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Apostador de MS 'bate na trave' e leva quase R$ 60 mil na Mega-Sena

Outras 52 apostas acertaram quatro números e levaram mais de R$ 1 mil

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Um apostador do município de Chapadão do Sul, distante aproximadamente 330 quilômetros de Campo Grande, quase levou o prêmio total de R$35,3 milhões do sorteio da Mega-Sena realizado neste domingo (19). 

Das seis dezenas sorteadas, o jogador acertou cinco e levou para casa um prêmio de R$ 59.283,30. Ele ou ela faz parte do grupo de 34 apostadores brasileiros que levaram a mesma quantia no sorteio de hoje. 

A aposta realizada foi simples, no valor de R$ 6, de forma presencial na Lotérica Porta da Esperança, localizada na Avenida Quatro, 659, no Centro de Chapadão do Sul. 

Ainda na última terça-feira (14), outra aposta também feita na mesma lotérica levou mais de R$ 4 mil no sorteio da Quadra. 

Outras 52 apostas de Mato Grosso do Sul levaram o prêmio de R$ 1.145,28 por terem feito quatro acertos no sorteio, integrando o grupo de 2.901 ganhadores do valor espalhados pelo Brasil. 

As cidades do Estado de onde saíram os ganhadores foram:

  • Aparecida do Taboado;
  • Campo Grande;
  • Chapadão do Sul;
  • Corumbá;
  • Coxim;
  • Costa Rica;
  • Deodápolis;
  • Douradina;
  • Dourados;
  • Guia Lopes da Laguna;
  • Ivinhema;
  • Naviraí;
  • Nioaque;
  • Nova Andradina;
  • Paranaíba;
  • Ponta Porã;
  • Rio Verde de Mato Grosso;
  • Porto Murtinho;
  • Rio Negro;
  • São Gabriel do Oeste; e
  • Três Lagoas;

Se você apostou no sorteio da Mega-Sena 3032 e mora em uma dessas cidades, confira seu jogo. Você pode ter sido um dos sortudos.

Os números da Mega-Sena 3033 são:

  •  23-58-55-18-21-43

O sorteio foi transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pôde ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Mega-Sena 3034

Como a Mega Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 21 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 3034. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Mega-Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 6,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 6 dentre as 60 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de 4 a 6 números.

Como jogar na Mega-Sena

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ser milionário, você deve marcar de 6 a 20 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 e 12 concursos consecutivos (Teimosinha).

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INFRAESTRUTURA

Prefeitura retoma tapa-buraco após 2 meses de paralisação

Serviço foi feito neste fim de semana na região Anhanduizinho, onde estava parado desde a Operação Buraco sem Fim, realizada em maio deste ano

20/07/2026 08h00

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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A Prefeitura de Campo Grande retomou o serviço de tapa-buraco na Capital, que estava paralisado há dois meses. A reportagem do Correio do Estado flagrou o serviço sendo realizado neste fim de semana no Bairro Aero Rancho, na região urbana Anhanduizinho.

A operação tapa-buraco foi realizada na Avenida Graciliano Ramos. O serviço começou na sexta-feira e foi completado durante o fim de semana.

A região Anhanduizinho está entre as que tiveram os serviços de tapa-buraco paralisados após a Operação Buraco sem Fim, do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). 

O trecho era de responsabilidade da Construtora Rial, suspeita de estar no centro de um esquema de corrupção envolvendo o serviço em Campo Grande.

De acordo com investigação do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), braço do MPMS, uma organização criminosa estava atuando dentro da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) na fraude da execução do serviço de manutenção de vias públicas de Campo Grande.

Conforme a investigação, o grupo manipulava medições e realizava pagamentos por obras que não haviam sido necessariamente feitas.

O esquema era operado, segundo o MPMS, de dentro da Sisep e teria começado em 2017. A investigação ainda afirma que os contratos alvo iriam até 2025.

Na ação, sete pessoas envolvidas no esquema, entre elas o ex-secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos da Capital Rudi Fiorese, além de servidores e ex-servidores da Sisep e o empresário dono da Rial, foram presos.

São investigados: Antônio Bittencourt Jacques Pedrosa (dono da Construtora Rial); Antônio Roberto Bittencourt Teixeira Pedrosa (pai do empresário); Erick Antônio Valadão Ferreira de Paula (ex-servidor da Sisep); Edivaldo Aquino Pereira (responsável pela medição do tapa-buraco); Fernando de Souza Oliveira (ex-servidor); Mehdi Talayeh (engenheiro e servidor); e  Rudi Fiorese (ex-secretário). Todos já foram soltos.

Após a operação ser deflagrada, a Prefeitura de Campo Grande publicou a exoneração dos dois servidores que ainda estavam ativos no quadro da secretaria.

O governo do Estado também exonerou Fiorese, que ocupava o cargo de diretor-presidente da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul).

Trabalhadores da RR Barros atuam no tapa-buraco na Avenida Graciliano Ramos, no Aero Rancho; serviço estava parado desde maio - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

SERVIÇOS

De acordo com a prefeitura, em nota, está sendo adotada uma série de medidas para garantir a continuidade e o fortalecimento dos serviços de recuperação asfáltica, “tanto no atendimento às demandas da população quanto na estruturação de um modelo mais eficiente e permanente de manutenção da malha viária”.

