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Casal é preso após escalar antena do Empire State, pendurar faixa e fazer pedido de casamento

Não ficou claro como a dupla conseguiu acesso à antena, que se eleva bem acima das áreas públicas do prédio de 102 andares

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Um homem e uma mulher chegaram ao topo da antena do Empire State Building, edifício que é ponto turístico de Nova York, nos Estados Unidos, e estenderam uma faixa com dizeres sobre "o poder do amor" ao meio-dia (horário local) desta quarta-feira, 1º. Depois eles desceram, se abraçaram, tiraram selfies e, por fim, foram presos.

Vestidos de preto e usando máscaras - e, ao que parece, sem cordas de segurança -, os dois se equilibraram e se beijaram no topo da antena do arranha-céu de Nova York, que tem altura de 443 metros. A faixa, que dizia "quando o poder do amor vence o amor pelo poder, o mundo conhece a paz", balançava ao vento.

Pouco depois das 12h30, eles começaram a descer, avançando com eficiência pela estrutura de treliça metálica até uma plataforma mais larga, onde um deles se ajoelhou. Depois que os dois se beijaram novamente e se abraçaram, e a outra pessoa tirou selfies com a mão esquerda estendida, como se estivesse mostrando um anel, celebrando um aparente pedido de casamento.

A polícia deteve os dois escaladores após as 13h; seus nomes não foram divulgados. Ninguém ficou ferido, informou a polícia. Segundo o jornal britânico The Guardian, as duas pessoas parecem ser Angela Nikolau e Ivan Beerkus, dois escaladores russos que já realizaram façanhas semelhantes em outras cidades, incluindo Tianjin, na China, e Los Angeles, também nos EUA.

Em uma publicação no Instagram que inclui um vídeo aparentemente gravado no topo do arranha-céu, Angela escreveu: "No momento, estou no Empire State Building, você pode assistir pela webcam da cidade." Depois, ela postou uma série de fotos que parecem mostrá-la no topo da torre, incluindo uma foto de um anel em sua mão.

Outra foto parecia mostrar a mão dela entrelaçada com a de Beerkus, tendo como pano de fundo a cidade bem abaixo. Tanto as páginas de Angela quanto as de Beerkus nas redes sociais apresentam dezenas de fotos e vídeos mostrando o casal em arranha-céus e pontes ao redor do mundo.

Os curiosos observavam boquiabertos das calçadas próximas à torre de escritórios em estilo Art Déco. "É uma loucura, é como estar em um filme", disse Jonathan Roman, um turista vindo da cidade escocesa de Glasgow. Ele e seu filho de 15 anos tinham ingressos para subir a uma das plataformas de observação, mas, ao chegarem, descobriram que o prédio estava bloqueado devido às atividades na antena.

Ainda assim, o espetáculo foi "provavelmente mais emocionante do que subir à plataforma de observação pela segunda vez", argumentou Roman.

Funcionários de escritórios se perguntaram como a dupla conseguiu chegar até a antena de um prédio tão conhecido, onde os visitantes passam por revista e são orientados a não levar pacotes grandes, equipamentos esportivos, fantasias ou máscaras, entre outros itens.

"Não consigo acreditar que eles conseguiram passar pela segurança", disse Jessica Kaplan, que trabalha em uma empresa com escritórios no prédio.

Não ficou claro como a dupla conseguiu acesso à antena, que se eleva bem acima das áreas públicas do prédio de 102 andares. A administração do prédio afirmou em comunicado que o episódio foi "não autorizado" e não representou perigo para ninguém no local.

Mas a gestão predial não respondeu imediatamente às perguntas sobre como os dois chegaram à antena e que tipo de interação, se é que houve alguma, tiveram com os seguranças. A faixa foi recolhida pelo departamento de polícia de Nova York.

Já houve casos de aventureiros que escalaram a antena e outras partes do Empire State Building. Essas escaladas foram, em sua maioria, não autorizadas, mas o ator e músico Jared Leto recebeu permissão para subir até a base da antena a partir do 86º andar em 2023, a fim de promover uma turnê.

*Com informações da Associated Press (AP).

chapadão do sul

Criança de 1 ano morre após se afogar em tanque de peixes em MS

Pais da criança trabalhavam na fazenda e, em momento de descuido, não viram quando ela caiu em um dos tanques de peixe

01/07/2026 17h00

Bombeiros chegaram a prestar socorro à vítima

Bombeiros chegaram a prestar socorro à vítima Foto: O Correio News

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Uma criança de 1 a 10 meses morreu após se afogar em um tanque de peixes, em uma propriedade rural em Chapadão do Sul.

De acordo com informações do site O Correio News, a criança era filha de um funcionário da fazenda e, em momento de descuido, entrou na área onde fica o tanque de peixes, sem que os pais percebessem.

Quando notaram que a criança estava se afogando, os responsáveis a tiraram do local e acionaram o Corpo de Bombeiros, que, enquanto se deslocavam, repassaram orientações, através de chamada de vídeo, sobre como fazer manobras de ressuscitação na menina.

Como a fazenda fica a cerca de 40 quilômetros de Chapadão do Sul, a criança foi colocada em um veículo particular para ir de encontro com a equipe de resgate.

Após a interceptação no trajeto, equipes dos bombeiros deu continuidade as manobras de ressuscitação, com utilização também de desfibrilador.

A criança foi encaminhada ao Hospital Municipal de Chapadão do Sul, mas não resistiu e morreu na unidade de saúde.

