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RESGATE

Bombeiros resgatam famílias ribeirinhas em meio a incêndios na Serra do Amolar

O forte vento na região, deslocou o fogo em direção à comunidade e a pronta ação dos bombeiros conseguiu retirar as pessoas.
23/09/2020 12:32 - Alicia Miyashiro


Durante o combate ao grande incêndio florestal que desde segunda-feira (21) atinge a Serra do Amolar, as equipes militares do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul e do Paraná, resgataram sete ribeirinhos que moram na região do Pantanal ao norte de Corumbá.

Situada na divisa com Mato Grosso, a região do Amolar concentra atualmente os focos de calor em Mato Grosso do Sul. Os incêndios se localizam nas margens do Rio Paraguai, entre a serra e a comunidade da Barra do São Lourenço.

Para chegar na área, os bombeiros tiveram que percorrer mais de 200 quilômetros de barco a partir de Corumbá, cerca de seis horas devido à sinuosidade do rio.

A operação coordenada pelo tenente paranaense Pedro Rocha de Faria, teve início na tarde de segunda-feira e obteve êxito durante a noite, ao resgatar sete pessoas e encaminha-las a uma escola municipal que funciona na comunidade da Barra de São Lourenço.

Apesar do grande risco, algumas pessoas não queriam sair de suas casas, mas o perigo iminente do fogo atingir alguns imóveis, as obrigou a procurar abrigo, retornando apenas quando conseguissem apagar as chamas. 

 
 

O tenente conta que a situação estava fora de controle “o fogo avançou sobre as casas, com o vento forte espalhando fagulhas e contribuindo para que as chamas cruzassem o rio, apesar de sua largura”.  “O vento muda constantemente a direção do fogo”, explicou.

Na mesma noite, as chamas que corriam o risco de atingir outras casas foram eliminadas, com o trabalho de aceito e resfriamento da área com uso de motobombas.

O grupo, a partir de hoje (23), contará com o apoio da tenente paranaense Luisiana Guimarães que segue para a região com mais uma equipe de sete bombeiros, na intenção de fortalecer o combate aos incêndios, que continuam crescendo na região.

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!