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DECEPÇÃO

Fãs de Taylor Swift fazem campanha para ajudar família de jovem morta durante show no Rio

Organização do evento e a própria cantora passaram a ser alvo de críticas dos fãs, já que construiu sua carreira falando sobre a empatia com seus seguidores

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Os fãs da Taylor Swift estão fazendo uma campanha nas redes sociais para ajudar a família de Ana Clara Benevides, jovem morta no show da cantora no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, na sexta-feira, dia 17. A iniciativa foi tomada após a família da vítima informar que não está tendo o suporte que gostaria, nem mesmo para o translado do corpo.

Ana Clara Benevides tinha 23 anos nasceu em Sonora, região norte de Mato Grosso do Sul, onde será velada nesta segunda-feira e a previsão é de que o sepultamento ocorra nesta terça-feira (21), em Pedro Gomes, na mesma região do Estado.

Comovidos com a situação, o Update Swift Brasil, um dos maiores fãs-clubes da cantora no País, com quase 200 mil seguidores, publicou uma campanha no X, antigo Twitter.

"É com pesar que informamos que a família de Ana teve que recorrer a um empréstimo para possibilitar seu retorno para casa. Infelizmente, a T4F segue decepcionando e não ofereceu suporte nessa questão", diz um trecho da publicação.

Nos últimos dias, os "swifities", como são chamados os fãs da artista, foram notados nas redes sociais pela dedicação em busca de organização, cuidados, orientações e até mesmo a conquista de doação de água potável para o público que foi assistir aos shows da turnê no Rio de Janeiro.

No entanto, essa última iniciativa não foi bem recebida por uma parte dos fãs e admiradores da cantora estadunidense. Conforme publicações no X, antigo Twitter, alguns seguidores dizem estar decepcionados com a falta de suporte da equipe da artista, da Time For Fun e com a própria Taylor Swift. "Como que uma artista que construiu 15 anos de carreira em cima de empatia e conexão com os fãs ignora algo assim, sabe?", diz um dos posts.

Outra questão é o fato da Taylor não ter mencionado o nome dos fãs mortos e nem prestado homenagem direta durante o show realizado no domingo, dia 19, no Engenhão.

Além de Ana Clara Benevides, outra morte envolvendo fã da cantora aconteceu no Rio. Gabriel Mongenot Santana Milhomem Santos, que estava na capital para assistir a um show da cantora, foi morto a facadas ao ser assaltado por dois homens na madrugada deste domingo, 9, na praia de Copacabana, na zona sul da cidade.

Campo-grandenses, Gabriel tinha 25 anos e era filho da chefe adjunta da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) da cidade. Ele que cursava engenharia aeroespacial na Universidade Federal de Minas Gerais morreu assassinado a facadas, num assalto, na madrugada deste domingo, no Rio de Janeiro.  Gabriel viajou para lá com a intenção de assistir ao show de Taylor Swift.  

Em reportagem exibida no Fantástico, no domingo, dia 19, José Weiny Machado e Adriana Benevides, pais de Ana Clara, contaram a situação que estão enfrentando após a morte da filha. "O pessoal do show, que montou, não está dando suporte pra gente trazer ela pra casa", conta Adriana.
 

Coxim

Homem atacado com 10 facadas é internado em estado grave

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação

04/04/2026 16h00

Hospital Regional de Coxim

Hospital Regional de Coxim Foto: Divulgação

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Um homem de 34 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser atingido por mais de 10 facadas na manhã deste sábado (4), em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Ele foi socorrido em estado grave e segue internado no Hospital Regional do município.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima apresentava ferimentos na cabeça, nas costas e nas mãos, além de duas perfurações profundas no tórax. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Inicialmente, o homem contou à polícia que havia ingerido bebida alcoólica com amigos nas proximidades de um bar. No entanto, posteriormente, mudou a versão e afirmou que foi atacado enquanto dormia na varanda de sua casa, um imóvel que estaria sem energia elétrica.

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação. No endereço indicado, policiais não localizaram sinais de luta ou vestígios de sangue.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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MATO GROSSO DO SUL

MS dá aula à agentes com Chikungunya 7x mais letal em 2026

Secretaria de Saúde reforça que, até o momento, não há declaração que aponte para epidemia da doença em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente em Dourados

04/04/2026 14h30

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença

Capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença Reprodução/GovMS/Bruno-Rezende

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Em cenário de crise graças aos alarmantes números de uma das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, a médica infectologista, Dra. Andyane Tetila, ministra na segunda-feira (06) uma web aula aos profissionais que tentam frear a Chikungunya em Mato Grosso do Sul, que aparece sete vezes mais letal neste 2026.

Conforme divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), essa capacitação dos profissionais é uma das estratégias do Governo de Mato Grosso do Sul para lidar com o aumento no número de casos da doença que mostra um impacto significativo principalmente na cidade de Dourados e aldeias do município. 

O Governo do Mato Grosso do Sul reforça que, até o momento, não há uma declaração que aponte para uma epidemia de Chikungunya em nível estadual, situação essa que já foi decretada localmente no município de Dourados. 

Com o tema “Alerta Chikungunya: Atualização do Cenário e Manejo dos Casos”, a web aula fica marcada para às 18h e será transmitida através da plataforma Telessaúde (acesse CLICANDO AQUI), sendo que a sala será aberta 30 minutos antes do evento. 

Importante frisar que essa web aula têm o seguinte público alvo os profissionais das seguintes áreas: 

  1. Atenção Primária à Saúde 
  2. Serviços de urgência e Emergência 
  3. Vigilância epidemiológica 
  4. Demais envolvidos no atendimento e manejo dos casos de Chikungunya

Jéssica Klener é gerente de Doenças Endêmicas da SES e, em nota, frisa que a participação dos profissionais é essencial para fortalecer a resposta da rede de saúde à população. 

"Que os profissionais que estão na linha de frente estejam atualizados sobre o manejo clínico da chikungunya, especialmente neste momento de aumento de casos. A capacitação contribui diretamente para um atendimento mais qualificado, com diagnóstico mais ágil e condutas adequadas, refletindo na redução de complicações e na melhor assistência à população”, cita. 

7x mais letal 

Através do monitoramento das arboviroses em geral, que é feito pelo Ministério da Saúde, os dados mostram que MS atingiu o sétimo óbito por Chikungunya antes do fim do terceiro mês este ano, o que fez com que 2026 fechasse março com a doença sete vezes mais letal, se comparado com o pior ano de toda a série histórica. 

Vetor também da Dengue e Zika, o Aedes aegypti é responsável por transmitir a Chikungunya, que apresenta sintomas que costumam ser avassaladores, e a diferença das demais doenças citadas está no tempo que leva desde o primeiro relato do que os pacientes sentem até a data do óbito, que em boa parte das vezes costuma vitimar a pessoa no intervalo de até três semanas.

cabe explicar que, Mato Grosso do Sul terminou 2025 com o maior número de vítimas por Chikungunya em toda a série histórica, sendo que o ano passado já acumulou, inclusive, o equivalente ao dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado, 17 mortes no total que marcam o pior índice desde que a doença passou a ser catalogada pela SES. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um registro de óbito naquele ano. Até 2024 a arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses.

Com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a vitimar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram em decorrência dessa arbovirose. Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

 

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