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MS-040 entra na segunda semana sem tráfego de caminhões

Intervenções em duas pontes mantêm veículos pesados fora do trecho entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo

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A MS-040 entra nesta segunda-feira (14) ainda com restrição no tráfego de caminhões no trecho entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo. A medida ocorre por causa das obras de recuperação de duas pontes localizadas nos quilômetros 205 e 223 da rodovia, corredor utilizado principalmente por quem segue da Capital em direção à região leste de Mato Grosso do Sul e à divisa com São Paulo. 

As intervenções começaram no dia 05 de setembro e, enquanto os serviços são executados, veículos pesados não podem passar pelos pontos em obras. Para automóveis e outros veículos leves, a circulação permanece permitida por meio do sistema de pare-siga. 

Como não há desvio próximo aos locais das intervenções que comporte o tráfego de carretas, caminhoneiros precisam reorganizar o trajeto antes mesmo de acessar a MS-040.

Para quem sai de Campo Grande com destino a Bataguassu ou ao Estado de São Paulo, uma das opções é seguir pela BR-163 até Nova Alvorada do Sul e, posteriormente, acessar a BR-267. O mesmo corredor serve de alternativa no sentido contrário para os veículos pesados que entram em Mato Grosso do Sul pela região de Bataguassu e seguem em direção à Capital.

Até o momento, não há previsão divulgada para a liberação do tráfego pesado nos dois pontos da MS-040.

A situação exige atenção principalmente de motoristas profissionais que utilizam a rodovia de longa distância. Além do aumento do percurso, a mudança transfere parte do fluxo de cargas para rodovias federais que já concentram movimento significativo de veículos pesados.

A MS-040 não é a única rodovia sul-mato-grossense com alterações no trânsito em razão de intervenções em pontes. Outros importantes corredores do Estado também operam com restrições, bloqueios em determinados horários ou sistema de pare-siga.

Na ligação entre Mato Grosso do Sul e Paraná, a ponte Ayrton Senna, sobre o Rio Paraná, entre Mundo Novo e Guaíra (PR), passa por obras desde julho. Com aproximadamente 3,6 quilômetros de extensão, a estrutura é uma das principais rotas para veículos que circulam entre os dois estados.

Depois de uma primeira etapa de serviços durante o dia, os trabalhos passaram a ser concentrados no período noturno. Com isso, o trânsito fica interrompido entre 20h e 4h, no horário de Mato Grosso do Sul, com uma janela de liberação entre 22h30 e 23h30.

A mudança foi adotada para reduzir os impactos no fluxo durante o dia, período em que a ponte recebe milhares de veículos. A estrutura registra média de aproximadamente 8 mil veículos diariamente.

Outro ponto que requer atenção fica na BR-262, na região de Corumbá. A ponte sobre o Rio Paraguai passa por recuperação desde junho e funciona com pare-siga durante as 24 horas do dia.

Localizada a cerca de 70 quilômetros da área urbana de Corumbá, a estrutura recebe intenso movimento de veículos pesados, principalmente carretas utilizadas no transporte de minério em direção ao Porto Gregório Curvo, em Porto Esperança.

A ponte também é estratégica para veículos de passeio, já que a BR-262 representa a principal ligação terrestre pavimentada de Corumbá e Ladário com as demais regiões de Mato Grosso do Sul.

As obras estão orçadas em R$ 11,7 milhões e a previsão é de que os trabalhos avancem até o primeiro trimestre do próximo ano. Durante a execução dos serviços, novas interrupções temporárias poderão ocorrer.

A estrutura também passou a receber atenção adicional depois que uma embarcação utilizada no transporte de minério atingiu um de seus pilares no fim de agosto. A avaliação das condições da ponte passou a integrar o acompanhamento realizado no local.

**Colaborou Neri Kaspary**

Cidades

PL 2.258/2026 reacende debate sobre cassino online e coloca plataformas autorizadas em foco

A proposta ainda está em fase inicial de tramitação, mas já recolocou no centro do debate a diferença entre proibir e regular

14/09/2026 11h23

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O mercado brasileiro de apostas atravessa uma nova etapa de incerteza regulatória. Após pouco mais de um ano de funcionamento do modelo federal regulamentado, o Projeto de Lei 2.258/2026 propõe retirar os jogos de cassino algorítmicos da legalidade, preservando as apostas esportivas baseadas em eventos reais e as loterias. A medida englobaria modalidades como caça-níqueis, jogos de crash, blackjack e roleta oferecidos atualmente pelos operadores autorizados.

