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Vanda Camilo toma posse da prefeitura de Sidrolândia na manhã desta sexta-feira

Junto a vice-prefeita Rosi Fiúza, a chapa entra para a história política como as primeiras mulheres no comando do município

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Vanda Camilo (PP) e Rosi Fiúza (MDB)tomou posse da prefeitura de Sidrolândia na manhã desta sexta-feira (2). 

Vanda se elegeu vereadora nas eleições de 2020 e depois, presidente da Câmara do município. Com a impugnação do prefeito eleito, Daltro Fiúza (MDB), ela assumiu como prefeita interina, cargo que ocupou por 6 meses.

Nas eleições suplementares realizadas no dia 13 de junho, a chapa de Vanda recebeu 10.768 votos (52,40%) e ganhou do adversário Enelvo Fiuza (PSDB), que teve 9.782 votos ( 47,60%). Já brancos/nulos somaram 746 (3,48%).

Segundo o TRE, participaram da votação pouco mais de 30 mil eleitores, a abstenção atingiu os 31,29%.

Junto a vice-prefeita Rosi Fiúza, esposa de Daltro Fiuza, entram para a história política como as primeiras mulheres no comando do município.

Últimas notícias

Ao jornal local Região News, Vanda alegou que uma das prioridades de sua gestão será a habitação.

De imediato, quer construir 115 casas populares numa área de 6 hectares cedidos pela prefeitura. Para que isso ocorra, será necessário a reintegração de posse para retirar cerca de 100 famílias que há quase dois meses invadiram a área.

A gestão pretende ainda regularizar e urbanizar o Assentamento Jatobá, localizado no Centro da cidade, na antiga esplanada ferroviária, ocupado por 120 famílias desde 2018.

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Mudança de rumo

PSDB deve passar por debandada em MS, diz deputado

Com a executiva nacional cometendo uma "besteira atrás da outra" e desrespeitando parlamentares, Dagoberto afirma que mais nomes devem deixar o ninho tucano

30/03/2026 15h34

Crédito: Câmara dos Deputados

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O deputado estadual Dagoberto Nogueira (PSDB-MS), que inicialmente havia assumido o compromisso de tentar manter o partido no Estado, anunciou que deixará a sigla para se filiar ao Progressistas (PP).

Em conversa com a reportagem do Correio do Estado, Dagoberto criticou o posicionamento da direção estadual do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que pode levar à saída de outros nomes do partido.

O deputado afirmou que estava fazendo “um sacrifício” para permanecer no PSDB, uma vez que, segundo ele, assim como o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), não queria que o partido acabasse no Estado, e essa também era sua vontade.

“De fato, fiquei 31 anos no PDT e queria ficar mais 31 no PSDB. Fiquei quatro anos no PSDB, fui eleito nesse período, entrei nessa fase, e, depois desses quatro anos, agora a direção nacional faz uma coisa comigo que acho um desrespeito, e não é a primeira vez que faz isso”, disse Dagoberto.

Com o enfraquecimento da sigla em nível nacional, ele atribui a responsabilidade à direção nacional, que tem como presidente Aécio Neves, eleito para o biênio 2025-2027.

“O Reinaldo também queria que o partido fosse mantido aqui, e nós estamos fazendo de tudo. Só que eles não fazem nada para que o partido sobreviva. Uma besteira atrás da outra, é um desleixo em relação aos deputados, e aí vai acabar saindo todo mundo do partido mesmo. Eu não quero mais ficar.”

Passaralho no ninho

Pela primeira vez desde a fundação da sigla, o PSDB não lançou candidato à Presidência da República em 2022.

Sem um nome que colocasse o partido no páreo, devido a brigas internas entre diferentes alas — que envolveram o ex-governador de São Paulo João Doria e um alinhamento mais à direita —, a crise acabou refletindo diretamente na identidade da sigla.

Em nível nacional, os tucanos também viram o vice-presidente Geraldo Alckmin deixar o partido para integrar a chapa do presidente Lula. Além dele, outros nomes saíram, como o ex-ministro da era FHC e um dos fundadores da sigla, Xico Graziano.

Com a perda de figuras e espaço, o resultado pôde ser visto nas eleições de 2022, quando o partido conquistou 13 cadeiras, número bem inferior ao de 2018, quando elegeu 32 deputados federais.

Minguando

Além do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL-MS), que deixou o PSDB após cerca de 30 anos, outros nomes também saíram do partido, como o ex-candidato à Prefeitura de Campo Grande Beto Pereira (Republicanos-MS) e o governador Eduardo Riedel (PP).

