Cidades

Mais alta do ano

Campo Grande registra a maior temperatura do ano, de 39,8ºC

A umidade do ar na Capital de Mato Grosso do Sul, chegou a 11%, ficando entre índices mais baixos do Estado

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A estação da primavera, que costuma ser a mais quente, acabou de chegar, e Campo Grande registrou nesta terça-feira (24) a temperatura mais alta do ano, com 39,8ºC, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A temperatura de hoje superou os 39,4ºC registrados em outubro do ano passado.

Em setembro de 2020, Campo Grande registrou 40,8ºC, que é o recorde de temperatura máxima registrada na Capital, segundo dados do meteorologista da Uniderp, Natálio Abrahão.

A tendência é que o calor continue intenso pelos próximos dias, não sendo descartados novos recordes.

O Climatempo divulgou ontem (23) que a nova onda de calor atinge o Centro-Oeste do país. A previsão é que, até quinta-feira (26), temperaturas fiquem acima de 39ºC em Campo Grande e 40ºC em cidades do interior do estado.

Na tarde de ontem, Aquidauana foi o município mais quente do país, com 42,8ºC, seguido por Corumbá com 42,5ºC, Coxim com 42,5ºC e Nhumirim com 42,3ºC.

Além do sol escaldante, os sul-mato-grossenses enfrentam a baixa umidade do ar. O município de Três Lagoas registrou umidade abaixo de 10% nesta terça-feira (24).

  • Três Lagoas 10%
  • Paranaíba 10% 
  • Cassilândia 10% 
  • Campo Grande 11%
  • Aquidauana 13% 
  • Corumbá 14% 
  • Ponta Porã 15% 
  • Coxim 15% 
  • Ribas do Rio Pardo 16% 

A onda de calor deve persistir, pelo menos, até quinta-feira (26).

Inmet alerta sobre o risco de incêndios florestais e problemas de saúde, com a umidade variando entre 12% e 20%. O tempo seco também pode causar ressecamento da pele e desconforto nos olhos, boca e nariz.

Nas próximas 48 horas, as temperaturas devem variar entre 5ºC e 10ºC acima da média em Mato Grosso do Sul.

 

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RELAÇÕES EXTERIORES

Israel é criticado pelo Brasil por proibir religiosos no Santo Sepulcro

Em nota, o Itamaraty considerou que ações contrariam liberdade de culto

29/03/2026 21h00

Reprodução/Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

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Em nota publicada pelo Itamaraty, o Brasil condenou a ação da polícia de Israel, que impediu o acesso de dois religiosos católicos à Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém Oriental, neste Domingo (29) de Ramos. 

O Patriarca Latino de Jerusalém cardeal Pierbattista Pizzaballa, e o Custódio da Terra Santa, Monsenhor Francesco Ielpo, celebrariam a missa de hoje, mas foram barrados no trajeto enquanto seguiam de forma privada, sem caráter de procissão, ao local onde os cristãos acreditam que Jesus foi crucificado e ressuscitou ao terceiro dia.

O Santo Sepulcro é um dos lugares mais sagrados do cristianismo. O Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa, quando Jesus voltou do deserto e entrou em Jerusalém, aclamado pelo povo com ramos de palmeira. 

Em nota à imprensa, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil lembrou que as restrições da polícia israelense vem ocorrendo ao longo das últimas semanas e afetam também a Esplanada das Mesquitas, que recebe fiéis muçulmanos, durante o mês sagrado do Ramadã, marcado por jejum, orações e caridade.

O governo brasileiro recordou o parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça de 19 de julho de 2024 que concluiu que a continuada presença de Israel no Território Palestino Ocupado é ilícita.

“Aquele país [Israel] não está habilitado a exercer soberania em nenhuma parte do Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental”, frisa a nota do Ministério das Relações Exteriores.

O Itamaraty classificou as ações recentes como de "extrema gravidade" e contrárias ao status quo histórico dos locais sagrados em Jerusalém e ao princípio da liberdade de culto. Você confere a nota na íntegra no portal do Ministério das Relações Exteriores (CLICANDO AQUI).

MUNDO

Projeto de pena de morte em Israel é alvo de críticas de Alemanha, França, Itália e mais

Ao todo quatro países se uniram em nota conjunta divulgada neste domingo (29)

29/03/2026 20h00

Guerra começou em 7 de outubro

Guerra começou em 7 de outubro Reprodução

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Ministros das Relações Exteriores de quatro países distintos expressaram "profunda preocupação" com um projeto de lei que ampliaria significativamente as possibilidades de imposição da pena de morte em Israel e que pode ser votado já na próxima semana.

Entre os países que assinaram a nota conjunta aparecem: 

  • Alemanha,
  • França,
  • Itália e
  • Reino Unido

"Estamos particularmente preocupados com o caráter de fato discriminatório do projeto de lei. A adoção deste projeto arriscaria minar os compromissos de Israel em relação aos princípios democráticos", afirmaram os países em comunicado conjunto hoje.

Segundo a nota, a pena de morte é uma forma de punição "desumana e degradante", sem qualquer efeito dissuasor. "A rejeição da pena de morte é um valor fundamental que nos une", pontuaram.

As nações europeias ainda pediram para que os tomadores de decisão israelenses no parlamento abandonem o projeto de lei.

 

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