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PANDEMIA

Coronavírus causa a paralisação de 30 obras na Capital

Mudanças em rotatórias, projetos para conter enchentes e até o tapa-buraco serão interrompidos
24/03/2020 10:00 - Daiany Albuquerque, Eduardo Miranda


 

A pandemia do novo coronavírus levará a Prefeitura de Campo Grande a paralisar o canteiro de 30 obras públicas e também a suspender o serviço de manutenção de vias, o tapa-buraco, nas ruas da cidade. A medida atende decreto do prefeito Marcos Trad (PSD) publicado na semana passada, que suspende os trabalhos da indústria da construção civil na cidade, uma das medidas para reduzir ao máximo a circulação de pessoas.  

Conforme o secretário Rudi Fiorese, poucas obras continuam ativas. Em até dois dias, todas devem ser paralisadas. “Uma ou outra que mantivemos para não perder o que já tinha sido feito, mas em questão de um ou dois dias a gente paralisa essas também”, disse.

O prejuízo financeiro dessas paralisações ainda não foi calculado, mas, segundo o segundo o secretário, algumas das obras deverão ter seus prazos de execução ampliados.

BANDEIRANTES

As obras de implantação de corredor de ônibus e recapeamento da Avenida Bandeirantes e de construção de uma rotatória no cruzamento da rua Joaquim Murtinho com a Rua Ceará e a Avenida Eduardo Elias Zahran estavam em andamento ontem, dia em que as atividades do comércio foram suspensas, bem como o transporte coletivo e as aulas nas escolas e universidades. “Na Bandeirantes, estamos terminando as calçadas e vamos parar; já na Zahran, estamos terminando o meio-fio da rotatória para proteger o trabalho que já foi feito. Em questão de dois dias já paramos esta também”, explicou.

Na Ernesto Geisel, onde os paredões das duas margens do rio Anhanduí cederam por causa das chuvas fortes, Fiorese afirmou que, caso venha uma chuva muito forte, pode ser que surjam novos problemas na região. “Um dos paredões já está fixado, mas o outro ainda não, e se chover muito forte pode ser que piore a situação dali” informou.

Apesar disso, o secretário afirmou que concorda com as paralisações. “É uma questão de saúde pública, e a saúde tem que vir em primeiro lugar”, concluiu.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!