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Novo lote com 66.950 doses pousou em Campo Grande nesta quinta-feira

Este é o 15º lote recebido pelo Estado, composto por 1.200 doses da vacina Coronavac e 65.750 doses da vacina AstraZeneca

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Chegou em Mato Grosso do Sul na manhã desta quinta-feira (29), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, novo lote de vacinas com 66.950 doses contra o coronavírus, enviado pelo Ministério da Saúde.

Este é o 15º lote recebido pelo Estado, composto por 1.200 doses da vacina Coronavac e 65.750 doses da vacina AstraZeneca. Com isso, Mato Grosso do Sul soma 820.460 doses das vacinas.

“As novas doses da vacina trazem alívio para Mato Grosso do Sul. Queremos continuar sendo exemplo para o País na aplicação de vacinas e distribuição”, disse o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende.

Últimas notícias

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), devem chegar na segunda-feira (3) o 16º lote de imunizantes. Desta vez composto por vacinas da Pfizer, com 7.020 doses.

A norte-americana é novidade no Brasil e também necessita de duas aplicações. Mantida em temperatura ideal, de -20º C, as vacinas podem ficar armazenadas por até 14 dias, de acordo com a recomendação do laboratório. 

Em refrigeradores comuns (entre 2º e 8º), o prazo de validade cai para cinco dias. Depois de mapeamento no Estado, as autoridades de saúde decidiram que as doses da Pfizer serão aplicadas somente em Campo Grande, por causa das difíceis condições de armazenamento.

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), afirmou que o público-alvo pra qual as doses que chegaram hoje, além das que chegarão na segunda, ainda está sendo definido.

A segunda dose da vacinação contra a Covid-19 deve atrasar para 94,7 mil pessoas em Mato Grosso do Sul. Esse é o quantitativo de pessoas que deveria tomar a segunda aplicação do imunizante até o dia 1° de maio. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), até terça-feira (27), 58,9 mil sul-mato-grossenses aguardavam mais de 28 dias para aplicação da segunda dose.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), do total de pessoas com a segunda dose em atraso, 19.416 são de Campo Grande, que teve a suspensão das aplicações para pessoas que têm agendamento a partir do dia 21 de abril por causa da falta de imunizantes em estoque.  

Além dessas pessoas, outras 4.342 não procuraram pela vacina desde fevereiro, quando foram aplicadas as primeiras doses de reforço.

A SES informou ao Correio do Estado que são necessárias 94,7 mil doses a mais de Coronavac para conseguir aplicar a segunda dose de todos até o início do próximo mês.

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Transporte Coletivo

Grupo que comprou Consórcio Guaicurus prepara plano para apresentar à Prefeitura

Grupo HP vai apresentar propostas para reestruturar o transporte coletivo, mas transferência do controle ainda depende de aval da Prefeitura e do Cade.

24/07/2026 18h42

Ônibus do transporte coletivo de Campo Grande; Grupo HP prepara plano de melhorias que será apresentado à Prefeitura antes da efetiva transferência do controle do Consórcio Guaicurus.

Ônibus do transporte coletivo de Campo Grande; Grupo HP prepara plano de melhorias que será apresentado à Prefeitura antes da efetiva transferência do controle do Consórcio Guaicurus. Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Grupo HP Mobilidade, que comprou o Consórcio Guaicurus, prepara um plano de trabalho com propostas de reestruturação e melhorias para o transporte coletivo de Campo Grande. O documento será apresentado à Prefeitura e integra as etapas necessárias para a efetiva transferência do controle da concessionária.

A informação foi confirmada pelo Grupo HP, de Goiás, que se manifestou oficialmente sobre a negociação e detalhou as etapas necessárias para a conclusão da operação envolvendo a concessionária responsável pelo transporte coletivo da Capital.

Segundo o grupo, o plano deverá apresentar propostas para a reestruturação e melhoria dos serviços do Sistema de Transporte Público de Campo Grande.

As medidas, entretanto, somente poderão ser colocadas em prática caso a negociação seja concluída e o grupo assuma definitivamente o contrato de concessão.

A elaboração do documento atende a uma das principais exigências apresentadas pela Prefeitura desde que a negociação veio a público. A prefeita Adriane Lopes já havia afirmado que o município não daria anuência à transferência sem a apresentação de um projeto de transformação para o transporte coletivo.

Na ocasião, a chefe do Executivo municipal deixou claro que o simples acordo entre os atuais controladores e o grupo interessado não seria suficiente para concretizar a mudança. Como o serviço é uma concessão pública municipal, a transferência depende da anuência do poder concedente.

Compra ainda depende de autorizações

Apesar de já preparar o plano que será submetido ao município, o Grupo HP ressalta que a aquisição do Consórcio Guaicurus ainda não foi concluída.

Em nota, o grupo informou que a operação permanece em curso e que a transferência efetiva do controle está condicionada ao cumprimento de uma série de etapas administrativas, regulatórias, jurídicas e financeiras.

