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B+ Especial 70 anos Correio do Estado: Entrevista exclusiva com o apresentador Amary Jr.

"Estou muito feliz na TV Cultura, por ser uma emissora de conduta séria e por depositarem confiança em mim". Amaury Jr. estreia a segunda temporada do seu programa na Cultura no dia 15 de março.

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O apresentador Amaury Jr. (70 anos), é  jornalista formado em Direito e enveredou para a comunicação ainda na juventude. Trabalhou em veículos de imprensa, apresentou atrações de rádio e ingressou na TV como repórter na Tupi. Tornou-se popular como colunista social na televisão em 1982, com o programa Flash, na Gazeta.

"No tempo de curso ginasial, foi quando fiquei fascinado pela comunicação sim. Eu estudava num colégio estadual, o melhor da cidade, e, lá, cada classe tinha um jornal mural no pátio. Eu recortava as notícias que eu considerava as mais importantes e fazia isso semanalmente, assim como todas as outras classes. E eu fiquei muito vaidoso quando eu via um amontoado de gente na frente do meu mural, um volume muito mais representativo do que os das outras classes", relembra.

Nos anos seguintes, o Flash migrou para a Record e, depois, para a Band. Em 2001, o apresentador assinou com a Record. A partir de 2002, firmou-se na RedeTV! com o Programa Amaury Jr., exibido nas madrugadas. Teve uma nova e breve passagem pela Band entre 2017 e 2019, quando retornou para a RedeTV!.

"Comecei como repórter. Também estava lá o Juca Kfouri fazendo esporte, o Zé Milton na reportagem geral... Eles começaram a implantar a cultura de que o próprio repórter que apurava a notícia é que tinha que ir pro ar, e, assim, nascia uma nova geração de telejornalistas. Nesse momento, foi quando eu quis levar algo que eu já fazia no impresso, que era a coluna social, na televisão. Depois, fechou a emissora. Eu ainda tinha um programa na Rádio Gazeta", explica o jornalista.

Ao longo da carreira, também se dedicou a trabalhos como escritor, com o lançamento de revistas e livros relacionados ao trabalho na TV. Seu estilo se tornou um modelo seguido por vários apresentadores de coluna social na televisão, alvo também de paródias em programas como Casseta & Planeta: Urgente.
O apresentador é casado com Celina Ferreira, com quem tem dois filhos, Amaury e Maria Eduarda.

Entrevistar Amaury Jr. é uma inspiração, e tê-lo como Capa dupla, exclusiva e especial do Correio B+ em comemoração aos 70 anos do Correio do Estado é uma grande honra! Deixamos através dessa entrevista assinada pela jornalista Flávia Viana a nossa homenagem a esse ícone da televisão brasileira. 

O apresentador Amaury Jr é Capa B+  especial de 70 anos do Correio do Estado -Foto: Lan Rodrigues - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves - Por Flávia Viana

CE - Amaury, você sempre quis trabalhar com comunicação? 
AJr -
 “Eu fiz Direito porque o meu pai não acreditava na profissão de jornalista, ele surgiu uma época em que a profissão era mais uma coisa romântica, uma coisa alucinada, e os jornalistas não eram nem bem vistos, e essa época meu pai falava: ‘Você não vai ganhar dinheiro com isso’. Aí, eu fui fazer Direito, porque era o sonho dele. Advoguei em São José do Rio Preto (SP) por um ano. Nesse período, eu já estava ligado no Jornalismo, já escrevia em jornais, tinha programa no rádio etc.

CE - Foi nesse momento em que se identificou com o jornalismo de fato?
AJr -
No tempo de curso ginasial, foi quando fiquei fascinado pela comunicação sim. Eu estudava num colégio estadual, o melhor da cidade, e, lá, cada classe tinha um jornal mural no pátio. Eu recortava as notícias que eu considerava as mais importantes e fazia isso semanalmente, assim como todas as outras classes. E eu fiquei muito vaidoso quando eu via um amontoado de gente na frente do meu mural, um volume muito mais representativo do que os das outras classes.

