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ESPORTE

Circuito Sesc leva corrida de rua à região norte de Campo Grande

Etapa do Circuito Sesc terá percursos de 5 km para corredores e 3 km para caminhada; largada será às 7h

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Cerca de 800 pessoas são esperadas para uma etapa do Circuito Sesc de Corridas que será realizada no dia 27 de setembro, no bairro Santa Inês, região norte de Campo Grande.

A prova começa às 7h, com largada em frente ao Parque Villaggio Santa Inês. Serão dois percursos: corrida de 5 quilômetros e caminhada de 3 quilômetros. As inscrições estão abertas.

Esta será a segunda edição realizada no Santa Inês. O bairro recebeu o circuito pela primeira vez no ano passado e, conforme a organização, a avaliação do percurso pelos corredores levou à escolha do local novamente neste ano.

“A região foi muito elogiada pelos participantes, principalmente pela organização, pelas ruas limpas e pelo asfalto novo, que proporcionam um percurso muito agradável e seguro para a corrida de rua. Aguardamos 800 inscritos para essa nova etapa”, afirmou Ygor Yohannes Bueno Barbosa, sócio da Pantanal Race e organizador do evento.

Além da corrida de 5 km, haverá caminhada de 3 km, opção voltada também a quem não participa habitualmente de provas de rua.

Premiação

A competição terá premiação para os cinco primeiros colocados na classificação geral e também entre os comerciários.

Os participantes ainda serão separados em categorias por idade, divididas em intervalos de cinco anos, com premiação também até a quinta colocação.

Para Cintia Maria Caleffi, diretora da Santa Inês Empreendimentos, receber novamente a corrida ajuda a movimentar a região norte da Capital.

“O esporte tem esse poder de reunir pessoas, promover saúde, bem-estar e, principalmente, ocupar e valorizar os espaços da cidade”, afirmou.

nova atividade

Sem licitação, Sanesul contrata consultoria por R$ 1,3 milhão

Assessoria será para estruturar a atividade de tratamento de lixo residencial que a estatal está assumindo em sete municípios da região sudoeste do Estado

16/09/2026 11h05

Historicamente a Sanesul se dedicava apenas aos serviços de distribuição de água e tratamento de esgoto. Agora, passa a tratar lixo residencial

Historicamente a Sanesul se dedicava apenas aos serviços de distribuição de água e tratamento de esgoto. Agora, passa a tratar lixo residencial

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Sem licitação, a empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) contratou por R$ 1,346 milhão uma empresa de consultoria paulista para ajudar a estruturar os serviços de tratamento de lixo urbano nos sete municípios da região sudoeste do Estado nos quais a empresa, que historicamente se dedicou à distribuição de água e tratamento de esgoto, assumiu este novo papel. 

Conforme publicação do diário oficial do Governo do Estado desta quarta-feira (16), a consultoria será feita pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini, ligada a professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). No ano passado esta mesma empresa já havia sido contratada sem licitação e faturou R$ 2,7 milhões.

Ainda de acordo com a publicação, a Sanesul assumiu a tarefa de tratar o lixo das cidades de Bonito, Caracol, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Miranda, Nioaque e Porto Murtinho desde o dia 25 de agosto deste ano e pretende estender essa atividade por 30 anos.

Pelo menos por enquanto, a coleta do lixo urbano segue sob responsabilidade das prefeituras, cabendo à Sanesul a tarefa de administrar a estação de tratamento destes resíduos, que já estava sendo depositado pelas prefeituras neste mesmo local, no município de Caracol.

No convênio firmado entre a Sanesul e as prefeituras está previsto que a partir do próximo ano haverá cobrança de taxa de lixo juntamento com as contas de água e esgoto, que já são emitidas pela Sanesul nestas cidades.

CONTROVÉRSIA

Mas, de acordo com Lázaro de Godoy, presidente do Sindágua, o sindicato que representa trabalhadores da Sanesul e de outras empresas do setor, a legislação federal (14026) determina que as prefeituras façam licitação para terceirizar esse tipo de serviço público. No caso do repasse desta atividade para a Sanesul, tudo ocorreu por meio de um simples convênio, segundo o sindicalista.

