Cidades

LÍBANO

Número de mortos em uma explosão no porto de Beirute aumentou para 154

Entre os feridos que precisaram de hospitalização, 120 estão em estado críticos

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O número de mortos em uma explosão no porto de Beirute aumentou para 154, informou a agência de notícias estatal NNA nesta sexta-feira (7), citando o ministro da Saúde do Líbano.

Segundo a agência, o ministro Hamad Hasan disse que uma em cada cinco, das 5 mil pessoas feridas na explosão de terça-feira (4), precisou de hospitalização e 120 estavam em estado crítico.  

A explosão em Beirute, sentida a 240 quilômetros de distância, ocorreu em um período sensível para o Líbano, que vive crescente crise econômica e divisões internas, enquanto lida com os danos provocados pela pandemia de covid-19.

Os últimos tempos têm sido marcados por manifestações nas ruas do país contra o modo como o governo lida com aquela que é considerada a pior crise econômica desde a guerra civil de 1975-1990.  

O Líbano, que tem uma dívida pública de US$ 90 bilhões, importa a maioria da sua comida, e o porto de Beirute, fundamental no armazenamento dessas importações, está agora destruído.

Foi pouco depois das 18h da última terça-feira (4) que uma enorme explosão abalou a capital libanesa, acompanhada por outras menores. 

O presidente Michel Aoun informou que durante os últimos seis anos estiveram armazenadas, sem condições de segurança, em um armazém do porto, 2.750 toneladas de nitrato de amônia, produto químico utilizado em fertilizantes e bombas.

Tentativa de Furto

Suspeito de furtar carro morre após mata-leão de policial civil

Homem ainda não identificado entrou em luta corporal com policial civil após invadir condomínio na Mata do Jacinto, em Campo Grande

19/06/2026 14h17

Foto: Policia Civil

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Uma tentativa de furto dentro de um condomínio residencial terminou em morte na manhã desta sexta-feira (19), no bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande.

Um homem, ainda não identificado, morreu após entrar em luta corporal com um policial civil durante uma suposta tentativa de furto de veículo no estacionamento do residencial.

Segundo informações apuradas pela reportagem, o suspeito teria invadido o condomínio e tentado furtar um Fiat Uno estacionado no local.

A suspeita inicial é de que o automóvel pertença à ex-companheira do policial envolvido na ocorrência, circunstância que ainda será apurada pelas autoridades responsáveis pela investigação.

No momento da ação, o policial civil, lotado no Departamento de Recursos e Apoio Policial (DRAP), estava no apartamento da mulher e percebeu a movimentação considerada suspeita. Ao descer para verificar a situação, encontrou o homem dentro do veículo.

De acordo com as informações preliminares, o policial tentou abordar o suspeito, que abandonou o carro e tentou fugir. Os dois passaram a correr ao redor do veículo e, em seguida, entraram em confronto físico no estacionamento do condomínio.

A luta corporal teria durado cerca de 20 minutos. Durante o embate, o policial aplicou um golpe de estrangulamento conhecido como mata-leão para conter o suspeito. Pouco depois, o homem perdeu a consciência.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar socorro, mas a vítima não resistiu e morreu ainda no local.

O homem não portava documentos pessoais, o que dificultou sua identificação imediata. Com ele, foram encontrados roupas e alguns objetos que serão analisados pelos investigadores.

Uma das hipóteses consideradas pela polícia é a de que o suspeito possa ter participado de outros furtos na região antes de invadir o condomínio. A investigação também deverá esclarecer as circunstâncias exatas da luta corporal, a dinâmica da abordagem e as causas da morte.

A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Científica e da Polícia Civil. O caso será apurado para verificar todos os detalhes da ocorrência e eventual responsabilização, caso seja identificada alguma irregularidade na ação.

Operação Destroyer

Casal de Campo Grande é alvo de operação após movimentar R$ 3,4 milhões

Alvos da Operação Destroyer, moradores da Capital são investigados por suposta participação em esquema de tráfico interestadual e lavagem de dinheiro

19/06/2026 13h49

Foto: Divulgação Policia Civil

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Campo Grande foi um dos alvos da 11ª fase da Operação Destroyer, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

Na Capital sul-mato-grossense, um casal investigado por suposta participação em uma organização criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas e à lavagem de dinheiro foi preso durante o cumprimento de mandados judiciais.

A ação teve como foco principal uma residência localizada no Jardim Nhanhá, onde foram presos Adryelle Franco Ramos, de 32 anos, e Thiago Alves de Jesus, de 34 anos. Conforme a investigação, os dois teriam desempenhado funções ligadas à logística e ao transporte utilizados pelo grupo criminoso.

Durante as buscas, os policiais apreenderam um Porsche Macan, um Renault Clio, um caminhão JAC, cinco aparelhos celulares e cadernos com anotações que passarão por análise.

Os veículos de alto valor encontrados no imóvel chamaram a atenção dos investigadores e reforçaram as suspeitas sobre a origem dos recursos movimentados pelo casal.

De acordo com relatórios financeiros anexados ao inquérito, Adryelle teria movimentado aproximadamente R$ 2,28 milhões em cerca de cinco meses, apesar de declarar renda mensal próxima de R$ 1,8 mil.

Já Thiago teria registrado movimentação de R$ 1,15 milhão no mesmo período, embora informasse rendimento de aproximadamente R$ 1,5 mil por mês.

Para a polícia, os valores identificados são incompatíveis com a renda declarada pelos investigados e indicam possível participação em atividades ilícitas relacionadas ao esquema investigado. A análise das movimentações financeiras foi um dos elementos que levaram à expedição dos mandados judiciais.

As investigações apontam ainda que o casal mantinha ligação com empresas do ramo de transporte de cargas.

Segundo a apuração, Adryelle atuaria na coordenação de transportes e na movimentação de cargas, enquanto Thiago teria participação na estrutura operacional utilizada pela organização criminosa.

A Operação Destroyer teve desdobramentos em municípios de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nesta fase, denominada "Double Shot", foram cumpridas 40 medidas cautelares, entre elas 15 mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio judicial de aproximadamente R$ 10 milhões em bens e ativos financeiros.

Segundo a Polícia Civil de Goiás, a investigação surgiu após a apreensão de cerca de 4,2 toneladas de maconha e 37,2 quilos de pasta-base de cocaína.

A partir da análise de celulares, dados telemáticos e movimentações bancárias, os investigadores identificaram uma rede suspeita de atuar no armazenamento, transporte e distribuição de drogas entre diferentes estados.

O balanço parcial da operação aponta 16 prisões, sendo três em flagrante, além da apreensão de veículos e outros bens considerados estratégicos para a continuidade das investigações.

Resultado parcial da operação:

  • 16 prisões, sendo três em flagrante;
  • Cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão;
  • Apreensão de veículos de alto valor;
  • Bloqueio judicial de aproximadamente R$ 10 milhões em bens e ativos financeiros.

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