Aquilo que eu selecionava, agradava, e foi a partir daí que eu comecei a ficar muito interessado em comunicação. Eu era bom de português, lia um livro por mês e tinha um bom texto. Aí, o colégio recebeu o convite de um jornal chamado Diário da Tarde e eu fui para fazer a coluna do estudante. Foi quando comecei no Jornalismo impresso. Depois, virou uma coluna social, e com tempo fomos para outros setores de atividade, não somente o estudantil.”

CE - Você é pioneiro e abriu o caminho para o colunismo social eletrônico no país, como foi esse processo?
AJr - 
“Eu era muito ligado em dois grandes colunistas na época, um era o Ibrahim Sued e o outro era o José Tavares de Miranda, na Folha de S. Paulo. Mal sabia eu que acabaria tendo o Ibrahim Sued fazendo temporadas dos meus programas aqui, quando eu tinha programa diário. Eu fui desperto pela comunicação e achei a parte mais agradável dela pra mim, que é a coluna social. Passei pela TV Rio Preto, que era uma subsidiária da Rede Globo.

E foi onde eu comecei, na televisão. Eu fazia um programa de auditório, de embate de faculdades, com gincana etc. Era feito todo sábado. Um dos pedidos que eu fiz na época às duas equipes que trabalhava era que quem trouxesse a mais parecida sósia da Brigitte Bardot, levaria os pontos desse quesito. Uma das equipes da Volcânio era a Ana Maria Braga, que era estudante de Filosofia, lá de Rio Preto, e ela era linda, aliás, ela é linda até hoje, e era também, na sua juventude, no frescor da juventude dela, uma coisa deslumbrante. Na hora que ela entrou, o auditório quase caiu, eu tinha júri, tinha tudo. E a contratei para ser a minha assistente de palco.

Depois, fundei um jornal em Rio Preto, junto com o Zé Amildo Ribeiro por três anos. Em seguida, fui pra São Paulo. O Zé Amildo foi chamado pelo Mauro Salles, que era então o superintendente da TV Tupi, na última fase da TV Tupi, e o Sérgio Souza era o diretor, saudosíssimo, grande jornalista. Aí, o Zé Milton me levou junto.

Comecei como repórter. Também estava lá o Juca Kfouri fazendo esporte, o Zé Milton na reportagem geral... Eles começaram a implantar a cultura de que o próprio repórter que apurava a notícia é que tinha que ir pro ar, e, assim, nascia uma nova geração de telejornalistas. Nesse momento, foi quando eu quis levar algo que eu já fazia no impresso, que era a coluna social, na televisão. Depois, fechou a emissora. Eu ainda tinha um programa na Rádio Gazeta.

O José Roberto Maluf que me deu a oportunidade de retornar à TV. Eu o convenci de que seria interessante não só falar da festa em si, como assuntos de decoração e buffet, mas com as pessoas da festa. E foi quando comecei o meu programa chamado ‘Flash’, que tinha em torno de cinco minutos com entrevistas com convidados das festas. E foi muito bem.”

Amaury Jr é Capa do Correio B+ especial 70 anos do Correio do Estado - Foto: Lan Rodrigues - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves - Por Flávia Viana

CE - E a ideia das músicas que marcaram e marcam as aberturas dos seus programas? 
AJr - 
“Eu sempre fui interessado em música e cinema. Sou da época do rock, do The Beatles. No meu programa de rádio, lembro que rodei o primeiro LP que tinha chegado dos Beatles, com A Hard Day's Night, com todas as músicas deles. Música sempre foi especial para mim. Foi quando quis criar vinhetas para o programa.

Era até usado como uma espécie de truque, porque, por ser um programa diário, nem todo o dia tava bom. Então, as vinhetas ajudavam a colocar trechinhos do programa para despertar o interesse de assistir. Eu escolhi a música ‘Keep it Comin' Love’, que virou o hino nacional do programa.

