Correio B

GASTRONOMIA

Aprenda a fazer pratos à base de vinho para saborear no fim de semana

Não importa a coloração, basta que o vinho seja do tipo seco para que as receitas deste fim de semana mereçam um brinde daqueles

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Hoje é dia de vinho, mas não necessariamente servido em taças de cristal. Se as receitas deste fim de semana deixarem você com água na boca, com menos de duas xícaras de chá da bebida preferida de Baco você poderá ser capaz de preparar um prato dos deuses. 

Um não, dois. Hoje é dia de aprender, ou voltar a praticar, os sabores envolvidos no preparo da língua de boi ou do rosbife ao vinho.

Antes de tudo, fique atento ao tipo de vinho a ser utilizado. Não importa a coloração – tinto ou branco –, mas que a bebida seja do tipo seco. Alguns papas da gastronomia garantem que, inclusive, o vinho rosé está valendo na hora de usar a bebida na panela (ou assadeira) para tirar as receitas do papel.

O importante é que o vinho seja seco e de qualidade. Não precisa queimar todo o salário em uma única garrafa, mas passe longe daqueles que, no popular, muitos conhecem como “vinho vagabundo”. A economia, nesse caso, se não lhe causar ressaca, certamente vai fazer a sua receita desandar.

O ideal seria casar os dois prazeres – do vinho que se come e do vinho que se bebe. Ou seja, a mesma garrafa que o leitor compra para bebericar com a família ou os amigos pode ser a fonte das duas xícaras de chá milagrosas para as suas receitas.

LÍNGUA SIM

Para encarar a receita da língua bovina, antes de tudo, você deve gostar dessa “peça” de carne ou, ao menos, despir-se dos preconceitos ao prepará-la. 

Além de ser oriunda de uma parte do animal que fica bem “longe” de outras partes mais nobres, como o apreciado filé mignon, a textura da língua costuma ser o motivo da rejeição de muitos glutões, que poderiam ser felizes recusando menos e experimentando mais.

Outras culinárias, a exemplo da mexicana ou da norte-americana, apreciam a língua de boi em tacos e sanduíches abertos. 

Fervida, em conserva, assada ou refogada, são dezenas de receitas que mostram a versatilidade do corte na hora de “falar qualquer língua” na cozinha. E, na hora de pagar, vai lhe custar muito menos do que determinadas partes do boi que, há tempos, estão com a cotação superestimada.

Cuidado ao retirar a pele, e tenha paciência ao cozinhar. Para ficar macia, a língua demora no fogo. Uma dica é não deixar, de jeito nenhum, a água da panela secar durante essa etapa, até a peça chegar ao ponto desejado. O ideal é prepará-la com vinho branco.

Apesar do preconceito, a língua tem seu lugar em cardápios sofisticados pelo Brasil afora. No Restaurante Alcazar, orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, um dos preferidos do poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), ela é item cativo há décadas. Em Campo Grande, pode ser encontrada, por exemplo, no Morena Gourmet ou no Sabor Enquilo.

ROSBIFE

Já o rosbife não passa tanto aperto quanto a língua na aceitação pública. Servido na hora, quentinho, requentado ou mesmo frio, o rosbife nunca faz feio, seja como prato principal ou tira-gosto em sanduíches, implicando aí, com essa variedade de apresentações, diferentes formas de preparo.

Típico da culinária do Reino Unido, onde é feito com peças de contrafilé, sofre variação também de cortes conforme o país. Pode ser lagarto, patinho ou o próprio contrafilé, no Brasil; ou o lombo do boi, em Portugal.  

Pode ser feito, ainda, besuntado com manteiga e cravejado com alho, como pede uma das receitas usuais na Inglaterra. 

Em qualquer lugar, inclusive no Brasil, ervas e especiarias fazem um bem danado na condução do rosbife em processo, favorecendo o despertar de aromas e ajudando a sedimentar a textura mais apropriada para a hora fatal da degustação. E o melhor: sem o uso dos famigerados caldos de carne industrializados.

