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Corrupção

Advogado preso pelo Gaeco atuava dos dois lados de licitações em MS

Investigação mostra que preso na Operação Gutenberg atuava para empresas ligadas aos suspeitos e assessorava consórcio de municípios

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Gabriel Taquino de Paula, o advogado preso no dia 07 de julho durante a Operacao Gutenberg, do Gaeco, defendia judicialmente ao menos duas empresas ligadas a outros alvos da operação, era consultor jurídico do Codevale, colegiado com poder de dar parecer sobre compras públicas em 14 municípios, e advogado da Sette Soluções, mesma consultoria cujo padrão de contratação por câmaras municipais é questionado desde 2021; ele também recebeu R$ 367 mil da Editora Avante e chegou a sacar R$ 48 mil direto da conta da empresa, segundo pedido de prisão preventiva do Gaeco

Antes de ser preso, em 7 de julho de 2026, na Operação Gutenberg, o advogado Gabriel Taquino de Paula acumulava papéis que se cruzam, de forma recorrente, com nomes hoje investigados pela mesma operação. 

Ele atuava como consultor jurídico do Consórcio Público de Desenvolvimento do Vale do Ivinhema (Codevale), colegiado que reúne 14 municípios do estado e no qual tinha a prerrogativa de emitir parecer sobre a legalidade de licitações e dispensas de licitação. Ele também representa judicialmente a Sette Soluções Administrativas, consultoria cujo modelo de contratação por câmaras municipais é questionado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS) desde 2021, e defendia em processos cíveis outras duas empresas ligadas aos investigados na Operação Gutenberg.

A investigação do Gaeco apontou que Taquino recebeu R$ 367.060,81 da Editora Avante, empresa investigada por fraude de R$ 27 milhões em contratos de livros paradidáticos com prefeituras de MS, e chegou a sacar pessoalmente R$ 48 mil diretamente da conta bancária da empresa.

“Embora seja advogado, se mostrou mais um integrante do esquema orquestrado em prol da Editora Avante, ficando evidente que atua como um representante comercial da empresa”, registra a cautelar assinada pelos promotores do Gaeco Moisés Casarotto, Tiago Di Giulio Freire e Antenor Ferreira de Rezende Neto.

O documento também aponta que duas empresas clientes de Taquino em processos cíveis funcionam nos mesmos endereços profissionais de outros alvos da operação: a VEM Aluguel de Carros Ltda é a antiga Superconteúdo Marketing Digital Eireli, de propriedade de Heyder Bartz, apenas com nome e atividade alterados, mas mesmo CNPJ, e a Movi Auto Center Ltda funciona no endereço profissional de Francisco Anízio dos Santos.

Heyder Bartz teve mandado de prisão expedido e está foragido.

Consultor 

Além da relação com clientes da esfera privada, Taquino também ocupava uma função remunerada com peso direto sobre compras municipais: era consultor jurídico do Codevale, consórcio formado por Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Brasilândia, Deodápolis, Glória de Dourados, Ivinhema, Jateí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Rio Brilhante, Santa Rita do Pardo, Taquarussu e Vicentina, todos municípios da região do Vale do Ivinhema. Destes, sete são citados na investigacao por terem comprado livros da família Jafar: Anaurilândia, Angélica, Batayporã, Deodapólis, Ivinhema, Nova Alvorada do Sul e Santa Rita do Pardo.

Ivinhema, um dos municípios do Codevale, é também a cidade citada como o ponto de convergência entre o esquema da Editora Avante e o padrão de contratação da Sette Soluções apontado pelo TCE-MS.

Sette Soluções

Taquino representa judicialmente a Sette Soluções Administrativas Ltda, empresa de Dourados administrada por Tiago Leal de Freitas. Em novembro de 2025, ele impetrou mandado de segurança em nome da Sette contra a Câmara Municipal de Caarapó, depois que a Casa rescindiu unilateralmente, em outubro daquele ano, um contrato de R$ 12.500 mensais para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), rescisão motivada por recomendação do Ministério Público Estadual para anular a Inexigibilidade de Licitação que amparava o contrato. Taquino argumenta, na ação, cerceamento de defesa da empresa.

