Política

Entrevista

"Espero abrir perspectivas de participação feminina nos espaços de poder e decisão"

Primeira mulher a ingressar no TJMS pelo quinto constitucional da advocacia, ela fala sobre os novos desafios da magistratura e a defesa de uma Justiça mais humana

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Recém-empossada como desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Ana Carolina Ali Garcia inicia uma nova etapa na carreira após 25 anos de atuação na advocacia e no serviço público.

Primeira mulher a ingressar na Corte pelo quinto constitucional destinado à advocacia, ela leva para a magistratura a experiência acumulada como advogada, procuradora do Estado, consultora legislativa e ex-procuradora-geral do Estado, trajetória marcada pela atuação em diferentes áreas da administração pública.

Em entrevista exclusiva ao Correio do Estado, a desembargadora fala sobre os desafios da transição para a magistratura, a importância do quinto constitucional para a pluralidade do Judiciário, o impacto da transformação digital e da inteligência artificial na prestação jurisdicional e a defesa de uma “Justiça humana”, pautada pela escuta qualificada, pela fundamentação das decisões e pelo respeito às garantias processuais.

Ana Carolina também destaca o compromisso de fortalecer a confiança da sociedade no Judiciário, preservar a independência da magistratura e contribuir para ampliar a presença feminina nos espaços de poder e decisão.

Como a senhora avalia a transição da carreira de procuradora do Estado para o cargo de desembargadora?

Vejo essa transição como fruto de uma trajetória de 25 anos construída na advocacia e no serviço público.

Minha história no direito começou em 1997, com estágios profissionais em escritórios de advocacia e no Ministério Público de Mato Grosso do Sul [MPMS].

A partir de 2002, com a carteira da OAB-MS, passei a atuar como advogada. Em 2005, após a aprovação no concurso público para procurador do Estado, iniciei minha caminhada na advocacia pública.

A Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul [PGE] é o grande escritório de advocacia do Estado, e nesse ambiente tive a oportunidade de atuar na representação judicial, na consultoria e no assessoramento jurídico desse ente, exercendo a função de procuradora-chefe nas Coordenarias Jurídicas das Secretarias de Estado de Educação, de Governo e Gestão Estratégica e na Casa Civil.

Em 2018 ocupei a função de consultora legislativa, função essa pela primeira vez ocupada por uma mulher e por um membro da Procuradoria-Geral do Estado, trabalhando pelo aperfeiçoamento das leis e pela melhoria do ambiente normativo.

Depois, dirigi, por mais de quatro anos, a Procuradoria-Geral do Estado. Adentrar ao Tribunal de Justiça na condição de magistrada tem enorme significado.

É uma instituição cujos corredores frequentei em diferentes momentos da minha vida profissional: como estagiária, como servidora (técnica judiciária), como advogada, como procuradora do Estado e, agora, como magistrada.

De que forma a sua experiência na PGE pode cooperar com sua atuação de magistrada?

A atuação como advogada pública me permitiu defender um cliente com demandas múltiplas e extremamente complexas.

E assim me levou a compreender a relevância de um contraditório qualificado pela capacidade de ouvir as partes do processo, por meio de memoriais e sustentação oral, a importância do aprimoramento das leis e o alcance que têm boas políticas públicas para a almejada cidadania.

Na direção da PGE me pautei pela construção de soluções consensuais para conflitos desafiadores e participei de inúmeros projetos interinstitucionais.

Entendi, pela vivência prática, que proteger e viabilizar o exercício da atividade profissional dos advogados é uma salvaguarda do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório.

Me empenharei para que essas experiências e visões possam somar esforços ao valoroso trabalho da Corte.

A senhora ingressa na Corte pelo quinto constitucional, destinado à advocacia. Qual a importância desse mecanismo para a pluralidade do Judiciário?

O quinto constitucional permite que o Judiciário receba profissionais que viveram a advocacia e conhecem a realidade do processo sob a ótica das partes e a importância das prerrogativas profissionais para a efetividade da Justiça, da cidadania.

A partir do ingresso de profissionais com diferentes visões e formações, acredita-se que a sistemática pode levar à ampliação do debate acerca de temas de competência dos Tribunais.

A dialeticidade própria dos grandes debates quando ampliada soma forças para o aprimoramento do sistema de Justiça. Para a sociedade, da mesma forma, acredita-se em ganhos significativos, uma vez que o quinto se propõe a reforçar o equilíbrio no âmbito do Poder Judiciário.

