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Simone Tebet diz que Salles se rendeu ao Centrão e Marina chama desistência de desrespeito

Marina Silva escreveu que a desistência de Salles "desrespeita seus eleitores" e os deixa abandonados às vésperas da votação

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As duas candidatas ao Senado por São Paulo alinhadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à esquerda, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) criticaram no início da tarde desta segunda-feira (28), a desistência de Ricardo Salles (Novo) do pleito. Pela manhã, Salles fez um anúncio ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) dizendo que desistiu da candidatura ao Senado e que agora apoia André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).

Ao longo de toda a campanha, Salles acusava André do Prado de não ser de direita de verdade, e sim ligado ao "Centrão". Durante debate organizado pelo Estadão e a Faap na última semana, Salles chegou a dizer que André do Prado seria "uma marionete" do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto.

Também em publicação no X, Marina Silva escreveu que a desistência de Salles "desrespeita seus eleitores" e os deixa abandonados às vésperas da votação.

A ex-ministra do Meio Ambiente ainda disse que a manobra foi "um vale-tudo" da direita para "conter o avanço das duas candidatas mulheres do campo progressista". "Esse é um tempo difícil que exige coerência para dizer, em atitudes práticas, que não vale tudo para ganhar uma eleição", acrescentou Marina.

Com informações de Estadão Conteúdo 

BTG/Nexus

Flávio e Lula seguem como mais rejeitados, com 51% e 48%, respectivamente

Na rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, o índice era de 50% para Flávio e 49% para Lula

28/09/2026 07h18

 apenas 5% dos entrevistados admitem votar em ambos e 7% afirmam não votar em nenhum deles

apenas 5% dos entrevistados admitem votar em ambos e 7% afirmam não votar em nenhum deles

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 51% dos eleitores, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por 48%, segundo a 16ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, 28. Ao cruzar as respostas sobre os dois candidatos, o levantamento mostra que apenas 5% dos entrevistados admitem votar em ambos e 7% afirmam não votar em nenhum deles.

A rejeição corresponde à parcela que afirma não votar no candidato de jeito nenhum. Na rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, o índice era de 50% para Flávio e 49% para Lula. As variações de um ponto porcentual em sentidos opostos estão dentro da margem de erro da pesquisa.

O cruzamento das respostas revela o alcance da divisão do eleitorado: 44% afirmam que poderiam votar em Lula, mas não em Flávio; outros 41% admitem votar em Flávio, mas rejeitam Lula. Há ainda 7% que não votariam em nenhum dos dois e 3% que não conhecem um ou ambos os candidatos.

Para calcular o potencial de voto, a Nexus reúne quem respondeu que o candidato é o único em quem votaria e quem disse que poderia votar nele, mas também em outro.

A pesquisa indica que Flávio Bolsonaro tem maior rejeição no Nordeste (60%), entre mulheres (56%) e os sem religião (64%) e Lula tem maior rejeição no Sul (60%), entre homens (55%) e entre evangélicos (58%). De acordo com a mostra, 40% querem Lula eleito; 35% Flávio Bolsonaro ou alguém da família; e 21% nenhum dos dois.

A Nexus entrevistou por telefone 2.000 eleitores de 25 a 27 de setembro. A margem de erro geral é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07557/2026.

BTG/Nexus

Lula tem 46% ante 44% de Flávio no 2º turno, aponta pesquisa

Para o primeiro turno, Lula oscilou dois pontos para cima em relação à rodada anterior, quando tinha 40%. Flávio manteve os mesmos 37%

28/09/2026 07h07

Distância de Lula para Flávio cresceu de três para cinco pontos no que se refere ao primeiro turno

Distância de Lula para Flávio cresceu de três para cinco pontos no que se refere ao primeiro turno

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 44%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 28. Os dois permanecem tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais. Na rodada anterior, Lula também tinha 46%, e Flávio, 45%.

O presidente aparece ainda em empate técnico com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 46% a 42%. Na pesquisa da semana passada, os dois estavam numericamente empatados, com 45% cada.

Contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula marca 46%, ante 41%. A distância numérica entre eles passou de um para cinco pontos porcentuais: na rodada anterior, o presidente tinha 44%, e Cury, 43%.

Lula registra 48% em uma simulação contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que tem 39%. Na semana passada, o placar era de 47% a 41%.

Diante de Renan Santos (Missão), o presidente também marca 48%, contra 37% do adversário; os porcentuais anteriores eram de 47% e 39%. Brancos e nulos variam de 8% a 13% nos cinco confrontos testados.

PRIMEIRO TURNO 

Na pesquisa relativa ao primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 42% das intenções de voto, ante 37% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo a pesquisa.

Lula oscilou dois pontos porcentuais para cima em relação à rodada anterior, quando tinha 40%. Flávio manteve os mesmos 37%. Com isso, a distância numérica entre os dois passou de três para cinco pontos porcentuais.

O escritor Augusto Cury (Avante) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 5% cada. Renan Santos (Missão) registra 4%, e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), 1%. Na pesquisa passada, Cury tinha 6%; Caiado, 5%; Renan, 4%; e Zema, 1%. Brancos e nulos somam 3%, e 2% não souberam ou não responderam.

Na intenção espontânea de voto, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Lula marca 41%, e Flávio, 35%. Na semana anterior, os porcentuais eram de 40% e 34%, respectivamente.

No Nordeste, Lula tem 53% das intenções de voto no cenário estimulado, contra 30% de Flávio. No Sudeste, os dois aparecem numericamente próximos, com 40% e 39%. No Sul, Flávio registra 42%, ante 32% do presidente.

Motivação do voto

Indagados sobre a motivação de voto no primeiro turno, 33% disseram que é a economia, 29% as acusações de corrupção, 27% a rejeição a um ou outro candidato, 24% a saúde pública, 21% a educação pública, 21% a segurança pública e 11% a própria situação financeira. Na mostra, 87% disseram ter certeza do voto no 1º turno e 12% afirmaram que ainda podem mudar.

Na expectativa de vitória no 1º turno, Lula oscilou de 54% para 51% e Flávio de 36% para 39%, ambos dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 p.p.

A Nexus entrevistou por telefone 2.000 eleitores de 25 a 27 de setembro. A margem de erro geral é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07557/2026.

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