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CONECTIVIDADE

Após prorrogação, Azul mantém voos entre Corumbá e Campinas sem interrupção

Rota, que inicialmente terminaria em outubro e havia sido estendida somente até novembro, continuará ligando o Pantanal a um dos principais aeroportos do País

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A rota direta entre Corumbá e Campinas (SP), que inicialmente tinha data para acabar, continuará operando sem interrupçao. Depois de estender os voos somente até o fim de novembro, a Azul Linhas Aéreas confirmou agora a manutenção da ligação entre a Capital do Pantanal e o Aeroporto Internacional de Viracopos nos meses seguintes. 

A decisão representa um avanço em relação ao cenário anunciado em agosto, quando a operação, prevista inicialmente até 4 de outubro, ganhou uma sobrevida de pouco menos de dois meses e passou a ter voos programados até 30 de novembro.

Na ocasião, Prefeitura de Corumbá, Governo de Mato Grosso do Sul, Associação das Empresas de Corumbá (Acert) e representantes do setor empresarial já negociavam com a companhia aérea para evitar a suspensão da rota após novembro.

Agora, a continuidade foi confirmada pela Azul. No site da companhia já há oferta de passagens para voos a partir de dezembro. Atualmente, são quatro frequências semanais, às segundas, quartas, sextas-feiras e aos sábados. A partir de Viracopos, os passageiros podem seguir para diferentes destinos atendidos pela malha da companhia.

A manutenção da rota é considerada estratégica principalmente para o turismo e a atividade econômica de Corumbá, já que facilita o acesso de visitantes ao Pantanal e amplia as opções de deslocamento para moradores e empresários.

Os números registrados desde o início da operação ajudam a explicar a mobilização pela permanência dos voos. A ligação direta começou em 2 de março deste ano e, somente entre março e junho, foram realizados 61 voos.

Nesse período, foram contabilizados 6.318 embarques e 6.264 desembarques, totalizando 12.582 passageiros circulando pelo trecho. Em abril, a ocupação média chegou a aproximadamente 83%. 

Pesquisa realizada pelo Observatório de Turismo do Pantanal com 306 passageiros também mostrou o peso dos visitantes na demanda. Do total de entrevistados, 198, ou 64,71%, estavam em Corumbá como visitantes, enquanto 108, equivalentes a 35,29%, eram moradores do município.

A pesca esportiva apareceu como a principal motivação das viagens, citada por 35,86% dos visitantes, seguida pelas viagens a trabalho, com 34,34%. Turismo e lazer representaram 12,63% das respostas e visitas a familiares, 11,62%.

São Paulo, justamente o estado conectado diretamente a Corumbá pela rota, foi apontado como origem de 36% dos visitantes entrevistados. Rio de Janeiro apareceu em seguida, com 17,17%, e Minas Gerais, com 13,64%.

Desafio     

Com esse novo processo, o diretor-presidente da Fundação de Turismo do Pantanal (Fundtur), Zelinho Carvalho, reconheceu que um dos principais desafios do mercado turístico e do empresariado será transformar a conectividade em aumento efetivo da movimentação econômica no município.

“Precisamos transformar essa conectividade em mais turistas, mais eventos, mais negócios e mais desenvolvimento para Corumbá”, afirmou.

O prefeito Gabriel Alves de Oliveira também destacou que a ligação aérea amplia a integração do município com outros mercados e pode gerar diferentes segmentos da economia.

“O fluxo de passageiros demonstra a importância da conectividade aérea como importante instrumento de desenvolvimento turístico e econômico. A oferta regular de voos facilita a chegada de visitantes, fortalece segmentos como turismo de natureza, pesca esportiva e turismo cultural, amplia as possibilidades de realização de eventos e contribui para a geração de negócios e novas oportunidades”, disse.

Segundo Beatriz Barbi, gerente sênior de Planejamento de Malha, Distribuições e Alianças da Azul, a permanência da operação reforça a importância estratégica da ligação para a região.

“A rota aproxima o Pantanal de um dos principais hubs da Companhia e, a partir de Viracopos, amplia o acesso de visitantes, além de criar mais opções de conexão para os moradores”, afirmou.

**Colaborou Léo Ribeiro**

servidores públicos

Após fim dos supersalários, MPMS retoma a transparência

Após omissão de pouco mais de dois anos, nomes de promotores e procuradores voltaram a aparecer no site que divulga seus salários

10/09/2026 12h02

Nomes eram omitidos desde fevereiro de 2024 sob a alegação de a informação colocava em risto a segurança dos promotores

Nomes eram omitidos desde fevereiro de 2024 sob a alegação de a informação colocava em risto a segurança dos promotores

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Pouco mais de dois anos depois ter adotado a estratégia de omitir o nome dos promotores e procuradores ao informar o valor dos salários no site da transparência, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul voltou a disponibilizar a informação, que agora está disponível a partir dos salários relativos a maio.