Quais são os principais desafios que a senhora enxerga ao integrar agora o colegiado da 2ª Câmara Cível e da 1ª Seção Cível?

Vivemos um momento de profundas transformações do sistema de Justiça, impulsionadas pela evolução tecnológica e pelo redesenho da dinâmica profissional.

Transformação digital, Inteligência Artificial, conflitos cada vez mais específicos e complexos, a busca por métodos adequados de solução de conflitos, e, com isso, impactos no sistema de Justiça e na prestação de serviços.

O desafio é responder a todas as demandas da sociedade por meio de decisões céleres e coerentes, de modo a conferir a devida segurança jurídica.

Em seu discurso de posse, a senhora destacou o compromisso com uma “Justiça humana”. Como isso se traduz na prática da atividade judicante?

Entendo que ao ocupar uma das 37 cadeiras no TJMS assumo o compromisso de decidir com a consciência de que vidas e destinos serão impactos por cada decisão.

Por trás de cada processo há pessoas, famílias, empresas e instituições. Minha disposição e meu compromisso são os de exercer uma magistratura marcada com esse olhar e com respeito às leis e ao contraditório, por meio de uma escuta qualificada e por decisões fundamentadas.

Como a sua passagem pela advocacia privada, pelo Judiciário e pela PGE contribui para sua visão sobre o sistema de Justiça?

Essa trajetória me permitiu conhecer os acertos e desafios do sistema de Justiça, compreender a relevância de um contraditório qualificado pela capacidade de ouvir as partes do processo, a importância de se garantir previsibilidade das decisões por meio da observância aos precedentes qualificados e os ganhos efetivos que a construção de soluções consensuais pode trazer para as partes e para todo o sistema.

Quais mudanças a senhora considera mais urgentes ou relevantes no Judiciário atualmente?

O Judiciário sul-mato-grossense já vem desenvolvendo importantes iniciativas por meio de metas, projetos e modelos inovadores.

Penso que devemos continuar nessa direção, investindo em tecnologia, mediante o uso responsável e regulado da inteligência artificial, mas preservando o papel humano e essencial do magistrado; ampliar métodos consensuais de resolução de conflitos; aperfeiçoar a gestão processual; e fortalecer projetos que aproximem a Justiça da sociedade.

Ao mesmo tempo, sempre preservando aquilo que é inegociável: imparcialidade, por meio de um judiciário independente, previsibilidade da jurisprudência, por meio de fundamentação adequada e celeridade, sem prejuízo às garantias processuais.

A verdade é que há muitos avanços edificados ao longo do tempo, os quais muitas vezes passam a largo dos debates, hoje concentrados em uma fração muito pequena se comparada a tudo que vem sendo construído pela magistratura.

De que maneira a senhora pretende equilibrar a imparcialidade exigida da magistratura com a vivência acumulada na advocacia e na gestão pública?

Assumo essa alta e honrosa missão profissional com profundo senso de responsabilidade e propósito. Como disse em minha posse, “o ter chegado não representa um fim em si mesmo, mas o começo de um novo desafio”. Canalizarei meus esforços humanos e intelectuais numa outra posição no processo.

Agora não mais no exercício de um múnus público correspondente à defesa de uma das partes no processo, mas, sim, no exercício da árdua missão constitucional de julgar, a qual deve ser exercida com independência e imparcialidade. Essa é a jornada do advogado que ingressa pelo quinto constitucional.

Pretendo manter um gabinete de portas abertas, acessível aos advogados da Capital e do interior, em prestígio à advocacia e à OAB, instituição maior da democracia brasileira.

O que mais a motivou a aceitar esse desafio neste momento da sua carreira?

Depois de 25 anos de atuação como advogada, compreendi que poderia continuar servindo ao Estado e à sociedade sob outra perspectiva.

Recebo essa missão com humildade, gratidão e profundo senso de responsabilidade, enxergando devoção e grandeza na magistratura, que tem um trabalho essencial para a entrega da cidadania almejada por todos.

Que legado a senhora espera construir ao longo de sua atuação como desembargadora no TJMS?
Espero contribuir para o fortalecimento do Judiciário, para a confiança da sociedade na magistratura, atuando com técnica, independência, equilíbrio e humanidade.

Ao ingressar como a primeira mulher pelo quinto constitucional, espero ainda abrir perspectivas de participação feminina nos espaços de poder e decisão.

