Cidades

VISITA MINISTERIAL

Ministro da Justiça Flávio Dino vem a MS lançar programa de segurança pública

Além de lançar o Plano de Ação na Segurança, Dino vai participar da entrega de viaturas e equipamentos para a polícia de MS

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Na próxima segunda-feira (24), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, virá para Mato Grosso do Sul para cumprir agenda em Campo Grande  

Conforme apurado pelo Correio do Estado, o ministro Flávio Dino estará na cidade para implantar o Plano de Ação da Segurança (PAS) e o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci 2), ambas iniciativas do Governo Federal. 

Para dar início aos programas, o ministro fará a entrega de viaturas e equipamentos para a polícia de Mato Grosso do Sul. 

Também será assinado um convênio para a construção da Casa da Mulher Brasileira que será instalada em Dourados. Esta é a segunda unidade em MS, sendo que a de Campo Grande foi a primeira inaugurada no país. 

A instalação da Casa da Mulher é uma antiga reivindicação das mulheres indígenas, já que o índice de violência doméstica tem crescido consideravelmente nas aldeias. A unidade será instalada próximo à Reserva Indígena, que engloba as aldeias Jaguapiru e Bororó, onde vivem os povos originários da etnia Guarani, Kaiowá e Terena. 

PLANO DE AÇÃO DA SEGURANÇA

O Plano de Ação da Segurança (PAS) foi iniciado em junho deste ano, durante cerimônia com a presença do ministro Flávio Dino e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

De acordo com o governo federal, o programa promove iniciativas para combater o tráfico de drogas, violências nas escolas e contra a mulher. Além de prever o combate a crimes ambientais e a proteção da Amazônia. 

O Plano ainda também busca valorizar o profissionais de segurança, com apreensões de armas e munições ilegais, além de desenvolver operações integradas entre as forças policiais 

As iniciativas fazem parte do fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública e do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci 2), com o combate ao crime organizado, contra crianças e adolescentes e também contra a mulher.

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CG em dobro

Aplicativo nasceu da paixão pela gastronomia

Criado há nove anos por Nadia Ayumi Arakaki e Bruna Vitória Borges Gasparini, perfil virou referência para quem busca restaurantes e vitrine para empreendedores da Capital

26/08/2026 11h00

Nadia Ayumi Arakaki, de 29 anos, e Bruna Vitória Borges Gasparini, de 30 anos, comemoram o novo aplicativo

Nadia Ayumi Arakaki, de 29 anos, e Bruna Vitória Borges Gasparini, de 30 anos, comemoram o novo aplicativo Foto: Paulo Ribas

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Campo Grande sempre teve na comida mais do que uma resposta para a fome. Sair para jantar, descobrir um restaurante, reunir amigos em volta da mesa ou percorrer a cidade atrás daquele prato que alguém recomendou faz parte da rotina e da memória afetiva de muita gente.

Foi observando justamente esse hábito e vivendo-o que Nadia Ayumi Arakaki, de 29 anos, e Bruna Vitória Borges Gasparini, de 30 anos, começaram a construir, há nove anos, uma das comunidades gastronômicas mais conhecidas da Capital.

O que nasceu de maneira simples, com fotos e informações sobre os lugares onde gostavam de comer, encontrou rapidamente uma necessidade que muita gente compartilhava: antes de sair de casa, o campo-grandense queria saber onde estava indo, quanto gastaria e o que encontraria no prato.

“Tem muito a ver com a própria história do Comer em CG, que também nasceu dessa vontade de saber como era o local antes mesmo de ir, quanto custa e o que tem lá”, explica Nadia em entrevista ao Correio do Estado.

A ideia era quase a de um catálogo afetivo da cidade. Aos poucos, o perfil deixou de reunir apenas as descobertas das duas amigas e passou a ajudar milhares de pessoas a decidir onde almoçar, tomar um café, comemorar, encontrar uma sobremesa diferente ou, simplesmente, experimentar algo novo.

O reconhecimento veio devagar, na mesma velocidade do crescimento orgânico da página. Primeiro, os pedidos de indicação. Depois, as mensagens. Por fim, uma frase que passou a se repetir fora das telas: “A gente sempre olha o Comer em CG antes de sair”.

Mais do que seguidores, surgiu uma nova relação entre quem procura uma experiência gastronômica e quem a oferece.

É possível acompanhar essa transformação também na interação que movimenta o perfil nas redes sociais. Nos comentários, nas mensagens e nos conteúdos compartilhados, a antiga pergunta “onde vamos comer?” ganhou uma espécie de atalho: o seguidor procura, assiste, compara, salva e decide.

