCJ na véspera da operação da PF, mas a reunião (semipresencial) foi misteriosamente cancelada.

Ia, mas não foi

A PF bateu à porta de Ciro ontem (7), mas a decisão foi assinada no STF na quarta-feira (6), dia em que o relatório seria apreciado. Seria...

Lula não quis imprensa temendo ser humilhado

O presidente Lula (PT) estava com pânico de ser humilhado pelo americano Donald Trump, com quem se encontrou ontem (7). Para evitar qualquer aperto, a delegação brasileira pediu à Casa Branca para barrar a imprensa, que havia sido convidada para participar dos primeiros trinta minutos da reunião. Também foi cancelada a coletiva conjunta de Lula e Trump, após o encontro, e o petista preferiu um ato solo, na Embaixada do Brasil em Washington, para poder definir sozinho o resultado.

Desculpa

O governo brasileiro alegou que a coletiva conjunta foi cancelada porque o encontro se alongou. Mas não explicou por que Lula chegou atrasado.

Muito estranho

“Visita estranha de Lula”, descreveu o jornalista espanhol David Alandete. “Carregada de tensão por causa de Bolsonaro, tarifas, Cuba...”

Tá explicado

John Roberts (Fox News) disse que virou piada a proibição da imprensa, mas fez sentido, já que a relação Lula-Trump é “bastante conturbada”.

Atravessado

Lula distribuiu farpas contra o presidente americano Donald Trump, após a reunião que escolheu fechar à imprensa. “[Trump] acha que a guerra [no Irã] já acabou. Não é o real”, disse o petista em coletiva... sozinho.

Farpas

Ao citar a conversa sobre facções criminosas na reunião com Trump, problema para o qual sugeriu criar “grupo de trabalho” de vários países, Lula disse que “parte das armas que chagam ao Brasil sai dos EUA” e que “tem lavagem de dinheiro que é feita em estados americanos”.

Muitas farpas

Lula disse a jornalistas que “esqueceu” de levar uma foto de Donald Trump com o então presidente do Corinthians Vincente Matheus em um cassino que achava ser do americano, o qual “quebrou”.

Presciência?

Ao explicar seu “conceito de máquina pública, que é eterna”, Lula disse que o presidente tem prazo de validade, data para entrar e sair. “Se nós temos quatro anos de um mandato, as coisas têm que acontecer”.

Múcio na área

Trocou o ministro, mas o problema na inábil articulação do governo continua. Sobrou para o ministro da Defesa, Múcio Monteiro, tentar distensionar a relação entre Lula e o Congresso Nacional.

Sai fora

É alta a reprovação de Lula em Santa Catarina. Pesquisa Futura Apex (BR-01917/2026) mostra que, no Estado, o petista perde para Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Só piora

Líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) avaliou o cenário que o país atravessa, com juros altos, inflação e menos comida na mesa dos brasileiros, “Lula dá com uma mão e tira com duas”.

Na gaveta

Eduardo Girão (Novo-CE) deu um pito em Davi Alcolumbre (União-AP), enrolando para instalar a CPI do Banco Master. O senador lembrou que já são dois pedidos protocolados, “tenho cobrado insistentemente”.

Pergunta em Brasília

O que é pior, emenda Master ou contrato Master?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Lula e FHC: noivado

Lula e FHC trocaram farpas no passado, mas também se amaram. O petista não foi à posse de Fernando Henrique Cardoso como ministro das Relações Exteriores de Itamar Franco, no início de 1995, e se justificou assim, segundo contou na ocasião um velho amigo em comum, Francisco Weffort: “Quando você gosta muito de uma moça e ela se casa com outro, você não vai ao casamento. Mesmo quando o marido é um bom sujeito como o Fernando Henrique...”

Giba Um

"O banco teria desenvolvido atividades criminosas favorecidas pela ocultação de informações e...

...pela ausência de exigências fiscalizadoras, o que estimula a infiltração do crime organizado no sistema financeiro e mercado de capitais", de Flávio Dino (STF), sobre o escândalo do Master

08/05/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, já disse, depois da rejeição de Jorge Messias pelo Senado, que não quer mais saber de STF e tampouco de se candidatar ao governo de Minas Gerais. Contudo, diante de nova pressão do PT, Pacheco voltou a dizer que, com relação ao governo mineiro, "ainda não há decisão tomada" .

MAIS: petistas não acreditaram muito e resolveram partir para um plano B, avançando sobre o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT). De início, ele resiste a se vincular diretamente a Lula. Em 2022, quando foi derrotado, considerou que o PT se afastou de sua campanha — e dificilmente fará algum acordo com o partido.

