Cidades

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Obina brilha contra Avaí e põe Palmeiras no G4

Obina brilha contra Avaí e põe Palmeiras no G4

Redação

05/07/2009 - 21h19
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        Da redação

        Com grande atuação de Obina, o Palmeiras venceu o Avaí por 3 a 0 na Ressacada e se garantiu no G4. O time paulista subiu para a quarta colocação da Série A, com 16 pontos, e deixou a equipe catarinense na lanterna da tabela, com sete pontos.

        O Avaí começou com um maior controle da bola, ainda que os jogadores tenham errado muitos passes. O primeiro susto, porém, foi do Palmeiras, que apareceu bem com Obina aos 4min, que invadiu a área e chutou para fora. A equipe visitante foi ter outro lance de perigo aos 16min, novamente com Obina, que chutou para a defesa de Eduardo Martini.

        Aos 23min, o atacante baiano desabou na área e a arbitragem viu pênalti. O próprio Obina bateu e converteu a cobrança, abrindo o placar do jogo. O Avaí não abaixou a cabeça e passou a atacar o Palmeiras. A equipe da casa, porém, tem dificuldade de passar pela marcação no meio de campo e o jogo fica truncado.

        No segundo tempo, o Palmeiras precisou de apenas 7min para fazer seu segundo gol. Cleiton Xavier cruzou pela esquerda, Diego Souza desviou de cabeça e Obina completou para o gol. O Avaí seguiu tentando atacar, mas parava na boa marcação palmeirense.

        O time da casa, então, passou a apostar na bola parada de Marquinhos e esteve perto de descontar aos 12min, quando Léo Gago aproveitou sequência de lance de escanteio para finalizar. Marcos salvou o Palmeiras. O goleiro apareceu bem novamente aos 19min, quando espalmou chute de Muriqui.

        O Palmeiras passou a tocar a bola para segurar a pressão do Avaí e conseguiu seu terceiro gol aos 28min. Fabinho Capixaba cruzou pela direita e a defesa do time da casa afastou mal. Cleiton Xavier aproveitou o rebote e finalizou para o gol. Sem poder de reação, o time catarinense viu os paulistas tocarem a bola nos minutos finais para deixar o tempo seguir, enquanto a torcida cantava "olé". (informações do terra)

carência

Justiça suspende cobranças do Fies a médico residente de Campo Grande

Homem teve 83% do curso de Medicina financiado pelo Fies e iniciou residência médica no Hospital Regional, tendo concedida a extensão do prazo de carência

15/04/2026 18h30

Homem terá carência do Fies durante período de residência médica no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul

Homem terá carência do Fies durante período de residência médica no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Divulgação

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Um médico conseguiu na Justiça o direito à prorrogação do prazo de carência do contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) durante o período da residência em Clínica Médica. A decisão é do juiz federal Rodrigo Vaslin Diniz, da 1ª Vara Federal de Campo Grande.

O magistrado determinou ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) a suspensão da cobrança das parcelas enquanto durar a especialização.

Conforme a Justiça Federal, o homem se formou Medicina em 2022, tendo cerca de 83% do curso financiado pelo Fies, e ingressou em programa de residência médica no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS).

Apesar de atender aos requisitos legais, ele relatou dificuldades técnicas para efetivar o pedido administrativo de extensão da carência, e recorreu ao Judiciário. 

Ao analisar o mérito, o juiz federal ressaltou que a legislação assegura a extensão da carência do Fies aos graduados em Medicina que ingressam em programas de residência médica nas especialidades consideradas prioritárias pelo Ministério da Saúde.

“Verifica-se que a parte autora preenche os requisitos instituídos pela Lei nº 10.260/2001, visto que está inscrita no Programa SisFies, possui graduação em Medicina e ingressou em programa de residência médica em especialidade prioritária”, afirmou o magistrado. 

A sentença também afastou a tese de que o benefício só poderia ser concedido a contratos em fase de carência.

Para o juiz federal, não há base legal para impedir a concessão do direito quando o financiamento está em fase de amortização. 

Além disso, o magistrado destacou o caráter social do Fies e a finalidade pública da norma, que busca incentivar a formação de médicos em áreas estratégicas para o Sistema Único de Saúde (SUS). 

“Trata-se de benefício vigente no sistema jurídico, instituído em favor de estudantes de Medicina que, ao ingressarem em programa de residência médica classificado como prioritário, fazem jus à dilação do período de carência para amortização do financiamento estudantil”, concluiu. 

Assim, a Justiça Federal julgou o pedido procedente e reconheceu o direito à suspensão das cobranças do contrato Fies durante todo o período da residência em Clínica Médica, prorrogando o prazo de carência.

 

Fogo controlado

Ar-condicionado pega fogo e causa incêndio em bloco da UFMS

Incidente ocorreu por volta das 16h50, em uma sala localizada na saída para a Avenida Costa e Silva

15/04/2026 17h55

Foto: Reprodução / Corpo de Bombeiros

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Um princípio de incêndio atingiu o Complexo Multiuso 2 da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul na tarde desta terça-feira (15), em Campo Grande. O fogo, que teria começado em um aparelho de ar-condicionado em uma das salas do bloco, foi controlado rapidamente por equipes da instituição e pelo Corpo de Bombeiros, sem registro de feridos.

De acordo com informações apuradas, o incidente ocorreu por volta das 16h50, em uma sala localizada na saída para a Avenida Costa e Silva. A situação gerou tumulto momentâneo, com alunos deixando o local às pressas assim que perceberam a fumaça.

A equipe da Prefeitura Universitária da UFMS iniciou o controle das chamas ainda nos primeiros minutos, enquanto o Corpo de Bombeiros foi acionado conforme o Plano de Contingência da instituição. A rápida atuação evitou que o fogo se espalhasse para outras áreas do prédio, destacou a universidade.

Foto: Reprodução 

“Foi um instante de tumulto, os alunos saíram rapidamente da sala, e foi muito bom que o fogo foi controlado rapidamente pelo Corpo de Bombeiros”, relatou um estudante de psicologia, que preferiu não se identificar.

As causas do incêndio ainda devem ser apuradas. A universidade não informou, até o fechamento desta matéria, se haverá interdição do espaço ou suspensão das atividades no bloco afetado. 

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