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No interior

Mirando esquema de lavagem de dinheiro, operação da Defron prende quatro neste sábado

Um veículo foi apreendido e mais sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Dourados, Rio Brilhante e Ponta Porã

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Quatro pessoas foram presas pela Polícia Civil na manhã deste sábado (12), durante uma operação da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) contra um grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso do Sul. 

A ação também cumpriu sete mandados de busca e apreensão em três municípios do Estado. Em Dourados, onde ocorreram as quatro prisões, os policiais fazem buscas em cinco endereços. As demais ordens foram cumpridas em Rio Brilhante e Ponta Porã.

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, a investigação teve origem em outra ocorrência de tráfico de drogas apurada pela Defron. A partir das diligências, os investigadores identificaram a participação de diferentes pessoas no fornecimento, distribuição e comercialização de entorpecentes.

Ainda conforme a polícia, a apuração também apontou movimentações financeiras relacionadas à atividade criminosa, levando à investigação por lavagem de dinheiro.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares e outros dispositivos eletrônicos. O material será submetido à análise e poderá contribuir para o aprofundamento das investigações e para a identificação de outros possíveis envolvidos.

Uma Toyota Hilux SW4, avaliada em aproximadamente R$ 200 mil, também foi apreendida durante a operação. As investigações continuam e os presos permanecem à disposição da Justiça. A operação foi coordenada pela Defron, com apoio do Setor de Investigações Gerais, o SIG de Dourados e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF).

GUERRA DE FACÇÕES

Garota do CV que planejou morte do pai dizia ser vítima de abuso sexual

O pai foi morto no dia 29 de setembro e nesta quinta-feira (16) ela e outros dois jovens foram mortos durante operação policial em Nova Andradina

16/10/2026 11h44

Os delegados Ivan Barreira e Roberto Guimarães repassaram detalhes nesta sexta-feira sobre o confronto com três mortes

Os delegados Ivan Barreira e Roberto Guimarães repassaram detalhes nesta sexta-feira sobre o confronto com três mortes Marcelo Victor

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Morta com mais dois outros jovens durante operação policial nesta quinta-feira em Nova Andradina, a adolescente Ana Vitória Nascimento Santos, de 17 anos, teria planejado o assassinato do próprio pai porque fora vítima de violência sexual praticada por ele.

A informação foi divulgada pelos delegados Ivan Barreira, Diretor do Departamento de Polícia Especializada, e Roberto Guimarães, titular do Garras, em coletiva na manhã desta sexta-feira (16) em Campo Grande.

Os delegados, porém, não repassaram detalhes sobre esta suposta violência sexual. Informaram, porém, que ela fazia parta de uma célula do Comando Vermelho e que seu pai, Gilson Santana dos Santos, foi executado no dia 29 de setembro. A garota teria feito a denúncia de abuso sexual aos chamados graduados da facção e por depois disso teria recebido apoio da executar o suposto agressor. 

Foi o assassinado de Gilson e a execução de quatro pessoas da mesma família no distrito de Casa Verde (município de Nova Andradina), no dia 19 de setembro, que levou a Polícia Civil e a Polícia Militar a desencadear a operação que nesta quinta-feira (15) resultou na morte dos três suspeitos em Nova Andradina.

Conforme as investigações, dois dos três mortes era de outros estados (Maranhão e Mato Grosso) e estava em Mato Grosso do Sul como “missionários” para matar integrantes do PCC que supostamente estavam atuando nas cidades de Batayporã, Nova Andradina e Bataguassu.

Estes dois “missionários”, segundo os delegados, receberam apoio logístico da adolescente para cometer a série de crimes na região. Durante a tentativa de prisão, conforme o delegado Roberto Guimarães, os três teriam reagido a tiros e acabaram sendo atingidos pelos policiais.

Na casa em que o trio foi encontrado havia somente alguns colchões e um pequeno fogão, segundo os delegados. Isso, segundo eles, indica que estava na cidade somente para cumprir determinadas tarefas e depois iriam embora. Mas, toda a coordenação e logística era, acreditam os policiais, ficava a cargo da adolescente, que com isso conseguir vantagens financeiras da facção criminosa. 

Wemerson Costa dos Anjos, de 18 anos, era natural do Maranhão, e João Lucas Santos Nunes, de 23 anos, de Jaciara (MT). O último já era procurado pela polícia por ter supostamente ter parcitipado de um “tribunal do crime” em Mato Grosso.

A cooptação de garotas para darem apoio aos chamados “missionários” não é caso isolado. Na sexta-feira da semana passada (9), quatro jovens foram mortos por policiais militares e civis em Sidrolândia. O quarteto também era comandado por uma mulher, Vanessa Thiel de Almeida, de 19 anos.

Assim como em Nova Andradina, os quatro também seriam integrantes do Comando Vermelho e praticavam crimes contra criminosos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

EVIDÊNCIAS

No local do confronto que acabou em três mortes em Nova Andradina, os policiais apreenderam três armas de fogo que, segundo a Polícia Civil, teriam sido utilizadas pelos suspeitos no confronto. Também foi apreendida uma motocicleta que a polícia investiga se foi usada em homicídios ocorridos em Batayporã.


 

Campo grande

Gatinho foge e dono oferece R$ 15 mil no pix a quem encontrá-lo

Animal pertence a uma idosa de 86 anos, que está triste e preocupada com o gato

16/10/2026 11h33

Joãozinho está desaparecido há vários meses

Joãozinho está desaparecido há vários meses ARQUIVO PESSOAL

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Joãozinho, gato siamês, está desaparecido há três meses e o dono, Gilson Rodrigues de Arruda, ainda tem esperança de encontrá-lo.

Por isso, ele oferece R$ 15 mil no pix à quem conseguir encontrá-lo e trazê-lo de volta.

O gatinho desapareceu em 8 de julho, há três meses, no bairro Rita Vieira III, em Campo Grande. Joãozinho tem três anos de idade e foi resgatado das ruas.

Joãozinho está desaparecido há vários mesesDona Judith, com seus gatos no colo. Foto: Arquivo Pessoal

O animal é um gato macho, da raça siamês, castrado, microchipado, pelagem curta de cor caramelo escura e dos olhos azuis.

Atualmente, ele pertence a dona Judith, uma idosa de 86 anos de idade, que é muito apegada ao animal. Esta é a primeira vez que ele some.

“Minha mãe está triste e preocupada. Todo dia fica perguntando aonde ele possa estar, se está comendo, se ele está bem”, contou.

R$ 15 mil chama atenção por ser um valor alto, que poucas pessoas teriam a oportunidade de oferecer pela recompensa de devolver um animal.

“Estamos oferecendo R$ 15 mil porque o Joãozinho é muito querido, é parte de nossa família, e minha mãe deu nome do meu avô pra esse gatinho. Ele é especial pra nós”, disse o tutor.

Quem encontrar o gatinho, pode ligar para o seu tutor pelo número (67)98445-4845. Ele irá efetuar o pagamento mediante leitura do microchip no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Joãozinho está desaparecido há vários meses

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