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FESTA DA DEMOCRACIA

Eleitor têm pouco mais de três meses para regularizar o título em MS

Período apto serve para aqueles que ainda possuem interesse em tirar o primeiro título de eleitor, cadastrar a biometria, atualizar dados cadastrais ou até transferir o domicílio eleitoral

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Se levado em consideração o prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor têm cerca de três meses e meio para correr atrás da regularização do título, com o intuito de votar e fazer parte da "festa da democracia" com as eleições gerais deste 2026.

O Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS) reforça que, esse prazo para a regularização do título segue aberto para o eleitor local até o dia 6 de maio. Esse período apto, de mais aproximadamente três meses e meio, serve para aqueles que ainda possuem o interesse de: 

  1. Tirar o primeiro título eleitoral, 
  2. Cadastrar a biometria
  3. Fazer a revisão eleitoral, 
  4. Atualizar dados cadastrais, 
  5. Transferir o domicílio eleitoral, ou até
  6. Transferência de endereço ou local de votação.

Qualquer um desses procedimentos pode ser realizado junto ao Fórum Eleitoral mais próximo, sendo importante frisar que, passado o dia 06 de maio, não haverá uma prorrogação para estar em dia com a Justiça Eleitoral a tempo das eleições deste ano.

Em outras palavras, aquele eleitor que não estiver em dia com a Justiça Eleitoral, estará legalmente impedido de votar nas eleições que devem acontecer em outubro. 

Para aqueles que possuem dúvidas sobre a atual estado, é possível conferir a situação eleitoral através da Página de Autoatendimento do TRE-MS, sendo necessário preencher os dados. 

Cabe destacar que, para a Capital, o horário de atendimento junto à  Central de Atendimento Ao Eleitor funciona das 12 às 17h, localizada na Rua Delegado José Alfredo Hardman, 180, Jardim Veraneio.

Através da aba Zonas Eleitorais do TRE-MS (CLICANDO AQUI), é possível também conferir os endereços de cada fórum eleitoral espalhado pelo interior do Mato Grosso do Sul, já que o horário de expediente seguirá o mesmo para todas as unidades. 

Eleições 2026

Considerada a "festa da democracia", as eleições gerais de 2026 estão marcadas para acontecerem comumente no primeiro domingo de outubro (04), com a possibilidade de segundo turno agendada para o dia 25 do mês em questão, com cerca de três semanas corridas entre uma data e outra. 

Mais de 155 milhões de brasileiros devem ir às urnas neste ano, com Mato Grosso do Sul tendo um total de 1.968.065 de pessoas classificadas como "eleitorado apto", conforme painel elaborado pela Justiça Eleitoral. 

Desse total, pelo menos 1.692.937 tratam-se de eleitorado com biometria, o que por sua vez representa um cadastramento biométrico de pelo menos 86% da população sul-mato-grossense apta a votar. 

Neste ano, cabe lembrar, o brasileiro retorna às urnas eletrônicas (que inclusive completam 30 anos de história em 2026) para escolha de representantes dos seguintes cargos: 

  • Deputado federal,
  • Deputado estadual, 
  • Dois senadores, 
  • Governador e 
  • Presidente da República

Neste 2026 a urna eletrônica completa 30 anos desde sua adoção, o que é considerado uma "maturidade e plenitude" do sistema eleitoral brasileiro. Com sua estreia datando das eleições municipais de 1996, a população sentiu com o passar dos anos a maior celeridade na própria apuração dos votos. 

Em outras palavras, o processo que antes levava dias, foi reduzido para apenas algumas horas de apuração, que transformou-se em sinônimo de eficiência, segurança e sigilo na hora de escolher um representante. 

Dos cargos em disputa neste ano eleitoral, cabe lembrar que, enquanto deputados são eleitos por um sistema proporcional, os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias. 

 

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Cidades

Interdições do fim de semana incluem obras, evento e poda de árvore

Bloqueios ocorrem a partir de domingo (18)

16/01/2026 14h30

Divulgação

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A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) divulgou as interdições programadas para o trânsito de Campo Campo neste final de semana. Com um total de seis interdições pela cidade, os motivos incluem obras, evento e poda de árvore. Confira: 

Av. Mato Grosso

No domingo (18), das 07h às 13, a Av. Mato Grosso terá meia pista interditada entre as ruas Humberto De Campos e José De Alencar para supressão arbórea.

Rua Marquês De Lavradio

No domingo (18), das 08h às 13h, a Rua Marquês De Lavradio ficará interditada entre a Rua Tibiriçá e a Av. Três Barras para obra da construtora Jooy.

Rua Dom Aquino

No domingo (18) e na segunda (19), em período integral, a Rua Dom Aquino, entre as ruas Padre João Crippa e José Antônio, ficará interditada para mudança.

