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Ladrão pede justiça após ter duas pernas quebradas por vítima

Ladrão pede justiça após ter duas pernas quebradas por vítima

Techmestre

28/01/2014 - 00h00
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Um ladrão está criticando o sistema de justiça inglês depois que sua vítima o espancou durante uma tentativa de assalto. Segundo ele, o homem não deveria ter sido inocentado de agressão física.

Kevin Green, de 53 nos, teve as duas pernas e um braço quebrados por Andrew Woodhouse. O ladrão contou com a ajuda de Tim Cross, de 32 anos, para tentar roubar a empresa de sua vítima, mas acabaram sendo perseguidos pelo homem que os atacou.

Green não se disse satisfeito após Andrew ser inocentado de agressão. Ele disse que é atormentado por conta do incidente, e ficou incapaz de poder ir pescar ou mesmo passear com seus cães.

“Ele [Andrew] veio em cima de mim como um louco me batendo com uma vara”, contou o ladrão. “Eu sou a vítima em tudo isso”, concluiu. 

Andrew tem convivido com constantes tentativas de roubo em sua empresa. Ele se assustou quando recebeu uma ação para comparecer a um júri sob acusação de força excessiva, mas acabou sendo absolvido.

MS/Paraguai

Plantação que produziria 28 toneladas de maconha é destruída na fronteira

Mato Grosso do Sul seria o corredor principal para entrada da droga no País; prejuízo ao crime é de R$ 22,42 milhões

28/09/2026 10h40

Agentes da SENAD em plantação de maconha - Foto: SENAD/Governo do Paraguai

Agentes da SENAD em plantação de maconha - Foto: SENAD/Governo do Paraguai

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Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) do Paraguai queimou nove hectares de plantação de maconha, em uma propriedade rural localizada na Colônia Capitán Raúl Ocampos Rojas, distrito de Cerro Corá, na fronteira Mato Grosso do Sul (Brasil)/Paraguai.

A lavoura teria potencial para produzir 27 toneladas do entorpecente – carga avaliada em US$ 4,3 milhões/R$ 22,42 milhões no mercado brasileiro.

Além disso, também foram encontrados 1,8 tonelada de maconha em processo de secagem no local.

Com isso, autoridades paraguaias conseguiram destruir 28,8 toneladas da droga. Três acampamentos montados para o armazenamento e guarda da droga também foram queimados.

De acordo com a SENAD, os entorpecentes seriam introduzidos em território brasileiro. Provavelmente, Mato Grosso do Sul seria o corredor principal para entrada da droga no País.

O objetivo é combater o tráfico de drogas, destruir as rotas de narcotráfico e erradicar a produção e distribuição dos entorpecentes.

Conforme noticiado pelo Correio do Estado em 25 de agosto de 2026, a Polícia Paraguaia queimou 20 hectares de plantação de maconha, distribuídos em cinco lotes, em Cerranía San Luis, distrito de San Carlos del Apa.

A lavoura teria potencial para produzir 60 toneladas do entorpecente – carga avaliada em US$ 9 milhões/R$ 46,3 milhões no mercado brasileiro.

INFILTRADOS

Polícia Civil de MS dispensa delegado envolvido com desvio de drogas

A delegada Bárbara Camargo Alves assume a unidade de Terenos, a qual Hoffman D'ávilla era titular

28/09/2026 10h15

Delegado Hoffman D'ávilla foi dispensado de suas funções após ser preso na Operação Infiltrados

Delegado Hoffman D'ávilla foi dispensado de suas funções após ser preso na Operação Infiltrados Foto: Taynara Menezes / Correio do Estado

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A Delegacia-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul oficializou a dispensa de Hoffman D’ávilla Cândido e Sousa do cargo de delegado e do Quadro da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), após passar por audiência de custódia e a Justiça manter sua prisão. Ele é investigado no âmbito da Operação Infiltrados, que apura o suposto desvio de drogas apreendidas por agentes das forças de segurança de Mato Grosso do Sul e está detido desde a última quinta-feira (24).

Com sua saída da Delegacia de de Terenos, Bábara Camargo Alves assume o posto de titular da unidade e responde pelo expediente no período de 24 de setembro a 23 de outubro. Ela é delegada adjunta da Segunda Delegacia de Polícia de Campo Grande.

Hoffman deverá ser encaminhado para uma unidade prisional do Estado, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Operação Infiltrados

A Operação Infiltrados investiga a suspeita de que agentes das forças de segurança utilizavam o acesso proporcionado pelos próprios cargos para desviar entorpecentes apreendidos e fazer com que as drogas retornassem ao mercado ilegal.

Segundo as informações divulgadas pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), a Justiça expediu 24 mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 38 mandados de busca e apreensão, com diligências em Campo Grande, Dourados e Terenos.

Entre os investigados estão policiais civis, policiais militares e um policial penal.

Conforme já noticiado pelo Correio do Estado, a investigação aponta que a cocaína seria o principal entorpecente desviado pelo grupo.

Uma das suspeitas é de que a quantidade de droga encontrada em determinadas ocorrências fosse superior à registrada oficialmente. Dessa forma, parte do entorpecente ficaria fora dos documentos de apreensão e poderia ser desviada.

Outra linha investigada envolve a retirada de drogas que já estavam formalmente apreendidas e armazenadas em depósitos de delegacias.

De acordo com o MPMS, os entorpecentes desviados seriam posteriormente entregues a traficantes ligados ao grupo e recolocados em circulação.

A investigação que resultou na Operação Infiltrados teve início em outubro de 2025, a partir de elementos encontrados durante as operações Traquetos e Blindspot, também conduzidas pelo Gaeco.

 

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