Cidades

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Vendas da indústria brasileira registram alta em novembro

Vendas da indústria brasileira registram alta em novembro

Redação

21/01/2010 - 13h15
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        As vendas reais da indústria brasileira subiram 1,3% em novembro perante outubro, pelo critério dessazonalizado, que desconta efeitos pontuais característicos de cada época do ano. Na série sem ajuste, porém, houve queda de 1,9%, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (21). Ante novembro de 2008, as vendas reais cresceram 8,4%. Nos 11 primeiros meses do ano passado, porém, houve declínio de 5,7% perante igual intervalo do calendário anterior.

        Com informações do site G1
        

127 anos

Confira o que abre e o que fecha no feriado de 26 de agosto

Aniversário de Campo Grande é feriado municipal e cairá nesta quarta-feira

25/08/2026 14h00

Campo Grande completa 127 anos no dia 26 de agosto

Campo Grande completa 127 anos no dia 26 de agosto Foto: Bruno Henrique

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Nesta quata-feira, dia 26 de agosto, é comemorado o aniversário de Campo Grande. A capital de Mato Grosso do Sul comemora 127 anos.

A data é feriado municipal e, desta forma, haverá alteração no horário de funcionamento de alguns estabelecimentos, enquanto há serviços que não irão abrir.

Confira o que abre e o que fecha:

Supermercados

Os supermercados e hipermercados abrirão normalmente no feriado, sem alteração nos seus horários.

Comércio

O comércio de Campo Grande está autorizado a abrir das 9h às 18h no aniversário de Campo Grande.

Mercadão Municipal

O Mercadão Municipal irá abrir das 6h30 ao meio-dia.

Shoppings

  • Campo Grande

O Shopping Campo Grande estará aberto normalmente no dia 26 de agosto, das 10h às 22h. 

  • Norte Sul Plaza

O horário de funcionamento será das 10h às 22h no feriado, com exceção do posto de identificação da Sejusp, que permanecerá fechado.

  • Bosque dos Ipês

O funcionamento será em horário normal, das 10h às 22h, com exceção das agências do Detran e Fácil, que estarão fechadas.

  • Pátio O Shopping do Centro

O funcionamento será das 9h às 16h.

Feira Central

A Feira Central abritá das 16h às 23h.

Bancos

As agências bancárias de Campo Grande não abrirão no feriado, funcionando apenas os terminais de autoatendimento.

Unidades de saúde

Hospitais, Unidades de Pronto Atendimento, Centros Regionais de Saúde 24 horas irão funcionar normalmente em regime de plantão.

Judiciário

O Judiciário não terá expediente forense na comarca de Campo Grande no dia 26 de agosto, mas o plantão judicial estará em funcionamento para os casos considerados urgentes, como mandados de segurança, habeas corpus, requerimento de realização de corpo de delito, ação cautelar de busca e apreensão e aqueles que exijam providência imediata.

Órgãos Públicos

Não haverá expediente nas repartições públicas municipais e estaduais em Campo Grande.

A exceção fica por conta dos serviços considerados essenciais, como saúde e segurança, que funcionarão em escala de plantão.

Lotéricas

A abertura das casas lotéricas será facultativa a cada proprietário, mas a maioria deve abrir, pois há loterias que são sorteadas na quarta, considerando que o feriado é apenas municipal.

Detran

As agências do Detran em Campo Grande não irão funcionar no feriado.

Correios

Não haverá funcionamento das agências de Campo Grande no dia 26.

Investigação

MPF instaura inquérito para apurar impactos da mineração em Porto Esperança

A procuradora deu prazo de 15 dias para a mineradora se manifestar

25/08/2026 13h30

rodolfo césar

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A procuradora da República Damaris Rossi Baggio de Alencar instaurou inquérito civil, no último dia 18 de agosto, para apurar as denúncias de contaminação ambiental da atividade de mineração no distrito de Porto Esperança, no Pantanal de Corumbá, acatando pedido formulado pelo advogado da comunidade Matheus da Silva Viana.

O transporte ininterrupto de minério por mais de 300 carretas, das jazidas do Maciço do Urucum para o Porto Gregório Curvo, situado ao lado da comunidade ribeirinha do distrito, tem sido alvo de ações judiciais por mais de 50% das famílias que residem no local. O terminal é operado pela LHG Mining, que usa a BR-262 e uma estrada de acesso para movimentar a produção.

Em sua decisão, a procuradora cita que a gravidade dos impactos ambientais e sociais gerados pela atividade “é corroborada por denúncias públicas de descumprimento de medidas mitigadoras básicas por parte das mineradoras”. Ela determinou a realização de perícias ambientais e de saúde e vistorias técnicas na calha do Rio Paraguai e na comunidade.

Também pediu investigação dos danos socioambientais, urbanísticos e à saúde coletiva, apurar a potencial de contaminação do Rio Paraguai e da rede de abastecimento de água local e verificar a responsabilidade civil por danos morais e materiais coletivos, além de medidas necessárias para controle de emissões poluentes e reparação integral da saúde e do meio ambiente.

Damaris Alencar mencionou outros procedimentos em curso na esfera judicial, como a investigação que apura possíveis irregularidades no licenciamento ambiental nas atividades de lacra e escoamento da LHG, reforçado a gravidade das denúncias e a exposição dos ribeirinhos aos níveis intoleráveis de ruídos e poluição por poeira mineral que se espalha por uma região frágil.

A procuradora deu prazo de 15 dias para a mineradora LHG se manifesta aos fatos denunciados e solicitou relatórios epidemiológicos e estatísticas de atendimentos por agravos respiratórios e dermatológicos, a partir de dezembro de 2025, à secretaria de saúde de Corumbá.


Fiscalização inoperante


Em sua denúncia e pedido de abertura de inquérito civil ao MPF, o advogado Matheus Viana expõe com fortes argumentos e provas em imagens de depoimentos a vulnerabilidade extrema da centenária comunidade de Porto Esperança e a grave ameaça aos seus direitos fundamentais e iminente ao patrimônio ambiental. 
Relata a “agressão insuportável” aos ribeirinhos pela degradação ambiental e social, que residem a poucos metros da estrada de terra que tirou a região do implacável isolamento, citando que o povoado “é um ecossistema social e cultural cuja existência está fortemente ligada ao Pantanal e ao Rio Paraguai, de onde tiram seu sustento por meio da pesca artesanal”. 

“Essa rica herança – argumenta -, que deveria ser protegida, encontra-se hoje sob ataque severo e contínuo, perpetrado pela intensificação irresponsável das atividades mineradoras na região, como notórios impactos sobre bens da União”.

Cita relatos da comunidade sobre aumento alarmante de asma, bronquite, rinite alérgica, sinusite, irritações oculares, sangramentos nasais, dermatites, além de estresse crônico e insônia, afetando crianças e idosos, devido a espessa e toxica camada de poeira de minério que cobre s comunidade.

“Um ambiente insalubre, inóspito e desprovido de qualquer salubridade ou tranquilidade”, prossegue, citando os impactos na vegetação e o carreamento do pó mineral para os cursos de água, que desaguam no rio Paraguai.

O advogado também questiona as licenças pontuais (“que driblam uma avaliação estratégica conjunta de impactos no bioma”) e a ausência e fragilidade da fiscalização, de responsabilidade do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de MS).

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