Tecnologia

APPLE

iPhone 6s e 6s Plus têm câmera de 12 MP e filmam em 4K

Modelos vem nas cores prata, dourada, cinza espacial e ouro cor-de-rosa.

G1

09/09/2015 - 16h16
Continue lendo...

A Apple anunciou nesta quarta-feira (9) dois novos modelos do iPhone, o iPhone 6s e o iPhone 6s Plus, de tela grande. Os aparelhos têm câmera traseira com resolução de 12 Megapixels e são capazes de filmar em 4K (Ultra HD).

Outra grande novidade dos próximos smartphones da Apple é a tecnologia 3D Touch, que aciona funções diferentes nos aplicativos dependendo da intensidade do toque na tela.

Os novos iPhones serão lançados em 25 de setembro nos Estados Unidos, Reino Unido, China, Alemanha, Austrália, Canadá, França, Hong Kong, Japão, Nova Zelândia, Porto Rico e Cingapura. Não foi anunciada data de lançamento para o Brasil.

O modelo 6s irá custar US$ 200 (16 GB), US$ 300 (64 GB) e US$ 400 (128 GB). Já o 6s Plus sai por US$ 300 (16 GB), US$ 400 (64 GB) e US$ 500 (128 GB).

Os iPhones 6s e 6s Plus são equipados com o A9, processador de terceira geração 64-bit, que é 70% mais rápido que o A8, usado nos dois últimos modelos do smartphone.

Câmera dos novos iPhones
Essa é a primeira vez em quatro anos que a Apple mexe na resolução da câmera traseira do iPhone. Desde o modelo 4s, as imagens tinham no máximo 8 Megapixels. Com a mudança, as imagens ganham 50% mais pixels que as registradas com modelos antigos do aparelho. O foco automático também foi melhorado para que as imagens não saiam borradas.

Já a câmera dianteira dos iPhones 6s e 6s Plus passam a ter 5 MP – as anteriores, como a do iPhone 6, tinham apenas 1,2 MP. Ela também terá um sistema para iluminar melhor as imagens: a tela inteira funcionará como um grande flash. As duas novidades foram combinadas para produzir selfies melhores.

Toque 3D
Para o 3D Touch funcionar, a Apple teve que construir um aparelho com uma arquitetura interna diferente. A empresa incluiu um novo componente capaz de medir a distância entre a tela e o painel de luz.

Foram demonstradas algumas aplicações para o 3D Touch durante o evento realizado em San Francisco (EUA). Quando pressionado levemente, o ícone do app de Câmera mostra um menu para que o usuário escolha se quer tirar uma selfie ou uma foto com a câmera traseira.

No caso do Instagram, dependendo da sua preferência, um tipo de toque mostra seu feed de atualizações, enquanto outro vai diretamente para a câmera do app.

Apple Watch
Atualmente há 10 mil aplicativos para Apple Watch. E mais estão por vir, assim como o app de bate-papo Messenger, do Facebook, e o iTranslate, uma ferramenta de tradução da Apple. Um novo aplicativo também permitirá controlar câmeras GoPro pelo relógio e ver as filmagens no pulso.

A Apple apresentou ainda uma prévia do AirStrip, um aplicativo para cuidados médicos que permite a pacientes e médicos se conectarem. O sensor de sinais vitais do app é potente. Quando usado por gestantes, consegue diferenciar o batimento cardíaco das mães e dos bebês. Durante a apresentação, a Apple chegou a demonstrar o recurso.

A companhia também anunciou novos modelos de pulseira e cores para o relógio, como dourada, alumínio e ouro cor-de-rosa. Os preços continuam o mesmo, entre R$ 350 e R$ 17 mil. A nova versão do sistema operacional para o Apple Watch, chamada de watchOS 2, será liberada em 2 de setembro nos 24 países em que o relógio inteligente já é vendido.

Apple TV
A Apple também apresentou sua nova Apple TV, com opção de dar comandos de voz usando a assistente pessoal Siri, comandos sensíveis ao toque para jogar e a navegação concentrada em aplicativos.

"Nós acreditamos que o futuro da TV são apps", afirma Tim Cook, presidente-executivo da Apple. Ao pedir sugestões de comédias à Siri, a assistente pessoal indica quais serviços oferecem o filme ou série. Eles podem ser iTunes, Netflix, Hulu, HBO e Showtime.

A Siri faz buscas até dentro de episódios. Ela é capaz, por exemplo, de responder ao pedido "Mostre-me o episódio de 'Modern Family' com Edward Norton". Também é possível pedir para ela mostrar legendas.

É possível fazer buscas refinadas, como pedir por filmes de ação, depois apenas os do agente secreto 007 e então somente os protagonizados pelo ator Sean Connery.

Alguns jogos para Apple TV poderão ser jogados usando iPhones e iPods touch como controles. Cada gesto feito na tela ou com movimentos será transformada em uma ação no jogo.

