Política

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Visita oficial a MS: Bolsonaro desembarca em Corumbá e inaugura radar

Presidente deve visitar pelo mais três cidades de Mato Grosso do Sul ao longo do dia

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, desembarcou há pouco em Corumbá, cidade no oeste de Mato Grosso do Sul. Ele tem diversos compromissos na agenda oficial nesta terça-feira (18).

Na comitiva presidencial, estão a ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM); o ministro-chefe do Gabinete da Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva e o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro-do-ar, Antonio Carlos Moretti Bermudez.

O senador Nelson Trad Filho (PSD) e o deputado federal Luiz Ovando (PSL) vieram juntos com Bolsonaro. Além deles, o deputado Beto Pereira (PSDB) e a senadora Soraya Thronicke (PSL) estão na Cidade Branca.

O governador Reinaldo Azambuja também estará no evento. Acompanham o chefe do Executivo estadual os secretários Eduardo Riedel (Governo), Antônio Carlos Videira (Justiça e Segurança Pública) e Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

O prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes (PSDB), levará cinco projetos para a região. “É sempre um motivo de orgulho receber um chefe de Estado, além de ser uma oportunidade ímpar de apresentar solicitações e pedidos que possam beneficiar nossa população”, afirmou.

Na agenda oficial, o presidente visitará Nioaque, onde serviu durante sua passagem pelo Exército Brasileiro. Estão previstas passagens por Campo Grande e Maracaju ainda hoje.

Diálogo

Não acredito que Trump tenha interesse em interferir nas eleições brasileiras, diz Motta

declarações ocorreram nesta segunda-feira em entrevista à Rádio Metrópole

09/03/2026 21h00

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou crer que não existe interesse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em praticar interferências nas eleições brasileiras.

As declarações ocorreram nesta segunda-feira, 9, em entrevista à Rádio Metrópole, da Bahia. Na ocasião, Motta disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem implementado "bom diálogo" com o governo dos Estados Unidos.

"O presidente Trump, na minha avaliação, tem buscado muito mais defender as relações comerciais dos países onde ele tem interesse com os Estados Unidos. Com relação ao Brasil, o presidente Lula tem conseguido implementar um bom diálogo com o presidente Trump depois das tarifas que ele decidiu imputar ao Brasil", disse Motta.

O presidente da Câmara continuou: "E esse diálogo vem se dando de forma positiva, o Brasil demonstrou capacidade de diálogo, defendendo a sua soberania". Ele acrescentou: "O Brasil neste ponto está bem posicionado, e eu não acredito que o presidente Trump tenha interesse de interferir nas eleições brasileiras".

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Declaração

Trump afirma que ação no Irã é 'excursão curta' que será finalizada 'muito rápido'

Presidente estadunidense apontou por várias vezes que o país vai bem economicamente, citando desemprego e os recordes no mercado acionário

09/03/2026 19h00

Presidente dos EUA, Donald Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump Divulgação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 09, que a ação do país no Irã será uma "excursão curta" e que será finalizado muito rápido. Em uma discurso à base republicana, ele defendeu a necessidade de agir para "derrotar o mal", indicando que os iranianos estavam a duas semanas de possuir armas nucleares.

O presidente indicou que ainda não terminou a ação no país, mas apontou para uma série de danos à capacidade iraniana, como 80% de destruição nos locais que possuíam mísseis.

"Temos maior força militar do mundo, agora todos entendem", disse Trump, reforçando o "quão bons são nossos militares". Segundo ele, as ações no Irã e na Venezuela mostraram as capacidades militares do país, que "voltou a ser respeitado", segundo o presidente.

Trump apontou por várias vezes que o país vai bem economicamente, citando desemprego e os recordes no mercado acionário. Segundo ele, a inflação não deverá ter grande impacto da "ação rápida" no Irã.

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