Tiago Leal de Freitas, administrador da Sette, é o mesmo nome que, segundo o Gaeco, recebeu R$ 154 mil da Editora Avante, junto com Cláudio Redigolo Leal, em repasses posteriores a pagamentos da Prefeitura de Dourados à empresa. 

Um dos beneficiários dos repasses foi identificado como Geancarlo Leal de Freitas, servidor público de Dourados, irmão de Tiago, e que foi um dos 16 presos na operacao.

Padrão de contratação questionado desde 2021

A atuação da Sette em câmaras municipais segue um modelo replicado: contratos de consultoria em LGPD por inexigibilidade de licitação, com valores que variam de R$ 57,6 mil (Câmara de Vicentina, posteriormente elevado a R$ 117,4 mil por aditivo) a R$ 279 mil (Câmara de Dourados), passando por Ponta Porã (R$ 216 mil) e Alcinópolis (R$ 180 mil), nesta última, o contrato chegou a classificar a Sette como “escritório de advocacia”, apesar de seu CNPJ ser de apoio administrativo.

O contrato da Câmara de Dourados foi citado na época da assinatura, pela imprensa local, pelo fato de Tiago Leal ser “apresentado como presidente da Associação Agrícola Familiar de Produtores Rurais Beneficentes, além de administrador do jornal eletrônico Dourados Informa”, 

Um despacho do TCE-MS de 14 de dezembro de 2021, assinado pelo conselheiro Ronaldo Chadid, já apontava irregularidades num contrato da Sette com a Prefeitura de Ivinhema, de R$ 78 mil. Segundo o despacho, a fiscalização técnica do TCE identificou que Tiago Leal de Freitas era sócio em comum da Sette e de outra empresa, a Vast Soluções Eireli, ambas no mesmo endereço e mesmo e-mail de contato, e que uma terceira empresa, a Lapezack & Lapezack, de Campo Mourão (PR), fornecia orçamentos que “comumente elevaram os preços médios das cotações” em licitações de diversos municípios de MS, de forma a garantir a vitória da Sette nos certames.

O conselheiro determinou o envio dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça do MPMS para apuração criminal por fraude ao caráter competitivo de licitação, mais de um ano antes de a Editora Avante entrar na mira do Gaeco.

Nas próprias palavras

A investigação reproduz dezenas de mensagens de WhatsApp atribuídas a Gabriel Taquino em conversas com Ed Carlo Britto Burgatt, então servidor da Secretaria de Estado de Saúde. Passagens tratam de comissões, articulação política e, em ao menos dois municípios, pressão via serviços de saúde.

Em 23 de maio de 2022, ao tratar de uma proposta de R$ 2 milhões para a prefeitura de Caarapó, da qual Ed Carlos receberia 5% (R$ 100 mil), Gabriel Taquino escreve: “100 k pra LC”, “Já mata tudo”. Uma semana depois, em 30 de maio, ao discutir o percentual de comissão a ser dividido com outros interlocutores, ele confirma: “Sim, será 35”.

Em 3 de agosto de 2022, negociando a substituição de um interlocutor por outro em determinado município, Gabriel Taquino escreve: “A não ser que queira raxar a comissão”.

O trecho mais grave envolve o município de Nova Alvorada do Sul. Segundo o relatório, em 5 e 6 de setembro de 2022, diante da notícia de que a prefeitura não fecharia contrato com a Editora Avante por falta de orçamento, Gabriel Taquino sugere a Ed Carlos que dificulte serviços de saúde para a cidade: “Deixa o povo sem leito lá”, “Suspende as cirurgias de nova alvorada”. Dias antes, em 1º de setembro, ao comentar se um outro negócio “só opera se fechar”, ele escreve: “senão vai morrer todo mundo”.

Em 6 de janeiro de 2023, tratando de uma vaga em CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) para um parente do prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro, associado a um caso de saúde grave (“Guri tá grave”), Gabriel Taquino escreve: “Eu sou parte interessada”, “Se ele fechar o caps com a gente”, “Nós prometemos resolver a saúde dele”. Sobre o caso do parente do prefeito, acrescenta: “ele gosta de dinheiro”, “e é parceiro de mexida”.

