Cidades

AGETRAN

Terminais de ônibus voltam a funcionar em horário normal na Capital

A partir de agora, os terminais funcionam até 23h30 e contarão com linhas especiais no horário de 00h40

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Transporte público voltará a funcionar normalmente em Campo Grande. O retorno gradual começou nesta quarta-feira (21), seguindo todas as medidas de biossegurança para evitar o contágio, e preservar a saúde dos usuários, segundo comunicado da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

A partir de agora, os terminais estarão funcionando até 23h30, horário das últimas linhas. A saída dos ônibus para bairros e trajetos finais estão ocorrendo meia-noite. 

Na Praça Ary Coelho, região central da cidade, foram retomadas as linhas com horários especiais, no horário de 00h40, com destino para os bairros.

Conforme a Agetran, é importante lembrar que àqueles que necessitam das linhas especiais, devem fazer o cadastro pelo telefone 3316-6600.

Reabertura

Desde março, o transporte coletivo opera abaixo da capacidade por determinação da prefeitura de Campo Grande. Por duas semanas, apenas as linhas especiais operavam, atendendo trabalhadores de serviços essenciais.

Depois desse período, mais pessoas passaram a ser atendidas em abril, as linhas normais aos fins de semana retornaram. A operação especial foi mantida no domingo.

Em agosto, os terminais de ônibus voltaram a funcionar após cinco meses fechados nesse dia da semana. As 11 linhas especiais foram substituídas por outras 68, entre existentes e novas.

Desde abril, o uso de máscara é obrigatório nos ônibus, visando evitar o avanço da Covid-19.

Os coletivos também estão autorizados com limite de até 50% da capacidade de passageiros em pé.

Em MS

Homem é condenado a quase 50 anos de prisão por homicídio e tentativa de feminicídio

Réu é acusado de invadir armado um local público em janeiro de 2025, após se inconformar com o fim do relacionamento

06/08/2026 10h45

Sentença determinou ainda o pagamento de indenização mínima de R$ 20 mil aos familiares da vítima fatal e de R$ 10 mil à vítima sobrevivente

Sentença determinou ainda o pagamento de indenização mínima de R$ 20 mil aos familiares da vítima fatal e de R$ 10 mil à vítima sobrevivente Foto: Divulgação / MPMS

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O Tribunal do Júri de Dourados após atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), condenou um homem por homicídio qualificado, tentativa de feminicídio e posse ilegal de arma. A pena total foi fixada em 49 anos, 7 meses e 15 dias de prisão. 

De acordo com a denúncia, o crime aconteceu em janeiro de 2025, em um estabelecimento de Dourados, a ação teria sido motivada por conta do fim do relacionamento, inconformado com o término o rapaz foi ao local armado e efetuou diversos disparos. 

Um homem foi atingido pelos tiros e morreu ainda no local, uma mulher também foi atingida ficando gravemente ferida, foi levada ao hospital e sobreviveu após receber atendimento médico. 

Conforme aponta a investigação, a motivação do crime foi causada por sentimento de posse e praticado em um contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher após o término do relacionamento.

Com base nas provas apresentadas durante o processo, o Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a prática dos crimes.

Durante o julgamento, os jurados reconheceram a prática de homicídio qualificado por motivo torpe, ainda na sentença os juízes apontaram três fatores que agravaram o crime.  

O agressor usou um meio que colocou em risco não só a vítima, mas também outras pessoas que estavam por perto, agindo de forma que deixou a vítima praticamente sem chances de se defender e empregou uma arma de fogo proibida para civis, o que tornou o ataque mais letal.

Com base nessas circunstâncias, o crime foi classificado como tentativa de feminicídio qualificado, ou seja, um assassinato contra uma mulher motivado pela condição de sexo feminino, agravado por essas razões. 

Além disso, o réu foi condenado também por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, um crime à parte.

Além dos mais de 49 anos de prisão, foi determinado também o pagamento de uma indenização mínima aos familiares da vítima morta no valor de R$ 20 mil e mais R$ 10 mil à vítima sobrevivente.
 

reincidente

PRF faz a segunda grande apreensão de cocaina do mês em MS

Apreensão mais recente foi de 420 quilos e o mesmo caminhoneiro já havia sido flagrado com carregamento semelhante em Minas Gerais

06/08/2026 10h18

Cocaína estava em um fundo falso de uma carreta que seguiria com grãos para o porto de Paranaguá, no Paraná

Cocaína estava em um fundo falso de uma carreta que seguiria com grãos para o porto de Paranaguá, no Paraná

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Na segunda grande apreensão desde o começo do mês, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam 420 quilos de cocaína nesta quarta-feira (5), em Ponta Porã. No sábado (01), integrantes da corporação já haviam interceptado 534 quilos na BR-262, em Campo Grande.

A descoberta mais recente ocorreu no distrito da Cabeceira do Apa, entre as cidades de Ponta Porã e Antônio João, na região de fronteira com o Paraguai. O entorpecente estava no fundo falso de uma carreta e seria levada ao porto de Paranaguá, segundo a PRF.

Conforme nota distribuída pela corporação, “durante uma ação de fiscalização indicada por análise de risco da inteligência, os policiais localizaram um caminhão Volvo estacionado sem o motorista. Durante as buscas pelo condutor na região e a consulta às placas do veículo, a equipe identificou que o proprietário da carreta havia saído do local em um Jeep/Compass, acompanhado por outro homem. Após buscas na região, o veículo foi encontrado e os ocupantes foram abordados”.

Ainda de acordo com a PRF, “o condutor e o passageiro eram pai e filho, sendo o pai o proprietário da carreta. Após o retorno ao local onde o caminhão havia sido abandonado, os policiais realizaram uma busca minuciosa e encontraram 420 quilos de cloridrato de cocaína”.

Conforme informações de policiais, foram presos José Carlos Alves da Cruz e o filho dele, Jean Carlos Alves da Cruz, que moram em Dourados. Nos registros oficiais, José Carlos é proprietário, desde 2016, da “Cabecinha Transportes”, uma empresa que se dedica ao transporte de grãos.

Ainda de acordo com os policiais, esta não foi a primeira vez que ele foi flagrado em atividade ilícita semelhante. Ele já havia sido preso em Minas Gerais transportando 450 quilos de cocaína. O filho, por outro lado, trabalhava em uma empresa que contrata caminhoneiros para o transporte de grãos.

Campo Grande

A outra grande apreensão da PRF desde o começo do mês ocorreu em Campo Grande no último sábado (1) e retirou de circulação 533,8 kg de cocaína (pasta base e cloridrato). Naquele dia, segundo informações da PRF, os policiais  realizavam ronda e avistaram dois motoristas de caminhão entrando repentinamente nas cabines de dois veículos de carga estacionados em um posto de combustível ao notarem a viatura.

Na sequência, diante da atitude suspeita e de irregularidades nas placas, os agentes  descobriram adulterações nas caçambas e a presença de pacotes suspeitos.
Com o apoio do Corpo de Bombeiros, foram cortadas as estruturas soldadas de um dos semirreboques, revelando a cocaína escondida no compartimento oculto. 

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