A proposta ainda está em fase inicial de tramitação, mas já recolocou no centro do debate a diferença entre proibir e regular. Para o público, a discussão também aumenta a importância de saber identificar uma plataforma de jogos autorizada, entender quais produtos estão cobertos pelas regras atuais e separar mudanças efetivamente aprovadas de previsões que ainda dependem do Congresso Nacional.

O que o PL 2.258/2026 pretende proibir

Apresentado pelo deputado Paulo Pimenta em maio de 2026, o projeto veda a exploração, a comercialização, a oferta e a publicidade de jogos de azar cujo resultado seja gerado por sistemas eletrônicos ou algoritmos. A proibição pretende incluir até mesmo as empresas sediadas no exterior que ofereçam seus serviços a pessoas localizadas no Brasil, independentemente da moeda ou do meio de pagamento utilizado.

O texto também revoga o inciso da Lei 14.790/2023 que incluiu os eventos virtuais de jogos online entre os objetos permitidos das apostas de quota fixa. Em sua justificativa, o autor identifica como alvos diretos o cassino online algorítmico, os caça-níqueis digitais, os jogos de crash e produtos semelhantes. As apostas sobre eventos esportivos continuariam sendo permitidas.

A proposta não representa, entretanto, uma proibição já aprovada. Na ficha oficial da Câmara, o projeto de lei ainda aparece aguardando despacho do presidente da Casa. Isso significa que não houve nenhuma definição das comissões responsáveis, escolha de relator ou votação de mérito.

Para virar lei, o projeto ainda precisa percorrer a Câmara, ser aprovado pelo Senado e receber sanção presidencial. Durante esse processo, o texto pode ser modificado, receber um substitutivo, ser anexado a outros projetos ou permanecer sem nenhum avanço. Portanto, a legislação atual continua sendo válida enquanto não houver aprovação e publicação de uma nova norma.

Por que a proposta chega em um momento decisivo?

O mercado federal regulamentado passou a funcionar integralmente em janeiro de 2025. Desde então, empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda, operam por meio de domínios terminados em “.bet.br”. Cada autorização pode abranger até três marcas, o que explica por que o número de sites é maior do que a quantidade de empresas licenciadas. Até junho de 2026, por exemplo, dados do governo indicavam 85 autorizações e 187 sites em funcionamento.

Esse projeto de lei surge em um momento no qual operadores, fornecedores de tecnologia e órgãos públicos ainda estão consolidando o modelo regulado. As empresas legalizadas pagaram outorgas, adaptaram sistemas, estabeleceram estruturas no Brasil e submeteram plataformas e jogos a processos de certificação. Em contrapartida, várias plataformas ilegais tiveram seus recursos bloqueados por um decreto federal.

A justificativa desse projeto apresenta dados sobre os valores destinados ao setor e custos sociais, embora reconheça que entidades empresariais estão contestando parte das estimativas utilizadas. A controvérsia envolve tanto a proteção dos consumidores quanto os efeitos de alterar um mercado recém-regulamentado.

A diferença entre empresas, marcas e jogos autorizados

O número de plataformas costuma causar confusão porque uma licença empresarial não corresponde necessariamente a um único site. Pelas regras do Ministério da Fazenda, cada autorização permite que a companhia explore até três marcas. Uma mesma empresa pode, portanto, manter diferentes domínios “.bet.br”, cada um com uma identidade comercial própria.

Segundo a legislação atual, não basta uma marca aparecer na lista federal para que qualquer produto possa ser oferecido. A autorização permite atuar no mercado de aposta de quota fixa, mas os sistemas, os jogos online e os estúdios de eventos ao vivo precisam obedecer aos requisitos técnicos da SPA. Sendo assim, entidades de certificação habilitadas avaliam elementos como integridade do sistema, geração de resultados e funcionamento da plataforma.

Essa distinção é importante para quem procura apostar em jogos de cassino online. O usuário deve primeiramente confirmar a presença da operadora na relação oficial do governo, e também a disponibilidade regular do jogo dentro do domínio autorizado. Cópias de sites, endereços parecidos e páginas que usam o nome de marcas conhecidas sem o domínio correto continuam oferecendo riscos.

No entanto, a lista oficial não funciona como um ranking de qualidade. Ela informa quais empresas receberam autorização para operar, mas não determina qual delas oferece o melhor catálogo, atendimento para resolução de problemas ou experiência de jogo. A escolha entre plataformas legalizadas exige uma segunda etapa de análise, na qual, a partir da confirmação da licença, é preciso verificar a navegabilidade da plataforma, os mecanismos de jogo responsável e a oferta de jogos disponíveis.