Acima de tudo, espero honrar a confiança depositada em mim e exercer a magistratura em coerência com aquilo que sempre orientou minha vida pública: servir com propósito, compromisso, responsabilidade, técnica e profundo respeito às pessoas.

{ PERFIL }

Ana Carolina Garcia

Graduada em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em 2001, iniciou sua carreira como estagiária em escritório de advocacia e no Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

Também atuou no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), onde exerceu o cargo de técnica judiciária entre os anos de 2000 e 2001. Em 2003, foi aprovada em concurso público para o cargo de advogada do Estado e, em 2005, conquistou nova aprovação para o cargo de procuradora do Estado, função que exercia até sua nomeação para o TJMS.

PRESIDÊNCIA

Lula e Flávio empatam em simulação de 2º turno, aponta pesquisa Futura/Apex

O petista tem 46,3% das intenções de voto, contra 46,1% do opositor

14/07/2026 07h31

Levantamento que aponta empate entre Lula e Flávio ouviu duas mil pessoas, por telefone, entre os dias 7 e 11 de julho

Levantamento que aponta empate entre Lula e Flávio ouviu duas mil pessoas, por telefone, entre os dias 7 e 11 de julho

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem tecnicamente empatados no segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa da Futura Inteligência em parceria com a Apex, divulgada nesta terça-feira, 14. O petista tem 46,3% das intenções de voto, contra 46,1% do opositor.

O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-07294/2026, consultou 2 mil eleitores, por telefone, entre os dias 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com 95% de confiança.

Lula também empata, dentro da margem de erro, com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro - nessa simulação, o levantamento mostra 46,1% para o petista e 44,3% para Michelle. Todos os outros nomes da direita perdem no segundo turno, mesmo considerando a margem de erro da pesquisa.

Nas simulações, Lula marca 45,1% contra 38,9% do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Em outro cenário, o petista tem 46%, contra 38,1% do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). No confronto contra Renan Santos, do Missão, Lula marca 46,4%, ante 33,1% do fundador do MBL.

Primeiro turno

O presidente também lidera numericamente as simulações de primeiro turno. No primeiro cenário testado - com Flávio Bolsonaro, Caiado, Zema, Renan, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (DC), o psiquiatra Augusto Cury (Avante) e o ex-deputado Cabo Daciolo (Mobiliza) -, Lula marca 40,1%, contra 36,8% do filho de Jair Bolsonaro. Eles estão empatados considerando a margem de erro.

Cenário 1:

- Lula: 40,1%

- Flávio Bolsonaro: 36,8%

- Ronaldo Caiado: 5,0%

- Romeu Zema: 3,7%

- Renan Santos: 2,6%

- Joaquim Barbosa: 1,4%

- Augusto Cury: 1,1%

- Cabo Daciolo: 0,7%

- Ninguém/Branco/Nulo: 5,1%

- Não sabe/Não respondeu/Indeciso: 3,6%

Em um segundo cenário - apenas com Lula, Flávio, Caiado, Zema e Renan Santos -, o petista aparece com 37,8% das intenções de voto, também empatado com o senador (35,7%) dentro da margem de erro.

Cenário 2:

- Lula: 37,8%

- Flávio Bolsonaro: 35,7%

- Ronaldo Caiado: 7,9%

- Romeu Zema: 5,0%

- Renan Santos: 3,4%

- Ninguém/Branco/Nulo: 7,3%

- Não sabe/Não respondeu/Indeciso: 2,9%

Na terceira simulação, sem Flávio Bolsonaro, Lula lidera com folga, com 42,1% de intenção de voto, contra 36,5% da soma dos seus oponentes:

Cenário 3:

- Lula: 42,1%

- Ronaldo Caiado: 16,5%

- Romeu Zema: 14,0%

- Renan Santos: 6,0%

- Ninguém/Branco/Nulo: 16,4%

- Não sabe/Não respondeu/Indeciso: 5,0%

No último cenário testado - em que competem apenas Lula, Flávio Bolsonaro, Zema e Renan Santos -, o petista lidera com 42,6%, empatado tecnicamente com o senador do PL (38,6%), quase no limite da margem de erro.

