Política

VOTAÇÕES 2013

Congresso em Foco registra
Fabio Trad com 100% de presença

Congresso em Foco registra
Fabio Trad com 100% de presença

DA REDAÇÃO

05/03/2014 - 15h00
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O deputado federal Fabio Trad (PMDB) teve 100% de assiduidade na Câmara participando de todas as votação em 2013. A informação é do site Exame.com (da editora Abril) com base em informações do Congresso em Foco.

O parlamentar está entre os 15 assíduos, de um total de 513, o que representa apenas 3% do total dos integrantes da Casa.

Os parlamentares, no ano passado, se reuniram 113 vezes para aprovar ou rejeitar leis, medidas provisórias e propostas e emenda à Constituição, informa o exame.com que destaca, ainda, o fato de apenas 11 estados, portando, podem se orgulhar de ter ao menos um representante na lista, como é o caso de Mato Grosso do Sul.

Segundo ainda o site, embora só 15 tenham registrado 100% de presença, outros 14 também não faltaram nenhuma vez. Mas como não estiveram na Câmara durante todo o ano - assumiram outros cargos ou entraram como suplentes depois, por exemplo - não entraram na conta

Senador

Com relação ao senadores, Mato Grosso do Sul também não está fora.

O tucano Ruben Figueiró está entre os três que, embora não tenham tido assiduidade total, estiveram em 118 das 119 sessões.

Com base ainda em dados do Congresso em Foco, o Exame.com informa que os resultados mostram que seis deputados conseguiram o feito de não faltar a nenhuma sessão desde o começo desta legislatura, em 2011. São eles: Alexandre Leite (DEM-SP), Lincoln Portela (PR-MG), Manato (SDD-ES), Pedro Chaves (PMDB-GO), Reguffe (PDT-DF) e Tiririca (PR-SP).

Segundo a reportagem, a questão da relevância da presença é controversa como um dado de qualidade da atividade de um congressista.

Comparecer em 100% das sessões, informa o site, não garante um trabalho efetivo nem aprovação dos próprios projetos, por exemplo, o que exige intensa negociação com os pares e influência política na Casa.

Mas em entrevista a Exame.com, o cientista político Humberto Dantas constatou que, embora estar presente devesse ser considerado "o mínimo", acaba se tornando exceção no país, e por isso é algo a ser valorizado. 

O levantamento do Congresso em Foco sai no mesmo dia em que a Folha de S. Paulo mostrou que políticos nunca produziram tão pouco no primeiro mês de trabalho. 

Lista de deputados com 100% de presença em 2013

Deputado Partido e estado
Alexandre Leite DEM-SP
Amauri Teixeira PT-BA
Antônio Brito PTB-BA
Fábio Trad PMDB-MS
Hermes Parcianello PMDB-PR
Jutahy Junior PSDB-BA
Lincoln Portela PR-MG
Manato SDD-ES
Onofre Santo Agostini PSD-SC
Paulo Feijó PR-RJ
Pedro Chaves PMDB-GO
Policarpo PT-DF
Reguffe PDT-DF
Tiririca PR-SP
Valtenir Pereira Pros-MT

Designado

Bitto Pereira representará OAB Nacional no CNJ

Presidente da OAB-MS foi escolhido por Beto Simonetti, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

15/10/2026 17h45

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS Divulgação

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Presidente da  Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Bitto Pereira será o representante máximo da OAB no Conselho Nacional de Justiça em Brasília, evento que acontece na próxima terça-feira (20). 

A participação de Bitto foi designada pelo presidente do OAB nacional, Beto Simonetti, e confere a Bitto o posto de maior representante da advocacia nacional na 2ª Sessão Extraordinária de 2026. 

"Essa designação é uma das mais honrosas missões institucionais que recebo na minha trajetória na OAB. Portanto, eu compartilho com toda a advocacia sul-mato-grossense, certo de que, muito além de uma distinção pessoal, essa é uma deferência do presidente Simonetti", disse Bitto em uma de suas redes sociais. 

Para Bitto, a representação institucional da OAB no CNJ é muito importante para o aperfeiçoamento do poder judiciário, onde estará "com muita honra representando o presidente Beto Simonetti e a advocacia".

Encontros periódicos, as reuniões reúnem os 15 conselheiros sob a presidência do presidente do STF, Edson Fachin

 


 

 

Repercussão

Alckmin diz que PL apoiou fim da escala 6x1 por 'medo eleitoral' e pretende mudar medida depois

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente

15/10/2026 16h09

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República Arquivo

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, vice na chapa presidencial de Lula (PT), afirmou nesta quinta-feira, 15, que integrantes do PL apoiaram o fim da escala de trabalho 6x1 por “medo eleitoral” e pretendem modificar a medida posteriormente. A fala aconteceu durante entrevista coletiva em Salvador, antes de um encontro com empresários baianos.

“Na realidade, nós sempre defendemos. O presidente Lula sempre defendeu. Eles votaram por medo eleitoral e tem a ideia de mudar em seguida. Essa é a realidade. Então vamos ficar atentos, ficar atentos com a verdade”, afirmou Alckmin.

A crítica ocorre após o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciar, na terça-feira, 13, que votaria a favor do fim da escala 6x1, proposta aprovada pelo Senado na quarta-feira, 14, que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Até então, o senador havia classificado a medida como “oportunista”.

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente.

Durante a coletiva, Alckmin também defendeu um ajuste fiscal concentrado no combate a supersalários, privilégios e desperdícios, sem impor perdas aos aposentados. “Ajuste fiscal, nós defendemos. Agora, não é possível você faz um ajuste fiscal em cima, por exemplo, do aposentado”, disse. “Nós vamos fazer ajuste fiscal em cima dos supersalários, dos privilégios de 300 000 e 400.000 reais, de desperdício”, acrescentou.

O vice-presidente afirmou ainda que o controle das despesas deve ser acompanhado do crescimento da economia e do emprego, de forma a melhorar a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB).

Alckmin rejeitou medidas que levem o País à recessão e ao desemprego ou transfiram o custo do ajuste à classe média e à população de menor renda. “Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, a economia crescer e segurar despesa. Aí você melhora a relação dívida PIB”, afirmou.

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