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TURISMO

O que fazer em Campo Grande - MS

Explorando a Cidade Morena: Natureza, Cultura e Gastronomia em Campo Grande

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Explorar Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, é mergulhar em uma mistura vibrante de natureza exuberante e cultura rica.

Conhecida como a "Cidade Morena" por suas terras avermelhadas, Campo Grande oferece uma experiência única para todos os visitantes.

O Parque das Nações Indígenas, com suas vastas áreas verdes e lago sereno, é perfeito para um dia de relaxamento ou uma corrida matinal.

Gastronomicamente, a cidade brilha com o seu famoso sobá, uma herança culinária japonesa que se tornou um símbolo local.

Para aqueles interessados em cultura, o Museu das Culturas Dom Bosco apresenta fascinantes coleções etnográficas e de história natural.

À noite, a cidade ganha vida com uma cena gastronômica vibrante em locais como a Feira Central, onde se pode saborear pratos locais sob um céu estrelado.

O que fazer em Campo Grande

  1. Parque das Nações Indígenas: É um dos maiores parques urbanos do mundo. Perfeito para caminhadas, piqueniques e até para ver capivaras passeando. Também é ótimo para fotos!

Parque das nações indigenasDivulgação Imasul
  1. Mercadão Municipal: Ideal para experimentar a culinária local. Não deixe de provar o sobá, um prato típico da região com influência japonesa.

mercadao municipalDivulgação
  1. Museu Dom Bosco: Este museu tem uma impressionante coleção de artefatos indígenas e uma vasta coleção de história natural, ideal para quem gosta de aprender sobre a cultura e a biodiversidade local.

  2. Feira Central de Campo Grande: Visite a feira para experimentar uma variedade de pratos locais e desfrutar de um ambiente animado. A feira também é um bom lugar para comprar artesanato local.

  3. Passeio de Trem do Pantanal: Embora seja uma viagem um pouco mais longa, vale a pena para ver as paisagens incríveis e a vida selvagem do Pantanal.

  4. Centro Cultural José Octávio Guizzo: Se você gosta de arte e cultura, este é um lugar com diversas exposições, peças de teatro e outras manifestações culturais.

  5. Horto Florestal: O Horto Florestal é ideal para quem busca tranquilidade e contato com a natureza. Com uma vasta área verde, o parque oferece trilhas, playgrounds e espaço para atividades físicas. É um refúgio natural em meio à cidade.

    Dica: Um refúgio natural com trilhas e playgrounds.

    7. Palácio Popular da Cultura: Este centro cultural é sede de diversas atividades, como shows, peças de teatro e exposições. O Palácio Popular da Cultura é um local dinâmico que reflete a diversidade cultural de Campo Grande.

O que fazer em Campo Grande com criança

  1. Parque das Nações Indígenas: Este parque é um dos favoritos para famílias, com amplo espaço para as crianças correrem e brincarem. O parque também tem um lago onde é possível ver capivaras e outras aves locais. Além disso, são frequentemente organizados eventos culturais e esportivos que podem ser interessantes para todas as idades.

    Dica: Ótimo lugar para um piquenique em família.

  2. Bioparque Pantanal: Também conhecido como Aquário do Pantanal, está localizado em Campo Grande–MS, e representa uma das maiores estruturas de aquário de água doce no mundo. Projetado pelo renomado arquiteto Ruy Ohtake, o espaço foi inaugurado em março de 2022 após vários anos de construção e desafios.

    Confira o passo a passo para efetuar o agendamento: Clique aqui

  3. Projeto Arara Azul no Parque das Nações Indígenas: Este projeto oferece uma oportunidade única para as crianças aprenderem sobre conservação enquanto observam araras-azuis de perto, uma experiência que combina educação e diversão.

  4. Cidade da Criança: Este parque temático oferece diversas atrações, incluindo brinquedos, espaços para piquenique e atividades educativas. É um lugar ideal para passar um dia inteiro de diversão e aprendizado.

  5. Belmar Fidalgo: Este complexo esportivo é ótimo para crianças que gostam de atividades físicas. Possui áreas para futebol, basquete e um playground. Muitas famílias utilizam este espaço para praticar esportes juntos.

  6. Museu de Arte Contemporânea (MARCO): Embora seja um museu de arte, o MARCO oferece workshops e atividades interativas para crianças, o que pode ser uma excelente maneira de introduzir os pequenos ao mundo da arte de uma forma divertida. 

    Dica: Verifique a programação online para não perder eventos especiais.