O próprio K.C., do KC & The Sunshine Band, quando ele esteve aqui no Brasil, falou que queria ser entrevistado por mim, queria saber como que uma música que já tinha desaparecido até da cabeça dele era tão forte e já tinha pegado na veia do brasileiro. Não havia festa que não se tocava ela. A gravadora Building Records me convidou e me ofereceu para comprar os direitos dessas músicas que eu estava botando no programa e fazer um CD. Acabamos fazendo oito. Só o primeiro, eu vendi 500 mil cópias. Fiz até CD de Natal, ganhei disco de ouro e tudo.”

CE - Depois veio a revista Flash e o Clube A...
AJr - 
“Eu tinha um outro sonho, que era o de ter uma revista. E aí surgiu a oportunidade com a editora Scala e veio a revista Flash, que durou três anos. Depois, veio o Clube A, que também fiquei trabalhei por mais três anos, e depois vendi a minha parte e eles deram sequência após a minha saída por mais um tempo.”

Divulgação - Reprodução Internet

CE - O sucesso do programa FLASH...
AJr -
“O programa ‘Flash’ nasceu na Gazeta, timidamente, com cinco minutos. A primeira pessoa que eu entrevistei foi o Antonio Bivar, autor de ‘Verdes Vales do Fim do Mundo’, que tinha voltado do exílio em Londres (Inglaterra). E, deu certo. Depois, me deram 10 minutos, 15 minutos, e conforme foi crescendo, a Record me convidou, que tinha alcance interestadual na época. Em seguida, a Band, para nível nacional. Lá, eu fiquei 17 anos. O programa só não tinha ainda mais audiência, porque ia muito tarde ao ar. Eu não tinha concorrentes. Se tornou um programa de celebridades.

CE - Você também começou a fazer viagens né Amaurt?
AJr -
Posteriormente, começamos a fazer viagens, Copa do Mundo etc. Eu fui o primeiro jornalista a ir pra Dubai com uma equipe fazer uma reportagem por lá que acabou virando livro. As nossas viagens faziam sucesso e tinham um ótimo respaldo comercial justamente porque eu queria mostrar o que habitualmente o turista não conhecia. Por exemplo, íamos até Veneza, na Itália, mostrar quantos filmes foram rodados por lá ou falar sobre a origem do carpaccio, ou a um café em Traben-Trarbach, na Alemanha, onde grandes escritores frequentavam, como o Honoré de Balzac, por exemplo. Ou também em Paris, mostrar o museu da guilhotina, que foi um instrumento de morte emblemático durante a Revolução Francesa. E o programa ficou interessante.”

CE - Inevitavelmente vieram os livros também...
AJr - 
“O primeiro livro que eu escrevi foi o ‘Flash Fora do Ar', que tinha trazia histórias que me contavam fora do ar, durante as gravações. Acabei escrevendo ele com um pouco de pressa e não ficou exatamente como eu queria que ficasse. Até hoje, ele é uma referência porque tem muita informação relevante. Depois, veio o ‘Bisbilhotice’, que eu gostei mais. No momento, estou aprimorando o ‘Bisbilhotice 2’, que vai ser bem mais legal. E tem o ‘A Vida É Uma Festa’, uma biografia minha feita pelo Bruno Meier, um ótimo jornalista que eu adoro. Eu também cheguei a escrever um livro sobre Dubai e outro sobre a África do Sul, que venderam bastante, e ambos foram miniaturizados, no tamanho pocket. E escrevi o ‘Alemanha: 100 Dicas de Amaury Jr.’, um livrinho de bolso, que vendeu que nem pão quente (risos).”

CE - Uma curiosidade de bastidores...
AJr -
 “Quando a rainha Sílvia, da Suécia, esteve em São Paulo, fui até o hotel que ela se hospedou, me credenciei e queria entrevistar, mas ninguém queria deixar. Acabei conseguindo meia hora com ela. O que eu mais queria saber, era sobre a história de uma menina do interior de São Paulo que acabou virando rainha da Suécia... Ela foi para a Olimpíada de Munique, trabalhar como recepcionista, e o rei Carlos Gustavo estava a dois camarotes de distância e aí começou o flerte, ela mesma me contou isso.”

