Cidades

FESTA DA DEMOCRIA

Confira locais de voto em trânsito no Mato Grosso do Sul para as Eleições 2026

Serviço aparece disponível tanto na Capital quanto na maior cidade do interior do Estado e prazo de um mês para requerimento será aberto na próxima segunda (20)

Continue lendo...

Serviço que permite que eleitores e eleitoras consigam votar mesmo fora de seu domicílio eleitoral, os locais das chamadas "votações em trânsito" no Mato Grosso do Sul foram divulgados através do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MS) para as Eleições Gerais 2026. 

Conforme o TRE-MS, para a "festa da democracia" deste ano a votação  em trânsito estará disponível tanto na Capital quanto na maior cidade do interior do Estado, nos municípios de Campo Grande e Dourados. 

Para recorrer à este serviço caso o eleitor esteja fora de seu local de votação, o prazo para requerer a votação em trânsito se abre na próxima segunda-feira (20) e fica disponível pelo período de um mês, até 20 de agosto.

Essa solicitação poderá ser feita tanto pelo portal da Justiça Eleitoral, através do Autoatendimento Eleitoral (CLICANDO AQUI), ou mesmo de forma presencial mediante apresentação de documento oficial com foto em qualquer cartório eleitoral. 

Voltado apenas para quem está em dia com a Justiça Eleitoral, o voto em trânsito precisa ser feito no dia da eleição, podendo  ser solicitada para o primeiro turno, para o segundo ou até mesmo a habilitação para ambos.

Para as Eleições Gerais 2026, o voto em trânsito estará disponível nos seguintes locais de Campo Grande e Dourados: 

  • Capital - Prédio do SEBRAE, na Avenida Mato Grosso, nº 1.681, Centro,
  • Dourados - Paróquia São José Operário, na Avenida Marcelino Pires, s/n, Centro.

Eleições 2026

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos de história, os brasileiros votarão nas Eleições de 2026 para a escolha de representantes para os seguintes cargos: 

  1. Deputado federal,
  2. Deputado estadual, 
  3. Dois senadores, 
  4. Governador e 
  5. Presidente da República

Dos cargos em disputa neste ano eleitoral, cabe lembrar que, enquanto deputados são eleitos por um sistema proporcional, os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias.

Marcadas para acontecerem no primeiro domingo de outubro (04), como de costume, a possibilidade de segundo turno das Eleições 2026 fica agendada para o dia 25 do mês em questão, com cerca de três semanas corridas entre uma data e outra. 

Aqui também cabe esclarecer a diferença entre quem optar por um voto em trânsito em mesmo Estado do domicílio eleitoral original, e aqueles que irão precisar votar em outra Unidade da Federação. 

Aqueles que se mantiverem no mesmo domicílio eleitoral poderão votar em todos os cargos em disputa. Já quem optar por participar com o voto nas eleições 2026 em outra Unidade da Federação, a votação ficará liberada apenas para os cargos de presidente e vice-presidente da República.

Importante explicar que, não há uma alteração ou transferência definitiva da inscrição eleitoral com a escolha de voto em trânsito. Ou seja, após os turnos das Eleições 2026, o vínculo da eleitora ou do eleitor é restabelecido automaticamente para sua seção de origem. 

Ainda, aqueles que escolherem a opção do voto em trânsito e não forem às urnas no dia da eleição, também precisam justificar a ausência mesmo se estiver em seu município de origem. 

Todas as regras sobre transferência temporária, o voto em trânsito, etc., estão previstas nos artigos 30 a 46 da Resolução-TSE nº 23.751/2026

As dúvidas dos eleitores e eleitoras também podem ser sanadas em qualquer cartório eleitoral, ou por acesso aos canais oficiais da Justiça Eleitoral.

Mais de 155 milhões de brasileiros devem ir às urnas neste ano, com Mato Grosso do Sul tendo um total de 1.968.065 de pessoas classificadas como "eleitorado apto", conforme painel elaborado pela Justiça Eleitoral.