Como identificar uma plataforma de jogos regulamentada

O primeiro passo é observar o endereço eletrônico do site. Todas as plataformas autorizadas em âmbito federal utilizam a extensão “.bet.br”. Um domínio internacional ou uma pequena alteração na grafia pode indicar que o usuário está diante de uma plataforma não autorizada ou de uma tentativa de imitação. O endereço também pode ser conferido diretamente na página da Secretaria de Prêmios e Apostas.

Depois de confirmar a licença, é necessário observar a transparência. Uma plataforma confiável apresenta identificação da empresa responsável, CNPJ, regras, canais de atendimento e condições para depósitos e retiradas. Termos excessivamente vagos, dificuldade para localizar a razão social ou promessas de ganhos garantidos são sinais incompatíveis com a lógica de um mercado supervisionado.

Nos caça-níqueis, é importante verificar se o jogo informa o fornecedor, as regras, as linhas de pagamento e o retorno ao apostador. O RTP é uma média estatística calculada sobre um grande número de giros, não uma previsão do resultado de cada sessão de apostas. Mesmo em jogos de cassino online certificados, não há estratégia capaz de garantir lucros ou eliminar o risco de perdas, pois cada giro apresenta um resultado aleatório e independente dos anteriores.

Fica o alerta: qualquer mercado de apostas envolve risco e é indicado apenas a maiores de 18 anos, conforme orienta o Ministério da Fazenda ao lembrar que aposta não é investimento.

Também devem ser avaliados os instrumentos de controle disponíveis. Limites de depósito, histórico de transações, alertas de tempo e acesso à autoexclusão ajudam o usuário a acompanhar sua atividade. Esses recursos não transformam as apostas em investimento, mas mostram se a plataforma cumpre obrigações que vão além da oferta de um catálogo diversificado de jogos.

Cassino ao vivo e caça-níqueis não funcionam da mesma maneira

Os caça-níqueis online utilizam um gerador de números aleatórios para determinar o resultado de cada giro de suas bobinas. O mesmo princípio algorítmico está presente em vários jogos instantâneos e de crash. Por isso, essas modalidades aparecem de maneira clara entre os principais pontos descritos na justificativa do PL 2.258/2026.

O cassino ao vivo, por outro lado, funciona de modo diferente. As partidas são transmitidas de um estúdio, com apresentadores, cartas, roletas e outros equipamentos físicos. Embora a experiência chegue ao jogador pela internet, o resultado pode decorrer de uma ação realizada em tempo real, e não apenas de um algoritmo interno.

Essa diferença técnica por si só não resolve a questão jurídica. O primeiro artigo do projeto se concentra nos resultados gerados eletronicamente, mas o segundo revoga o dispositivo que hoje dá sustentação aos eventos virtuais dos jogos online. Caso a proposta avance, o alcance sobre as mesas de apostas ao vivo provavelmente precisará ser esclarecido durante a tramitação ou na regulamentação posterior.

As apostas esportivas ocupam uma categoria distinta porque dependem de acontecimentos externos verificáveis. O próprio projeto preserva essa modalidade, o que significa, em tese, que as plataformas que hoje reúnem esportes, caça-níqueis e mesas ao vivo poderiam continuar com a parte esportiva mesmo que os jogos de cassino fossem proibidos.

O que poderia acontecer com as plataformas licenciadas

Se o texto for aprovado sem alterações, autorizações incompatíveis com a nova proibição perderiam efeito para as plataformas de jogos. A versão apresentada determina que a lei entraria em vigor na data de sua publicação e não descreve um período de transição detalhado. Esse é um dos pontos que provavelmente exigiria uma discussão parlamentar.

Os operadores poderiam manter apostas esportivas, mas teriam que retirar os jogos online e reorganizar suas estruturas comerciais. Fornecedores especializados em caça-níqueis e jogos instantâneos perderiam acesso ao mercado regulado do Brasil, enquanto empresas com atuação diversificada concentrariam suas operações nos produtos remanescentes.

Para os usuários, questões como saldo, apostas pendentes e retirada de recursos dependeriam das regras de transição e das orientações estabelecidas pela SPA. A legislação atual já exige que as plataformas mantenham registros e procedimentos de pagamento, mas uma mudança em grande escala precisaria evitar que consumidores fossem direcionados abruptamente para canais sem supervisão.

Esse risco é um dos argumentos usados por quem prefere uma regulamentação mais rígida ao invés da proibição. Se a demanda por jogos continuar existindo, sites estrangeiros irregulares podem tentar ocupar o espaço deixado pelas marcas autorizadas. Os defensores do projeto, por outro lado, sustentam que os danos associados aos jogos justificariam sua retirada completa.

O debate entre proibição e fiscalização

O projeto de lei coloca frente a frente duas respostas possíveis aos problemas associados aos cassinos online. A primeira é excluir esses jogos do mercado legal, mantendo apenas apostas esportivas e loterias. A segunda é reforçar certificação, limites, publicidade, fiscalização e mecanismos de proteção dentro do sistema regulado.