CE - E pra finalizar, conta pra gente sobre a sua nova fase na TV Cultura?
AJr -
“Na nova fase do meu programa, tudo mudou. Eu sempre trabalhei na noite e não tenho mais a mesma disposição que eu tive durante 40 anos, além do que hoje em dia as festas não possuem mais o mesmo glamour, são poucas festas realizadas e a maioria é muito comercial. A primeira parte do programa é mais voltada para a temática, como, por exemplo, falando da origem do chiclete. Muita gente não sabe que ele veio de uma seiva, de uma árvore. E aí eu mostro a árvore que nem uma seringueira escorrendo, falo do papel do chiclete na guerra, que era mastigado até para aliviar a tensão durante os confrontos, bolo de chiclete, falo curiosidades em geral. A segunda parte do programa eu já falo mais de música, de viagens, de festas, um monte de coisas. Estou muito feliz na TV Cultura, por ser uma emissora de uma conduta muito séria e por depositarem confiança em mim.”

                                Foto - UOL

Diálogo

A história de que voluntários estão aderindo às campanhas espontaneamente... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (26)

26/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Iolete Moreira - Poeta de MS

"Paisagens sorrindo à toa, na contemplação do mistério, esconde o segredo vivido. É vigilante a superlua no poema adormecido”.

FELPUDA

A história de que voluntários estão aderindo às campanhas espontaneamente, como alguns  candidatos vêm anunciando, está sendo recebida com certo ceticismo por quem conhece os bastidores eleitorais. Afinal, não parece muito razoável imaginar alguém gastando horas do seu dia, enfrentando sol, cansaço e até riscos nas ruas apenas por entusiasmo político. No mundo real, dizem os mais experientes, geralmente sempre existe alguma forma de compensação. “Menos, menos, gente!” 

DiálogoFoto: Divulgação/Urãnia Planetário

Na noite deste sábado (26), a Lua cheia poderá servir como referência para localizar Saturno no céu. O planeta aparecerá como um ponto luminoso próximo da Lua e poderá ser identificado a olho nu, sem necessidade de telescópio. Oficialmente, a Lua atinge a fase cheia por volta das 12h49, no horário de MS. Cerca de duas horas  após o pôr do Sol, a orientação é procurar a Lua no horizonte leste e identificar Saturno nas proximidades. “É uma boa oportunidade para quem nunca observou Saturno no céu. A Lua funciona como uma referência muito fácil: primeiro encontramos a Lua e a partir dela, procuramos o ponto luminoso correspondente ao planeta”, explica o Professor Dr. Marcos Calil, responsável pelo Setor de Observatório da Urânia Planetário. A observação dependerá das condições meteorológicas de cada região. A Urânia Planetário realiza lives todas as terças-feiras, às 18h30 (MS), em seu canal no YouTube.

Diálogo Anderson da Silva Pereira e Adriana Paula Cândido - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoCarol Ribeiro - Foto: Lu Prezia

“Mala preta”

Há quem afirme que a Justiça eleitoral está de olhos bem abertos nas movimentações bancárias, visando combater a compra de votos nesse final de campanha. Assim, figuras que possuírem vínculos a partidos políticos têm que evitar ficar carregando a famosa “mala preta” por aí, pois poderão ser surpreendidos por policiais a quaisquer hora e local. Dizem que a fiscalização está atuando para valer.

Sem dó

Quem não vê sentido qualificar a posição ideológica da política é o ex-senador e hoje candidato Delcídio Amaral. Ele diz que essa história de direita e esquerda, só existe nas placas de rua. Não na política. Ah, tá?!... Em tempo: o candidato resolveu tirar o “do” da grafia de seu nome, e agora só usa “Amaral”. Excluiu o “do” sem dó.

Na fita

Quem não colocou Mato Grosso do Sul como prioridade para sua campanha eleitoral, foi o candidato a presidente Flávio Bolsonaro. Mas os seus aliados da direita não hesitaram em “voar” até Brasília para gravar vídeos e divulgarem nos horários gratuitos.