Cenário 4:

- Lula: 42,6%

- Flávio Bolsonaro: 38,6%

- Romeu Zema: 6,2%

- Renan Santos: 3,9%

- Ninguém/Branco/Nulo: 6,3%

- Não sabe/Não respondeu/Indeciso: 2,4%

Rejeição

Lula tem a maior rejeição entre todos os nomes testados (47,6%), empatado tecnicamente com Flávio Bolsonaro (45,4%). Em seguida, aparecem Michelle Bolsonaro (32,2%), Romeu Zema (15,3%), Cabo Daciolo (14,7%), Ronaldo Caiado (13,3%), Renan Santos (12,3%), Joaquim Barbosa (10,5%) e Augusto Cury (9,6%).

trava

Congresso se aproxima do recesso sem votar PEC 6x1 e PL da Misoginia

Recesso começa sábado e o presidente do Senado nem mesmo encaminho à CCJ a proposta que reduz a jornada de trabalho

14/07/2026 07h23

Outro tema

Outro tema "esquecido" pelos congressistas é a MP que garante pagamento de piso mínimo para caminhoneiros

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O Congresso Nacional se aproxima do recesso parlamentar, previsto para começar neste sábado (18), sem concluir a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais. 

Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre.

Misoginia

Na Câmara dos Deputados, a expectativa é para se votar o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres. O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo.

A assessoria da relatora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), informou à Agência Brasil que “tudo está encaminhado” para o PL entrar na pauta na quarta-feira (15).

Porém, o texto não foi incluído na previsão de votações da semana. A pauta de votações, contudo, pode sofrer alterações e a proposta pode ainda ser incluída na pauta de última hora.  

A urgência do PL que criminaliza a misoginia foi aprovada na Câmara no dia 1º de julho por 293 votos favoráveis e 158 contrários. No Senado o texto foi aprovado, por unanimidade, em março.

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ao reconhecer que a criminalização da misoginia divide o plenário, pediu que as bancadas recebam a relatora Tabata Amaral para construção de um “texto de consenso”.

“[Com a urgência sendo aprovada] nós vamos, ao lado das lideranças, com muita cautela, com muito respeito, construir o melhor texto possível.”, disse Motta.

A urgência ao projeto foi rejeitada pelos partidos Novo, Missão e o Partido Liberal (PL) que encaminharam contra a votação. A líder do PL Júlia Zanatta (PL-SC), argumenta que o tema não está maduro para votação. “Há várias divergências”, disse.

MP do Frete

Outro tema que pode ficar de fora da pauta do Senado desta semana é a Medida Provisória (MP) 1.343, de 2026, editada pelo governo federal e que altera a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviários de Cargas.

A MP perde a validade na quinta-feira (16). Mesmo assim, não foi incluída na pauta de votações pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A MP foi aprovada na Câmara no dia 17 de junho.

Inicialmente, o texto do governo federal busca fortalecer a fiscalização para cumprimento do pagamento do piso mínimo do frete dos caminhoneiros, além de prever a aplicação de multas de até R$ 1 milhão contra empresas que contratem motoristas autônomos por valores abaixo da tabela mínima do frete. 

Na Câmara, o texto sofreu alterações pelo relator Zé Trovão (PL-SC), que incluiu no texto uma anistia das multas dos caminhoneiros que fecharam rodovias em 2022.

Trovão ainda incluiu anistia para multas aplicadas contra quem descumpriu o pagamento do frete mínimo, instituída pela Lei 13.703, de 2018.

Câmara

A pauta de votações do plenário da Câmara na última semana antes do recesso parlamentar prevê a análise de 19 projetos, medidas provisórias e requerimento de urgência.  

Entre as MP, destacam-se as que abrem créditos extraordinários para os ministérios do Desenvolvimento Agrário; da Integração e do Desenvolvimento Regional; de Minas e Energia, e do Meio Ambiente.

Entre os projetos da pauta, estão o que autoriza a instalação de câmeras de reconhecimento facial nas estações ferroviárias e rodoviárias, no interior dos vagões das composições, em vias públicas e repartições públicas (PL 1.828, de 2023), assim como o projeto que prevê a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de quem abandonar animais na rua.

Senado

No Senado, a pauta do plenário prevê a análise de medidas provisórias, entre elas a MP 1.344, de 2026 que abre crédito de R$ 10 bilhões no orçamento para subsidiar parte do preço do diesel em função da guerra no Oriente Médio.

A MP 1.342, de 2026 também foi pautada no Senado com previsão de R$ 1,3 bilhão para ações emergenciais nos municípios de Minas Gerais atingidos pelas chuvas.

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