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Mato Grosso do Sul tem local de votação alterado para o segundo turno; confira

Em todo o Brasil, foram mais de 4.352 locais de votação alterados por reformas, acessibilidade e prevenção a chuvas, segundo o TSE

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A Justiça Eleitoral alterou o endereço de 4.352 seções eleitorais para a votação do segundo turno das eleições, que será realizado em 25 de outubro. Em Mato Grosso do Sul, das 7.284 seções existentes, houve alteração em apenas uma.

No Estado, a mudança atinge a seção 56, da Zona Eleitoral 16, em Maracaju, que conta com 70 eleitores.

No primeiro turno, em 4 de outubro, os eleitores votaram na Paróquia São Sebastião, no Núcleo/Assentamento Canta Galo. No segundo turno, a votação será na Sala Pedro Ferreira Corrêa, no Núcleo Projeto Canta Galo.

Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no primeiro turno, nesta seção, foram registrados 26 votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 26 para o senador Flávio Bolsonaro (PL), 1 para Augusto Cury (Avante), 1 branco e 2 nulos, totalizando 56 votos e 14 abstenções.

Ainda segundo o TSE, as mudanças nos locais de votação ocorrem por motivos que vão desde reformas de última hora e melhorias de acessibilidade em prédios públicos até o impacto de fortes chuvas, que exigiram a transferência preventiva de locais danificados para instalações vizinhas e mais seguras.

Não foi especificado qual caso se encaixa na seção alterada em Maracaju.

O TSE ressalta que o número de seções alteradas é dinâmico e ainda pode haver novas mudanças, por isto, é importante consultar o local de votação antes de ir às urnas.

Além desta seção que foi alterada entre o primeiro e o segundo turno, o Tribuna Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) já havia alterado algumas localidades no primeiro turno, que serão mantidas para o dia 25 de outubro.

São elas:

Campo Grande

  • 35ª Zona Eleitoral

De: Escola Estadual Profª Alice Nunes Zampiere, Rua Constantinopla, s/n - Vila Almeida
Para: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), na Avenida Dom Antônio Barbosa, nº 4.155, Santo Amaro

De: CRAS Vila Nasser, Rua Januário Barbosa, 366 - Vila Nasser
Para: EMEI Professora Adélia Leite Krawiec, Rua Santa Mônica, s/n, Santa Luzia

De: Mesquita Islâmica Luz da Fé, Avenida América, 657 - Vila Planalto
Para: Centro de Referência de Esporte e Cultura, Rua Onze de Outubro, nº 220, Cabreúva

  • 53ª Zona Eleitoral

De: Loja Maçônica Oriente Maracaju ,Avenida Calógeras, 1952 - Centro
Para: Senac Hub Academy, Rua Francisco Cândido Xavier, 75 - Centro

  • 54ª Zona Eleitoral

DE: Escola Municipal Major Aviador Y-Juca Pirama de Almeida e FACSUL, Campus Afonso Pena
Para: Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Rua Taquari, 831 – Santo Antônio

Terenos

  • 54ª Zona Eleitoral

De: Escola Municipal Rosa Idalina Braga Barboza, Rua Antônio João Valadares, 22 - Conjunto Antônio Valadares
Para: Escola Municipal Álvaro Lopes, Joaquim Farias de Albernaz, 151 - Vila Ferreira

Mato Grosso do Sul terá votação apenas para presidente, em disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. Para o cargo de governador, a eleição foi decidida no primeiro turno, com a reeleição de Eduardo Riedel (PP), com 67,07% dos votos válidos.

Alteração de locais

A Justiça Eleitoral orienta que todos os eleitores chequem se os endereços de suas seções foram alterados.

A consulta aos locais de votação pode ser feita seguintes canais oficiais:

Em nota, o tribunal esclarece que o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, solicitou aos tribunais regionais eleitorais (TREs) que orientem as respectivas zonas eleitorais a promoverem ampla divulgação sobre eventuais alterações em locais de votação, por meio dos canais de comunicação disponíveis, a fim de manter o eleitorado devidamente informado, além de evitar deslocamentos equivocados no dia da eleição.

Paralelamente, por meio de ofício, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, solicitou às corregedorias regionais que eventuais alterações nos locais de votação sejam precedidas de avaliação criteriosa de sua necessidade, consideradas as condições de funcionamento, segurança e acessibilidade dos espaços, bem como os possíveis impactos sobre o deslocamento do eleitorado.

Segundo o documento, as medidas visam evitar mudanças desnecessárias em curto intervalo de tempo, conferir maior previsibilidade ao eleitorado e favorecer o regular exercício do direito ao voto.

"A Justiça Eleitoral ressalta que as alterações não são decididas de forma centralizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A responsabilidade cabe a cada zona eleitoral, que conhece a realidade de seu município e avalia a infraestrutura disponível. O TSE esclarece ainda que a transferência de um local de votação para outro prédio não significa redução de seções ou prejuízo aos eleitores", diz a nota.

