Dione Hashioka, do Podemos, que ficou com a primeira suplência, na disputa por vaga de deputada estadual em Mato Grosso do Sul, em 2018, assumiu, neste domingo (1º), seu mandato, que deve durar apenas um mês.
A agora deputada assume o lugar de José Carlos Barbosa, o Barbosinha, do PP, que deixou o cargo no último sábado (31).
Em entrevista ao Correio do Estado, Dione falou sobre o mês de mandato e reforçou que sempre serviu a Mato Grosso do Sul.
“Não deixa de ser um mandato, né? Independente do número de dias, o importante é que anterior a esses trinta dias, eu servi o meu Estado, sem mandato, mas da mesma forma. Então, independente de eu ter mandato ou não, sempre fui presente na vida do sul mato-grossenses que até mim chegassem”, declarou.
No período de trinta dias, a deputada estadual planeja visitar o governador empossado neste domingo, Eduardo Riedel (PSDB) e secretários.
Conforme noticiado anteriormente, durante o período, Dione terá direito ao salário de parlamentar, em torno de R$ 25 mil. Como a Assembleia Legislativa entrou em recesso e retoma as sessões somente no início de fevereiro, Dione nem precisará trabalhar.
As regras do legislativo estadual garantem que não há nada de errado na suplente receber os R$ 25 mil sem que isso exija o cumprimento de expediente.
A deputada, se quiser, por norma legal, pode receber, além do salário, uma cota que pode ser usada para quitar despesas com alimentação, transporte, hospedagem, locação de veículos, divulgação do mandato, assinaturas e serviços de segurança e assessorias e consultorias jurídicas.
O teto do gasto mensal dos deputados estaduais gira em torno de R$ 40 mil.
Colaborou: Celso Bejarano