Mas lembre-se: o sal, as pimentas, as ervas aromáticas e outras especiarias sempre dependem mais da mão de quem põe do que da indicação prevista nas receitas. 

Não somente por uma questão de gosto, mas também do resultado da mistura, desde o início à finalização, de acordo com as características e a qualidade dos ingredientes utilizados. Sal a gosto não significa sal em excesso. Agora, ao trabalho. Hora de brindar com o garfo na mão.

Rosbife ao vinho tinto

Ingredientes

> 1,5 kg de maminha de alcatra ou filé mignon;

> 2 cebolas grandes picadas;

> 100 gramas de bacon em fatias;

> 500 gramas de batata descascada e cortada em quatro partes;

> 4 tomates, sem pele e sem sementes, picados;

> 1 xícara (chá) de vinho tinto seco;

> 1 colher (sopa) de farinha de trigo;

> 3 colheres (sopa) de óleo;

> Cheiro-verde;

> Sal e especiarias.

Modo de Preparo

Misture duas colheres (sopa) do vinho com o sal, as especiarias e a farinha de trigo e passe em toda a superfície da carne. 

Em uma panela grande, aqueça o óleo, coloque a maminha e a cebola e deixe dourar bem de todos os lados. Coloque em uma assadeira e cubra com o bacon, prendendo-o com palitos. 

Regue com o vinho restante. Leve ao forno médio por 30 minutos. Coloque a batata e os tomates em volta, com o molho que sobrou na panela. 

Asse por mais 30 minutos ou até ficar macio. Se necessário, regue com pouca água. Corte em fatias e coloque em uma travessa com as batatas e os tomates em volta. Sirva em seguida.

Língua ao vinho branco

Ingredientes

> 1 língua de boi;

> 2 cebolas grandes picadas;

> 3 colheres (sopa) de óleo;

> 2 colheres (sopa) de farinha de trigo;

> ½ xícara (chá) de purê de tomate;

> ½ xícara (chá) de vinho branco seco;

> 2 colheres (sopa) de vinagre;

> 1 folha de louro;

> 1 colher (chá) de pimenta-do-reino;

> 1 xícara (chá) de azeitona verde inteira e sem caroço;

> Cheiro-verde;

> Sal e especiarias.

Modo de Preparo

Coloque a língua em uma panela de pressão, cubra com água e cozinhe por cerca de uma hora e meia, até ficar macia. Escorra, deixe esfriar um pouco e retire a pele.

Corte em fatias não muito finas e reserve. Refogue a cebola no óleo até ficar transparente e junte a farinha, mexendo sempre até tostar. Acrescente o sal, o cheiro-verde, a pimenta-do-reino e outras especiarias, o purê de tomate, o vinho, o vinagre e o louro, misturando bem. 

Junte a língua fatiada e a azeitona. Cozinhe em fogo baixo por 20 minutos e sirva em seguida.

Moda Correio B+ - Especial 5 anos

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa

Vestir-se adequadamente não significa abrir mão da personalidade. Significa compreender o contexto.

14/06/2026 13h30

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa Foto: Divulgação

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Celebrar cinco anos de um caderno dedicado à cultura, comportamento e estilo é também uma oportunidade para refletir sobre algo que nos acompanha diariamente, mesmo quando não percebemos: a forma como nos vestimos.

Antes de um aperto de mão, de uma apresentação ou de uma conversa, existe uma mensagem que já foi transmitida: a sua imagem. A roupa que escolhemos vestir fala sobre contexto, intenção, pertencimento e até respeito pela ocasião. Em uma época que celebra a individualidade e a liberdade estética, pode parecer que os dress code perdeu a relevância. Mas será que isso é verdade?