Giba Um

Um ano intenso

Na capa da revista Vogue Brasil, a atriz Zendaya compartilhou: “Este talvez seja um dos anos mais intensos da minha vida”, após a profunda campanha de promoção de O Drama e da terceira temporada de Euphoria. “Só é superado pelo ano passado, quando estava gravando tudo isso”. E realmente não é pouca coisa: ela chega aos cinemas interpretando Atena em A Odisseia, retorna como MJ em Homem-Aranha: Um Novo Dia e ainda fará a estreia de Duna: Parte 3, em dezembro. Com tantos projetos na agenda, seu nome se destaca nas redes sociais e nos tapetes vermelhos, sempre acompanhada de looks elaborados junto ao stylist Law Roach. Fora do trabalho, sua prioridade é simples: relaxar. Como resultado, os pijamas se tornaram sua nova paixão fashion. Sobre 2026, Zendaya menciona que será um ano de despedidas: “Estou encerrando ciclos com personagens que cresceram comigo. Revisitá-los em novas fases da vida tem se mostrado desafiador e inspirador”. Ao escolher novos projetos, ela é clara: precisa sentir conexão com a narrativa. “Se o roteiro me faz esquecer do resto, sei que estou no caminho certo”. Ela também revela: “O que é interessante sobre qualquer personagem é que eles te ensinam muito sobre você mesma. E, embora os personagens possam parecer muito diferentes, ainda há muita emoção pessoal minha que eu uso em cada um deles. E todos eles me ensinam algo novo sobre o mundo e sobre mim mesma”.

Lula reeleito terá mais um "Desenrola"

O programa "Desenrola 2", lançado por Lula, carrega excelentes intenções e pode ter o efeito de desafogo no curto prazo. Só que, a julgar pela equação tradicional do endividamento da população e das empresas, caso seja reeleito, Lula precisará ter um "Desenrola 3" engatilhado. O Boletim Focus praticamente confirma o cenário de descrédito em relação ao ajuste fiscal já a partir deste ano. Se depender da inflação, as contas públicas estão eletrocutadas desde já. O Focus elevou a projeção da inflação brasileira pela 8ª vez consecutiva, com o IPCA chegando a 4,89% em 2026, portanto fora da meta de 3%. Para 2027, as estimativas indicam uma queda para 4%. Apenas em 2028, o IPCA se aproximaria da meta de 3% (3,64%, segundo o Boletim Focus).

Vitória de Pirro

Em 2029, cairia mais um pouco, atingindo 3,5%. Parece um grande avanço, só que é uma vitória de Pirro. Primeiramente, porque, quanto maiores são os intervalos das projeções, mais eles favorecem os resultados, já que ignoram mudanças drásticas de cenários. Supostamente, a inflação prevista pelo Focus pode estar dentro do esperado e que a profecia seja autorrealizável. O mesmo boletim prevê uma taxa Selic de 13% neste ano, 11% em 2027 e 10% em 2028 e 2029. Caso as projeções se confirmem, o juro real bateria em 6,5% ao fim de 2029 e continuaria sendo o segundo maior do mundo, atrás apenas da Rússia.

Giba Um

Filha de peixe

No próximo domingo, comemoramos o Dia das Mães e, como de costume, diversas marcas lançam campanhas especiais. A Riachuelo apresenta a ação “Ria com Ela”, que conta com a participação de Camila Pitanga e sua filha Antonia, além de Silvia Braz com sua filha mais nova, Bebela. Esta é a primeira colaboração publicitária de Camila e Antonia, e o ambiente foi descontraído, com muita música, dança, risadas e um toque especial de estilo. A campanha também inclui uma coleção criada por Silvia, com roupas em suede, jeans e uma estampa paisley exclusiva, sob a proposta “mini me”, que une mães e filhas de maneira carinhosa e divertida. Cada look representa diferentes formas de ser mãe. Antonia, prestes a completar 18 anos, começa a se destacar. Embora seja discreta, demonstra seu talento artístico: canta e toca piano e violão. “Fiquei muito feliz de dividir isso com minha filha”, afirmou Camila e completa: “Minha melhor parceira de vida”. Mais do que vender, a campanha quer celebrar momentos reais: aquelas risadas que ecoam pela casa, memórias que ficam e histórias que aquecem o coração.

Giba Um

Incentivos e gastos

Mais: os índices adotados pelo mercado não levam em consideração o festival de incentivos fiscais e gastos assistencialistas que Lula vem realizando, a começar pelo "Desenrola 2" (o primeiro foi lançado em julho de 2023). Nenhuma dessas variáveis combina com um cenário mais bem comportado e um futuro de saúde longeva para os efeitos de curtíssimo prazo do programa: a redução do endividamento nacional. Se a taxa real cair para um patamar civilizado, acende a fervura inflacionária. Ou seja, o "Desenrola 2" vai acabar copiando o iPhone, que já está em sua 15ª versão. Ou seja: a renda melhora, o consumo aumenta e surgem novas dívidas. Traduzindo: quantos mais "Desenrolas" serão necessários para conter o vício do endividamento, ninguém sabe ou tem ideia.

Acordo com Trump

Pressionado pela crise do governo com o Congresso, Lula terá hoje uma reunião na Casa Branca, em Washington, onde será recebido por Donald Trump. Além de atuar para esvaziar o discurso de bolsonaristas alinhados ao presidente americano, o presidente brasileiro usará a conversa para que sua pauta econômica e de segurança pública seja alavancada no Brasil em ano eleitoral, com possível assinatura de cooperação no combate ao narcotráfico. A intenção é aplicar uma espécie de vacina e impedir que os EUA enquadrem as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, como defendido pela alta de direita.

