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alívio no bolso

Preço da gasolina recua e indica volta da concorrência entre postos

Postos na região central reduziram os preços em até sete centavos nesta semana e com esta queda o litro se aproxima do valor prometido no começo de junho

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Um mês e meio depois da redução de preço nas refinarias, finalmente a gasolina nos postos de Campo Grande está chegando perto do valor previsto no começo de junho, data em que a Petrobras reduziu o valor em 17 centavos e previu que a redução nas bombas chegaria a 12 centavos. 

No final de maio, antes do anúncio da Petrobras, postos de Campo Grande com os menores valores cobravam R$ 5,69 pela gasolina. Nesta quinta-feira (17), nos mesmos endereços, na região central de Campo Grande, é possível abastecer por até R$ 5,58. 

O valor indica que os proprietários de postos, que em conjunto se recusaram a repassar a redução aos consumidores, retomaram a concorrência, pois a apenas duas quadras o litro está sendo oferecido por R$ 5,59.  Até o começo da semana, a gasolina comum estava sendo vendida por R$ 5,64 e R$ 5,65 nos mesmos locais. 

Nos dois casos, porém, os revendedores não aceitam pagamento em cartão de crédito. Até o começo da semana não havia diferença de valor caso o consumidor quisesse pagar com cartão de crédito. 

A mais recente pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), feita entre os dias 6  e 12 de junho em 23 postos de Campo Grande, também mostra a tendência de queda. De acordo com esta pesquisa, o valor médio está em R$ 5,76, o que significa oito centavos a menos que no levantamento relativo à última semana de maio, quando o preço médio estava em R$ 5,84. 

Na pesquisa da semana passada, o menor valor encontrado pela ANP ainda era de R$ 5,64, ante R$ 5,58 desta quinta-feira. Agora, caso algum dos postos das duas redes que baixaram os preços nesta semana estejam na rota dos pesquisadores, o levantamento semanal deve apontar que o valor médio está perto de apontar a queda de 12 centavos prevista no fim de maio. 

Na semana passada, conforme a pesquisa, o preço médio na cidade recuou dois centavos. Com isso, Campo Grande passou da terceira para a segunda capital com o menor preço, ao lado de São Luiz, no Maranhão. O menor custo médio está sendo praticado em Vitória, de R$ 5,74. Normalmente a cidade estava em primeiro lugar. 

E por conta dos valores praticados em Campo Grande, o preço médio da gasolina comum em todo o Estado também está entre os menores, de R$ 5,95, o que é três centavos inferior ao da semana anterior. Somente no Piauí os consumidores conseguem preço menor, de R$ 5,87. 

Campo grande

Cachorro vítima de maus-tratos é resgatado pela polícia em boca de fumo

Cão estava abandonado, cego, magro e machucado; além disso, apresentava caquexia (peso muito abaixo do ideal)

03/07/2026 17h15

Cãozinho extremamente magro e machucado

Cãozinho extremamente magro e machucado Divulgação/Polícia Civil - MS

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Cachorro, da raça Pitbull, em situação de maus-tratos, foi resgatado por policiais civis do Grupo de Operações e Investigações (GOI) e Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (DECAT), nesta sexta-feira (3), em um ponto de comércio ilegal de drogas, localizado em Campo Grande.

O cão estava abandonado, cego, magro e machucado. Além disso, apresentava caquexia (peso muito abaixo do ideal).

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Civil prendeu um indivíduo em flagrante no local citado e percebeu a situação crítica do animal. A partir de então, deu um prazo de 10 dias para que a situação fosse regularizada.

Dez dias depois, os policiais retornaram ao local e flagraram que o animal estava na mesma situação, sem qualquer assistência.

Com isso, o animal foi resgatado e entregue às autoridades competentes. I. B. M., de 37 anos, já foi detido por tráfico de drogas e responderá também pelo crime de maus-tratos a animais domésticos.

Cãozinho extremamente magro e machucadoAnimal em situação de abandono. Foto: Divulgação/Polícia Civil

Publicidade Institucional

Governo prorroga contratos de publicidade de R$ 35 milhões

Estado estende por mais seis meses a vigência dos acordos com agências de propaganda enquanto aguarda a conclusão de uma nova licitação; contratos poderão ser encerrados antes caso o processo seja finalizado

03/07/2026 16h48

Foto: Divulgação

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O Governo de Mato Grosso do Sul prorrogou, por mais seis meses, os contratos firmados com as agências responsáveis pelos serviços de publicidade institucional da administração estadual.

A medida foi oficializada em extratos publicados na edição desta sexta-feira (3) do Diário Oficial do Estado e garante a continuidade das campanhas de comunicação até 13 de janeiro de 2027 ou até que seja concluído o novo processo licitatório, prevalecendo o que ocorrer primeiro. 

A prorrogação foi formalizada por meio do 15º Termo Aditivo ao Contrato nº 011/2021, celebrado entre a Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov) e a agência A&T Publicidade e Assessoria Ltda.

O documento informa que a renovação ocorre em caráter excepcional, com fundamento no artigo 57, parágrafo 4º, da Lei Federal nº 8.666/1993, antiga Lei de Licitações, dispositivo que autoriza a extensão contratual em situações específicas. 

De acordo com o extrato, foi mantido o valor global estimado de R$ 35 milhões, destinado ao atendimento de todas as agências contratadas no âmbito do Processo nº 51/000.240/2020.

O montante é compartilhado entre os contratos vigentes e representa o limite previsto para a execução dos serviços durante o período de prorrogação, não significando, necessariamente, desembolso imediato ou integral pelo Estado. 

A publicação também esclarece que a renovação tem caráter temporário e está vinculada à tramitação de uma nova concorrência pública.

Conforme o termo aditivo, os contratos permanecerão válidos até 13 de janeiro de 2027 ou até a formalização dos novos contratos decorrentes do Processo nº 51/003.026/2025.

Caso a nova licitação seja concluída antes desse prazo, a vigência dos contratos atuais será automaticamente encerrada na data de início da execução dos novos acordos. 

Os serviços de publicidade institucional abrangem atividades como planejamento de campanhas, criação de peças publicitárias, produção de conteúdos, execução de ações de comunicação e compra de mídia para divulgação de programas, campanhas educativas, prestação de contas e demais iniciativas de interesse público promovidas pelo Governo do Estado.

A decisão busca evitar a interrupção desses serviços enquanto a administração estadual finaliza a nova licitação, garantindo a continuidade das ações de comunicação oficial sem descontinuidade administrativa.

A ordenação das despesas permanece sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica. 

Embora o termo aditivo mantenha o teto financeiro de R$ 35 milhões para o conjunto das agências contratadas, a publicação não detalha quanto desse valor poderá ser efetivamente utilizado durante a prorrogação, nem apresenta a divisão dos recursos entre as empresas responsáveis pela publicidade institucional do Estado.

Essas definições permanecem vinculadas à execução contratual e aos limites orçamentários previstos para o período.

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