Cidades

AFOGAMENTO

Idoso é encontrado morto em lagoa após sair para caçar com amigo

Homem entrou na lagoa após avistar um animal e retornou à superfície apenas quando bombeiros localizaram o corpo sem vida

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Durante a noite da última segunda-feira (13), um homem de 61 anos morreu afogado em uma propriedade localizada às margens da rodovia estadual, MS-162, entre Dourados e Itahum, distrito do município. O homem teria saído para caçar com um amigo e foi encontrado depois sem vida dentro de uma lagoa.

Segundo informações de jornais locais, identificado como Alilhano Vilalva, o idoso era morador do Parque Alvorada e durante o fim da tarde de ontem saiu com o amigo para caçar capivaras e javalis.

Durante a busca, ambos teriam visto um animal, mas Alilhano Vilalva entrou em uma lagoa existente no local e não retornou à superfície.

O amigo então notou o desaparecimento da vítima e foi em busca de ajuda com a motocicleta na cidade próxima.

No local, as equipes do Corpo de Bombeiros realizou buscas e encontrou o corpo da vítima sem vida.

O caso foi registrado, e está sendo investigado pelas autoridades para entender como ocorreu o afogamento e circustâncias da morte.

Com informações do site Dourados News

MATO GROSSO DO SUL

Rejeito da indústria de celulose é testado como fertilizante agrícola em MS

Parceria entre UEMS, Arauco e Fundapam prevê investimento de R$ 320 mil para avaliar eficiência de corretivo de solo

14/07/2026 12h00

O acordo de parceria foi publicado na edição desta terça-feira (14) do Diário Oficial do Estado e prevê investimento de R$ 320 mil

O acordo de parceria foi publicado na edição desta terça-feira (14) do Diário Oficial do Estado e prevê investimento de R$ 320 mil Divulgação

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Um rejeito gerado pela indústria de celulose será avaliado como alternativa para correção da acidez do solo e aumento da produtividade agrícola em Mato Grosso do Sul. A pesquisa será desenvolvida pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em parceria com a Arauco Celulose do Brasil S.A. e a Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária e Ambiental (Fundapam).

O acordo de parceria foi publicado na edição desta terça-feira (14) do Diário Oficial do Estado e prevê investimento de R$ 320 mil, repassado pela Arauco em parcela única à Fundapam, responsável pela gestão dos recursos do projeto.

A pesquisa será conduzida pela Unidade Universitária da UEMS em Cassilândia e terá duração de 24 meses. O objetivo é avaliar a eficiência agronômica do corretivo de solo oriundo da indústria de celulose (OIC) na correção da acidez do solo, na nutrição de plantas e no aumento da produtividade de culturas agrícolas em condições de Cerrado.

Durante o estudo, o produto será comparado ao calcário dolomítico, insumo tradicionalmente utilizado para corrigir a acidez dos solos agrícolas. A proposta também inclui análises laboratoriais, geração de dados técnicos, elaboração de relatórios periódicos e recomendações sobre a utilização do material na agricultura.

Conforme o extrato do acordo, a iniciativa busca produzir informações científicas e tecnológicas que permitam avaliar a viabilidade do aproveitamento do resíduo industrial como insumo agrícola, contribuindo para o desenvolvimento de alternativas sustentáveis para o setor produtivo.

O convênio foi assinado na segunda-feira (13) pelo reitor da UEMS, Laércio Alves de Carvalho; pelos representantes da Arauco Celulose do Brasil S.A., Carlos Alberto Altimiras Ceardi e Theófilo Adelmar Militão de Souza Pereira; e pela secretária executiva da Fundapam, Simone Rodrigues dos Santos Silva.

A parceria tem como base a Lei Federal nº 14.133/2021, a Lei de Inovação (Lei nº 10.973/2004) e demais normas federais e estaduais que regulamentam acordos voltados à pesquisa científica e tecnológica.

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BURACO SEM FIM

Justiça decide sobre restituição de bens de ex-secretário e ex-gerente

Enquanto Rudi Fiorese tem todos os pedidos negados, Edivaldo Aquino recupera documentos e chave de apartamento, mas eletrônicos e dinheiro seguem apreendidos

14/07/2026 11h30

Rudi Fiorese foi preso em operação da Polícia Federal

Rudi Fiorese foi preso em operação da Polícia Federal Foto: Divulgação

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Na última sexta-feira, dia 10, o juiz Waldir Peixoto Barbosa, analisou os pedidos de restituição de bens do ex- secretário de Infraestrutura, Rudi Fiorese e do ex-gerente de Manutenção de Vias Edivaldo Aquino Pereira, ambos ligados à investigação da "Operação Buraco sem Fim".

As sentenças tiveram desfechos distintos, uma vez que todos os pedidos realizados por Fiorese foram negados, uma vez que um dos itens solicitados, o celular, ainda passa por perícia técnica e permanecerá sob custódia judicial. 

Já Edivaldo Aquino, que também entrou com o pedido de restituição de bens, obteve um acolhimento parcial de seu pedido. 

Dentre o que foi solicitado, o juiz permitiu a liberação dos seguintes itens, como uma vasta lista de documentos, como faturas de cartões e boletos de IPVA, documentos de seus veículos, um VW Nivus e uma camionete Toyota Hilux.

Além dos documentos, foi permitido que o ex-gerente de manutenção de vias, recebeu também uma chave referente a um apartamento que possui em condomínio de luxo na Capital e uma nota promissória de R$ 13 mil. 

Apesar de obter um sucesso maior que Rudi Fiorese ao solicitar a restituição de bens, Edivaldo não foi autorizado a receber o dinheiro em espécie apreendido na Operação.  

Também não recebeu itens eletrônicos como pendrives, HD externo, aparelho celular e notebook, com a justificativa de que esses itens deverão permanecer acautelados até a conclusão das perícias e demais diligências investigativas. 

OPERAÇÃO BURACO SEM FIM 

No dia 12 de maio, o Ministério Público do Mato Grosso do Sul (MPMS) desdobrou uma nova ofensiva contra suposta corrupção na secretaria de obras da Capital. 

Batizada de "Buraco Sem Fim", através dessa operação os promotores do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) encontraram R$429 mil em dinheiro localizado em dois dos endereços durante o cumprimento de sete mandados de prisão e 10 mandados de busca. 

"Durante o cumprimento das ordens judiciais de busca e apreensão, foram encontrados valores altos em dinheiro vivo, totalizando pelo menos R$429 mil. Só no endereço de um servidor, havia R$186 mil em espécie. No imóvel de outro alvo, havia R$233 mil, também em notas de Real", informou, em nota, o Ministério Público. 

Essa operação mira uma empresa que presta serviços de tapa-buracos que, de acordo com a nota oficial do MP, faturou entre 2018 e 2025, "contratos e aditivos que somam o montante de R$113.702.491,02".

Entre os sete presos nesta terça-feira está o ex-secretário municipal de obras, Rudi Fioresi, que estava à frente da Agesul, mas além dele também foi preso o engenheiro Edivaldo Pereira Aquino, coordenador do serviço de tapa-buracos.
 

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