Política

Rejeição

Impopularidade de Temer chega
a 94%, mostra pesquisa

Governo do peemedebista é classificado como ruim ou péssimo

Istoé

25/07/2017 - 16h54
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O nível de reprovação dos brasileiros em relação ao presidente Michel Temer atingiu novo recorde, aponta pesquisa feita pela Ipsos Public Affairs. Levantamento feito na primeira quinzena de julho, antes mesmo do aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis, mostrou que 94% dos entrevistados reprovam a atuação de Temer à frente do governo, um ponto porcentual a mais que na pesquisa realizada um mês antes.

“Identificamos que os efeitos da crise política e da delação premiada de Joesley Batista ainda se mantêm. Esse quadro tende a se manter nos próximos meses com a pauta do aumento de impostos”, comenta Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs, responsável pelo Pulso Brasil.

Além disso, foram analisadas a popularidade de 33 nomes listados entre políticos e personalidades públicas. Os mais populares são o juiz Sérgio Moro (64%), o apresentador Luciano Huck (45%), o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (44%), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (29%), a presidente do STF, Cármen Lúcia (28%), e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot (24%).

Na contramão, os mais impopulares são o próprio Michel Temer (94%); o deputado cassado Eduardo Cunha, do PMDB-RJ, que está preso (93%); o senador do PSDB-MG Aécio Neves (90%); o senador do PMDB-AL Renan Calheiros e a ex-presidente Dilma Roussef empatados com 80%, e o senador do PSDB-SP José Serra (75%).

A pesquisa aponta também que, para 95% dos brasileiros, o País está no rumo errado. O nível se manteve em relação ao levantamento feito um mês antes. Com margem de erro de 3 pontos percentuais, a pesquisa da Ipsos realizou 1.200 entrevistas presenciais em 72 municípios brasileiros.

Alteração

TSE reduz de 4,3 mil para 444 o número de seções com mudança de local de votação

Tribunal alerta que estão sendo feitos ajustes em relação aos locais de votação e que números ainda podem mudar; Orientação é consultar local de votação diariamente

19/10/2026 18h45

Foto: Bruno Peres / Agência Brasil

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta segunda-feira (19) que 444 seções eleitorais terão alteração de endereço de votação entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026.

Isso significa que 130 mil eleitores de 22 estados vão votar no dia 25 em local diferente do que votaram no primeiro turno. A maioria dos eleitores afetados estão em Minas Gerais (29.715), Paraná (17.968) e Amapá (11.614 ). 

No sábado, o Tribunal havia divulgado mudança de endereço de 4,3 mil seções. No domingo eram 1.116. Hoje, o número diminuiu mais uma vez. Segundo o TSE, as alterações nos locais de votação são definidas pelos tribunais eleitorais dos estados (TREs), já que a justiça local conhece melhor a realidade de cada zona eleitoral.

O TSE alerta que estão sendo feitos ajustes em relação aos locais de votação, por isso esses números ainda podem mudar. 

Como as mudanças estão ocorrendo diariamente, o eleitor deve conferir o seu local de votação mais de uma vez até o dia das eleições. 

A consulta aos locais de votação pode ser feita seguintes canais oficiais:

Dados divergentes

O problema é que os dados do TSE diferem, em alguns casos, dos dados dos TREs. O site do TRE do Tocantins, por exemplo, informa que todos os locais de votação foram mantidos entre o 1º e o 2º turno. Porém, no sistema do TSE constava, até a tarde desta segunda-feira (19), ao menos duas seções alteradas na cidade de Itaguatins, afetando 382 eleitores. 

Na dúvida, tanto o TSE como os TREs orientam os eleitores a consultarem, com antecedência, o local de votação. Pelo  aplicativo E-título, o eleitor deve acessar a opção “Onde Votar”.

Também é possível fazer a consulta no Autoatendimento Eleitoral ou pelo assistente virtual ChatVote.  

Eleições 2026

Mudança de local de votação é cancelada e MS não terá alteração para o segundo turno

Seção eleitoral de Maracaju, onde houve empate entre Lula e Bolsonaro, havia sido alterada para outro endereço, mas houve cancelamento e MS manterá locais de votação do primeiro turno

19/10/2026 18h29

Em Mato Grosso do Sul não haverá alterações de locais de votação para o segundo turno

Em Mato Grosso do Sul não haverá alterações de locais de votação para o segundo turno Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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A seção eleitoral que havia sido alterada em Mato Grosso do Sul para a votaçao no segundo turno voltou para o local originalmente previsto, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MS). Desta forma, não haverá mudanças entre os locais de votação do primeiro para o segundo turno das eleições.

Conforme reportagem do Correio do Estado, a alteração havia sido confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na Zona Eleitoral 16, seção 56, em Maracaju, que conta com 70 eleitores. A alteração ainda consta no sistema do tribunal.

