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Al-Qaeda pode ser comandada por filho de Bin Laden

Al-Qaeda pode ser comandada por filho de Bin Laden

sem fronteiras (terra)

05/05/2011 - 14h00
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Os 007 da CIA estão agitados. Eles têm a missão de não deixar que estraguem as comemorações dos norte-americanos que, com a morte de Osama bin Laden, livraram-se de um pesadelo.

Por isso, os 007 tentam interceptar ou retardar comunicado da cúpula alqaedista sobre a eliminação de Bin Laden.

Os comunicados, como todos sabem, chegam em vídeo ou áudio. E os alqaedistas conseguem que o material gravado chegue à rede de jornalismo Al-Jazira, sediada no Catar.

No fundo, parece um jogo entre gato e rato. A rapidez na divulgação serve para mostrar a força da organização alqaedista e a fragilidade da CIA. O atraso é visto como grande vitória da CIA. Um vídeo do Ayman al-Zawahiri, quando era o segundo na hierarquia,  levou três meses para chegar ao destino final.

Hoje, os 007 da CIA colocaram na agenda uma nova tarefa. São fortes os rumores de que organizações terroristas que usam a marca Al-Qaeda (franchising) pressionam para que o sucessor de Bin Laden seja um filho seu.

Bin Laden, morto aos 57 anos, casou cinco vezes e as agências europeias de inteligência calculam que tenha entre 18 a 24 filhos.

A maioria dos filhos de Bin Laden, felizmente,  não seguiu os passos do pai. A propósito, Hamza bin Laden, de 20 anos, morreu com o pai em Abbottabad, na Operação Jerônimo (nome do legendário chefe Apache) executada pela CIA e militares da Navy Seals. Hamza era suspeito de ter participado do assassinado de Benazir Bhutto, candidata à presidência do Paquistão.

Saad bin Laden, nascido em 1979, esteve com o pai no Sudão e no Afeganistão. Participou de várias ações terroristas como, por exemplo, o atentado a uma sinagoga da Tunísia, em 2002, que matou 19 judeus. A CIA não tem pistas de seu paradeiro e desconfia que está sob proteção tribal no Paquistão. Não descarta, também, ter morrido em bombardeamentos feitos por aviões sem piloto (drones).

Com a primeira esposa de Bin Laden, que vive na Síria e escreveu um livro sobre a vida conjugal com o terrorista chefe da Al-Qaeda, residem quatro filhos maiores. Todos ficaram bem distantes do mundo do terror paterno.

sete presos

MPMS faz nova ofensiva contra corrupção na secretaria de obras da Capital

Conforme informações iniciais, o ex-secretário Rudi Fioresi e o engenheiro Mehdi Talayeh, que ainda segue na Sisep, teriam sido presos

12/05/2026 09h37

Investigadores do Ministério Público apreenderam cédulas de dinheiro em um dos endereços que foram alvo de busca e apreensão nesta terça-feira (12)

Investigadores do Ministério Público apreenderam cédulas de dinheiro em um dos endereços que foram alvo de busca e apreensão nesta terça-feira (12)

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Quase três anos depois da primeira fase da operação Cascalhos de Areia, realizada em 15 de junho de 2023, promotores do Ministério Público Estadual e policiais chegaram à conclusão que o suposto esquema de corrupção segue ativo e desencadearam nesta terça-feira (12) uma nova etapa das investigações. Sete pessoas teriam sido presas. Desta vez, porém, o alvo principal seriam os serviços de tapa-buracos. 

Conforme informação inicial, o ex-secretário de obras, Rudi Fioresi, que desde fevereiro deste ano comanda a Agesul, do Governo do Estado, teria sido preso na operação. Os policiais foram cedo ao seu apartamento, na Rua das Garças, na região central de Campo Grande. Ele comandou a secretaria municipal de obras entre 2017 e 2023, mas antes disso já atuava como adjunto. Na Agesul, ele é o resposável por contratos de obras que beiram os R$ 2 bilhões.