     

O que fazer em campo grande a noite

Em Campo Grande, MS, há várias atividades noturnas atraentes para desfrutar:

  1. Gastronomia Noturna: A cidade oferece uma cena gastronômica vibrante à noite com uma variedade de restaurantes e bares onde você pode experimentar pratos deliciosos e drinks diversificados.

  2. Eventos Culturais e Shows: Campo Grande é conhecida por sua rica cena cultural. À noite, há muitos eventos culturais, apresentações teatrais e shows musicais para aproveitar.

  3. Passeios Noturnos pela Cidade: Explorar a cidade à noite também é uma ótima opção, com muitos pontos turísticos oferecendo uma atmosfera única sob a iluminação noturna. Parques e praças ficam especialmente charmosos à noite.

  4. Feira Central: Conhecida como um ponto de encontro à noite, a Feira Central é um lugar ideal para experimentar o tradicional sobá, além de outros pratos locais. A Avenida Bom Pastor também é bastante movimentada à noite, com diversas opções de restaurantes e bares.

    Dica: Vá com fome e experimente as variedades de comidas locais.

  5. Vida Noturna e Baladas: Para os mais animados, há várias opções de baladas e clubes, como o Valley Pub, conhecido por ser um dos locais mais agitados da cidade.

Gastronomia Noturna em Campo Grande

Em Campo Grande, você encontrará diversas opções de gastronomia noturna que vão desde pratos típicos regionais até culinárias internacionais.

Aqui estão algumas das opções mais bem avaliadas:

  1. Coco Bambu Campo Grande: Especializado em frutos-do-mar, este restaurante é conhecido pelo seu ambiente acolhedor e pratos generosos, perfeito para jantares em família ou com amigos.

  2. Famiglia Bressani Ristorante & Pizzeria: Oferece uma grande variedade de pizzas e pratos italianos, conhecido pela qualidade dos ingredientes e o ambiente agradável.

  3. Yallah Restaurante: Este é um excelente lugar para quem aprecia a culinária árabe, oferecendo pratos autênticos como esfihas e kibes em um ambiente casual.

  4. Marruá Gourmet: Conhecido por seus cortes de carne e espetinhos, esse restaurante oferece um ambiente aconchegante com opções de jantar ao ar livre.

  5. Vermelho Grill: Este é um restaurante especializado em carnes, com um ambiente rústico e despojado, perfeito para os amantes de bons cortes grelhados.

  6. Território do Vinho: Ideal para os apreciadores de vinho, este restaurante combina uma excelente carta de vinhos com um menu sofisticado que inclui pratos como risotos e carnes.

  7. Fogo Caipira: Este restaurante é notável por seu foco na comida sertaneja com uma atmosfera rústica que reflete o espírito cultural de Campo Grande. Aqui você pode desfrutar de boa música e comidas típicas da região.

Bar noturno em Campo Grande

  1. Valley Pub: Este é um dos bares mais conhecidos da cidade, especialmente por quem gosta de música sertaneja. É um lugar agitado, ideal para quem gosta de dançar e curtir um bom modão sertanejo.

  2. Bar Mercearia: Conhecido por sua atmosfera descontraída, é um excelente lugar para quem procura uma noite agradável com amigos, desfrutando de uma seleção variada de bebidas e petiscos.

  3. Meat Bar: Localizado no centro da cidade, é um dos bares mais populares e oferece uma ótima seleção de carnes e drinks, perfeito para uma saída noturna.

  4. Cactus Bar: Este bar é conhecido pela sua atmosfera animada e é um ótimo local para quem gosta de música ao vivo, incluindo estilos variados como forró e eletrônica.

  5. Hook Beers Park: Este é um espaço ao ar livre onde você pode aproveitar uma grande variedade de cervejas e apresentações musicais de diversos gêneros, de rock a sertanejo, em um ambiente descontraído.

  6. Maracutaia Bar: É conhecido por oferecer uma experiência agradável com uma boa variedade de comidas e bebidas. O bar é uma ótima escolha para quem procura um ambiente animado e descontraído. O estabelecimento é famoso por ser acolhedor e por servir pratos que agradam a diversos paladares, com um destaque especial para as opções de cervejas e pratos brasileiros.

O principal veículo de comunicação de Campo Grande–MS, é o "Correio do Estado".

Este jornal diário tem uma longa história, sendo fundado em 1954, e é amplamente distribuído em quase todos os 78 municípios do estado de Mato Grosso do Sul. Ele é conhecido por sua cobertura abrangente de notícias locais, eventos atuais, política e muito mais. Atualmente o Correio do Estado tem um painel de LED localizado na rua onde tem as melhores marcas de Campo Grande, a Rua Euclides da Cunha. 