Os nomes dos servidores públicos não apareciam no site desde fevereiro de 2024 e reapareceram depois das decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que impuseram limites aos supersalários de integrantes dos ministérios públicos e do judiciário. 

Na folha de pagamento relativa ao mês de abril, quando teve promotor com até R$ 402 mil, os nomes ainda não aparecem. Depois disso, além de voltar a disponibilizar os nomes, o site da transparência também passou a publicar os salários e os penduricalhos em uma única tabela, o que também atende a uma determinação do STF. Mas, apesar disso, não é feita uma somatória com o valor total dos pagamentos, como faz o Tribunal de Justiça, por exemplo.

Esta mudança, de publicar os valores em uma única tabela, ocorre desde maio. Os nomes dos promotores, porém, somente passaram a aparecer recentemente no site da transparência. O Correio do Estado procurou o MPE em busca da data em que foi feita a atualização do site, mas não obteve a informação.

Em tese, a omissão dos nomes, que foi alvo de uma série de críticas e chegou a render nota zero ao site da transparência do MPMS em rankings divulgados nacionalmente, contrariava a Lei de Acesso à Informação (LAI) e determinação do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

No site da instituição era possível acompanhar os valores dos salários e de uma série de penduricalhos. Porém, o nome de nenhum promotor ou procurador aparecia. A  única informação era sobre a promotoria na qual o “dono” de determinado vencimento estava atuando.

Quando passou a omitir os nomes, a procuradoria-geral alegou que a mudança no formato de divulgação tinha como objetivo dificultar a raspagem de dados e proteger a segurança dos membros.

A instituição alegou, ainda, que a divulgação nominal da folha de pagamento se enquadra em uma das hipóteses de tratamento de dados pessoais (o que inclui a divulgação) permitidas pela LGPD. O art. 7º, inciso II do texto estabelece que o tratamento pode ser feito se necessário ao “cumprimento de obrigação legal ou regulatória” por quem detém os dados. 

Em 2024, o Instituto Transparência Brasil chegou a solicitar, via Lei de Acesso à Informação (LA) acesso às informações nominas dos salários, mas mesmo assim não obteve acesso. À época, o comando do MPMS alegou que a divulgação dos nomes poderia ser usada “para posterior venda a terceiros”  destas informações. 

Em resposta a um pedido da Transparência Brasil por uma relação de casos em que a segurança pessoal de promotores ou procuradores foi comprometida pela divulgação de remunerações, o MPMS alegou que o fornecimento de eventuais informações sobre esse tipo de ocorrência geraria riscos aos membros e à segurança do próprio órgão. 

Conforme entendimento do STF, que virou tese de repercussão geral ainda em 2015, a divulgação nominal da remuneração de servidores públicos é legítima e não configura violação de privacidade. Os ministros entenderam que, nesse caso, prevalece o interesse público pela publicização das informações.

A Lei de Acesso à Informação estabelece que, caso haja necessidade justificada de impor sigilo a alguma informação que componha um conjunto delas, o órgão público pode ocultar ou restringir o acesso apenas aos dados de fato sensíveis (os relativos a membros comprovadamente em risco por conta de suas funções). 

FREIO

Em 25 de março deste ano o STF decidiu que os chamados penduricalhos de promotores e juízes podem superar em até 70% o valor do teto do salário-base, que em Mato Grosso do Sul é de R$ 41.845,48. Isso significa que o valor máximo deve ser de R$ 71.146,00.

Mesmo assim, praticamente todos os 37 procuradores e promotores mais antigos receberam, em julho, acima de R$ 80 mil. O salário-base foi de R$ 41,8 mil. Além disso, receberam R$ 14,6 mil a título de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira e o mesmo valor por um penduricalho chamado de Gratificação pelo Exercício Cumulativo de Cargo, Função, Ofício ou Atribuição. Some-se a isso o auxílio-saúde, de R$ 6 mil.

Além disso, pelo menos 40 deles recebem um acréscimo de quase R$ 6,5 mil relativo ao chamado abono de permanência. O pagamento ocorre porque eles já poderiam estar aposentados, mas seguem trabalhando. Por conta disso, recebem a devolução daquilo que é descontado a título de previdência social, o que é um direito de todos os servidores públicos, embora nem todas as instituições paguem. 

Mas, apesar de ainda haver pagamentos que superam o limite imposto pelo STF, os cofres públicos estão tendo significativa economia depois da decisã. Até março deste ano, antes da decisão do STF, o custo mensal dos cerca de 230 promotores e procuradores era da ordem de R$ 28 milhões. Depois disso, caiu para a casa dos R$ 17 milhões mensais.

Na manhã desta quarta-feira (10) o Correio do Estado procurou o MPMS para saber por que e quando os nomes voltaram a ser divulgados. Questionou também se as informações relativas a fevereiro de 2024 e abril de 2026 também seriam disponibilizadas. 

