Cidades

Pandemia

MS aguarda resposta do ministério para aplicar dose reforço em pessoas de 50 e 60 anos

Crianças entre 5 e 12 anos também podem começar a serem vacinadas

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O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, informou ao Correio do Estado que o Ministério da Saúde deve informar a qualquer momento se a terceira dose do imunizante contra a Covid-19 pode começar a ser aplicada em pessoas com 60 e 50 anos. 

Além da ampliação do grupo da dose reforço, o secretário diz aguardar também a decisão de vacinar crianças entre 5 e 12 anos contra o coronavírus. 

"Estamos aguardando o Ministério da Saúde responder nosso pedido para ampliar grupos de vacinação. Vacinação em crianças de 05 a 12 anos e aplicação da dose reforço em pessoas com 60 e 50 anos", informou o secretário.

Últimas notícias

Questionado sobre a queda do ritmo de vacinação em Mato Grosso do Sul, Resende disse que os municípios estão com 340 mil doses disponíveis e precisam buscar maneiras de incentivar a população a se vacinar. 

"Os municípios estão com 340 mil doses disponíveis, e precisam aplicar, precisamos aumentar nossa vacinação. Não existe riscos desses imunizantes vencerem agora, a data de validade de alguns está marcada para o primeiro bimestre de 2022".

Imunização

Atualmente 78,12% da população de MS receberam a primeira dose e 65,84% estão com o esquema vacinal completo. 

Considerando apenas a população adulta, os índices são de 96,18% (1ª dose ou única) e 94,25% (2ª ou única).

Em Campo Grande, são 655.571 pessoas vacinadas com a primeira dose, 597.134 vacinados com segunda dose e 108.304 vacinados com terceira dose em Campo Grande, segundo dados do vacinômetro disponibilizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).

Os números abrangem 72,35% da população campo-grandense vacinada e 65,9% imunizada contra Covid-19.

Campo Grande já aplicou 1.361.009 doses desde o início da campanha de imunização contra Covid-19.

Campo Grande

Uso de máscara ao ar livre pode volta a ser obrigatório em Campo Grande, com risco de só voltar a ser liberado novamente com o avanço da vacinação.

O prefeito da Capital, Marcos Trad (PSD), diz que é necessário um maior número de pessoas totalmente imunizadas para flexibilizar o uso da máscara em locais abertos. 

Trad havia flexibilizado o uso do equipamento de proteção individual (EPI) em locais abertos na última quinta-feira (4).

O foco da prefeitura é buscar pessoas que ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com Marcos Trad, 61 mil pessoas ainda não tomaram a segunda dose.  

"Um dos elementos técnicos da saúde pública é o não retorno de 61 mil pessoas que não foram tomar a segunda dose da vacina, essas pessoas estão circulando pela cidade, então nós ficamos com medo. Então foi uma informação técnica que era para aguardarmos 5%", disse Marquinhos em coletiva de imprensa nesta manhã (10).

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INTERIOR

Suspeitos de executarem 'Primo' do PCC com 17 facadas entram na mira da PCMS

Amaurilio Tafarel Araújo dos Santos e Vitor Hugo de Araújo Santos são procurados pelo homicídio qualificado registrado em plena na Sexta Feira Santa (03)

06/04/2026 11h15

Executado na última Sexta-Feira Santa (03), o crime aconteceu no bairro Jardim Campo Grande, vitimando um indivíduo de 38 anos

Executado na última Sexta-Feira Santa (03), o crime aconteceu no bairro Jardim Campo Grande, vitimando um indivíduo de 38 anos Reprodução/PCMS

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Suspeitos de executarem com 17 facadas o "Primo" do Primeiro Comando da Capital (PCC), Jean Paulo Maciel, Amaurilio Tafarel Araújo dos Santos e Vitor Hugo de Araújo Santos foram classificados como "procurados" e estão na mira da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul pelo homicídio qualificado executado em Bataguassu.

Executado na última Sexta-Feira Santa (03), o crime aconteceu no bairro Jardim Campo Grande, vitimando um indivíduo de 38 anos também conhecido como "Gigi Brau", apontado por portais locais como membro do PCC, que foi encontrado morto em endereço da rua Flávio Derzi, no bairro Jardim Campo Grande em Bataguassu. 