Além do apartamento do ex-secretário, outro endereço visitado pelos investigadores  é a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Público, que desde o começo de abril está sem secretário. Conforme as informações iniciais, o engenheiro Mehdi Talayeh, um dos superintendentes da pasta, teria sido preso.

Após a saída de Marcelo Miglioli, no começo de abril, ele chegou a ser apontado como seu substituto. Porém, no dia 30 de abril a prefeita Adriane Lopes anunciou que Paulo Eduardo Cançado Soares assumiria a pasta. Até está terça-feira (12), contudo, ele não foi nomeado oficialmente. 

O engenheeiro Mehdi Talayeh já fora alvo das investigações na primeira etapa da Cascalhos de Areia, quando o Ministério Público apontou suposto esquema de superfaturamento de contratos da ordem de R$ 300 milhões para aluguel de máquinas e cascalhamento de ruas sem asfalto. 

À época, os principais alvos da investigação foram os empreiteiros André Luiz dos Santos (André Patrola) e Edcarlos Jesus Silva, que seria uma espécie de "laranja" do próprio André Patrola. Ambos viraram réus.

Porém, como ainda não foram julgados, seguem prestando serviços à Secretaria de Obras. O mais recente contrato assinado com André Patrola, na semana passada, é para serviços de recapeamento. Patrola é dono da empresa André L. dos Santos Ltda, que receberá R$ 6.153.797,28 para recapeamentos na região do Prosa. 

Além da devassa na Secretaria de Obras, investigadores do Ministério Público, que até 09:35 não haviam divulgado informações oficiais, também amanheceram em uma residência na região do Tiradentes. 

No imóvel, próximo da Lagoa Itatiaia, reside o engenheiro Edivaldo Pereira Aquino, que também teria sido preso e seria um dos responsáveis pelos serviços de tapa-buracos. No local eles encontraram um veículo oficial da Sisep,apreenderam documentos e encontraram dinheiro. A quantidade apreendida ainda não foi informada. 
 

OPERAÇÃO FORNAX

PF cumpre mais de 60 mandados em operação em combate ao tráfico internacional

Organização criminosa da fronteira utilizava de academias, padarias, açougues e outros comércios para esconder movimentação financeira

12/05/2026 09h25

Divulgação

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Fornax, em combate ao tráfico internacional de drogas e organizações criminosas presentes na região da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Na ação foram cumpridos mais de 60 mandados expedidos pela Justiça, além de 12 ordens de bloqueio de ativos financeiros dos criminosos.

As investigações iniciaram há quase três anos, em junho de 2023. Na ano, a PF apreendeu quase duas toneladas de maconha em Ponta Porã, cidade fronteiriça sul-mato-grossense a 313 quilômetros da Capital.

Com a apuração da ocorrência, foi identificada que a apreensão estava ligada a atuação de uma organização criminosa especializada no tráfico, por meio da importação de grandes quantidades dos entorpecentes na faixa de fronteira.

Além desta apreensão que originou a investigação, ao longo dos três anos, foram realizadas sete apreensões, que totaliza cerca de 16 toneladas de drogas retiradas de circulação que seriam comercializadas.

A Operação Fornax deflagrada durante esta terça-feira (12) foram cumpridos 69 mandados de prisão, sendo: 13 de prisão preventiva, 9 de prisão temporária, 47 de busca e apreensão em imóveis dos envolvidos e locais em que era comercializadas as drogas.

Também foram cumpridos 12 ordens de bloqueio dos ativos financeiros, ou seja de contas bancárias de suspeitos parte da organização.

Entre os locais identificados como estabelecimentos comerciais que o grupo utilizava para ocultar e disfarçar a movimentação de recursos financeiros estão academias, padarias, açougue e oficinas mecânicas.

Em vídeo, é possível identificar um fuzil, diversas munições, além de rádios e celulares para se comunicar, entre outros objetos apreendidos.

 

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