Matéria atualizada as 14 horas, do dia 17/05/2024 para incluir informações. 

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O Tempero da Vigilância

22/04/2026 13h30

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Houve um tempo em que o macarrão, recém cozido, ia direto para debaixo da torneira. Uma heresia, diriam os italianos, mas um ritual comum nas cozinhas de Minas. Por lá também os frangos eram quase submetidos a um dia de spa: ensaboados, escaldados e esfregados antes de conhecerem a panela. Mas jabuticaba se comia no pé, com poeira e tudo; a goiaba e o jambo eram limpos na própria manga da camisa, se tanto.

Não sei se fomos nós que ficamos mais sábios ou se o medo das bactérias microscópicas nos tornou mais desconfiados. Os mais velhos juram que naquela época criança comia de tudo e não adoecia. Doce, banha, fritura — o passaporte para o paraíso era livre. A verdade é que adoeciam, sim; só não tínhamos o nome do culpado no prontuário. O chocolate de hoje, com seus parcos 20% de cacau, é mais uma promessa de açúcar do que a iguaria de outrora.

Naquela cozinha de antigamente, o tempo era um ingrediente. O feijão dormia de molho, o molho apurava no canto do fogão e o cheiro da comida invadia a casa muito antes do prato chegar à mesa. Hoje, o fogo é rápido e o ato de comer virou uma tarefa espremida entre dois compromissos. Perdemos a intimidade com a casca e com o osso; trocamos o manuseio do alimento pelo das embalagens de ultraprocessados, que dominam as prateleiras por serem mais acessíveis, tornando-se um desafio real para a saúde de todos nós.

Essa mudança de cenário acabou me tornando mais cautelosa com o que ponho no prato. Criei certas resistências que hoje fazem parte do meu jeito de estar no mundo: em restaurantes, por exemplo, evito as folhas. É um receio silencioso do que não passou pelas minhas mãos. Em casa, busco o que é mais próximo do natural e dou preferência aos orgânicos sempre que posso. Acredito que a nossa saúde é construída ali, na calma da escolha de cada ingrediente, longe da pressa das linhas de produção.

Sinto falta daquela liberdade de criança, mas, sendo sincera, não sei se hoje eu teria coragem de comer a jabuticaba direto do pé (não por causa da poeira, mas do agrotóxico). Por mais saudoso que esse gesto pareça, o mundo ficou complexo demais para a nossa antiga inocência. No fim, trocamos o macarrão lavado sob a torneira — aquela nossa antiga ignorância culinária — pela consciência necessária de que o cuidado com a mesa é, no fundo, um modo de cuidar da própria vida.

Saúde

Conheça os mitos sobre a síndrome do ovário policístico, que não é sinônimo de infertilidade

Conheça os mitos sobre a condição, que afeta de 10% a 13% das mulheres, mas que apenas 30% recebem o diagnóstico adequado

22/04/2026 08h30

Síndrome dos ovários policísticos afeta até 13% das mulheres em idade reprodutiva e ainda é cercada de mitos sobre fertilidade

Síndrome dos ovários policísticos afeta até 13% das mulheres em idade reprodutiva e ainda é cercada de mitos sobre fertilidade Freepik

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A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das condições hormonais mais comuns entre mulheres em idade reprodutiva e, ao mesmo tempo, uma das mais incompreendidas. Frequentemente associada à infertilidade, a síndrome carrega um estigma que, segundo especialistas, não corresponde à realidade.

Embora possa dificultar a gestação, a SOP não impede que mulheres engravidem, especialmente quando há acompanhamento médico adequado.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a SOP afeta entre 10% e 13% das mulheres em idade reprodutiva no mundo. Ainda assim, o diagnóstico muitas vezes não acontece: estima-se que até 70% das mulheres com a condição não saibam que a têm.

Esse dado reforça um problema central, a falta de informação, que contribui tanto para o atraso no tratamento quanto para a perpetuação de mitos.

Síndrome dos ovários policísticos afeta até 13% das mulheres em idade reprodutiva e ainda é cercada de mitos sobre fertilidadeDra. Loreta Canivilo, ginecologista - Foto: Divulgação 

A ginecologista Loreta Canivilo explica que a SOP é uma desordem hormonal caracterizada, principalmente, pelo aumento dos níveis de andrógenos, hormônios considerados masculinos, mas que também estão presentes no organismo feminino. Esse desequilíbrio pode provocar uma série de sintomas e impactar diretamente o funcionamento dos ovários.