Na esquina com a Rua Leopoldo Cavalcante, em um endereço sem muros, o imóvel que foi inicialmente isolado pela Polícia Militar até a chegada das equipes de perícia apresentava sinais de luta. 

Próximo ao corpo de Jean, conforme apontado pela investigação, uma faca com cabo de madeira foi encontrada, sendo que o corpo continha sinais de, pelo menos, 17 perfurações.  

Esse crime foi registrado por volta de 21h20, com o corpo localizado próximo ao banheiro. Jean "Primo" era descrito como "bastante conhecido" no município de Bataguassu e entre os meios policiais. 

Supostamente apontado como membro do PCC, em seu nome ele acumulava passagens por crimes como: 

  • Roubo
  • Tráfico de drogas
  • Porte ilegal de arma de fogo
  • Tentativa de feminicídio e 
  • Dois homicídios. 

Procura-se

Conforme repassado pela PCMS, os dois suspeitos por esse crime são: 

  • Amaurilio Tafarel Araújo dos Santos, de 35 anos
  • Vitor Hugo de Araújo Santos, de 22 anos

Sem revelar maiores informações além da identificação, é dito apenas que os homens são considerados procurados pela Justiça pela prática de homicídio qualificado. 

"A Polícia Civil solicita a colaboração da população para localização dos investigados. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone/WhatsApp (67) 3541-1402 ou por meio do Instagram @1delegaciabataguassu.pcms", conclui. 
 

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MATO GROSSO DO SUL

Morenão pode mudar de nome e ser concedido por até 35 anos

UFMS entrega gestão ao Estado, que poderá explorar estádio comercialmente e planeja parceria com iniciativa privada

06/04/2026 11h00

Fechado desde 2022, o Morenão depende de uma série de intervenções para voltar a operar

Fechado desde 2022, o Morenão depende de uma série de intervenções para voltar a operar Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, pode passar por uma mudança histórica que vai além da reabertura, o nome do principal palco do futebol sul-mato-grossense pode ser alterado nos próximos anos.

A possibilidade surge após a formalização da cessão do espaço pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) ao Governo do Estado, que passa a ter autorização para administrar, reformar e explorar comercialmente o complexo.

O termo de cessão prevê, entre outros pontos, a possibilidade de negociação de naming rights, modelo em que empresas pagam para associar suas marcas ao nome de arenas esportivas. Na prática, isso abre caminho para que o Morenão ganhe uma nova denominação em caso de concessão à iniciativa privada.

O acordo também permite ao Estado explorar economicamente o espaço, incluindo bares, camarotes, estacionamento, publicidade e eventos. Toda a receita gerada ficará com o governo estadual ou com parceiros privados, sem participação financeira da UFMS.

A cessão tem caráter oneroso, mas sem repasse direto de recursos. Em vez disso, o Estado assume a obrigação de investir na recuperação e manutenção do estádio, além de arcar com custos como energia, água, segurança e conservação.

Fechado desde 2022, o Morenão depende de uma série de intervenções para voltar a operar. O governo já anunciou investimento inicial de R$ 16,7 milhões para reformas emergenciais, que incluem melhorias em banheiros, adequações elétricas e medidas de segurança e acessibilidade.

Além da reabertura, o plano do Estado é mais amplo. O termo estabelece que, até julho de 2028, deverão ser concluídos estudos de viabilidade para concessão do estádio. Caso o modelo avance, a gestão poderá ser transferida à iniciativa privada por até 35 anos.

A concessão deve envolver não apenas o futebol, mas também a realização de shows e grandes eventos, dentro de uma proposta de transformar o Morenão em um espaço multiuso. A ideia é atrair investimentos que, segundo o próprio governo, podem chegar a centenas de milhões de reais.

Apesar das mudanças, a propriedade do estádio continua sendo da UFMS. O documento também mantém a obrigação de uso para atividades de interesse público e preserva estruturas como o Museu da Ciência e Tecnologia e o Parque da Ciência, que ficam fora da cessão.

Na prática, o acordo resolve um impasse que travava a utilização do estádio nos últimos anos, ao permitir que o Estado assuma a gestão e avance com reformas. Por outro lado, abre discussão sobre o modelo de exploração do espaço e a possível descaracterização de um dos principais símbolos esportivos do Estado.

Entre a retomada das atividades e a possibilidade de mudança de nome, o futuro do Morenão passa a depender, agora, da capacidade do governo de executar as obras e atrair investidores interessados no projeto.

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