Pérola

"O banco teria desenvolvido atividades criminosas favorecidas pela ocultação de informações e pela ausência de exigências fiscalizadoras, o que estimula a infiltração do crime organizado no sistema financeiro e mercado de capitais",

de Flávio Dino (STF), sobre o escândalo do Master.

Vermelhos e azuis 1

"Eu diria que não tem azul nem vermelho. Tem quem tem interesse e quem tem causa. Nós, vermelhos, temos causa", disse Luiz Philippe Vieira de Mello, presidente do Tribunal Superior do Trabalho, num congresso jurídico em Brasília. Foi julgado e condenado como um juiz parcial, transformando-se em novo símbolo de uma Justiça capturada pela política. Depois, disse que a frase foi retirada de contexto. A distinção entre vermelhos e azuis havia sido feita pelo ministro Ives Gandra Filho. Em outro lugar, estava outro escândalo: ministros receberam pagamentos para ensinar advogados a atuar no tribunal.

Vermelhos e azuis 2

Gandra Filho recebeu e não viu problema. Não estava sozinho. Dos 27 ministros do TST, ao menos 14 deram aula e foram anunciados como professores dos cursos do Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados, com inscrições entre R$ 1.000 e R$ 1.500. Vieira de Mello questionou: "Se isso não é conflito ético, o que mais seria?" E já avisou que serão descontadas as faltas não justificadas do salário dos juízes que se ausentam para palestras remuneradas. "É mais que conflituoso. A maioria dos advogados não tem condições de pagar isso". Gandra Filho nunca escondeu suas cores.

Vermelhos e azuis 3

A OAB fez que não viu nem ouviu o presidente do TST, declarando-se "vermelho" em um discurso que chocou os juízes "azuis" do país. A OAB mostra que o aparelhamento esquerdista é mais amplo do que se supõe. O Conselho Nacional de Justiça, órgão de controle externo da magistratura, pode agir no caso do presidente do TST, mas não o fará. E Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) condena a barganha com o drama dos presos de 8 de janeiro e diz que "dosimetria é um direito, questão humanitária não se negocia", afirma o deputado.

Olho nos irmãos 1

Em Washington, Lula ainda tentará, na reunião com Trump, desarmar os planos de Flávio Bolsonaro (ele está em Washington, visitando o irmão Eduardo, que foi anunciado por aqui como suplente de André do Prado (PL), candidato ao Senado) de se vender como aliado do presidente americano. Em discurso na Conferência de Ação Política Conservadora, no Texas, em março, ele pediu que "EUA e o mundo observem as eleições no Brasil" (e até falou contra o voto eletrônico). Os aliados temem que Trump faça uma deferência ou elogios a Lula, o que seria ruim para Eduardo.

Olho nos irmãos 2

Eduardo já sofreu desgaste durante a crise do tarifaço. Aliados da direita demonstraram desconforto com as medidas de Trump e atribuíram ao ex-deputado parte da responsabilidade pelo ambiente que levou às sanções e tarifas. Quando houve recuo e exceções por parte do governo americano, a avaliação entre esses interlocutores é de que Eduardo perdeu força no debate interno da direita — e Lula saiu bem na empreitada. Agora, essa posição de suplente de André do Prado desperta comentários: uma condenação até o prazo de registro das candidaturas, em 15 de agosto, tornaria Eduardo inelegível.

Mistura Fina

Ainda estão pendentes de análise no Congresso Nacional 80 vetos presidenciais. Quase todos (79) foram assinados por Lula no atual mandato, mas um deles permanece intocado desde junho de 2022, quando Bolsonaro vetou trechos da lei aprovada na Câmara e no Senado que previa despacho gratuito de bagagens em viagens em companhias aéreas.

O Congresso tem mais seis semanas de trabalho no primeiro semestre, antes do recesso, e depois só volta após as eleições. São 77 que deveriam ser analisados, os vetos "sobrestando a pauta", ou seja, antes de qualquer outra matéria em sessão conjunta do Legislativo. Na sessão em que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, explicou, derrubou-se o veto à Lei da Dosimetria: ele é quem define a ordem de análise.

A partir desta semana, os contribuintes já amargam mais de R$ 1,4 trilhão pagos em impostos em 2026. A conta é da Associação Comercial de São Paulo, por meio da ferramenta "Impostômetro". Só no mês de abril, foram tomados da população cerca de R$ 360 bilhões, aumento de 13% em relação a março, que já foi considerado recorde histórico no volume de taxas cobradas para o mês. Em média, o pagador de impostos bancou R$ 12 bilhões por dia durante abril. É o maior nível da história.

Apenas o estado de São Paulo respondeu por R$ 504 bilhões pagos em impostos entre 1º de janeiro e 1º de maio deste ano. A arrecadação dos governos municipais, estaduais e federal cresceu 2,9% em 2026 em comparação ao ano passado. Até o próximo dia 10 de maio, deve passar de R$ 1,5 trilhão o valor dos impostos tomados do contribuinte apenas em 2026, segundo estimativa da Associação Comercial de São Paulo.

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