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Previsão do Tempo

Fim de semana será ensolarado, com possibilidades de chuvas insoladas em todo o MS

O INMET informa que o clima continua instável em todo o estado, com pancadas de chuvas pontuais, sobretudo no período da tarde

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O fim de semana de Mato Grosso do Sul será ensolarado, com possibilidade de pancadas de chuvas isoladas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as chuvas podem ocorrer sobretudo no período da tarde. 

Conforme a meteorologista do INMET, Jeane Lima, as pancadas de chuvas podem ser mais intensas em alguns pontos do estado, com chances de temporais e rajadas de vento, tanto neste sábado (04), quanto no domingo (05). 

Além disso, Jeane informa que as chuvas, caso ocorram, serão pontuais.  Ela ainda explica que o clima continua instável em todo o estado.

A temperatura prevista para o fim de semana em MS varia de mínimas entre 20ºC e 22ºC e as máximas de 33ºC a 35ºC.

No que diz respeito à Capital, Jeane informa que a temperatura será próxima à do estado. Sendo assim, as mínimas serão de 20ºC a 22ºC e a máximas variam de 29ºC a 31ºC.

Ainda de acordo com a meteorologista Campo Grande terá um sábado e domingo ensolarados.

Já sobre os acumulados de chuva previstos, a meteorologista do INMET destaca que em todo o estado está previsto acumulados que variam entre 30 mm a 50 mm. 

Entretanto, Jeane lembra que essa quantidade de acumulado trata-se de uma estimativa.

“Os acumulados são uma especulação, pode ser que essa quantidade de chuva chegue, mas pode ser que ocorra em um ponto ou outro. Além disso, em pontos específicos, a quantidade de chuva pode ultrapassar  o acumulado previsto”, explica.

Em todo o estado de Mato Grosso do Sul, as chuvas estão previstas sobretudo para a faixa leste e centro-leste.

Situação em Bonito

Após as fortes chuvas que atingiram Bonito nas últimas semanas, o prefeito da cidade Josmail Rodrigues (PSB) decretou estado de emergência. De acordo com Rodrigues ainda não há valores totais dos prejuízos causados pelas tempestades, que afetaram especialmente o setor do turismo. 

Com um volume de 495 mm registrado apenas no mês de fevereiro, o município decretou situação de emergência na última semana.

Ao Correio do Estado, o chefe do Executivo informou que a totalização do prejuízo foi solicitada para o presidente da Associação dos Atrativos Turísticos de Bonito e Região (Atratur) e os dados serão repassados para o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB). 

“Assinamos o decreto emergencial hoje, ainda não temos os valores totais de prejuízos dos empresários, mas pedimos para o presidente da Atratur [Associação dos Atrativos Turísticos de Bonito e Região] um levantamento para repassarmos para o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel [PSDB]”, afirmou. 

De acordo com o decreto, a média de chuva esperada para janeiro na cidade, segundo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), era de 189,5 mm, mas,  ao todo, a precipitação foi de 234,5 mm. 

Já em fevereiro, o esperado era de 140mm, mas no mês passado a cidade registrou uma média pluviométrica de 495 mm. Somente no dia 24 de fevereiro, a cidade registrou 173 mm na área urbana e 180 mm, na área rural, dentro de seis horas. 

O decreto ainda reforça que a grande quantidade de chuva elevou o nível de diversos rios da cidade, sendo inclusive uma das razões para os prejuízos causados no setor de turismo, que precisou fechar diversas atrações temporariamente. 

Além de Bonito, as chuvas também causaram estado de emergência em Ponta Porã e Ivinhema. Como mostrado pelo Correio do Estado, a média de chuva no último mês, em todo o Estado, ficou acima do esperado para o período.

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Campo grande

Prefeitura abre licitação para asfalto e drenagem em 23 bairros

Investimento é de R$ 188 milhões e obras contemplam melhorias da mobilidade urbana, segurança viária e condições de tráfego

24/06/2026 18h00

Obras de asfalto e drenagem

Obras de asfalto e drenagem ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG) abriu licitação e está contratando empresas especializadas para executar obras de pavimentação e drenagem em 23 bairros.

As empresas interessadas poderão encaminhar propostas até as 7h44min do dia 10 de julho de 2026. A abertura da sessão pública para disputa de preços está prevista para as 7h45min da mesma data, em ambiente eletrônico.

O aviso da concorrência eletrônica foi publicado nesta quarta-feira (24) no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande).

Veja quais são os bairros contemplados:

  • Vila Nossa Senhora Aparecida
  • Vila Bosque da Saúde
  • Jardim Noroeste (Lote 3)
  • Jardim Mansur
  • Jardim Auxiliadora (Etapa B)
  • Complexo Itatiaia (Etapa D)
  • Jardim Los Angeles
  • Porto Galo
  • Parque Residencial Lisboa
  • Guanandi II
  • Jardim Tarumã
  • Coophavila
  • Batistão
  • Jardim Santa Emília
  • Residencial Aquarius I e II
  • Jardim São Conrado
  • Jardim Aero Rancho
  • Vila Nogueira
  • Vila Aimoré
  • Vila Amapá
  • Jardim das Nações
  • Jardim Tijuca II
  • Jardim Verdes Mares

O critério para escolha dos bairros são antiguidade, tempo de espera e bairros que estão “ilhados” sem pavimento em meio a outros bairros que já são asfaltados há anos.