Coincidência de município

Ivinhema, cidade onde o TCE apontou o esquema Sette/Vast em 2021, é o mesmo município que, em julho de 2022, contrataria a Editora Avante por R$ 874.130,00 para fornecimento de livros paradidáticos, um dos contratos que compõem a investigação da Operação Gutenberg.

Inquéritos civis sobre a relação Sette/Vast também foram abertos pelo Ministério Público em Miranda, Nova Alvorada do Sul, Deodápolis e Nova Andradina, mas o Conselho Superior do MPMS arquivou as representações argumentando que as duas empresas foram contratadas por modalidades distintas, uma por pregão, outra por inexigibilidade, o que descaracterizaria fraude à competição.

prognóstico

Primavera terá tempestades severas e risco de onda de calor em MS

Estação começa na próxima semana e deve ser marcada por fortes chuvas acompanhadas de vendavais, além do calorão

15/09/2026 16h44

Conhecida como estação das flores, primavera será marcada por temporais e calorão

Conhecida como estação das flores, primavera será marcada por temporais e calorão Foto: Bruno Henrique / Arquivo

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A primavera terá início às 20h05 (de MS) do dia 22 de setembro e, neste ano, deve ser marcada por chuvas acima da média histórica, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor em Mato Grosso do Sul.

É o que aponta prognóstico da estação divulgado nesta terça-feira (15) pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), com projeções climáticas para os meses de outubro, novembro e dezembro, quando se encerra a primavera e começa o verão.

A primavera representa um período de transição entre o regime predominantemente seco do inverno e o estabelecimento gradual do período chuvoso de verão na região central do Brasil.

Nessa transição, a estação combina o forte aquecimento diurno ao retorno gradual da umidade amazônica, gerando instabilidade e favorecendo tempestades severas de curta duração, mas com chuvas intensas, vendavais, descargas elétricas e granizo.

"A ocorrência desses eventos representa riscos imediatos à segurança da população, podendo provocar alagamentos, enxurradas bruscas, destelhamentos, quedas de árvores, interrupções e comprometimento da mobilidade urbana e rodoviária, danos à infraestrutura urbana e rural, além de prejuízos às atividades econômicas e ao setor agropecuário. Dessa forma, a possibilidade de ocorrência de tempestades severas deve ser considerada como um importante fator de risco durante o período de primavera", alerta o Cemtec.

A média climatológica ,conforme dados históricos do órgão baseados nos últimos 30 anos, é de chuvas entre 400 a 500 mm em grande parte do Estado. Por outro lado, nas regiões nordeste e extremo sul as chuvas variam entre 500 a 600 mm e, na região noroeste, as chuvas variam entre 300 a 400 mm.

O órgão ressalta que, apesar da tendência de precipitações acima da média, essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.

"Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas. Dessa forma, mesmo em um trimestre com tendência de chuvas acima da média, podem ocorrer períodos de estiagem entre eventos de chuva, além de distribuição irregular das precipitações, com diferenças significativas entre regiões e municípios", diz o prognóstico.

Neste ano, há probabilidade de 98% da atuação de um El Niño de intensidade muito forte, que deve atuar como potencializador desses fenômenos extremos ao interagir com os sistemas regionais. Esse cenário eleva a severidade das tempestades e o risco de incêndios florestais.

Na primavera também há aumento da disponibilidade de radiação solar, que associado às condições ainda relativamente secas no início da estação, favorece o rápido aquecimento da superfície e da atmosfera, contribuindo para a elevação das temperaturas em todo o Estado, com períodos de calor intenso.

Conforme o Cemtec, em Mato Grosso do Sul, os meses de primavera estão entre os mais quentes do ano, sendo outubro, historicamente, o mês com as maiores temperaturas em diversos municípios do Estado.

As temperaturas devem se elevar gradativamente nos próximos meses, com o prognóstico indicando um trimestre mais quente que o normal para o período, com dias de calor intenso e episódios de onda de calor.    