Embora as regras tenham se tornado mais flexíveis nas últimas décadas, os códigos de vestimenta continuam presentes em nossa vida social e profissional. Eles não existem apenas para determinar o que vestir, mas para criar uma linguagem comum entre pessoas, ambientes e ocasiões.

Afinal, vestir-se adequadamente não significa abrir mão da personalidade. Significa compreender o contexto.

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa     Casual: conforto sem descuido - Divulgação

O casual é provavelmente o dress code mais presente no dia a dia. Jeans, camisetas, vestidos leves, tênis e peças confortáveis fazem parte desse universo.

Mas casual não é sinônimo de desleixo. Mesmo nos ambientes mais informais, a escolha das roupas comunica organização, cuidado e coerência com a situação. Uma peça bem ajustada ao corpo e em bom estado pode transmitir muito mais elegância do que um look excessivamente elaborado.

Smart Casual: a elegância contemporânea

Se existe um dress code que representa o nosso tempo, talvez seja o smart casual. Ele combina a praticidade do casual com elementos mais sofisticados. Um blazer usado com jeans, uma calça de alfaiataria combinada com tênis ou um vestido elegante usado de maneira descomplicada são exemplos dessa proposta.

É o código que domina restaurantes modernos, eventos culturais, lançamentos, encontros profissionais e ambientes criativos.

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa                    Smart Casual: a elegância contemporânea - Divulgação

Business Casual: profissionalismo com leveza

O business casual nasce do ambiente corporativo. Seu objetivo é transmitir profissionalismo e credibilidade sem a rigidez dos antigos códigos empresariais. Ele surgiu como uma alternativa ao tradicional terno e gravata. A proposta é transmitir credibilidade sem excesso de formalidade.

Camisas, blazers, vestidos estruturados, calças de alfaiataria e sapatos elegantes fazem parte desse universo. Esporte Fino: equilíbrio para ocasiões especiais Muito comum em casamentos durante o dia, eventos corporativos e comemorações sociais, o esporte fino ocupa um espaço intermediário entre o casual e o formal.

Para as mulheres, vestidos, conjuntos elegantes e peças de alfaiataria costumam funcionar bem. Para os homens, camisas, blazers e sapatos de couro são escolhas seguras. A palavra-chave aqui é equilíbrio.

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa                             Business Casual: profissionalismo com leveza - Divulgação

Black Tie: a formalidade como experiência

Premiações, bailes, cerimônias e alguns casamentos noturnos ainda preservam um dos códigos mais tradicionais da moda. O black tie pede smoking para os homens e vestidos longos ou de festa para as mulheres. Mais do que uma exigência estética, ele faz parte da experiência do evento, criando um ambiente de celebração e solenidade.

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa   Black Tie: a formalidade como experiência - Divulgação

White Tie: tradição em seu nível máximo. Pouco comum atualmente, o white tie permanece reservado para cerimônias de Estado, eventos diplomáticos e ocasiões extremamente formais. É o mais sofisticado dos dress codes e representa tradições que atravessaram séculos.

Muito além das roupas, os dress codes são frequentemente vistos apenas como regras de moda, mas sua origem está muito mais ligada ao comportamento e à cultura.

Assim como aprendemos algumas palavras do idioma local ao visitar outro país, compreender os códigos de vestimenta é uma forma de entender a linguagem social de cada ambiente.

Saber interpretar essas referências demonstra respeito pela ocasião, consideração pelos anfitriões e consciência da mensagem que desejamos transmitir. Quando a roupa fala antes de você, vale a pena prestar atenção ao que ela está dizendo.

Quando a roupa fala antes de você: por que os dress code ainda importa
White Tie: tradição em seu nível máximo. Pouco comum atualmente, o white tie permanece reservado para cerimônias de Estado, eventos diplomáticos e ocasiões extremamente formais. É o mais sofisticado dos dress codes e representa tradições que atravessaram séculos - Divulgação

5 dicas para não errar no dress code

  • 1. Observe o convite

Muitas vezes a formalidade esperada está indicada nas entrelinhas: horário, local e tipo de evento oferecem pistas valiosas.