ANIVERSARIANTES 

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SÁBADO (26)

  • João Roberto Giacomini, 
  • Lázara Lessonier, 
  • Marcelos Antonio Arisi, 
  • Mirian Fonseca Ferro,
  • Cesar Rezende da Silva,
  • Dahoud Robban,
  • Luiz Renê Goncalves 
  • do Amaral,
  • Justina Conche Farina,
  • Marcos Fernando Herradon,
  • Maria José de Oliveira,
  • Sylvio Shojin Fukuchi,
  • Bartolomeu Ortega Garcia,
  • Gilson Chacon Marroni,
  • Marcelo Silva Boza,
  • Leandro Gregório,
  • Maria Eva Ferreira Espinosa,
  • Dirceu Júnior Tonietti 
  • de Almeida, 
  • Elísio de Deus Santos,
  • Mariella Mamede Duarte, 
  • Carlos Américo Grubert, 
  • Daniela Longo Garcia,
  • Samária Rosa de Souza,
  • Rosemary Gaúna de Oliveira Medeiros,
  • Pamella Rodrigues Vieira,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Ana Soledade Alcova Campos, 
  • Adriana Aquino Ratier, 
  • Dra. Leide Célia Ottoni Nunes Toniasso, 
  • Dr. Wilson Girão, 
  • Aparecido Alves das Neves,
  • Marcela Correa Peixoto 
  • de Azevedo,
  • Teldo Kasper Filho,
  • Sandra Marques Fernandes,
  • Fénelon Rafael Pires,
  • Gilberto Coelho Ferreira,
  • Nadir Pereira Borges,
  • Gilvan Guilherme Carvalho,
  • Emile El Saddi,
  • Jucileide Flôres Baldo,   
  • Lair Paes Camargo,
  • Marlei Biazetto,
  • Fabiane Biazetto,
  • Fabricia Biazetto,
  • Nilson Gomes Azambuja,
  • Regina Maria Rondon,
  • Marcelo Borges,
  • Dirce Arakaki,
  • Carmem Oliveira,
  • João Carlos de Andrade,
  • Dauth de Almeida Filho,
  • Nadia Daniani Guenka,
  • José Celso Garcez,
  • Ana Maria dos Passos Azevedo,
  • Vilma Hebeler Lopes,
  • Maria Lúcia Barbosa Ribeiro, Tânia Espíndola,
  • Maique de Oliveira,
  • Aristeu Pereira Patrocinio,
  • Carlos Augusto Molina,
  • Dalila Bárbara Suffiatti Frozza,
  • Cipriano Santos Lopes,
  • Danilo Monte Negro,
  • Cintia Fukuchi Soken,
  • Ângela Maria Gavira Lahoud,
  • Francisco Vieira de Castro Neto,
  • Neuza Feico Kikuchi Kaneki,
  • Edmar Fernando 
  • de Figueiredo Cruz,
  • Jorge Luiz Arguello,
  • Diego Goulart Wyder Herradon,
  • Gilmar Miguel Bottan,
  • Juliana Duarte Lucas Facincani,
  • Graziele de Brum Lopes,
  • Giuliano Corradi Astolfi,
  • Beatriz Bernadete Gusso,
  • Aline Joana Linhares Gurski,
  • Leonardo de Pina Bulhões 
  • Di Giorgio,
  • Juliano da Cunha Miranda,
  • Atos Pessatto,
  • Meline Paludetto Pazian.

DOMINGO (27)