Ainda segundo a administração municipal, entre as iniciativas em andamento, estão a ampliação temporária dos contratos vigentes, a realização de um novo processo licitatório, a estruturação de equipes próprias da Sisep e o credenciamento de empresas por meio do Consórcio Central-MS, que permitirá ampliar o número de prestadores habilitados para executar as intervenções.

“Os serviços de tapa-buracos seguem sendo realizados de forma contínua em Campo Grande, com atendimento programado nas sete regiões urbanas da Capital”, finaliza prefeitura em nota.

“BARÃO” DO TAPA-BURACO

A Rial, que após a operação mudou o nome para Força Engenharia, detinha quatro contratos para realização do serviço de tapa-buracos em Campo Grande.

Além da região urbana Anhanduizinho, ela também era responsável pelo serviço nas regiões Bandeira, Imbirussu e Segredo. Porém, após a deflagração da operação que deixou o dono da empresa, o “barão” do tapa-buraco, encarcerado por um mês, a empreiteira solicitou ao Município a paralisação do serviço.

Conforme a Sisep relatou ao Correio do Estado no mês passado, “a Controladoria-Geral do Município (CGM) encaminhou ofício à Sisep recomendando a suspensão dos serviços para fins de auditoria instaurada sobre os contratos, incluindo a suspensão de pagamentos de medições recentes até a conclusão das análises técnicas”.

Por este motivo, todas essas regiões estavam sem receber o tapa-buraco há dois meses.

NOVO CONTRATO

A retomada do serviço só ocorreu após a Prefeitura de Campo Grande decidir entregar as quatro regiões que estavam sob responsabilidade da Rial para a RR Barros Serviços e Construções Ltda., que já realizava o serviço nas outras três regiões urbanas da Capital.

A empreiteira comanda agora a manutenção asfáltica em todo o Município, como mostrou reportagem do Correio do Estado.

De acordo com a Sisep, a decisão foi tomada após a Procuradoria-Geral do Município (PGM) autorizar “a adoção de medidas emergenciais para garantir a continuidade dos serviços essenciais de manutenção urbana em regiões que ficaram sem cobertura contratual”.

Segundo a prefeitura, a empresa recebeu um aditivo pelo serviço nos contratos que ela já tinha para atender também essas outras áreas.

“Importante destacar que isso não significa que a RR vai assumir os contratos da Rial. O que foi autorizado é a formalização de aditivo contratual dentro dos limites já existentes com a empresa RR exclusivamente para execução de frentes emergenciais e pontuais em quatro regiões da cidade que ficaram temporariamente desassistidas”, explicou a Sisep.

SOLUÇÕES

O início das operações de tapa-buraco ocorre justamente após o MPMS, na semana passada, focar novamente o serviço.

Isso porque o promotor Fábio Ianni Goldfinger, da 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de Campo Grande, instaurou um novo inquérito civil para acompanhar e fiscalizar as ações para o reparo no asfalto da Capital.

O processo busca encontrar uma solução definitiva para um problema que dura décadas, que são os buracos nas ruas da cidade.

Para o promotor, a malha asfáltica de Campo Grande sofre problemas “críticos” e “recorrentes”, como a baixa qualidade e a rápida deterioração das vias, o que exige uma “reorganização estrutural nas questões sobre os serviços de tapa-buraco”.

Goldfinger ainda reforça a necessidade de um diagnóstico “claro e preciso” do problema da estrutura para que seja feita a recomendação de caráter geral, tendo por objetivo orientar a atuação institucional para que as ações sejam resolutivas, visando à “aplicação correta dos recursos públicos”.

Futuro

Regulamentação de "carro voador" avança com regras sobre ruído

Critérios técnicos do modelo da Eve/Embraer estão em consulta pública

19/07/2026 22h00

Divulgação/ANAC

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Os critérios técnicos para testes e parâmetros de ruído em vôo do Eve 100, modelo de "carro voador" em desenvolvimento pela Eve/Embraer, estão em consulta pública até o próximo dia 8, pelo setor de programas de certificação da Agência Nacional de Aviação CIvil (ANAC).

O documento prevê como base que o som emitido pelo veículo a 150 metros do chão em condições ideais de viagem chegue para os usuários a cerca de 15 decibéis, o que é semelhante a um sussurro.  

Esse tipo de certificação, primeiro para veículos elétricos de decolagem e pouso verticais, indica o avanço no processo de certificação ambiental e é um passo necessário para a liberação das primeiras viagens, previstas ainda nessa década, e foram celebradas pelos executivos da start up

“A publicação da ANAC da proposta dos critérios de ruído é um marco importante no desenvolvimento e na certificação do Eve 100”, disse Johann Bordais, CEO da Eve.


“Valorizamos a liderança da ANAC e sua abordagem colaborativa no desenvolvimento de uma estrutura adaptada a esta aeronave de tecnologia emergente. Essa iniciativa apoia a introdução segura e responsável das operações de eVTOL para a mobilidade urbana, ao mesmo tempo em que promove o alinhamento regulatório internacional.”

Apesar de ainda em desenvolvimento o equipamento começa a chamar atenção de investidores, inclusive pelo apelo ambiental com a possibilidade de transporte com matriz energética elétrica.

A Eve anunciou, hoje (19) a assinatura de um acordo de intenção de compra de 30 aeronaves elétricas com a empresa Moov, voltadas para o atendimento da indústria do turismo e mobilidade regional em Cabo Verde.

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