  • 2. Considere o ambiente

Uma celebração em um hotel pede uma leitura diferente de um evento ao ar livre ou em uma fazenda.

  • 3. Em caso de dúvida, escolha a elegância

É mais fácil suavizar um visual sofisticado do que corrigir um look excessivamente informal.

  • 4. Respeite o horário

Eventos diurnos costumam permitir tecidos leves, cores claras e menor formalidade. À noite, a sofisticação naturalmente aumenta.

  • 5. Adapte o dress code à sua personalidade

Acessórios, cores, modelagens e texturas permitem que você respeite a ocasião sem abrir mão da sua identidade.

Astrologia Correio B+

Tarô da Semana de 15 a 21 de junho: Quatro de Paus Tempo de celebrar a vida

Depois de um período de desafios, ajustes e construção, o Tarô traz como regente da semana o Quatro de Paus, uma carta que fala sobre conquistas, celebrações e a importância de reconhecer o caminho percorrido.

14/06/2026 12h00

Tarô da Semana: Quatro de Paus  Tempo de celebrar a vida

Tarô da Semana: Quatro de Paus Tempo de celebrar a vida Foto: Divulgação

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A carta desta semana é o Quatro de Paus, um dos arcanos mais alegres e acolhedores do Tarô. Sua mensagem é simples, mas poderosa: chegou a hora de celebrar.

Em um mundo que nos incentiva constantemente a correr atrás da próxima meta, do próximo compromisso e da próxima conquista, o Quatro de Paus surge para nos lembrar de algo essencial: também é preciso reconhecer o caminho já percorrido.

Na imagem tradicional da carta, vemos pessoas reunidas em uma celebração. Há dança, alegria, acolhimento e uma sensação de pertencimento. O Quatro de Paus fala justamente sobre isso: os momentos em que fazemos uma pausa para compartilhar a felicidade, fortalecer vínculos e agradecer pelas conquistas, grandes ou pequenas.

Esta energia combina perfeitamente com o período que estamos vivendo. Junho é um mês marcado por encontros, reencontros e tradições afetivas. As festas juninas reúnem famílias, amigos e comunidades em torno da música, das comidas típicas e da alegria coletiva.

Ao mesmo tempo, os jogos da Copa do Mundo transformam salas de estar, bares e praças em espaços de convivência, onde torcemos, vibramos e compartilhamos emoções.

Independentemente do resultado das partidas, existe algo muito especial nesses momentos: eles nos lembram que a vida também acontece nos intervalos da rotina, nas conversas despretensiosas, nas risadas espontâneas e na companhia das pessoas que amamos.

Quatro de Paus — celebração, união e pertencimento

O Quatro de Paus é uma das cartas mais associadas ao casamento, às uniões afetivas, aos reencontros e à construção de uma base sólida para a vida. Sua energia está ligada aos momentos em que percebemos que algo importante floresceu e ganhou estrutura suficiente para ser apreciado.

Mais do que representar uma festa, o arcano simboliza a conclusão bem-sucedida de uma etapa. É a sensação de cruzar um portal e entrar em uma nova fase, levando consigo tudo o que foi aprendido ao longo do caminho.

Por isso, ele também está relacionado aos ritos de passagem: mudanças de casa, formaturas, casamentos, nascimentos, promoções e qualquer experiência que marque uma transição significativa.

A carta nos recorda que nenhuma trajetória é construída isoladamente. Família, amigos, parceiros e pessoas queridas compõem a rede de apoio que sustenta nossos passos.

O Quatro de Paus fala sobre comunidade, acolhimento e sobre a importância de cultivar vínculos capazes de atravessar os diferentes ciclos da vida.