  • Dra. Thaísa Mazina Smaniotto Marin, 
  • José Ricardo Barbero Biava (Zeca),
  • Dra. Ana Carolina Anderson Nasser Penaforte, 
  • Antônio de Moraes Ribeiro Neto,
  • Fernanda  Salgueiro Zandavalli, 
  • Gerson Penze de Souza,
  • Lindomar Divino de Souza,
  • Thiago Augusto Araujo Ramos,
  • Dr. Naidor João da Silva,
  • Livaldo Costa, 
  • Antonio Carlos Neckel,
  • Cleide dos Santos,
  • Joaquim Arnaldo da Silva Neto,
  • Neide Aparecida Bastos Querino,
  • Valter Jeronimo Marques Queiroz,
  • Sonia Maria de Souza Pinto França,
  • Hudson Marcos da Cunha Gomes,
  • Mônia Michelle Carvalho, 
  • Julieta de Melo Pereira,
  • Dra. Julita Antunes Miranda Sá, 
  • Hugo Haverroth Hilgert, 
  • Dr. Armando Vieira 
  • de Almeida, 
  • Dr. Alexandre Magno Benites Lacerda, 
  • João Pedro Santana Pereira Júnior, 
  • Rafael Tulux Lopes, 
  • Dra. Rita de Cássia Budib Lourenço,
  • Maristela Nunes Farias Portugal,
  • Viki Dória, 
  • Marcus Aurélius Stier Serpe,
  • Alisson Lopes da Silva,
  • Jesus Queiroz Baird,
  • Laurinda da Silva Curto,
  • Ademilton Tenório 
  • de Albuquerque,
  • Zonir Freitas Tetila,
  • Arabutan Alves Pereira,
  • Elvira Dutra Leão,
  • Cesar Roberto Maksoud Cabral,
  • Sahra Lima Buchara 
  • de Alencar,
  • Ivanir Frias Ponchio,
  • Deise Cicalise Bossay Kichel,
  • Fernando Alcaraz Caramalac,
  • Dr. Benedito (Benê) Anache, Dr. Victor Anache Ferzeli, 
  • Dr. Mauro Cosme Gomes 
  • de Andrade, 
  • Glauce Raquel Garcia Oliveira,
  • Eunice Dib Safatli,
  • Gilberto Santinoni,
  • Dr. José Carlos Lopes,
  • Geraldo Paschoaletto Trindade,
  • Dra. Marisa Miyuri Shinzato,
  • Dr. Eustáquio Marques Ferreira,
  • Carolina Sanson Cação, 
  • Giselle Rodovalho Palieraqui Gurgel,
  • Paulo José Liberatti,
  • Érica Tabata Hirose,
  • Newton Cosme Figueiredo Gomes, 
  • Fabiana Amaral Gurgel,
  • Victor José Hackbarth,
  • Clara Mayumi Kuraoka Dadoni,
  • Márcia Toshiko Mori Caldas,
  • Luiz Ricardo Brusamolin,
  • Munir Mohamad Hassan Hajj.

Colaborou com Tatyane Gameiro 

Agenda Cultural

Fim de semana tem música, cinema, literatura, exposições e mais

De hoje até domingo, Campo Grande e cidades do interior de Mato Grosso do Sul recebem festivais, apresentações, exposições, encontros literários e programação gratuita para diferentes públicos

25/09/2026 09h00

Cinema

Cinema "Higa Ke Olho por Olho" - Na UFMS, filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas as transformações de Campo Grande Foto: Divulgação

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O último fim de semana de setembro reúne uma programação cultural diversificada em Mato Grosso do Sul. Entre hoje e domingo, Campo Grande recebe eventos que passam por cinema, teatro, literatura, moda, música e gastronomia, enquanto Dourados e Caracol também entram no circuito com festivais que ocupam espaços públicos e reúnem diferentes linguagens artísticas.

Cinema

Hoje, o Autocine da UFMS será reaberto com uma sessão especial do Festival Mais Cultura deste ano. A partir das 19h, serão exibidos os documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

O segundo filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas transformações de Campo Grande, personagens e manifestações culturais de Mato Grosso do Sul.

Dirigido por Conrado Roel e Débora Bah, o documentário também aborda a relação do fotógrafo com a memória e o avanço do Alzheimer.

“Higa Ke – Olho por Olho” foi reconhecido no Festival de Cinema de Bonito deste ano como Melhor Filme Sul-Mato-Grossense pelo Júri Popular.

Também hoje chega ao fim o 8º Desver – Festival de Cinema Universitário de Mato Grosso do Sul, realizado na UFMS. A programação do dia começa às 14h, com a oficina de preparação de elenco, e às 17h30min acontece a última sessão da Mostra Competitiva, reunindo seis curtas universitários.

O anúncio do vencedor da mostra está previsto para as 19h30min. A programação é gratuita e ocorre no Anfiteatro Marçal de Souza Tupã-Y.