Também deixaram a sigla os deputados estaduais Mara Caseiro, Zé Teixeira, Jamilson Name (PL) e Paulo Corrêa (PP).

Em uma tentativa de reestruturação, que pode estar com os dias contados, permaneceram no partido o deputado federal Geraldo Resende (PSDB-MS) e ex-secretário de Saúde do Estado. No entanto, Resende também anunciou a saída.

Com nomes fortes buscando outros rumos, a legenda seguiu perdendo capital político, inclusive com o rompimento da federação com o Cidadania, anunciado pela executiva nacional em fevereiro de 2025, durante reunião em Brasília.

A federação foi formada em 2022 por causa da cláusula de barreira, regra que exige que o partido alcance determinado número de votos e parlamentares para ter acesso ao fundo partidário e a mais tempo de propaganda na TV e no rádio.
 

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janela partidária

PL filia cinco deputados estaduais para eleições deste ano

Janela partidária para troca de partidos para deputados que vão disputar eleições vai até o dia 03 de abril

30/03/2026 14h44

Cinco deputados estaduais se filiarão ao PL

Cinco deputados estaduais se filiarão ao PL Foto: Montagem / fotos Alems

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O Partido Liberal (PL) formaliza, nesta segunda-feira (30), a filiação de cinco deputados com mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Ingressam na sigla Mara Caseiro, Zé Teixeira e Paulo Corrêa, egressos do PSDB, além de Márcio Fernandes, que deixa o MDB, e Lucas de Lima, que estava sem partido.

A filiação em bloco altera a correlação de forças no Legislativo estadual e desidrata a bancada do PSDB, que vem penando para manter seu ninho desde o desembarque de sua principal liderança, o ex-governador Reinaldo Azambuja.

A janela partidária para troca de partidos para deputados que vão disputar eleições vai até o dia 03 de abril. 

Documentos internos com o desenho das chapas do PL definem o destino eleitoral dos novos filiados. Mara Caseiro, que registrou 49.512 votos em sua última disputa, deixa o PSDB para compor a chapa de candidatos à Câmara dos Deputados. 

Os demais parlamentares reforçam a nominata estadual da legenda, que planeja lançar 25 nomes (17 homens e 8 mulheres). Zé Teixeira (39.329 votos em 2022) e Paulo Corrêa (49.184 votos) saem do PSDB para buscar a reeleição pelo PL. 

O movimento é acompanhado por Marcio Fernandes, que contabiliza 16.111 votos em seu histórico pelo MDB. Lucas de Lima (26.575 votos) também está confirmado na linha de frente da legenda para a Assembleia. 

ENTENDA: Impacto da janela partidária nas bancadas da Assembleia

A filiação em bloco de cinco parlamentares ao PL reconfigura de forma imediata o mapa de forças na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Com o movimento, a legenda passa a concentrar uma das maiores fatias do legislativo estadual, enquanto o PSDB, principal pilar da base do governo, sofre sua maior desidratação na atual legislatura.

  • PL (Partido Liberal)

Antes: O partido contava com as presenças de Coronel Davi, eleito com 31.480 votos, João Henrique Catan (25.914 votos) e Neno Razuk (17.023 votos). Catan se desfiliou e ingressou no Novo para concorrer ao governo do Estado.

Depois: Salta para sete parlamentares com a adesão de Zé Teixeira , Paulo Corrêa, Mara Caseiro , Lucas de Lima e Marcio Fernandes. O PL aglutina o maior volume de votos nominais da Casa, fortalecendo seu poder de indicação para as presidências de comissões.

  • PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira)

Antes: Mantinha a hegemonia governista amparada por seus principais "puxadores" de votos, com seis deputados. Apenas o trio de dissidentes somava uma fatia expressiva do eleitorado: Mara Caseiro (49.512 votos) , Paulo Corrêa (49.184 votos) e Zé Teixeira (39.329 votos). A bancada contava ainda com nomes como Pedro Caravina (31.952), Jamilson Name (43.435) e Lia Nogueira (15.155).

Depois: Perde três de seus quadros mais influentes. A redução obriga a base do Executivo a intensificar a dependência e a articulação com siglas menores ou federações aliadas.

  • MDB (Movimento Democrático Brasileiro)

Antes: Operava com três cadeiras ativas, ocupadas por Marcio Fernandes , Renato Câmara e Júnior Mochi.

Depois: Encolhe para dois deputados estaduais com a saída de Marcio Fernandes. A baixa diminui o peso proporcional do partido nas negociações da Mesa Diretora.

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