Uma delas é justamente a anuência prévia da Prefeitura de Campo Grande, exigida nos termos do Contrato de Concessão nº 330/2012 e da legislação aplicável.

O negócio também terá de passar pela análise e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) antes de ser efetivado.

Além disso, o grupo condiciona a conclusão da operação ao resultado satisfatório de auditorias legal, regulatória, contábil, tributária, previdenciária, financeira, ambiental, técnica e operacional.

Outro ponto ainda precisa ser solucionado: as condições relacionadas à intervenção municipal atualmente em curso no Consórcio Guaicurus, além das discussões judiciais envolvendo a concessionária.

Intervenção antecedeu negociação

A negociação ocorre em meio à intervenção decretada pela Prefeitura no Consórcio Guaicurus em 16 de junho, inicialmente pelo período de seis meses.

A medida colocou a administração municipal diretamente no acompanhamento da operação do sistema após uma sequência de problemas financeiros e operacionais enfrentados pela concessionária.

Auditoria realizada durante o processo apontou cerca de R$ 20 milhões em dívidas, além de problemas relacionados à idade da frota, com aproximadamente 190 ônibus com mais de dez anos de utilização.

Foi nesse cenário que avançaram as negociações para a entrada do grupo ligado à HP Mobilidade no sistema de Campo Grande.

Desde que tomou conhecimento da movimentação, porém, a Prefeitura condicionou a anuência à apresentação de uma proposta que demonstre como o eventual novo controlador pretende melhorar o serviço oferecido aos passageiros.

Agora, o Grupo HP confirma que está justamente na fase de detalhamento desse plano de trabalho.

Operação continua nas mãos do Consórcio

Enquanto todas as condições não forem atendidas, não haverá mudança imediata na operação dos ônibus de Campo Grande.

O Grupo HP informou que permanecem inalteradas as estruturas operacionais, as obrigações contratuais e as responsabilidades regulatórias das empresas que atualmente integram o Consórcio Guaicurus.

Na prática, isso significa que o grupo interessado na aquisição ainda não assumiu o transporte coletivo da Capital, mesmo com a negociação em andamento.

A eventual mudança de controle dependerá da conclusão das auditorias, do aval do Cade, da anuência da Prefeitura e da solução das questões relacionadas à intervenção e às discussões judiciais.

Empresa criada para negociação tem capital de R$ 10 mil

Conforme revelou o Correio do Estado, a negociação envolveu a Maas Administração e Participações Ltda., empresa constituída em 16 de julho por integrantes ligados ao Grupo HP.

A sociedade foi criada com capital social de R$ 10 mil e aparece como empresa indicada para conduzir a operação envolvendo o Consórcio Guaicurus.

A negociação é estimada por fontes ouvidas pelo Correio do Estado em aproximadamente R$ 200 milhões, embora o valor não tenha sido confirmado oficialmente pelo Grupo HP.

A diferença entre o capital social da empresa e o valor estimado da operação não significa, por si só, que a companhia disponha apenas dos R$ 10 mil para realizar a transação, uma vez que o capital social registrado não corresponde necessariamente à capacidade financeira ou às fontes de financiamento de uma aquisição.

O Grupo HP afirma que acompanha o processo de intervenção enquanto prepara o plano que será entregue ao município. Somente depois do cumprimento das condições previstas e da validação pelas autoridades competentes poderá ocorrer a transferência definitiva do controle da concessionária.

Plano de expansão nacional

O Grupo HP tem como meta se tornar o maior conglomerado de transporte urbano do Brasil até 2035, e a aquisição do Consórcio Guaicurus integra essa estratégia de expansão.

Em Goiânia, onde o grupo tem origem, a empresa adotou um modelo baseado na modernização da frota e na reestruturação das concessões, experiência que contribuiu para a transformação do sistema de transporte da capital goiana e para a conquista do prêmio internacional UITP Awards 2026.

Confira a nota do Grupo HP Mobilidade na íntegra

Com relação ao processo de aquisição do Consórcio Guaicurus, o Grupo HP informa que a operação ainda está em curso e depende do cumprimento de todas as etapas previstas, incluindo a análise e a aprovação pelos órgãos e instituições competentes, além da conclusão dos demais procedimentos legais e contratuais necessários à sua efetivação.

Em respeito ao processo em andamento e às normas que o regem, todos os esclarecimentos sobre a operação serão prestados após a conclusão de todas as etapas previstas e a validação definitiva pelas autoridades competentes.

Uma operação cuja conclusão está condicionada: 

A conclusão do negócio e a efetiva transferência do controle estão subordinadas ao cumprimento de condições precedentes usuais em operações dessa natureza, entre as quais se destacam:
    • a aprovação da operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE);
    • a anuência prévia do Poder Concedente, nos termos do Contrato de Concessão nº 330/2012 e da legislação aplicável;
    • a conclusão satisfatória das auditorias legal, regulatória, contábil, tributária, previdenciária, financeira, ambiental, técnica e operacional; e
    • o equacionamento das condições relacionadas ao processo de intervenção em curso e às discussões judiciais pertinentes.