Pesquisa Ipespe

Flávio tem 51,2% e Lula 48,8%; vantagem de senador cai 3 pontos

A diferença foi de 5,4 pontos para 2,4. Em votos totais, Flávio oscilou de 49% para 48%, enquanto Lula foi de 44% para 46%

17/10/2026 17h07

Assim como em outras pesquisas, Lula está com tendência de alta e Flávio, segue sentido contrário

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A vantagem do senador Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diminuiu três pontos porcentuais em uma semana, aponta pesquisa Ipespe/Abrapel divulgada neste sábado, 17. Em votos válidos, as intenções de voto do candidato do PL passaram de 52,7% para 51,2%, enquanto as do postulante do PT foram de 47,3% para 48,8%. A diferença foi de 5,4 pontos porcentuais para 2,4 pp. Os dois seguem tecnicamente empatados.

Em votos totais, Flávio oscilou de 49% para 48%, enquanto Lula foi de 44% para 46%. Na pesquisa espontânea, quando não são apresentadas as opções ao entrevistado, o senador passou de 48% para 47% e o presidente, de 43% para 44%.

Flávio tem vantagem entre homens (53% dos votos totais), pessoas de 35 a 59 anos (51%), eleitores com ensino médio (53%) e superior (52%), além dos que recebem de dois a cinco salários mínimos (54%) e acima de cinco salários mínimos (também 54%).

Lula sai na frente entre as mulheres (51%), pessoas acima dos 60 anos (50%), eleitores com ensino fundamental (51%), aqueles que recebem até dois salários mínimos (54%) e os independentes (50%)

Flávio tem 46% das intenções de voto entre os católicos, 62% entre evangélicos e 37% entre os que professam outra religião ou não têm. Nestes mesmos recortes, Lula marca, respectivamente, 49%, 30% e 56%.

Os que disseram não votar de jeito nenhum em Flávio foram de 46% para 47%. No caso de Lula, a rejeição oscilou de 49% para 47%.

Entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), 50% escolhem Flávio no segundo turno e 31%, Lula. Entre os de Ronaldo Caiado (PSD), 59% migram para o senador e 18%, Lula. Já entre os de Renan Santos (Missão), 40% optam pelo filho de Jair Bolsonaro e 20%, o candidato à reeleição.

Os eleitores de Renan também são os que mais estão dispostos a votar em branco ou nulo, um total de 32%. Fazem esta opção 3% dos eleitores de Lula no primeiro turno, 3% dos apoiadores de Cury e 6% dos de Caiado.

Entre os eleitores de Flávio no primeiro turno, 2% escolhem Lula agora. Já entre os que votaram no petista, 1% admitem apoiar Flávio no dia 25.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00223/2026. A coleta ocorreu entre 13 e 15 de outubro. Foram ouvidas 1.500 pessoas. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%.

Flaviômetro

Mais da metade dos políticos eleitos em MS não pede voto para Flávio Bolsonaro nas redes

Levantamento aponta que apenas 14 dos 31 políticos monitorados fizeram campanha para o presidenciável nas últimas 24 horas

17/10/2026 10h07

Flaviômetro monitora a atuação de políticos eleitos nas redes sociais e destaca Mato Grosso do Sul, onde menos da metade dos parlamentares e gestores acompanhados publicou mensagens de apoio a Flávio Bolsonaro nas últimas 24 horas

Flaviômetro monitora a atuação de políticos eleitos nas redes sociais e destaca Mato Grosso do Sul, onde menos da metade dos parlamentares e gestores acompanhados publicou mensagens de apoio a Flávio Bolsonaro nas últimas 24 horas Reproduççao

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A oito dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, mais da metade dos políticos eleitos de Mato Grosso do Sul monitorados pelo Flaviômetro ainda não utiliza as redes sociais para pedir votos ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

Dos 31 nomes acompanhados pela plataforma, apenas 14 fizeram publicações de apoio à candidatura nas últimas 24 horas, o equivalente a 45% do total. O levantamento, atualizado às 9h36 deste sábado (17), revela que outros sete políticos movimentaram seus perfis nas redes sociais, mas sem mencionar o candidato do PL à Presidência da República, sendo que os dez restantes não fizeram nenhuma publicação durante o período analisado.

Apesar da baixa mobilização de parte dos aliados, o desempenho de Mato Grosso do Sul supera a média nacional. Em todo o País, dos 1.521 políticos eleitos acompanhados pela plataforma, somente 470, ou 31%, publicaram conteúdos relacionados ao presidenciável nas últimas 24 horas.

No vizinho Mato Grosso, o engajamento é ainda menor, com apenas 15 dos 52 políticos monitorados, o equivalente a 29%, participando da campanha digital de Flávio Bolsonaro.

