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INSS paga hoje benefícios com final 4

INSS paga hoje benefícios com final 4

Redação

29/12/2010 - 13h29
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Policiais militares do Bope (Batalhão de Operações Especiais) apreenderam cerca de duas toneladas de maconha durante operação na favela Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (29).

A ação na Rocinha já resultou em duas prisões. Um dos suspeitos estava tomando conta da maconha que foi apreendida; o outro preso era foragido da Justiça.

Cerca de 80 PMs participam da operação. Eles checam denúncias sobre a atuação do tráfico de drogas e realizam um mapeamento atualizado da comunidade.


 

Amambai (MS)

Polícia Militar Rodoviária apreende 890 kg de droga escondida em pneu de trator

Entorpecente foi avaliado em R$ 1.800.000,00 e estava armazenado em tabletes

14/06/2026 14h45

Maconha apreendia em pneu de trator

Maconha apreendia em pneu de trator DIVULGAÇÃO/BPMRv

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Policiais militares do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) apreenderam 890 quilos de maconha, neste fim de semana, na MS-156, em Amambai, município localizado a 352 quilômetros de Campo Grande.

O entorpecente, avaliado em R$ 1.800.000,00, estava armazenado em aproximadamente 900 tabletes e escondido em pneu de trator.

Conforme apurado pela reportagem, militares fiscalizavam a MS-156, entre Amambai e Tacuru, quando abordaram um caminhão que transportava um trator agrícola.

Interrogado pelos policiais, o motorista apresentou a documentação da carga e informou que iria para São Paulo.

Mesmo assim, os policiais decidiram vistoriar a carga e constataram que os pneus traseiros do trator apresentavam sinais de manipulação e exalavam forte odor de entorpecente.

Com isso, o veículo foi encaminhado para desmontagem dos pneus na Base Operacional da PMR em Amambai, onde diversos tabletes foram flagrados.

O motorista alegou desconhecer a existência do entorpecente e que só estava realizando o transporte da carga em regime de frete.

O condutor, o trator e o entorpecente foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil de Amambai para as providências cabíveis. O caso será investigado pelas autoridades.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 4.321 kg de cocaína e 273.400 kg de maconha foram apreendidos, entre 1º de janeiro e 14 de junho de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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Violência

Motorista é morto após colisão em frente a conveniência em Campo Grande

Motorista de 40 anos foi morto com tiro no rosto após colisão em frente a conveniência na Avenida dos Cafezais; suspeito fugiu e teve carro depredado por testemunhas

14/06/2026 14h27

Foto: Welyson Lucas

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Uma colisão de trânsito registrada na madrugada deste domingo (14) terminou em homicídio e causou revolta entre frequentadores de uma conveniência no Bairro Macaúbas, localizado entre os bairros Centro-Oeste e Jardim Los Angeles, em Campo Grande.

Renato Bravo da Cruz, de 40 anos, foi morto com um tiro no rosto após bater o carro que conduzia na traseira de outro veículo que estava estacionado na Avenida dos Cafezais.

O crime aconteceu em frente à Conveniência Cafezais, conhecida popularmente como "Bar da Morte", estabelecimento que ganhou notoriedade por já ter sido cenário de outros homicídios.

Após o disparo, o autor fugiu do local, enquanto testemunhas, indignadas com a violência do caso, depredaram o veículo deixado por ele na cena do crime.

De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, Renato estava no local acompanhado da esposa, Cintia Souza da Silva, de 38 anos. O casal consumia bebidas no estabelecimento quando decidiu deixar a conveniência.

Ao dar partida em um GM Celta, Renato acabou colidindo na traseira de um Ford Versailles que estava estacionado logo à frente. As circunstâncias exatas da batida ainda serão apuradas pelas autoridades.

Segundo relatos de testemunhas, após o impacto, o proprietário do Versailles, identificado como Claudio Barros de Araujo, de 40 anos, desceu do veículo e caminhou até a porta do motorista do Celta. Em seguida, teria sacado uma arma de fogo e efetuado um disparo à queima-roupa.

O tiro atingiu a região do olho esquerdo de Renato. Mesmo ferido, ele ainda tentou sair do automóvel, mas caiu no chão poucos metros depois. Equipes de socorro foram acionadas, porém a vítima não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar constatou o óbito ainda no local.

Após o disparo, o suspeito fugiu antes da chegada das forças de segurança. O Ford Versailles utilizado por ele permaneceu na cena do crime.

Revolta após o crime

A execução provocou indignação entre frequentadores da conveniência e moradores que presenciaram a cena. Revoltadas com a violência e com a aparente banalidade da motivação, diversas pessoas passaram a depredar o veículo deixado pelo suspeito.

Pedras foram arremessadas contra o automóvel, que teve vidros quebrados e sofreu diversos danos antes da chegada das autoridades.

Veículo do suspeito abandonado após o homicídio

Testemunhas relataram que a reação foi motivada pela brutalidade do assassinato, ocorrido logo após uma colisão de pequena proporção.


Carro do suspeito com danos provocados por populares

 

Imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades registraram toda a sequência dos acontecimentos e deverão auxiliar nas investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Suspeito é procurado

A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos da perícia. O caso foi registrado como homicídio e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Os investigadores analisam imagens de monitoramento e realizam diligências para localizar Claudio Barros de Araujo, apontado como autor do disparo. Até a publicação desta reportagem, ele não havia sido localizado.

A motivação do homicídio ainda será esclarecida durante a investigação. As primeiras informações apontam que a discussão teve início logo após a colisão entre os veículos, mas as circunstâncias que levaram ao disparo fatal ainda serão apuradas pelas autoridades.

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