Enquanto tais condições não forem integralmente atendidas, permanecem inalteradas as estruturas operacionais, as obrigações contratuais, as responsabilidades regulatórias e a prestação dos serviços públicos atualmente desenvolvidos pelas sociedades e pelo Consórcio Guaicurus. Não há, portanto, qualquer descontinuidade ou alteração imediata na operação do transporte para a população.

O que está sendo realizado neste momento

O Grupo HP acompanha o processo de intervenção e as etapas acima mencionadas, bem como prepara o detalhamento do plano de trabalho a ser apresentado ao Poder Concedente, contendo as propostas de reestruturação e de melhoria dos serviços do Sistema de Transporte Público de Campo Grande, a serem implementadas quando da assunção definitiva do contrato de concessão.

O Grupo HP

Com mais de 50 anos de atuação no setor de mobilidade e transporte público coletivo, o Grupo HP construiu sua trajetória pautada pela ética, transparência, responsabilidade e rigoroso cumprimento da legislação. Ao longo de sua história, consolidou-se como referência nacional na gestão e operação de sistemas de transporte, participando da maior transformação já realizada na Rede Metropolitana de Transporte Coletivo de Goiânia e Região Metropolitana (RMTC), iniciativa reconhecida nacional e internacionalmente por sua inovação e excelência.

O Grupo HP reafirma seu compromisso com a legalidade, a segurança jurídica e a transparência em todas as suas operações, conduzindo seus negócios com responsabilidade e em estrita observância da legislação vigente. Tão logo o processo seja concluído e a operação validada pelas autoridades competentes, os esclarecimentos cabíveis serão prestados.

Grupo HP.

Estruturação

Concessionária inicia construção de 13 bases de atendimento em quatro rodovias de MS

Estrutura permitirá reduzir o tempo de resposta em casos de acidentes e panes mecânicas

24/07/2026 18h30

Obras do Serviço de Atendimento ao Usuário na BR-267 em Bataguassu

Obras do Serviço de Atendimento ao Usuário na BR-267 em Bataguassu Foto: Divulgação

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A Caminhos da Celulose iniciou a construção de 13 pontos de Serviços de Atendimento ao Usuário (SAUs) ao longo de quatro rodovias sob sua concessão em Mato Grosso do Sul.

As estruturas serão distribuídas estrategicamente ao longo da malha concedida à empresa, sendo: cinco unidades na BR-262, quatro na BR-267, três na MS-040 e uma na MS-338.

Os pontos serão a base das equipes operacionais da concessionária. As unidades abrigarão ambulâncias, guinchos leves e pesados, caminhões-pipa, caminhões boiadeiros, viaturas de inspeção de tráfego e demais equipamentos utilizados no atendimento às ocorrências.

Estrutura promete reduzir o tempo de resposta em casos de acidentes, auxiliar em panes mecânicas, animais na pista, obstruções e outras situações que possam comprometer a segurança e a fluidez do tráfego.

As unidades funcionarão 24h, sete dias por semana, como bases operacionais e pontos de apoio aos motoristas, áreas de descanso e suporte às equipes responsáveis pela operação e conservação das rodovias.

A localização dos pontos foi definida para garantir maior agilidade no atendimento aos usuários e ampliar a cobertura operacional em toda a extensão das concessões.

Cada unidade contará com sanitários masculino e feminino, fraldário, área de descanso, água potável, estacionamento, totens de atendimento e dois pontos de recarga para veículos elétricos, proporcionando mais conforto e comodidade aos motoristas durante as viagens.

As bases estão integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO) da Caminhos da Celulose, responsável pelo monitoramento permanente das rodovias e pela coordenação dos atendimentos.

"Os Serviços de Atendimento ao Usuário representam uma das principais estruturas de apoio da concessão. Além de oferecer conforto aos motoristas, serão fundamentais para garantir agilidade no atendimento às ocorrências e elevar o padrão de segurança e eficiência das rodovias sob nossa administração", ressalta o diretor-presidente da Caminhos da Celulose, Luiz Fernando De Donno. 

O sistema permitirá comunicação direta com os órgãos de segurança pública e serviços de emergência, garantindo uma atuação rápida e coordenada sempre que necessário.

As obras avançam em diferentes frentes de trabalho, incluindo serviços de terraplenagem, compactação de solo e preparação das áreas que receberão as estruturas. Entre os locais em execução estão os SAUs da MS-040, em Santa Rita do Pardo, e da MS-338, onde as equipes realizam a implantação das bases operacionais.

A concessionária prevê concluir a construção das 13 unidades até o fim de 2027, ao passo que a operação dos serviços aos usuários terá início em outubro deste ano, com a disponibilização de atendimento pré-hospitalar, inspeção de tráfego, remoção de veículos, atendimento mecânico e demais serviços previstos no contrato de concessão.

Saiba* 

A empresa também administra trechos da MS-395

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