A facilidade de ter, no celular, uma prévia do ambiente, do prato e do preço acabou se misturando aos próprios hábitos de Campo Grande, uma cidade que faz da gastronomia um programa, mas que, como qualquer cidade em transformação, passou a descobrir novos endereços com a velocidade de uma tela.

A força dessa ponte aparece, principalmente, do outro lado da mesa. Proprietário do Sutil Café Bar, o empresário Murilo Sutil, de 29 anos, sentiu o efeito da divulgação quase imediatamente. Segundo ele, após o primeiro vídeo publicado pela dupla, a página do estabelecimento ganhou entre 1,9 mil e 2,2 mil seguidores em apenas 24 horas.

A repercussão, no entanto, não ficou restrita ao digital. “Eu notei muita diferença no movimento, em todas as partes, tanto digital quanto presencial”, relata o empresário.

Para Murilo, o diferencial está justamente na maneira como Bruna e Ayumi conversam com o público. “Elas falam uma linguagem muito popular, conversam como amigos da gente. Conseguem transmitir o desejo em cima do produto de forma muito natural e orgânica”.

É assim que uma indicação pode se transformar em mais do que visualização. Pode levar clientes até a porta, aumentar o movimento, ampliar equipes e até ajudar um pequeno negócio a crescer.

As próprias criadoras do Comer em CG acumulam histórias assim. Entre elas, lembram de um carrinho de cachorro-quente de rua, conhecido pelo purê de batata como diferencial. “O vídeo viralizou, as filas se estenderam por semanas e os produtos passaram a esgotar antes do horário de fechamento. Hoje, o negócio tem várias unidades”, diz Bruna ao relembrar histórias que ficaram na memória e no paladar.

Também houve estabelecimentos que conseguiram ampliar o espaço e contratar mais funcionários após a repercussão dos conteúdos. A comida continua sendo o centro da história. Mas, ao redor dela, Campo Grande ganhou uma nova forma de descobrir a própria cidade.

CG EM DOBRO

A evolução seguinte nasceu da mesma pergunta que havia dado origem ao Comer em CG: como facilitar a experiência de quem quer sair e conhecer algo novo?

Se o perfil ajudava o público a descobrir onde ir, faltava criar uma vantagem para transformar aquela curiosidade em decisão.

Foi assim que surgiu o CG em Dobro, projeto separado do Comer em CG, mas que nasce da experiência construída pela dupla com sua comunidade. A ideia reúne, em um aplicativo, indicações e benefícios para que os usuários possam conhecer estabelecimentos e utilizar cupons que oferecem pratos em dobro.

Segundo o site oficial, a edição atual do tour gastronômico reúne mais de 130 cupons e prevê economia superior a R$ 5 mil em benefícios, com uso pelo aplicativo até agosto do ano que vem. A plataforma funciona com pagamento único para acesso aos cupons e validação por QR code nos estabelecimentos participantes.

A proposta resolve uma equação simples: de um lado, pessoas que querem conhecer novos lugares, mas nem sempre estão dispostas a correr o risco de gastar em uma experiência desconhecida; de outro, empresas que precisam ser descobertas.

“Os seguidores queriam conhecer lugares e ter descontos. Os estabelecimentos queriam novos clientes e movimento”, explica Bruna.

A ideia dos cupons, por si só, não é nova. A mudança está na combinação. Em vez de procurar uma promoção isolada, o usuário encontra no aplicativo uma seleção de lugares que já passaram pelo universo de indicações construído pelo Comer em CG.

“Não inventamos a roda no quesito cupom de descontos, mas aliar esses descontos às nossas indicações e credibilidade torna o CG em Dobro diferente”, avalia Bruna.

A conexão também se apoia em uma tendência que Campo Grande aprendeu a incorporar: a experiência começa antes de sair de casa. Começa na tela, na busca pelo cardápio, no vídeo de alguém provando um prato, no endereço salvo para o fim de semana.

Para os empresários, a lógica também muda. Não se trata apenas de aparecer em uma publicidade, mas de tentar transformar visibilidade em presença física. “É uma estratégia de marketing de experiência. Diferente de um outdoor ou só um vídeo, nós levamos de fato as pessoas a experimentarem o lugar”, ressalta Nadia.

Nove anos depois das primeiras publicações, o Comer em CG continua, em essência, respondendo à mesma curiosidade: o que existe de bom logo ali, talvez a poucos quilômetros de casa, que eu ainda não conheço?
A diferença é que, agora, a resposta pode caber inteira na palma da mão.

E talvez seja essa a maior transformação provocada por uma ideia tão simples. Duas amigas começaram mostrando o que comiam. No caminho, ajudaram a fazer com que mais pessoas descobrissem novos sabores, mais estabelecimentos encontrassem público e a própria cidade enxergasse, com outros olhos, a riqueza que já tinha à mesa.