Em resposta, a instituição informou que "o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS) informa que seu Portal da Transparência passa por constantes aprimoramentos. A disponibilização nominal atende ao fluxo contínuo de atualização técnica do sistema, em estrita observância às normativas vigentes. Esclarecemos, ainda, que a viabilidade de consolidação dos dados referentes a períodos anteriores está sob análise técnica."

Campo grande

Evento reúne 70 brechós com 25 mil itens a partir de R$ 2,00

Roupas, sapatos, acessórios, livros, plantas, brinquedos e itens de decoração estarão à venda no local

10/09/2026 12h00

Macacão que estará à venda no local

Macacão que estará à venda no local ARQUIVO PESSOAL

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Este mês é a oportunidade para comprar roupa boa, bonita e barata a preços acessíveis. 27ª edição do 'Desapega Campo Grande' ocorrerá na próxima semana na Capital.

O evento reunirá mais de 70 brechós em um só lugar. São mais de 25 mil itens à venda, como:

  • Roupas (masculino, feminino e infantil): blusa, camiseta, camisa, suéter, casaco, calça, saia, vestido, meia calça, touca, luva, jaqueta, meias, cachecóis, blazer, bermuda, cropped, pijama, roupão, paletó, entre outros

  • Acessórios (feminino, masculino e infantil): bolsa, colar, pulseira, relógio, anel, cinto, brinco, lenço, chapéu, tornozeleira, etc

  • Sapatos (feminino, masculino e infantil): sapatilha, rasteira, bota, tênis, salto, sandália, chinelo, chuteira, etc

  • Plantas: suculentas, ramos, ervas, árvores frutíferas, flores, etc

  • Decoração: quadros, objetos decorativos, plantas, livros, vasos, almofadas, esculturas, bandejas, cestos, caixas, luminárias, brinquedos, entre outros

O preço mínimo é de R$ 2,00. Serão vendidas desde peças simples à peças de grife. Os itens são usados, mas em ótimo estado de conservação.

Confira alguns dos 70 brechós que marcarão presença no evento:

@garagebrecho
@coletivodebrechos
@Divina2mao
@carmozitabrecho
@segundachancebrechocircular
@brecho_chicamariia
@compreis_delas 
@dm_brecho10
@katiuscia_brecho_
@bazardelas_cg
@Novo_de_novo_brechocg
@donachiccg 
@pink_brecho_modasustentavel
@mariaabellabrecho 
@madamebiubrecho    
@looksvivare
@reuse_bazar_marlene 
@reis_brecho_
@reclairbrecho 
@madamebellabrecho
@ruthmagdabrecho
@ilovebrechoms

Veja fotos de alguns itens que estarão à venda no local:

Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local
Macacão que estará à venda no local

Fotos: Arquivo Pessoal

Dicas para aproveitar um brechó

  • Chegue cedo: As melhores peças são garimpadas rapidamente.

  • Leve dinheiro trocado: Alguns expositores podem não aceitar cartão.

  • Faça uma lista: Pense no que você realmente precisa para não se perder diante de tantas opções.

  • Experimente as peças: Alguns brechós podem oferecer provadores para garantir que a roupa caia bem.

5 motivos para você participar do evento de brechós

  • 1. Peças Exclusivas a Preços Incríveis

Com itens a partir de apenas R$ 2,00, você poderá renovar seu guarda-roupa sem gastar muito. É a oportunidade perfeita para garimpar peças únicas, incluindo roupas de marcas conhecidas e estilos vintage, que dificilmente você encontraria em lojas convencionais.

  • 2. Apoie Pequenos Negócios Locais

Ao participar do evento, você estará incentivando o trabalho de pequenos empreendedores e brechós locais. Cada compra é um incentivo à economia da sua região, além de fortalecer a moda sustentável.

  • 3. Contribua para o Meio Ambiente

A moda sustentável é uma tendência crescente, e os brechós fazem parte desse movimento. Ao comprar roupas de segunda mão, você ajuda a reduzir o desperdício, economiza recursos naturais e diminui o impacto ambiental causado pela indústria da moda.

  • 4. Diversidade de Itens para Todos os Estilos

Com mais de 16 mil peças disponíveis, o evento é um verdadeiro paraíso para quem adora moda. Há opções para todos: roupas masculinas, femininas, infantis, acessórios, calçados e muito mais. Você certamente encontrará algo que combina com seu estilo e personalidade.

  • 5. Experiência Divertida e Única

Além das compras, o evento é uma experiência social. É um espaço para conhecer pessoas, trocar ideias sobre moda sustentável e até mesmo participar de possíveis dinâmicas ou promoções que os expositores podem oferecer.

'Desapega Campo Grande' ocorrerá em 19 de setembro de 2026, sábado, das 8h às 16h, no Parque Ayrton Sena, localizado na rua Arapoti, número 512, bairro Aero Rancho, em Campo Grande.

O evento é realizado todo mês e reúne milhares de pessoas e vende milhares de itens.

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