No entanto, em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (19), o TRE-MS afirmou que a houve um pedido para alteração, que posteriormente foi cancelado.

"Em Maracaju (16ª ZE), houve uma solicitação de alteração do local de votação de um assentamento. No entanto, o pedido foi posteriormente cancelado, após a confirmação de que o local originalmente previsto comportava a realização da votação também no segundo turno. Dessa forma, não houve mudança efetiva no local de votação", diz a nota.

Desta forma, os eleitores da seção em questão votam na Paróquia São Sebastião, no Núcleo/Assentamento Canta Galo.

No local, no primeiro turno, foram registrados 26 votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 26 para o senador Flávio Bolsonaro (PL), 1 para Augusto Cury (Avante), 1 branco e 2 nulos, totalizando 56 votos e 14 abstenções.

O TRE-MS ressalta que, desta forma, não houve alterações nos locais de votação de Mato Grosso do Sul entre o primeiro e o segundo turno das eleições, sendo mantidas apenas as mudanças registradas antes do primeiro turno, que permanecem válidas para o segundo, marcado para o dia 25 de outubro.

Estas alterações são:

Campo Grande

  • 35ª Zona Eleitoral

De: Escola Estadual Profª Alice Nunes Zampiere, Rua Constantinopla, s/n - Vila Almeida
Para: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), na Avenida Dom Antônio Barbosa, nº 4.155, Santo Amaro

De: CRAS Vila Nasser, Rua Januário Barbosa, 366 - Vila Nasser
Para: EMEI Professora Adélia Leite Krawiec, Rua Santa Mônica, s/n, Santa Luzia

De: Mesquita Islâmica Luz da Fé, Avenida América, 657 - Vila Planalto
Para: Centro de Referência de Esporte e Cultura, Rua Onze de Outubro, nº 220, Cabreúva

  • 53ª Zona Eleitoral

De: Loja Maçônica Oriente Maracaju ,Avenida Calógeras, 1952 - Centro
Para: Senac Hub Academy, Rua Francisco Cândido Xavier, 75 - Centro

  • 54ª Zona Eleitoral

DE: Escola Municipal Major Aviador Y-Juca Pirama de Almeida e FACSUL, Campus Afonso Pena
Para: Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Rua Taquari, 831 – Santo Antônio

Terenos

  • 54ª Zona Eleitoral

De: Escola Municipal Rosa Idalina Braga Barboza, Rua Antônio João Valadares, 22 - Conjunto Antônio Valadares
Para: Escola Municipal Álvaro Lopes, Joaquim Farias de Albernaz, 151 - Vila Ferreira

Mato Grosso do Sul terá votação apenas para presidente, em disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. Para o cargo de governador, a eleição foi decidida no primeiro turno, com a reeleição de Eduardo Riedel (PP), com 67,07% dos votos válidos.

Alteração de locais

Assim como ocorreu em Mato Grosso do Sul, outros estados tiveram locais alterados e, posteriormente, cancelados. O aviso inicial do TSE era de que alterou o endereço de 4.352 seções eleitorais, já informando que o número de seções alteradas é dinâmico e ainda pode haver novas mudanças.

Até a publicação desta reportagem, o número foi atualizado para 444.

Com estas mudanças ocorrendo todos os dias e a eleição já no próximo domingo, a Justiça Eleitoral orienta que todos os eleitores chequem se os endereços de suas seções foram alterados.

A consulta aos locais de votação pode ser feita seguintes canais oficiais:

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, solicitou aos tribunais regionais eleitorais (TREs) que orientem as respectivas zonas eleitorais a promoverem ampla divulgação sobre eventuais alterações em locais de votação, por meio dos canais de comunicação disponíveis, a fim de manter o eleitorado devidamente informado, além de evitar deslocamentos equivocados no dia da eleição.

Paralelamente, por meio de ofício, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, solicitou às corregedorias regionais que eventuais alterações nos locais de votação sejam precedidas de avaliação criteriosa de sua necessidade, consideradas as condições de funcionamento, segurança e acessibilidade dos espaços, bem como os possíveis impactos sobre o deslocamento do eleitorado.

Segundo o documento, as medidas visam evitar mudanças desnecessárias em curto intervalo de tempo, conferir maior previsibilidade ao eleitorado e favorecer o regular exercício do direito ao voto.

"A Justiça Eleitoral ressalta que as alterações não são decididas de forma centralizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A responsabilidade cabe a cada zona eleitoral, que conhece a realidade de seu município e avalia a infraestrutura disponível. O TSE esclarece ainda que a transferência de um local de votação para outro prédio não significa redução de seções ou prejuízo aos eleitores", diz a nota.

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