 

Assine o Correio do Estado

estiagem

Rio da Prata enfrenta seca e mobiliza ações de resgate de peixes

MPMS acompanha agravamento da estiagem, monitora as condições ambientais do rio e fiscaliza ações de resgate e preservação da fauna aquática

10/09/2026 19h15

Rio da Prata enfrenta seca

Rio da Prata enfrenta seca Foto: Divulgação / MPMS

Continue Lendo...

Mais de 200 peixes foram resgatados e realocados no Rio da Prata, que enfrenta crise hídrica e seca, com locais com fluxo da água interrompido, em Jardim. A situação é acompanhada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Jardim.

Conforme reportagem do Correio do Estado, em agosto, o nível do rio já estava baixo em algumas áreas, devido à estiagem. Neste mês, a situação se agravou e, diante do cenário emergencial, uma operação foi montada para tentar reduzir os impactos da estiagem.

De acordo com o MPMS, neste ano, o Instituto Guarda Mirim Ambiental (IGMA) comunicou o agravamento da situação hídrica em trecho localizado próximo à Ponte do Curê, na Rodovia MS-178, e constatou as condições críticas decorrentes da estiagem prolongada.

A entidade identificou trechos secos e formação de poças isoladas, com risco de evaporação, situação que coloca diversas espécies em condição de vulnerabilidade.

O presidente do IGMA, Nisroque Soares, afirma que abaixo da área onde foram feitos resgates de peixes, em 2024 e 2025, o fluxo d’água é interrompido por aproximadamente 4 km até a Ponte do Curê.

Na operação emergencial foram executados planos de resgate e realocação de peixes que se encontravam ilhados no local afetado.

Dentre as espécies realocadas estão lambaris, piraputangas, cascudos, joaninhas e traíras, que foram levados para áreas do rio com melhores condições de sobrevivência.

No ano passado, também houve a mesma operação, onde aproximadamente 1.421 peixes foram resgatados do Rio da Prata, em um trecho de 7 km afetado pela interrupção do fluxo d’água.

O MPMS informou que há um inquérito civil, instaurado em julho de 2024, que acompanha os trabalhos do IGMA. O órgão ressaltou que continuará acompanhando e fiscalizando as ações desenvolvidas pelos órgãos e entidades envolvidos na preservação do Rio da Prata e de sua fauna aquática.

Saúde

Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades

Decisão da ANS vale a partir de 1º de outubro

10/09/2026 19h00

José Cruz/Agência Brasil

Continue Lendo...

A partir de 1º de outubro, os planos de saúde serão obrigados a cobrir exame de mamografia digital para todas as pessoas sempre que houver indicação médica, ou seja, não haverá restrição de idade. Atualmente, a cobertura desse exame é obrigatória apenas para mulheres com idade entre 40 e 69 anos.

A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no último dia 3 e anunciada nesta quinta-feira (10). A ANS é o órgão que regula a indústria de planos de saúde no país.

A mamografia digital versão mais avançada do exame convencional é considerada um dos principais exames para a detecção precoce do câncer de mama, permitindo identificar alterações antes mesmo de serem percebidas ao toque.

Menos tempo de exposição

A modalidade digital oferece vantagens como menor exposição à radiação, menor tempo de compressão da mama durante o exame e armazenamento das imagens em formato digital, o que facilita o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação por diferentes especialistas.

No comunicado de fim de restrição, a ANS destaca que a cobertura obrigatória é “uma oportunidade de celebrar o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama”.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, estima que o país tenha cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano.

O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e pode reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.

Todos os gêneros

A intenção de ampliar a cobertura do exame partiu da própria ANS, após discussões realizadas na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde).

Na Cosaúde, a maioria da comissão defendeu que “o uso da mamografia digital já está consolidado como padrão de cuidado oncológico” e que a restrição para mulheres de 40 a 69 anos, poderia “prejudicar ou atrasar o acesso oportuno” ao diagnóstico de câncer de mama.

Ao determinar cobertura obrigatória para “todas as pessoas”, a ANS inclui qualquer gênero, ou seja, o exame passa a ser garantido a pessoas que se considerem não binárias (não se identificam exclusivamente como homem ou mulher).

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).