A Apple também mostrou um aplicativo que irá levá-la para as transmissões de eventos ao vivo. O aplicativo da MLB, a liga norte-americana de baseball, exibirá jogos. Enquanto os jogadores arremessam, rebatem e correm em campo, a TV exibe notificações de conteúdos relacionados para assistir mais tarde ou simultaneamente.

O Apple TV custará US$ 150 (32 GB) US$ 200 (64 GB).

Tecnologia

Vivo abre crediário para vender celular

A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos

05/04/2026 12h30

Loja da operadora VIVO

Loja da operadora VIVO Divulgação

Continue Lendo...

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, está adotando um mecanismo de vendas que é um velho conhecido do varejo nacional, mas, até então, era pouco explorado no universo das telecomunicações: o crediário. A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos (TVs, relógios, som, videogames e afins) nas suas lojas físicas e no aplicativo.

A medida tem como objetivo aumentar o volume e a variedade dos produtos vendidos, bem como ampliar o tíquete médio das vendas. Isso será possível atraindo os consumidores interessados em adquirir algum aparelho, mas que não têm cartão de crédito ou já esgotaram seu limite.

"Uma das maiores frustrações do consumidor é não ter crédito aprovado para fazer uma compra", diz o vice-presidente de inovação, Rodrigo Gruner. "Queremos permitir que o consumidor consiga comprar seu smartphone com a Vivo mesmo sem o cartão de crédito", complementa, citando que 95% das vendas dependem do cartão hoje em dia.

Quando um consumidor entrar na loja da Vivo, o vendedor já terá em mãos os seus limites de crédito pré-aprovados por meio da consulta do CPF ou número de telefone, aproveitando a base de dados de mais de 100 milhões de usuários da operadora. Com isso, poderá oferecer produtos que caibam no seu bolso.

A Vivo já tem uma receita líquida R$ 3,9 bilhões por ano com a venda de produtos na sua rede de 1,8 mil lojas e comércio eletrônico. Não é pouco. Trata-se de 13% do faturamento anual das Casas Bahia (R$ 29,2 bilhões) ou 10% da Magalu (R$ 38,7 bilhões), duas gigantes do varejo. Para 2026 em diante, a expectativa da operadora é ter um avanço "significativo" nas vendas graças à oferta do crediário, diz Gruner, que não abre metas de crescimento.

Segundo Gruner, será possível, inclusive, aproveitar a capilaridade da rede de lojas para abocanhar uma fatia do comércio das varejistas regionais - especialmente daquelas que estão sem caixa para manter um bom estoque de aparelhos. Em muitas cidades do interior, há poucas varejistas, e a loja da Vivo acaba sendo uma referência. "Esperamos aumentar nossa participação de mercado", frisa o vice-presidente.

No dia a dia, o crediário deve atender pessoas de menor renda a comprar o primeiro celular ou a trocar aparelhos defasados. Mas não só. A linha também deve servir para pessoas de maior poder aquisitivo interessadas em smartphones top de linha, cujos preços giram em torno de dois dígitos. "Muita gente não troca de aparelho por falta de crédito", cita Gruner.

No fim do dia, é esperado um estímulo para a renovação dos celulares. Hoje em dia, os consumidores trocam de aparelho a cada três anos, em média. No passado, esse giro acontecia em cerca de um ano e meio. "O ciclo de troca está mais longo", afirmou.

Fonte Nova

O crediário da operadora é baseado no seu braço de serviços financeiros, a Vivo Pay. A plataforma conta com recursos de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) subscrito pela Polígono Capital, uma joint venture do BTG Pactual com a Prisma. O Vivo Pay oferece empréstimo pessoal, antecipação de FGTS, consórcios, bem como seguros variados - aparelhos, vida e viagem. Desde o lançamento em 2020, já concedeu R$ 1,1 bilhão em crédito, gerando uma receita de R$ 488 milhões em 2025, alta de 5,9% perante 2024.

Assim, o crediário funcionará como uma nova fonte de receitas financeiras (os juros não são revelados), ao mesmo tempo em que ajudará a Vivo a vender produtos como seguros de aparelhos. "Hoje, 40% dos consumidores que adquirem um smartphone com a operadora também contratam seguro", conta Leandro Coelho, diretor do Vivo Pay.

Desde 2024, a Vivo recebeu do Banco Central (BC) licença para operar como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Com isso, ficou autorizada a realizar operações de empréstimo e financiamento de forma direta, ou seja, sem a intermediação de um banco tradicional. Até então, a companhia contratava plataformas de terceiros, o chamado bank as a service.

Neste começo de ano, o Vivo Pay reabriu sua conta digital, que foi temporariamente suspensa para atualização da plataforma após a nova licença. Para os próximos meses, espera ampliar o portfólio de serviços e abrir linha de crédito para empresas.

Tecnologia

Os mitos tech que continuam vivos nas redes: "fechar apps poupa bateria" e outros clássicos

27/02/2026 14h10

Continue Lendo...

As redes sociais convertem qualquer "truque" tecnológico em verdade universal com uma facilidade espantosa. Um vídeo de 15 segundos com legendas grandes e um tom seguro pode soar mais convincente que uma explicação completa, e assim nascem os mitos: frases simples que parecem lógicas, mas que raramente se sustentam quando se olha o contexto. Em tecnologia, como na vida quotidiana, o que se viraliza nem sempre é o que funciona.