"A tendência de temperaturas acima da média não impede, contudo, a ocorrência de episódios pontuais de temperaturas mais amenas associados à passagem de frentes frias e à atuação de sistemas atmosféricos que favoreçam o aumento da nebulosidade e das precipitações", diz o Cemtec.

Aposta Milionária

Depois da Lotofácil, bolão de MS mira R$ 1 milhão em jogos na Mega da Virada

Organizador afirma comandar o maior bolão do Estado e prepara operação para reunir apostadores no concurso especial de fim de ano.

15/09/2026 16h28

Bolão de Mato Grosso do Sul pretende chegar a R$ 1 milhão em jogos para a Mega da Virada 2026.

Bolão de Mato Grosso do Sul pretende chegar a R$ 1 milhão em jogos para a Mega da Virada 2026. Foto: Agência Brasil.

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Depois de mobilizar centenas de apostadores e ultrapassar a marca de R$ 100 mil em apostas na Lotofácil da Independência, o organizador de um bolão de Mato Grosso do Sul agora mira uma cifra bem maior: R$ 1 milhão em jogos para a Mega da Virada 2026.

A movimentação é um desdobramento do bolão mostrado nesta segunda-feira (14) pelo Correio do Estado. Fernando, responsável pelo Bolão Vamos Ganhar! e que afirma organizar o maior bolão de Mato Grosso do Sul, revelou à reportagem que já começou a preparar a próxima operação.

“Quero fazer R$ 1 milhão em jogos na Mega da Virada”, afirmou.

A dimensão do projeto também acompanha a expectativa em torno da premiação. Projeções para a Mega da Virada apontam para uma bolada que pode ficar na casa das centenas de milhões de reais e se aproximar de R$ 1 bilhão, mas o valor da edição de 2026 ainda não foi oficialmente confirmado pela Caixa Econômica Federal.

A Mega da Virada é realizada tradicionalmente em 31 de dezembro, encerrando o calendário anual das loterias. Neste ano, o concurso especial está previsto para 31 de dezembro de 2026, a partir das 21h, pelo horário de Brasília.

Diferentemente dos concursos regulares da Mega-Sena, a premiação principal não acumula: caso nenhuma aposta acerte as seis dezenas, o valor é destinado aos acertadores da faixa seguinte, conforme as regras da modalidade. 

O montante final depende, entre outros fatores, da arrecadação destinada ao concurso especial. No sorteio, são extraídas seis dezenas entre 1 e 60, e o prêmio principal é dividido entre as apostas que acertarem os seis números.

O projeto representa um salto de tamanho em relação às operações anteriores do grupo. Na Lotofácil da Independência, o bolão reuniu 875 participantes e arrecadou mais de R$ 101 mil.

A dimensão do próximo bolão, porém, deverá exigir uma estrutura diferente. Segundo Fernando, uma parceria com uma lotérica permitirá que os participantes façam o pagamento diretamente ao estabelecimento responsável pelo registro das apostas.

“Tenho uma parceria com a lotérica em que todos pagam diretamente para o lotérico. Isso é garantia para todos da realização dos jogos e transparência do processo”, explicou.

A estratégia, segundo ele, busca principalmente dar segurança aos participantes diante do volume de dinheiro que poderá ser movimentado.

Em vez de concentrar os pagamentos diretamente com o organizador, a proposta é vincular a operação ao estabelecimento lotérico responsável pelas apostas.

Vídeo vai explicar funcionamento

Com a perspectiva de reunir um número elevado de participantes, Fernando também preparou um vídeo para explicar como funcionará o bolão da Mega da Virada, desde a entrada dos interessados até a dinâmica de pagamento e registro das apostas.

Segundo o organizador, o material foi produzido para padronizar as orientações e tornar o processo mais claro para todos os participantes.

“São muitas pessoas, então o vídeo padroniza e ensina a dinâmica de tudo de forma transparente. Uso esse vídeo para orientar”, explicou.

No vídeo, Fernando detalha o funcionamento do bolão e orienta os interessados sobre as etapas previstas para participar da iniciativa.

O bolão é aberto a pessoas interessadas em participar. Segundo o organizador, as orientações sobre adesão, funcionamento e pagamento são repassadas diretamente aos interessados.