Nadia Ayumi Arakaki, de 29 anos, e Bruna Vitória Borges Gasparini, de 30 anos, comemoram o novo aplicativo Aplicativo criado em Campo Grande promete concorrer em pé de igualdade com gigantes do mundo virtual (Foto: Paulo Ribas)

inovação

Campo Grande avança como cidade inteligente com tecnologia da Agetec

Capital moderniza Saúde, Educação e serviços urbanos com plataformas digitais integradas, aplicativos inovadores e gestão baseada em dados, consolidando-se como referência nacional em conectividade e eficiência pública

26/08/2026 10h00

Diretor da Agetec, Leandro Basmage mostra uma das salas de monitoramento e controle das tecnologias à disposição da população

Diretor da Agetec, Leandro Basmage mostra uma das salas de monitoramento e controle das tecnologias à disposição da população Foto: Paulo Ribas

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A Capital vive um processo de profunda modernização de seus serviços públicos, impulsionado pela Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação de Campo Grande (Agetec). Abandonando o modelo tradicional de digitalização isolada, a capital sul-mato-grossense avança rumo ao conceito de cidade inteligente.

O diretor-presidente da Agetec, Leandro Basmage, resume a nova filosofia de trabalho da agência: “A gente não está informatizando a prefeitura. A gente não está informatizando, isso daí é coisa que era do passado”. Segundo o gestor, o objetivo principal é a construção de uma estrutura integrada: “Hoje a gente está construindo uma prefeitura que é baseada em dados e tem interconexão entre as secretarias”.

Sob essa diretriz, a Agetec experimentou um salto de produtividade expressivo, passando de um histórico de 20 projetos desenvolvidos em quatro anos para a marca de 54 projetos entregues em apenas um ano. Essa aceleração reflete o foco em resultados que beneficiem diretamente a população.

Saúde Pública Conectada

Uma das frentes mais sensíveis e bem-sucedidas desse processo de transformação ocorre na Saúde. O portal Cuida+ consolidou-se como uma plataforma que permite aos cidadãos realizarem o agendamento on-line de consultas para a assistência básica e de exames preventivos, tanto para homens quanto para mulheres.

A inovação elimina barreiras físicas e burocráticas ao possibilitar que os resultados de exames laboratoriais sejam acessados diretamente pela internet. Integrado com geoprocessamento, o sistema identifica automaticamente a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência mais próxima com base no endereço do usuário, facilitando inclusive o traçado de rotas.

Para otimizar o fluxo de atendimento nas urgências, a Agetec desenvolveu o mecanismo de contrarreferência, que redireciona pacientes de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para UBSs. Estima-se que praticamente 85% das pessoas que buscam atendimento nas UPAs poderiam receber assistência nas Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSFs).

Com o novo sistema, o paciente recebe o atendimento de urgência e sai da UPA com uma consulta pré-agendada na sua UBS de referência. No horizonte próximo de melhorias, está a integração de um sistema de mensageria via WhatsApp para o envio de lembretes aos pacientes, com o intuito de diminuir as taxas de faltas nas consultas marcadas.

Paralelamente, Campo Grande obteve destaque nacional ao se tornar a primeira capital do País a ter todas as suas modalidades de atenção à saúde – englobando especialidades, UBSs, pronto atendimento e Centros de Atenção Psicossocial (Caps) – registradas de forma integrada no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) do governo federal. Essa transição substituiu o antigo sistema pago por uma alternativa gratuita oferecida pelo Ministério da Saúde, gerando expressiva economia financeira para os cofres municipais.

A Capital também se destaca como a única cidade brasileira com instalação municipal própria do sistema de Assistência Farmacêutica (e-SUS AF), permitindo o monitoramento de indicadores desse setor em tempo real.

Como relata William Yugo, diretor do Escritório de Projetos na Prefeitura Municipal de Campo Grande, as equipes federais visitaram o município para conhecer de perto as iniciativas de prontuário e de painéis digitais de chamada de pacientes, que otimizam o tempo dos atendimentos médicos.

Educação Digital

A modernização também reestruturou o ambiente pedagógico da Rede Municipal de Ensino (Reme) por meio do aplicativo +Escola e do sistema Avalia+. 

O +Escola atua como uma ponte de comunicação direta com os pais, disponibilizando informações em tempo real sobre a frequência escolar do estudante, notas de avaliações, calendário letivo, avisos de reuniões e até mesmo o cardápio da merenda escolar. O sistema também prevê espaço para o compartilhamento dos planos de aula e materiais didáticos lecionados pelos professores.

Na outra ponta dessa infraestrutura digital está o Avalia+, uma ferramenta que funciona como o diário de classe digital dos professores. Substituindo o antigo método de anotações em papel que posteriormente precisavam ser digitadas em sistemas de computadores fixos das escolas, o Avalia+ possibilita que os docentes façam registros de faltas e notas diretamente de seus aparelhos celulares, mitigando o retrabalho.