Curiosamente, o mecanismo assemelha-se a como se vendem certos atalhos digitais: sportsbook solution costumam apresentar-se como pacotes "prontos" que prometem acelerar processos complexos.

Nas redes passa o mesmo com os conselhos tech: um gesto rápido parece melhor que entender como opera o sistema. O problema é que o telemóvel não é uma liquidificadora: fechar coisas à toa ou tocar em ajustes sem saber pode acabar por piorar o desempenho.

Por que um mito tech se torna viral

Um mito tecnológico costuma ter três ingredientes: simplicidade, sensação de controlo e uma "prova" visual. A simplicidade tranquiliza ("faz isto e pronto"). A sensação de controlo agarra porque promete dominar um aparelho que às vezes se sente imprevisível. E a prova visual – uma barra de bateria que sobe, um telemóvel que "voa" depois do truque – remata a ilusão, ainda que seja um efeito temporário ou mesmo uma montagem.

Além disso, os algoritmos premiam o extremo. Uma mensagem moderada como "depende do modelo e do uso" não compete contra "isto está a drenar a tua bateria agora mesmo". A isso soma-se um detalhe: muitos telemóveis funcionam de forma diferente segundo a marca, a versão do sistema e até a antiguidade do dispositivo. O que uma pessoa mostra como "solução milagre" pode ser irrelevante para outra.

Cinco mitos que aparecem em quase todos os feeds

Não se trata de troçar, mas de reconhecê-los para não perder tempo (nem paciência) em hacks que não ajudam.
"Fechar apps poupa bateria" É o clássico número um. Em muitos casos, fechar apps o tempo todo não ajuda e pode até piorar o consumo: quando voltas a abri-las, o sistema deve carregá-las do zero. O mais útil costuma ser identificar a app que realmente está a consumir demais e rever permissões, atividade em segundo plano ou notificações excessivas.

"Mais brilho sempre significa mais gasto" Sim, o brilho influencia, mas não é o único fator nem sempre o principal. Se tens o ecrã alto e, além disso, mau sinal, GPS ativo, Bluetooth a procurar dispositivos e apps sincronizadas, o consumo dispara por várias frentes. Reduzir o brilho pode ajudar, mas não é o "botão secreto" que arranja tudo.

"O carregamento rápido estraga o telemóvel" Este mito alimenta-se do medo. O carregamento rápido gera mais calor, e o calor sim pode afetar a bateria com o tempo. Mas isso não significa que seja "mau" por definição. Pode carregar um pouco mais rápido porque reduz a atividade de rede, mas o efeito não é mágico. Se o carregador é lento ou o cabo está danificado, o modo avião não te salva. É um truque com um benefício limitado, que se vende como solução total.

"Apagar a cache diariamente faz o telemóvel mais rápido" Limpar a cache pode liberar espaço em alguns casos, mas fazê-lo de forma compulsiva não converte o telemóvel em novo. Muitas apps guardam cache para abrir mais rápido. Apagá-la diariamente pode provocar o efeito contrário: tempos de carregamento mais longos e mais consumo de dados.

O mito silencioso: "um ajuste serve para todos"

Este é o mais perigoso porque soa razoável. Mas um telemóvel de gama alta com bateria grande, uma versão recente do sistema e bom sinal não se comporta igual a um equipamento antigo com armazenamento quase cheio. Também influencia o uso: não é o mesmo alguém que só usa mensagens que quem edita vídeo ou joga online. Por isso, quando um criador diz "faz isto e dura-te o dobro", convém traduzir mentalmente: "a mim mudou-me algo no meu contexto". A tecnologia é menos de receitas universais e mais de diagnóstico básico.

Como desmentir um mito sem ficar como "sabichão"

Nas redes, corrigir com sarcasmo costuma gerar briga, não aprendizagem. Funciona melhor perguntar: "Em que modelo provaste?", "Que versão de sistema tens?", "Mediste com dados ou só sentiste?".Este tipo de questões reduz o volume da discussão e eleva a qualidade.Outra estratégia é trocar "isso é falso" por "isso pode ser verdade em alguns casos, mas não sempre". Os matizes não se viralizam, mas sim ajudam a que alguém não acabe por tocar em dez ajustes sem entender o que faz cada um.

Checklist rápido para não cair em hacks inúteis

Antes de copiar um truque, faz uma verificação curta:

  • O vídeo explica o contexto? Modelo, sistema, uso, condições (sinal, calor, apps).
  • Promete resultados extremos? Se soa demasiado perfeito, suspeita.
  • Mostra "antes e depois" real? Melhor se há medição (tempo, percentagem, consumo).
  • Pede-te para instalar algo estranho? Cuidado com apps que prometem "limpar", "acelerar" ou "otimizar" sem transparência.
  • Há uma alternativa simples? Reiniciar, atualizar, liberar espaço e rever bateria costuma dar mais que um "hack" viral.
     

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).