O deputado federal Marcos Pollon (PL) não esteve presente no megaevento do Partido Liberal, que ocorreu na tarde desta segunda-feira (30) e filiou cinco novos nomes à sigla. O ato de filiação ocorreu na sede do PL, em Campo Grande, e contou com a presença de lideranças políticas, como o ex-governador e presidente do partido em MS, Reinaldo Azambuja.
Azambuja, concorrerá ao Senado nas Eleições deste ano, ao lado de Capitão Contar. Pollon, que briga por uma das duas vagas do PL no Senado, também já anunciou sua pré-candidatura ao cargo, e ainda contou com o forte apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, que ressaltou sua escolha em carta escrita à punho no presídio e divulgada por Michelle Bolsonaro nas redes sociais.
A disputa interna entre Azambuja e Pollon pode ter sido um dos motivos para que o deputado federal preferisse ir aos Estados Unidos ao invés de participar do ato de filiação, que teve como novos participantes Mara Caseiro, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Márcio Fernandes e Lucas de Lima.
Marcos Pollon está nos Estados Unidos, mais especificamente em Dallas, no Texas, onde participa do CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora, em português), um dos maiores encontros do conservadorismo no mundo. No último sábado (28), ele postou uma foto no evento com Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidência do Brasil, e Eduardo Bolsonaro.
Pré-candidatura
A confirmação da sua pré-candidatura ao Senado ocorreu em meio à repercussão de anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo rascunho obtido pela Folha de S.Paulo, Pollon pediu R$ 15 milhões para não ser candidato.
Ao comentar o caso, o deputado negou a informação e reagiu com ironia.
“Não consigo parar de rir. Desde que eu fiquei sabendo disso eu achei tão absurdo que não consigo nem responder. O conteúdo é totalmente irreal”, disse nas redes sociais.