Afogamentos

Casos de afogamento em piscinas, rios e balneários ocorrem em questão de minuto. De acordo com o Corpo de Bombeiros, medidas preventivas podem ser adotadas para tentar evitar acidentes.

Veja dicas da corporação:

  • Caso presencie um afogamento, só tente salvar a vítima se for habilitado e esteja em boas condições físicas para a ação; caso contrário, se for possível a aproximação, lance algum objeto flutuante (boia, isopor, prancha, etc) que ajude a vítima a flutuar ou que possa agarrar e ser tracionada para a margem (cordas, galhos com boa resistência, etc);
  • Acione o guarda vidas ou o Corpo de Bombeiros Militar através do telefone de emergência 193;
  • Piscinas de clubes e condomínios devem possuir acessos restritos e placas com informações;
  • Pais e/ou responsáveis devem dedicar atenção integral às crianças;
  • A existência de guarda-vidas não substitui a atenção e responsabilidade dos pais e/ou responsáveis;
  • Não faça uso de bebidas alcoólicas antes ou durante a permanência na água;
  • Obedeça às orientações e determinações dos guarda-vidas;
  • Respeite as sinalizações de alerta e proibição;
  • Evite brincadeiras que coloquem a segurança em risco, tais como “briga de galo”, “caldo”, competições de apneia (segurar o fôlego), entre outras;
  • Evite mergulhos “de ponta” em locais que não possuam conhecimento sobre a profundidade e relevo subaquático.

Em rios, balneários e piscinas

  • Alimente-se com moderação, prefira comidas leves e não mergulhe alcoolizado;
  • Procure sempre um local com segurança de guarda-vidas;
  • Sempre que for nadar, avise um parente sobre o local para onde está indo e a hora programada para retorno;
  • Crianças não devem brincar em piscina sem a supervisão de um adulto. Mas não as deixe sob cuidados de pessoas estranhas;
  • As crianças não devem brincar de empurrar, dar “caldo” dentro da água ou simular que estão se afogando;
  • Não permaneça perto de embarcações;
  • Cuidado com o limo nas pedras ele pode fazer você escorregar e cair na água.

Proposta

Operação com Exército é proposta para enfrentar crise dos buracos em Campo Grande

Com ruas deterioradas em praticamente todas as regiões da Capital, sugestão prevê força-tarefa emergencial para acelerar tapa-buracos enquanto moradores acumulam prejuízos e enfrentam risco constante de acidentes

01/07/2026 16h46

Marcelo Victor/Correio do Estado

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Desviar de buracos já faz parte da rotina de milhares de motoristas em Campo Grande. Em praticamente todas as regiões da cidade, ruas esburacadas têm provocado danos a pneus, rodas e suspensões de veículos, além de aumentar o risco de acidentes e dificultar a mobilidade.

Diante desse cenário, foi apresentada na última terça-feira (30), na Câmara Municipal, uma proposta para a realização de uma operação emergencial com apoio do Exército Brasileiro para reforçar os serviços de tapa-buracos na Capital.

A iniciativa busca ampliar a capacidade operacional do município em um momento em que parte significativa da cidade ainda aguarda o retorno das equipes responsáveis pela manutenção do asfalto.

A avaliação é de que a estrutura atualmente disponível não consegue atender, com a rapidez necessária, à demanda acumulada após meses de desgaste das vias, agravado pelo período chuvoso e pelo intenso fluxo de veículos.

Segundo a proposta, uma cooperação institucional entre a Prefeitura de Campo Grande e o Exército poderia permitir que mais frentes de trabalho atuassem simultaneamente em diferentes bairros, reduzindo o tempo de espera da população e acelerando a recuperação das ruas.

O vereador Ronilço Guerreiro (Podemos), autor da sugestão, defende que o município adote medidas excepcionais diante da dimensão do problema.

Para ele, o momento exige alternativas que ampliem a capacidade de execução dos serviços, evitando que moradores continuem convivendo diariamente com prejuízos e insegurança no trânsito.

De acordo com o parlamentar, quatro das sete regiões urbanas da Capital ainda permanecem praticamente sem atendimento efetivo das equipes de tapa-buracos em razão da ausência de contratos para execução dos serviços, cenário que, na avaliação dele, torna necessária a adoção de uma força-tarefa temporária.

A ideia de envolver o Exército, segundo o vereador, não seria inédita. Ele lembra que Campo Grande já contou, em anos anteriores, com parcerias entre o poder público municipal e a instituição militar para execução de obras de recapeamento, modelo que, na avaliação dele, poderia ser retomado para enfrentar a atual situação da infraestrutura viária.

Além da ação emergencial, a proposta também prevê a implantação de um programa permanente de manutenção das ruas, com cronograma regionalizado e ações preventivas de zeladoria.

O objetivo seria reduzir a necessidade de operações corretivas em larga escala e evitar que o pavimento volte a atingir o elevado nível de deterioração observado atualmente.

A precariedade do asfalto tem sido alvo frequente de reclamações de moradores, comerciantes e motoristas. Além dos prejuízos materiais provocados pelos buracos, a situação afeta o transporte coletivo, dificulta o deslocamento de motociclistas e ciclistas e compromete o acesso a estabelecimentos comerciais e residências em diversos bairros da cidade.

Na avaliação do parlamentar, a população espera respostas rápidas para um problema que se tornou recorrente.

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