Quem defende a proibição destaca a velocidade das rodadas, a disponibilidade permanente e as mecânicas de recompensa dos caça-níqueis. Esses elementos podem favorecer repetição intensa e perda de controle. O projeto de lei também argumenta que o resultado gerado internamente oferece menos referências externas ao jogador do que uma aposta baseada em um evento esportivo.

Já os críticos de uma retirada completa tendem a apontar para as vantagens do mercado regularizado. Plataformas não autorizadas não seguem o domínio “.bet.br”, não recolhem os mesmos tributos e podem ignorar exigências de certificação e mecanismos de proteção aos usuários. Nesse entendimento, reduzir a oferta de sites de apostas legalizados sem diminuir a procura transferiria parte dos usuários para ambientes de maior risco.

O avanço dessa discussão dependerá da capacidade do Congresso comparar evidências e definir com precisão quais resultados seriam alcançados. Também será necessário avaliar os efeitos sobre consumidores, empresas autorizadas, arrecadação e fiscalização. O texto atual inicia esse debate, mas ainda está longe de representar uma decisão definitiva.

Informações oficiais serão decisivas para o futuro desse mercado

O Brasil chegou a um patamar importante na sua experiência com apostas reguladas. Em pouco tempo, o país criou regras em âmbito nacional, autorizou mais de 180 marcas e estabeleceu requisitos para as plataformas acerca de pagamentos, publicidade e certificação de jogos. O PL 2.258/2026 questiona uma parte central desse modelo antes mesmo que ele tenha a chance de alcançar sua consolidação efetiva.

Para quem está à procura da melhor plataforma de jogos de cassino hoje, a resposta começa pela legalidade, e não pelas ofertas de bônus ou pelo tamanho do catálogo. Ter o domínio “.bet.br”, estar presente na lista da SPA, oferecer as devidas identificações da empresa, ter jogos certificados e regras transparentes formam a base dessa análise. Ainda assim, nenhuma dessas características transforma jogos online em uma fonte segura de renda.

Nos próximos meses, a proposta poderá avançar, ser alterada ou continuar parada. A situação oficial deve ser acompanhada na Câmara dos Deputados, enquanto a relação de operadores precisa ser conferida no Ministério da Fazenda. O número atual, de cerca de 187 plataformas legalizadas, faz parte de uma lista dinâmica, a qual pode sofrer alterações constantemente.

Essa controvérsia certamente manterá o assunto em evidência, mas a urgência da mídia e de parte do público não deve produzir conclusões antecipadas. O ponto mais relevante neste momento é considerar que os jogos de cassino autorizados continuam legais sob as regras em vigência, e que, apesar do projeto de lei propor mudar esse cenário, o mesmo ainda não foi votado. Entre manchetes e disputas políticas, a informação verificada é o principal instrumento para compreender o futuro desse setor.

Em MS

Operação da DEFRON mira organização criminosa e prende quatro em Dourados

Investigados são suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e movimentação de recursos ilícitos

14/09/2026 10h40

Operação da DEFRON cumpriu ainda sete mandados de busca e apreensão em três cidades de Mato Grosso do Sul

Operação da DEFRON cumpriu ainda sete mandados de busca e apreensão em três cidades de Mato Grosso do Sul Foto: Reprodução

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão contra pessoas investigadas por envolvimento com uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. A operação foi realizada no sábado (12) pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON).

As prisões ocorreram em Dourados. Dos mandados de busca e apreensão, cinco foram cumpridos no município, enquanto os demais foram realizados em Rio Brilhante e Ponta Porã.

A ação foi coordenada pela DEFRON, com apoio da Seção de Investigações Gerais (SIG) de Dourados e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), da Polícia Militar.

Segundo a Polícia Civil, a investigação começou a partir de uma ocorrência de tráfico de drogas apurada pela DEFRON. Com o avanço das diligências, os investigadores reuniram indícios de que diferentes pessoas estariam envolvidas no fornecimento, na distribuição e na comercialização de entorpecentes.

Também foram identificados indícios relacionados à movimentação de recursos financeiros supostamente ligados às atividades criminosas.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos materiais considerados de interesse para a investigação. O conteúdo será analisado pelos investigadores e poderá auxiliar no esclarecimento dos fatos e na identificação de outros possíveis envolvidos.

Uma caminhonete Hilux SW4, avaliada em aproximadamente R$ 200 mil, também foi apreendida.

A investigação continua em andamento. Conforme a Polícia Civil, novas informações sobre o caso só serão divulgadas após a conclusão do inquérito policial.

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