Rua Monte Sião

Neste domingo (18) e na sexta-feira 13 de fevereiro, das 7h às 17h, a Rua Monte Sião Nº 306, esquina com a Rua Cristalina até a Rua Monte Sião Nº 406, ficará interditada para a construção de um muro.

Rua Heitor Vieira de Almeida

No domingo (18), das 8h às 17h, a Rua Heitor Vieira de Almeida, entre a Rua Veranópolis e a Av. Pôr Do Sol, ficará interditada para um evento no Clube dos Desbravadores.

Av. Calógeras

No domingo (18), das 7h30 às 17h, a Av. Calógeras, entre a Av. Afonso Pena e a Rua 15 De Novembro, terá o corredor de ônibos e uma pista interditados para obra com guindaste.

 

Cidades

Sanesul investe R$ 50,7 milhões para ampliar abastecimento de água em aldeias de Dourados

Estimativa é de que cerca de 29,4 mil pessoas sejam beneficiadas até 2033

16/01/2026 14h00

Governador em exercício José Carlos Barbosa, em coletiva

Governador em exercício José Carlos Barbosa, em coletiva Foto: Divulgação

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A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) anunciou nesta sexta-feira (16) um investimento de R$ 50.766.282,00 para implantação de sistemas de abastecimento de água potável nas aldeias Jaguapiru e Bororó, localizadas na Reserva Indígena de Dourados. A medida busca enfrentar um problema histórico de falta de água que afeta as comunidades há décadas.

De acordo com o projeto, os novos sistemas de abastecimento contarão com captação de água por meio de poços tubulares, com vazão de até 150 mil litros por hora, tratamento com cloração, reservatórios, incluindo tanques elevados, e redes de distribuição com ligações domiciliares.

Os recursos serão distribuídos entre as duas aldeias: R$ 24,3 milhões para a Jaguapiru e R$ 26,4 milhões para a Bororó. A estimativa é de que cerca de 29,4 mil pessoas sejam beneficiadas até 2033.

Durante entrevista coletiva em Dourados, o governador em exercício de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa (PSD), explicou que a assinatura do contrato marca o início de um processo que ainda passará por análise da Caixa Econômica Federal. Segundo ele, após essa etapa, será possível autorizar a licitação das obras, que têm previsão de execução em cerca de dois anos.

"A Caixa passa a analisar agora o projeto elaborado pela Sanesul, fruto de emenda da bancada federal para que a gente possa efetivamente resolver o problema de abastecimento de na Jaguapiru e na Bororó. Evidente que não é uma obra de curto prazo. Ela tem um prazo de licitação e andamento em torno de dois anos.”, detalhou o governador em exercício", destacou Barbosinha. 

O presidente da Sanesul, Renato Marcílio da Silva, avaliou que o contrato representa um avanço diante de um problema antigo enfrentado pelas comunidades indígenas da reserva e ressaltou a importância da obra para ampliar o acesso à água tratada.

No entendimento dele, a assinatura do contrato para execução das obras nas aldeias é de fundamental importância e significado para o MS, uma vez que dá um passo para a resolução de um problema de décadas. 

“Esse momento é literalmente um divisor de águas. É um esforço muito grande do governo do Estado para suprir uma responsabilidade que não é dele, pela legislação, mas o Estado se esforçou, conseguiu viabilizar o recurso e, assim, significa dignidade para uma população indígena.”, pontuou Renato.

Por sua vez, o prefeito de Dourados, Marçal Filho (PSDB), afirmou que o investimento é um marco para o município e que a obra pode contribuir para resolver de forma definitiva a falta de água potável na reserva indígena.

“É inadmissível que nós tenhamos pessoas que não tem acesso a água para beber. E é o que acontece na Reserva Indígena hoje. E com esse convênio que envolve o governo do Estado, envolve o governo federal, mais de 50 milhões de reais, isso vai ser resolvido em definitivo”, comemorou. 

Representando a Aldeia Jaguapiru, o capitão Vilmar Machado da Silva acompanhou a solenidade e afirmou que o anúncio gera expectativa entre os moradores, que convivem há anos com dificuldades no acesso à água.

“Isso significa esperança para a nossa comunidade. Essa falta de água já vem se arrastando há muito tempo. E é um problema crônico dentro da nossa comunidade que ninguém consegue resolver”, disse.

*Saiba 

Embora a responsabilidade pelo abastecimento nas aldeias indígenas seja do Governo Federal, a Sanesul passou a atuar diretamente no tema após a criação de um grupo de trabalho em 2023. O projeto foi apresentado em junho do mesmo ano e culminou na assinatura do contrato para execução das obras.

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