Fernando é o responsável pela organização do grupo e disponibilizou o telefone (67) 98145-9246 para contato e mais informações sobre o bolão da Mega da Virada.

A organização do grupo ocorre meses antes do sorteio da Mega da Virada e surge como continuidade do movimento registrado na Lotofácil da Independência.

O próprio histórico apresentado pelo grupo mostra que, apesar de ainda não ter conquistado o prêmio principal nos concursos destacados, o bolão já acumulou uma série de premiações menores.

Entre elas estão duas quinas e 17 quadras no concurso 3038 da Mega-Sena, que, conforme os dados fornecidos pelo organizador, somaram R$ 158,6 mil. Na Mega da Virada 2024/25, foram 76 quadras, com R$ 82,5 mil em prêmios.

Já na Mega da Virada 2025/26, o grupo registrou uma quina e quatro quadras, totalizando R$ 27,5 mil em prêmios. O histórico informado também inclui 14 acertos na Lotofácil, além de premiações na Quina de São João, Dupla de Páscoa e em outros concursos da Mega-Sena.

Os resultados ajudam a explicar o crescimento do grupo, mas não representam qualquer garantia para os concursos seguintes. Cada sorteio é independente e o aumento do volume apostado não assegura premiação.

De R$ 100 mil para uma meta de R$ 1 milhão

A dimensão pretendida para a Mega da Virada chama atenção principalmente quando comparada à mobilização mais recente.

Na Lotofácil da Independência, o material do grupo aponta arrecadação superior a R$ 101 mil, distribuída entre 875 participantes. Agora, para a Mega da Virada, Fernando pretende multiplicar por quase dez o valor destinado às apostas.

Caso a meta seja atingida, serão R$ 1 milhão efetivamente destinados à montagem e ao registro dos jogos, conforme o planejamento apresentado pelo organizador.

A quantidade de apostas e a forma como o montante será distribuído entre diferentes combinações ainda dependerão da estrutura final do bolão.

O documento elaborado pelo próprio grupo já antecipava que, depois da Lotofácil da Independência, a próxima grande mobilização seria justamente para a Mega da Virada 2026.

A expectativa apresentada era voltar a reunir um grande número de participantes para o concurso de fim de ano.

Agora, Fernando coloca um número nessa ambição: R$ 1 milhão em jogos.

A cifra transforma a Mega da Virada no maior projeto já planejado pelo grupo e, se concretizada, colocará o bolão em uma escala muito superior à operação organizada para a Lotofácil da Independência.

Lotofácil da Independência

Enquanto começa a planejar a operação milionária para a Mega da Virada, o grupo ainda vive a expectativa pelo resultado da Lotofácil da Independência.

Conforme os números atualizados repassados pelo organizador, o Bolão Vamos Ganhar! chegou a 875 participantes e arrecadou mais de R$ 101 mil para o concurso especial.

O concurso nº 3.780, que marca a 15ª edição da Lotofácil da Independência, será sorteado a partir das 21h desta terça-feira (15), pelo horário de Brasília. O prêmio principal está estimado em R$ 300 milhões, o maior já previsto para uma edição especial da modalidade.

Com a mudança no horário anunciada pela Caixa, as apostas individuais podem ser registradas até as 18h desta terça-feira. Já as cotas do Bolão Caixa continuam disponíveis até as 20h, exclusivamente pelo aplicativo e pelo portal Loterias Caixa.

Diferentemente dos concursos regulares, a Lotofácil da Independência não acumula na faixa principal. Caso ninguém acerte as 15 dezenas, o valor destinado ao prêmio máximo é repassado aos acertadores de 14 números e, se necessário, às faixas seguintes, conforme as regras da modalidade.

Para o grupo de Mato Grosso do Sul, o resultado desta noite encerra uma mobilização que ultrapassou R$ 100 mil e antecede um projeto ainda mais ambicioso.

Independentemente do desempenho na Lotofácil, Fernando já mira o próximo desafio: chegar a R$ 1 milhão em jogos na Mega da Virada 2026.

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