O Flaviômetro é uma ferramenta criada para acompanhar a atuação de políticos eleitos nas redes sociais durante o segundo turno, identificando aqueles que fazem publicações ou pedidos de votos em favor do candidato do PL.

Senadores lideram

Entre os políticos sul-mato-grossenses que mais se dedicam à campanha digital estão os dois senadores eleitos no primeiro turno, Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL).

Contar acumula seis dias consecutivos de publicações relacionadas à candidatura presidencial, enquanto Azambuja registra quatro dias seguidos de manifestações de apoio.

Na sexta-feira (16), o ex-governador reforçou seu posicionamento político ao publicar a mensagem “Mato Grosso do Sul é Flávio Bolsonaro 22”, acompanhada de um convite para que apoiadores participassem de um adesivaço programado para este sábado.

Na bancada federal, apenas três dos sete deputados acompanhados pelo levantamento fizeram pedidos de votos para o presidenciável: Marcos Pollon (PL), Mara Caseiro (PL) e Rodolfo Nogueira (PL).

Os outros quatro parlamentares monitorados — Rose Modesto (União Brasil), Beto Pereira (Republicanos), Isa Marcondes (Republicanos) e Dagoberto Nogueira (PP) — utilizaram as redes sociais nas últimas 24 horas, mas não fizeram referências à candidatura de Flávio Bolsonaro.

Entre os deputados federais, Rodolfo Nogueira aparece como o mais ativo na divulgação da campanha presidencial. O parlamentar soma dez dias consecutivos de publicações, liderando o ranking de frequência entre os políticos de Mato Grosso do Sul.

Um vídeo divulgado por ele na noite de sexta-feira alcançou aproximadamente 1,39 milhão de visualizações no Facebook e outras 214 mil no Instagram, concentrando boa parte do alcance das publicações relacionadas à campanha no Estado.

Somadas, as postagens dos políticos monitorados em Mato Grosso do Sul alcançaram 2,4 milhões de visualizações e aproximadamente 190 mil curtidas nas últimas 24 horas, período em que foram contabilizadas 88 publicações.

Assembleia Legislativa

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), nove dos 16 deputados estaduais eleitos acompanhados pela plataforma fizeram publicações pedindo votos para Flávio Bolsonaro.

A mobilização é liderada por integrantes do PL, partido que elegeu a maior bancada estadual. Entre os parlamentares que divulgaram conteúdos em favor do presidenciável estão Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Coronel David, Gianni Nogueira, Odilon Ribeiro, Daverson Matos, André Salineiro e Lucas de Lima, todos da legenda.

O deputado estadual eleito Hélio Peluffo (PP) também integra a relação dos parlamentares que participaram da campanha digital nas últimas 24 horas.

Por outro lado, Renato Câmara (Republicanos) fez publicações sobre outros assuntos, sem mencionar o candidato à Presidência.

Já André Puccinelli (MDB), Gerson Claro (PP), Londres Machado (PP), Professor Rinaldo Modesto (União Brasil), Márcio Fernandes (PL) e Pedrossian Neto (Republicanos) não registraram publicações no intervalo analisado.

Riedel

O governador reeleito Eduardo Riedel (PP), uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso do Sul, também aparece entre os que não fizeram pedidos de votos para Flávio Bolsonaro nas últimas 24 horas. 

De acordo com o monitoramento, o governador manteve suas redes sociais atualizadas, mas as publicações realizadas no período não fizeram referência ao candidato do PL.

A ausência de manifestações também foi registrada entre os cinco prefeitos acompanhados pela ferramenta.
A prefeita Professora Lurdes publicou conteúdos relacionados a outros assuntos, enquanto Rodrigo Basso, Rodrigo Sacuno, Dr. Max e Delegado Murilo não fizeram nenhuma postagem durante o período.

Campanha digital

Embora parte dos políticos eleitos ainda não tenha aderido à mobilização nas redes sociais, o levantamento aponta crescimento expressivo no volume de publicações em apoio ao presidenciável desde o início da semana.

Na terça-feira (13), quando o Flaviômetro entrou em funcionamento, foram identificadas 67 publicações de políticos sul-mato-grossenses. Na quarta-feira (14), o número subiu para 85 e, na quinta-feira (15), chegou a 88.

Na sexta-feira (16), o monitoramento registrou 92 postagens, consolidando a tendência de aumento da atividade digital na reta final da disputa presidencial.

O crescimento chama atenção porque, na semana anterior, a média diária de publicações relacionadas à candidatura de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso do Sul estava próxima de 20.

Os números mostram que, apesar do avanço da mobilização entre lideranças do PL e de partidos aliados, a campanha presidencial ainda não conseguiu envolver todos os políticos eleitos no Estado, justamente no momento em que os candidatos intensificam a busca por votos para o segundo turno.

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