O sistema, que iniciou sua fase de testes como projeto-piloto em 15 unidades de ensino em março deste ano, passa por um processo de expansão progressiva que engloba o cadastramento de mais de 8.000 professores da Reme para que a obrigatoriedade de uso seja implementada em definitivo.

“A ideia é o pai conseguir entender como que está a performance do aluno”, detalha Leandro Basmage.

Segundo o presidente da autarquia, a geração desses dados servirá de norteador para a gestão pedagógica: “Ao mesmo tempo, esse é um indicador que o diretor do colégio vai gostar muito, porque ele vai entender onde que está a dificuldade, qual é o professor, e acompanhar de perto o ensino. A gente vai começar a ter indicadores que vão nos nortear para ter uma melhor performance dentro daquela unidade”, explica Basmage.

Diretor da Agetec, Leandro Basmage mostra uma das salas de monitoramento e controle das tecnologias à disposição da população Agetec desenvolveu aplicativo para o setor da Educação (Foto: Paulo Ribas)

Segurança para Mulheres

Em termos de utilidade pública e proteção social, o aplicativo Proteja+ destaca-se como um recurso voltado a mulheres sob medidas protetivas decorrentes de violência doméstica. 

O aplicativo possui um botão de pânico integrado que aciona instantaneamente a central de monitoramento da Guarda Civil Metropolitana. Como diferencial de usabilidade e segurança para momentos de extrema vulnerabilidade, a ferramenta permite o envio do alerta silencioso mediante o acionamento repetido dos botões físicos do aparelho celular, mesmo com o visor bloqueado. A tecnologia já foi testada com resultados práticos na redução de ocorrências e foi expandida para equipes de saúde, educação e conselheiros tutelares da Secretaria de Assistência Social.

+CG

Outro pilar da atuação digital é o aplicativo +CG, concebido para funcionar como uma “prefeitura no bolso” do cidadão. A plataforma unifica uma ampla gama de demandas, como a emissão de guias de IPTU, denúncias de terrenos baldios, problemas na iluminação pública e, inclusive, a campanha Infância sem Corrente, voltada a denúncias de trabalho infantil.

No âmbito dos serviços urbanos, a plataforma aprimorou o fluxo de solicitações para o tapa-buraco. Ao identificar um buraco na via pública, o cidadão pode registrar uma foto por meio do celular; o sistema realiza o geoprocessamento automático da localização pelo GPS e gera o CEP e o endereço exato, encaminhando a demanda para a equipe operacional correspondente. A digitalização visa otimizar os investimentos públicos e tornar mais eficiente a operação tapa-buraco. 

Autonomia Tecnológica

Com previsão de lançamento oficial neste aniversário de Campo Grande, o portal Smart CG trará um mapa dinâmico interativo para a população acompanhar em tempo real o andamento de serviços públicos diversos, como limpeza de bocas de lobo e retirada de galhos de árvores.

Os cidadãos poderão verificar as ordens de serviço por meio de um mapa de cores, em que marcações em vermelho sinalizam as solicitações em aberto e marcações em verde confirmam os trabalhos concluídos pelas equipes da prefeitura.

De acordo com a diretora de Desenvolvimento e Gestão de Sistemas, Cristiane Pilger, essa aceleração das entregas se tornou viável a partir de uma reformulação técnica interna. A Agetec migrou seus sistemas para uma arquitetura de serviços em vez de plataformas monolíticas, o que simplifica drasticamente a manutenção e as atualizações. Além disso, a agência reduziu a dependência de fábricas de software terceirizadas, realizando a maior parte dos desenvolvimentos com sua própria força de trabalho.

Complementando esse ecossistema, o município mantém total controle de suas operações por meio de um data center próprio de alta disponibilidade. O centro de dados conta com infraestrutura física robusta, incluindo geradores de energia redundantes, transformadores e sistemas de climatização adequados para garantir a estabilidade 24 horas por dia das aplicações municipais, operando de forma independente de serviços de nuvem externa.

A infraestrutura é acompanhada pelo programa Acessa+, que fornece conectividade gratuita à internet em postos de saúde, escolas, praças e no Mercadão Municipal. A velocidade da conexão foi ampliada recentemente de 200 MB para 600 MB para melhorar a experiência de navegação dos usuários.

O foco central da agência, como define Leandro Basmage, orienta cada nova criação técnica: “Quando a gente começa o projeto, primeiro a gente avalia: vai melhorar a eficiência da máquina? Vai. Vai melhorar pro serviço para o cidadão? Vai. Então é meio caminho andado”.

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