O Correio do Estado procurou a Sanesul em busca de informações sobre as atribuições exatas desta consultoria que consumirá R$ 1,3 milhão em um ano. Porém, até a publicação da reportagem não havia obtido retorno.

Mas, para Lázado de Godoy, este parece ser o primeiro passo para uma futura quarteirização desta atividade. De acordo com ele, o grupo Aegea, que desde 2021 presta trata o esgoto coletado pela Sanesul em 68 municípios também passe a fazer o tratamento do lixo recentemente passou para as mãos da empresa estatal.

Esta convicção, segundo ele, está baseada no fato de a grupo empresarial ter assumido, há algumas semanas, as atividades de tratamento de um dos maiores aterros sanitários do Brasil, no Rio de Janeiro. De acordo com Lázaro, os trabalhadores são até favoráveis à entrada da Sanesul nesta nova atividade de tratamento de lixo, já que esta será uma nova fonte de receita e de fortalecimento da estatal. O que não querem, explica, é que a atividade também seja repassada para a iniciativa privada depois de ser estruturada com recursos públicos. 

SEGUNDO CONTRATO

Em julho do ano passado, esta mesma empresa de consultoria já havia sido contratada pela Sanesul, por R$ 2,7 milhões, sem licitação, para "avaliação de viabilidade técnica e econômico-financeira para os serviços de gestão, operação e manutenção dos aterros sanitários nos municípios de Corumbá - Ladário e Consórcio CIDEMA, com a implementação de um programa de capacitação técnico-operacional para os empregados da Sanesul envolvidos na gestão dos resíduos sólidos urbanos".

Os sete municípios envolvios nesta segunda contratação, por R$ 1,3 milhão, também fazem parte do consórcio Cidema, que engloba 14 municípios da região sudoeste e oeste de Mato Grosso do sul


 

No Interior

Suspeita de integrar esquema do "falso cafetão faccionado" é presa em Dourados

Criminosos usavam nomes de organizações criminosas para ameaçar vítimas e exigir pagamentos por Pix

16/09/2026 11h00

Investigada é suspeita de atuar na estrutura financeira do esquema

Investigada é suspeita de atuar na estrutura financeira do esquema Foto: Reprodução

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu, na manhã da última terça-feira (15), um mandado de prisão temporária contra uma mulher suspeita de participar de um esquema de extorsão praticado por meio de um site de acompanhantes.

A investigada foi presa em Dourados. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos (DERF).

De acordo com a polícia, o golpe começava quando a vítima acessava anúncios de acompanhantes publicados na plataforma HotMS. Após o acesso, ela passava a receber mensagens de pessoas desconhecidas.

Os interlocutores afirmavam ser integrantes de organizações criminosas e diziam que o usuário teria causado prejuízo a uma garota de programa ou ao suposto “cafetão” responsável pelo anúncio.

Na sequência, os suspeitos faziam ameaças contra a vítima e seus familiares e exigiam pagamentos imediatos por meio do Pix. Segundo a DERF, os criminosos citavam nomes de facções conhecidas para aumentar o medo durante as cobranças.

A prática é investigada como uma modalidade que a polícia chama de “golpe do falso cafetão faccionado”.

Durante as investigações, a DERF identificou indícios de que contas bancárias de terceiros eram utilizadas para receber e transferir os valores obtidos por meio das extorsões.

A polícia apura se a investigada participava dessa estrutura financeira e atuava no recrutamento de pessoas dispostas a disponibilizar suas contas para o recebimento dos pagamentos. Além disso, a investigação considera a possível participação de uma pessoa que está presa no sistema penitenciário.

A suspeita permanece em prisão temporária e ainda será interrogada. As investigações continuam para identificar outros possíveis participantes e detalhar o fluxo financeiro do esquema.

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