Política

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Declaração racista pode render a Ari Artuzi outra ação na Justiça

Declaração racista pode render a Ari Artuzi outra ação na Justiça

Redação

17/08/2010 - 08h55
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Fábio Dorta, de Dourados  

Declaração racista do prefeito de Dourados Ari Artuzi (PDT) poderá lhe render mais uma ação na Justiça. Em programa de rádio, ele afirmou que “nós estamos fazendo serviço de gente branca” ao se referir a obras de recapeamento da malha asfáltica da cidade.
Vander Nishigima, um dos líderes do movimento negro em Dourados, considerou a frase do prefeito racista e afirmou que pretende ir às últimas consequências para que Artuzi responda judicialmente. “O teor da entrevista deixa explícito o que aconteceu e pode ser objeto de uma queixa-crime”, afirmou.   
Nishigima disse que iria acionar ontem o Conselho Estadual dos Direitos do Negro para que seja estudado o encaminhamento a ser tomado. “Tenho certeza de que, além do conselho, outras entidades também irão se pronunciar a este respeito. É uma situação que não pode ficar impune”, acrescentou.
O jornalista e professor Elecir Ribeiro Arce, que foi vereador e secretário de Comunicação da Prefeitura de Dourados na gestão do ex-prefeito Laerte Tetila (PT), se manifestou por meio de um artigo publicado pela imprensa local. “Pela fala do prefeito subentende-se que apenas gente de cor branca executa serviço bom, de qualidade. O prefeito da segunda maior cidade do Estado demonstrou seu lado, sua ideia e pensamento numa frase carregada de preconceito, discriminação e racismo”, escreveu.
O prefeito já tem contra si várias denúncias na Justiça e ainda aparece como réu em um processo por corrupção movido pelo Ministério Público Estadual (MPE) e que tramita no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), em decorrência das investigações da Operação Owari da Polícia Federal.

Designado

Bitto Pereira representará OAB Nacional no CNJ

Presidente da OAB-MS foi escolhido por Beto Simonetti, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

15/10/2026 17h45

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS Divulgação

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Presidente da  Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Bitto Pereira será o representante máximo da OAB no Conselho Nacional de Justiça em Brasília, evento que acontece na próxima terça-feira (20). 

A participação de Bitto foi designada pelo presidente do OAB nacional, Beto Simonetti, e confere a Bitto o posto de maior representante da advocacia nacional na 2ª Sessão Extraordinária de 2026. 

"Essa designação é uma das mais honrosas missões institucionais que recebo na minha trajetória na OAB. Portanto, eu compartilho com toda a advocacia sul-mato-grossense, certo de que, muito além de uma distinção pessoal, essa é uma deferência do presidente Simonetti", disse Bitto em uma de suas redes sociais. 

Para Bitto, a representação institucional da OAB no CNJ é muito importante para o aperfeiçoamento do poder judiciário, onde estará "com muita honra representando o presidente Beto Simonetti e a advocacia".

Encontros periódicos, as reuniões reúnem os 15 conselheiros sob a presidência do presidente do STF, Edson Fachin

 


 

 

Repercussão

Alckmin diz que PL apoiou fim da escala 6x1 por 'medo eleitoral' e pretende mudar medida depois

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente

15/10/2026 16h09

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República Arquivo

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, vice na chapa presidencial de Lula (PT), afirmou nesta quinta-feira, 15, que integrantes do PL apoiaram o fim da escala de trabalho 6x1 por “medo eleitoral” e pretendem modificar a medida posteriormente. A fala aconteceu durante entrevista coletiva em Salvador, antes de um encontro com empresários baianos.

“Na realidade, nós sempre defendemos. O presidente Lula sempre defendeu. Eles votaram por medo eleitoral e tem a ideia de mudar em seguida. Essa é a realidade. Então vamos ficar atentos, ficar atentos com a verdade”, afirmou Alckmin.

A crítica ocorre após o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciar, na terça-feira, 13, que votaria a favor do fim da escala 6x1, proposta aprovada pelo Senado na quarta-feira, 14, que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Até então, o senador havia classificado a medida como “oportunista”.

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente.

Durante a coletiva, Alckmin também defendeu um ajuste fiscal concentrado no combate a supersalários, privilégios e desperdícios, sem impor perdas aos aposentados. “Ajuste fiscal, nós defendemos. Agora, não é possível você faz um ajuste fiscal em cima, por exemplo, do aposentado”, disse. “Nós vamos fazer ajuste fiscal em cima dos supersalários, dos privilégios de 300 000 e 400.000 reais, de desperdício”, acrescentou.

O vice-presidente afirmou ainda que o controle das despesas deve ser acompanhado do crescimento da economia e do emprego, de forma a melhorar a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB).

Alckmin rejeitou medidas que levem o País à recessão e ao desemprego ou transfiram o custo do ajuste à classe média e à população de menor renda. “Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, a economia crescer e segurar despesa. Aí você melhora a relação dívida PIB”, afirmou.

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