O objetivo é proporcionar maior segurança viária, melhor mobilidade para motoristas e pedestres e valorização imobiliária. Asfalto novo representa moradia de qualidade e dignidade residencial para o cidadão.

As obras contemplam melhorias da mobilidade urbana, segurança viária e condições de tráfego nos bairros.

O processo é coordenado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).

O investimento é de R$ 188 milhões. Em 2026, a previsão é investir cerca de R$ 240 milhões em obras do setor. A bancada federal destinou a verba de R$ 100 milhões. Até 2028, os valores podem ultrapassar os R$ 640 milhões.

“Essas melhorias em obras de pavimentação asfáltica e drenagem da Capital se devem ao plano de equilíbrio fiscal, com a contenção de despesas da Prefeitura, que possibilitou a obtenção do financiamento para essas obras, além do apoio da bancada federal, que destinou R$ 100 milhões para investimentos em infraestrutura em Campo Grande”, disse a prefeita da Capital, Adriane Lopes (PP).

A chefe do executivo municipal ainda afirmou, em 30 de abril de 2026, que 100% da Capital terá saneamento básico até 2028. Além disso, bairros asfaltados, mas com pavimentação “velha”, serão recapeados.

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Remoção Imediata

MPMS recomenda apagar vídeos de adolescentes sendo agredidos em MS

Recomendação foi expedida após divulgação de imagens de uma briga entre menores em Água Clara; administradores de páginas e veículos de comunicação podem ser responsabilizados pela exposição irregular

24/06/2026 17h31

Foto: Divulgação

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A divulgação de vídeos envolvendo crianças e adolescentes em situações de violência passou a ser alvo de uma ação direta do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

Após a circulação de imagens que mostravam uma agressão entre adolescentes em Água Clara, a Promotoria de Justiça do município expediu uma recomendação determinando a remoção imediata do conteúdo.

O documento também reforça que administradores de páginas, perfis em redes sociais e veículos de comunicação podem ser responsabilizados caso mantenham ou divulguem materiais que violem os direitos de crianças e adolescentes.

A medida foi assinada pela promotora de Justiça Laura Assagra Rodrigues Barbosa e tem como objetivo impedir a continuidade da exposição indevida de crianças e adolescentes no ambiente digital, além de prevenir novos casos semelhantes.

O procedimento foi instaurado depois que o Conselho Tutelar comunicou ao Ministério Público a existência de vídeos que registravam um episódio de agressão física envolvendo adolescentes e que passaram a circular em páginas da internet e redes sociais do município.

Diante da repercussão do caso, a Promotoria abriu procedimento administrativo para apurar os fatos e adotar medidas voltadas à proteção dos envolvidos.

Na recomendação, o MPMS orienta que administradores de páginas, blogs, aplicativos, perfis em redes sociais e demais meios de comunicação deixem de divulgar, reproduzir ou compartilhar imagens, vídeos ou qualquer outro conteúdo capaz de identificar crianças e adolescentes envolvidos em situações de violência ou em suposta prática de ato infracional.

Além de impedir novas publicações, o documento determina que os responsáveis promovam a remoção imediata dos materiais já divulgados que contrariem a legislação.

Segundo o Ministério Público, a retirada rápida desses conteúdos é essencial para interromper a exposição indevida e evitar que os danos causados aos adolescentes sejam ampliados pela circulação contínua das imagens.

Responsabilidade também alcança administradores de páginas

A recomendação destaca que a responsabilidade não se limita aos autores das postagens. Os administradores de páginas e veículos de comunicação devem adotar medidas internas para garantir que equipes e colaboradores conheçam e cumpram as normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), evitando a publicação de conteúdos que violem direitos fundamentais.

Para o MPMS, a orientação busca estabelecer uma cultura de responsabilidade no ambiente digital, especialmente diante da velocidade com que vídeos e imagens são compartilhados nas redes sociais.

Proteção prevista no ECA

A fundamentação da recomendação está baseada no Estatuto da Criança e do Adolescente, que assegura a proteção da imagem, da identidade, da honra e da dignidade de menores de idade.

A legislação proíbe a divulgação de informações ou imagens que permitam a identificação de crianças e adolescentes envolvidos em situações ilícitas ou em ocorrências policiais, prevendo sanções administrativas para quem descumprir a norma.

Segundo a Promotoria, a iniciativa não se restringe ao episódio registrado em Água Clara. A recomendação foi encaminhada a diversos canais de comunicação do município com o objetivo de evitar que casos semelhantes se repitam e de conscientizar administradores de páginas sobre os limites legais da divulgação de conteúdos envolvendo menores de idade.

Ao reforçar a necessidade de remoção dos vídeos e o dever de cautela nas publicações, o Ministério Público deixa claro que o ambiente virtual não está acima da legislação e que a proteção integral de crianças e adolescentes deve prevalecer também nas redes sociais.

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