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QUEIMADAS

Ministério repassa R$3,8 milhões para combate ao maior número de queimadas já registrado no Pantanal

O montante será usado em 37 ações, Estado tem o prazo de 180 dias para implementar medidas segundo portaria
16/09/2020 12:33 - Gabrielle Tavares


Mato Grosso do Sul vai receber repasse de R$ 3.814.543,50 do Governo Federal, liberadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, para ações de combate ao fogo no Pantanal.

A portaria foi divulgada nesta terça-feira (16), no Diário Oficial da União. De acordo com a publicação, o Estado terá o prazo de 180 para implementar as ações, a contar a partir de hoje.  

Segundo o ministério, o montante será usado em 37 ações de combate. Como a contratação de 200 horas de voo para auxiliar o combate às chamas, locação de helicópteros e a compra de equipamentos para a contenção e extinção do fogo, como mangueiras, esguicho, abafadores, sopradores e piscinas flexíveis, entre outras medidas.

 
 

O ministro da pasta, Rogério Marinho, visitou Campo Grande na terça-feira (15), junto com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. O encontro foi acertado para discutir estratégias de combate aos incêndios florestais.

Emergência

Segundo o Ibama, mais de 1,5 milhão de hectares do bioma foram devastados pelas chamas.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), aponta que já foram registrados 15.477 focos de calor este ano, contra 4.936 no mesmo período de 2019.

 
 

Números mostram alta de 213% das queimadas no Pantanal em 2020, em comparação com o ano passado.

Na segunda-feira (14) o governo do Estado declarou estado de emergência por conta de estiagens e queimadas para todo território sul-mato-grossense.  

O decreto deve valer por 90 dias e diz respeito à “propagação de fogo sem controle, em qualquer tipo de vegetação, em áreas legalmente protegidas e não protegidas, com queda da qualidade do ar – desastre classificado e codificado como Incêndio Florestal”.

 

Felpuda


A lista do Tribunal de Contas de MS, com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros de quando exerceram cargos públicos, está deixando muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!