Cidades

9ª REMESSA

MS recebe mais de 48 mil doses da vacina contra a Covid-19

Com as novas doses, o Estado totaliza 420.310 mil doses de vacinas entre AstraZeneca/Oxford e Coronavac recebidas

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Mato Grosso do Sul recebe mais 48.650 doses de imunizantes contra o coronavírus na manhã deste sábado (20). Com a nova e nona remessa, o Estado contabiliza 420.310 mil doses de vacinas. Os imunizantes entregue pelo Ministério da Saúde é composto de 47.400 doses de CoronaVac e mais 1.250 doses de AstraZeneca.  

A distribuição como já de costume, acontecerá a partir das 5 horas da manhã de amanhã (21). 

As novas doses foram encaminhadas pelo Ministério e chegaram às 9h30 no Aeroporto Internacional de Campo Grande. A última remessa foi entregue na quarta-feira (17) com 54.600 doses da vacina Coronavac. Em Campo Grande, conforme publicação em edição extra do Diário Oficial do Estado, ficaram 20.460 doses, 19.030 delas destinadas a vacinar pessoas com 70 anos ou mais. 

Conforme dados do “Vacinômetro”,, já foram aplicadas no Estado 257.498 doses de vacinas, o que representa o índice de 5,62% da população total do Estado já vacinada.

A campanha de imunização para combater o novo coronavírus começou em Mato Grosso do Sul, no dia 18 de janeiro e contemplou 6,33% da população geral, composta de 2,8 milhões de pessoas.

Últimas notícias

Retrospectiva

No dia 18 de janeiro, 158.760 doses da vacina Coronavac desembarcaram  na Base Aérea de Campo Grande.

Em 24 de janeiro, mais 22 mil doses chegaram ao Estado.

No dia 25 de janeiro,  10,2 mil doses da vacina Coronavac desembarcaram  no Aeroporto Internacional de Campo Grande em um voo da Latam.

Mais 32 mil doses da vacina Coronavac chegou em 7 de fevereiro no Aeroporto Internacional de Campo Grande. As vacinas fixadas acondicionadas em 160 caixas. Em 24 de fevereiro, o Estado preferencial 35,7 mil doses da Coronavac e AstraZeneca. 

Já em 3 de março, mais 27,8 mil doses da Coronavac chegaram a Mato Grosso do Sul e no 9 de março, mais 30.600 doses do imunizante. 

A oitava remessa, chegou ao Estado na última terç-feira (16), com 371.660 mil doses de vacinas entre AstraZeneca/Oxford e Coronavac. 

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CLIMA

MS terá onda de calor no próximo trimestre causada pelo El Niño

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas

23/10/2026 11h30

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde Gerson Oliveira

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O El Niño tem previsão de causar uma onda de calor e mudar os padrões de chuva em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), há tendência de precipitação com acumulados acima da média histórica no Estado, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor.

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas, vendavais, raios e queda de granizo.

Valesca Fernandes, meteorologista e coordenadora do Cemtec, explica que apesar da tendência de precipitações acima da média, é importante destacar que essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.

“Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas, principalmente de precipitação. O trimestre, entre novembro e janeiro, tem tendência de chuvas acima da média, mas podem ocorrer períodos de estiagem, distribuição irregular, diferenças significativas entre regiões e municípios”.

O próximo trimestre também tem previsão de ser mais quente do que o normal, com temperaturas acima da média histórica, com permanência do El Niño e deve atingir uma categoria muito forte.

Episódios de calor intenso, associado a tendência geral de precipitações acima da média histórica em MS, além da variação típica do Estado, indicam que os períodos chuvosos podem ocorrer de maneira irregular.

“Embora o Estado já tenha registrado algumas ondas de calor e episódios de temperaturas acima da média histórica, o cenário atual difere de 2023 e 2024, quando sob o domínio de El Niño forte, ocorreu um intenso aquecimento acompanhado por expressivo déficit pluviométrico, criando um ambiente extremamente propício à propagação de grandes queimadas”, disse Valesca Fernandes.

 

Financiamento

UCDB receberá R$ 13,5 milhões para pesquisar sobre feridas

Pesquisa financiada pela FINEP e pela FUNDECT vai estudar peptídeos capazes de auxiliar na formação de novos tecidos e na cicatrização

23/10/2026 10h15

Universidade Católica Dom Bosco

Universidade Católica Dom Bosco Foto: Reprodução

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O Governo do Estado por meio do Diário Oficial, publicado na manhã desta sexta-feira (23), um Extrato de Convênio onde a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), irá receber investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e da Fundação de Apoio e de Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).  Os recursos serão destinados para o projeto “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”

O convênio foi assinado em 24 de março de 2026 e terá prazo de até 36 meses para execução física e financeira. Além do valor previsto pela FINEP, o projeto contará com R$ 3,38 milhões da FUNDECT, totalizando até aproximadamente R$ 13,54 milhões em recursos.

O projeto foi intitulado “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”. A proposta é desenvolver uma tecnologia capaz de auxiliar na recuperação de tecidos lesionados, especialmente em situações nas quais a cicatrização ocorre de forma lenta ou inadequada.

Feridas crônicas podem estar relacionadas a doenças como diabetes, problemas de circulação, infecções, queimaduras, traumas e lesões provocadas por pressão. Nesses casos, o processo de recuperação pode se prolongar e aumentar o risco de complicações.

A tecnologia poderá reunir a seleção dos peptídeos, a formulação do material utilizado na ferida e um sistema capaz de liberar as substâncias de maneira controlada.

Peptídeos são pequenas sequências formadas por aminoácidos, componentes básicos das proteínas. Algumas dessas moléculas podem desempenhar funções importantes no organismo e, por isso, são estudadas para aplicações médicas e biotecnológicas.

Esses peptídeos são importantes para o tratamento de feridas, pois possuem uma capacidade de estimular a manipulação e a migração de células, favorece a produção de colágeno, controla inflamações e auxilia na defesa contra microrganismos.

A pesquisa deverá investigar quais peptídeos apresentam potencial terapêutico, como eles podem ser aplicados na região lesionada e de que maneira podem contribuir para a formação de novos tecidos.

O financiamento dá início a uma etapa de pesquisa que pode incluir testes laboratoriais, desenvolvimento de protótipos, avaliação de segurança e estudos sobre a eficácia da tecnologia.

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