“Entre os principais sintomas estão menstruação irregular ou ausência de ciclos menstruais, dificuldade para engravidar, acne persistente, aumento de pelos no rosto e no corpo, queda de cabelo, ganho de peso e presença de múltiplos pequenos cistos nos ovários”, detalha a especialista.

IMPACTO

A SOP não se limita a uma questão ginecológica. Trata-se de uma condição complexa, que envolve alterações hormonais e metabólicas.

Em muitos casos, está associada à resistência à insulina, condição em que o corpo tem dificuldade de utilizar adequadamente esse hormônio, responsável por regular os níveis de açúcar no sangue.

Esse fator metabólico contribui para agravar o desequilíbrio hormonal e pode desencadear um ciclo difícil de romper: o excesso de insulina estimula ainda mais a produção de andrógenos, o que, por sua vez, interfere na ovulação.

“É um efeito em cadeia. A resistência à insulina pode piorar os sintomas e dificultar ainda mais o funcionamento regular dos ovários”, explica Loreta.

Além dos impactos reprodutivos, a SOP também pode estar relacionada a outros problemas de saúde ao longo da vida, como diabetes tipo 2, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares. Por isso o diagnóstico precoce é essencial, não apenas para lidar com os sintomas imediatos, mas também para prevenir complicações futuras.

MITOS SOBRE FERTILIDADE

Um dos maiores equívocos sobre a síndrome é a crença de que mulheres com SOP não podem engravidar. A ideia, segundo especialistas, surgiu da associação entre a condição e a irregularidade na ovulação.

“Quem tem síndrome dos ovários policísticos pode ter mais dificuldade para engravidar, mas pode, sim, engravidar, com acompanhamento adequado”, afirma Loreta Canivilo.

A explicação está no padrão irregular de ovulação. Diferentemente de mulheres sem a condição, que costumam ovular mensalmente, quem tem SOP pode não ovular todos os meses ou pode ovular de forma imprevisível. Isso reduz as chances estatísticas de gravidez, mas não elimina a possibilidade.

“Sem uma ovulação regular, fica mais difícil prever o período fértil. Isso contribuiu para a fama de infertilidade, mas é importante deixar claro que não se trata de uma infertilidade definitiva”, reforça a ginecologista.

TRATAMENTO

Apesar de não haver uma cura definitiva, a SOP pode ser controlada com tratamento adequado. O manejo da síndrome varia de acordo com os sintomas e os objetivos da paciente, seja regular o ciclo menstrual, controlar manifestações como acne e excesso de pelos ou buscar uma gestação.

Entre as principais abordagens estão mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática regular de atividades físicas, que ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina e o equilíbrio hormonal.

Em alguns casos, também são utilizados medicamentos para regular o ciclo menstrual ou induzir a ovulação.

“O tratamento pode incluir medicações que ajudam a coordenar a ovulação, aumentando significativamente as chances de gravidez”, explica Loreta.

Para mulheres que desejam engravidar, o acompanhamento médico é fundamental. Com orientação especializada, é possível identificar o melhor momento e, se necessário, recorrer a terapias específicas para estimular a ovulação.

DESINFORMAÇÃO

Além de gerar ansiedade e frustração, o mito da infertilidade pode levar a comportamentos de risco. Segundo a especialista, algumas mulheres com SOP deixam de utilizar métodos contraceptivos por acreditarem que não podem engravidar.

“Essa ideia é perigosa. Muitas acabam tendo relações sem proteção e, quando menos esperam, ocorre uma gravidez”, alerta.

Entender o próprio corpo e as particularidades da condição é essencial tanto para quem deseja engravidar quanto para quem quer evitar uma gestação.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da SOP geralmente envolve a análise de sintomas clínicos, exames laboratoriais e, em alguns casos, ultrassonografia. Quanto mais cedo a condição for identificada, maiores são as chances de controlar os sintomas e reduzir impactos a longo prazo.

Apesar dos desafios, a síndrome não impede uma vida saudável nem a realização do desejo de maternidade. Com tratamento adequado e mudanças no estilo de vida, muitas mulheres conseguem equilibrar os hormônios, regular o ciclo menstrual e melhorar significativamente a qualidade de vida.

“O mais importante é entender que SOP não é uma sentença. Com acompanhamento médico, é possível controlar a síndrome e alcançar uma gestação, se esse for o desejo”, conclui Loreta Canivilo.

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