Existe ainda um simbolismo importante ligado ao lar. E aqui, lar não significa apenas um espaço físico. Pode ser uma relação, um grupo, uma amizade ou até mesmo uma nova forma de enxergar a si próprio. O arcano sugere a sensação reconfortante de finalmente encontrar o seu lugar.

Muitas vezes estamos tão focados no próximo objetivo que deixamos de perceber o quanto já avançamos. O Quatro de Paus convida a mudar essa perspectiva. Em vez de olhar apenas para o que ainda falta conquistar, ele propõe um exercício de consciência sobre tudo o que já foi construído.

Esta é uma carta associada à estabilidade e ao fortalecimento de estruturas duradouras. Ela indica que algo importante está encontrando seu equilíbrio. Pode ser um projeto que amadureceu, uma relação que atravessou desafios e se consolidou, uma conquista profissional ou uma fase de maior segurança emocional.

O momento também favorece encontros, reconciliações e experiências que fortalecem o senso de conexão. Existe uma energia de cooperação no ar, lembrando que o sucesso costuma ser mais significativo quando pode ser compartilhado.

No amor, o Quatro de Paus fala de relações que oferecem acolhimento e confiança. Para quem está solteiro(a), encontros sociais, comemorações e atividades em grupo podem criar oportunidades para conexões genuínas. A tendência é que as relações surjam de forma natural, a partir de interesses e valores em comum.

Para quem já vive uma relação, a carta favorece planos conjuntos, fortalecimento dos laços e conversas sobre o futuro. É uma energia que estimula compromisso, parceria e construção.

Na vida profissional, o arcano aponta para reconhecimento e satisfação pelos resultados alcançados. Projetos podem chegar a uma conclusão positiva, equipes podem celebrar conquistas e esforços realizados ao longo dos últimos meses tendem a produzir retornos concretos.

Nas finanças, a energia é de equilíbrio e responsabilidade. O período favorece decisões voltadas para conforto, segurança e planejamento de longo prazo, permitindo desfrutar dos frutos do trabalho sem perder a visão de futuro.

O Quatro de Paus também nos convida a refletir sobre o valor dos marcos cotidianos. Nem toda vitória precisa ser extraordinária para ser significativa. Às vezes, a conquista está em encerrar um ciclo difícil, manter a constância em um projeto ou simplesmente perceber que você se tornou mais forte do que era há alguns meses.

Quantas vezes você alcançou algo importante e imediatamente voltou sua atenção para a próxima preocupação?

Esta carta sugere outra postura: a de honrar o presente.

Permita-se reconhecer seu esforço. Observe o quanto cresceu, o quanto aprendeu e o quanto construiu. A felicidade não mora apenas nos grandes acontecimentos do futuro; ela também está presente nos instantes em que conseguimos enxergar a beleza do caminho percorrido.

O Quatro de Paus lembra ainda que alegria, lazer e convivência não são distrações da vida: são parte dela. O equilíbrio emocional depende tanto da realização quanto da capacidade de desfrutar os momentos de pausa.

Talvez a energia desta semana se manifeste em uma reunião familiar, em uma noite de festa junina, em um encontro para assistir a um jogo ou em uma conversa capaz de renovar o sentimento de proximidade com pessoas importantes.

Existe uma força especial nos momentos compartilhados. Eles fortalecem vínculos, renovam a esperança e nos ajudam a lembrar que, mesmo diante dos desafios, há motivos para agradecer.

Por isso, a mensagem do Quatro de Paus para os próximos dias é clara: celebre a vida em todas as suas formas. Valorize suas conquistas, fortaleça seus laços e reconheça a abundância presente nos pequenos e grandes momentos da jornada.

Afinal, muitas das lembranças mais preciosas não nascem dos acontecimentos extraordinários, mas das experiências simples que vivemos ao lado de quem amamos.

Nesta semana, permita-se celebrar a vida.

Muita luz,

Ana Cristina Paixão

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