Festival de Música, gastronomia e cultura

O Festival Internacional da Carne 2026 começa hoje e segue até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande. Com entrada gratuita, o evento reúne gastronomia, música, palestras, oficinas, economia criativa e atividades para crianças.

A gastronomia ocupa o centro da programação, com mais de 30 estações de carnes distribuídas pelo espaço. O festival também terá oficinas do Senac MS, que exploram molhos, conservas, vegetais, farofas, pães e outros acompanhamentos.

Hoje, às 15h, a palestra “Ao Ponto” aborda atendimento, entrega dos pratos, postura profissional e gestão de equipes. Amanhã, no mesmo horário, a palestra “A influência da tecnologia na produção de carne bovina” discute a relação entre inovação e produção pecuária.

A programação musical começa hoje com Os Cara da Kombi e Fred e Victor. No sábado, sobem ao palco Samba Pop, Banda Seven, Naip e Chicão Castro e banda. No domingo, o encerramento musical fica por conta de Zé do Pantanal e Renato Pacheco.

O festival também terá a Fazendinha, voltada ao público infantil, além de espaços de economia criativa e a Carreta da Energisa.

Moda e criação

Cinema  "Higa Ke  Olho por Olho" - Na UFMS, filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas as transformações de Campo GrandeModa Pantanal Fashion - Evento reúne desfiles de moda autoral, exposições, gastronomia, artesanato, feira de economia criativa, oficinas e atrações artísticas no Ponto Bar - Foto: DIvulgação

O Pantanal Fashion Experience 2026 ocupa o Ponto Bar hoje e amanhã, com programação a partir das 18h. O evento reúne desfiles de moda autoral, exposições, gastronomia, artesanato, feira de economia criativa,

oficinas e atrações artísticas.
Hoje, o conceito “Origem” aborda identidade, território, memória, cultura e autoria. Entre os destaques está a participação da Anarandá, com o projeto Fênix, que leva referências dos povos originários de Mato Grosso do Sul à programação.

Amanhã, o conceito “Futuro” trabalha temas como inovação, comportamento, experimentação, diversidade e novas linguagens. A programação inclui ainda um Sunset com DJs, desfiles e uma collab entre artistas independentes.

O evento também terá duas oficinas, uma voltada a mulheres em situação de vulnerabilidade e outra conduzida por uma artesã indígena sobre construção de acessórios.

Teatro

Amanhã, o Sesc Teatro Prosa recebe duas atividades gratuitas.

Às 14h, o espaço sedia o encontro do Clube Sesc de Leitura, dedicado ao livro “Atirei uma Pedrinha na Lagoa Mansidão”, de Henrique Pimenta. A obra reúne contos inspirados no cotidiano sul-mato-grossense e trabalha elementos como medo, absurdo, ironia e humor negro.

A atividade é aberta tanto a leitores habituais quanto a quem deseja conhecer o clube e participar da discussão sobre a obra.

Às 16h, a Trupe Guavira apresenta o espetáculo infantil “Meu Vizinho, Minhas Regras!” A montagem utiliza situações do cotidiano para abordar convivência, respeito, escuta e colaboração. A classificação é livre e a atividade é voltada a crianças e famílias.

Literatura

Também amanhã, às 16h, o Recanto das Ervas, em Campo Grande, recebe o lançamento do romance “Me Coma Viva”, da escritora e jornalista sul-mato-grossense Mariana Vilela.

A obra é construída por meio da troca de cartas entre as irmãs Sarah e Marcela, que seguem caminhos diferentes entre a vida no campo e na cidade. A narrativa aborda relações familiares, questões ambientais, religiosidade e sexualidade, além de incorporar elementos da cultura popular, como cantos de trabalho, cantigas e Folias de Santo Reis.

Nascida em Três Lagoas e residente em São Paulo, Mariana Vilela também é autora de “Compulsão de Clarisse”. O novo romance recebeu texto de orelha do escritor Marcelino Freire.
A mediação do lançamento será feita pela psicanalista Hilza Ferri. O livro poderá ser adquirido diretamente com a autora.

Crianças

Para o público infantil, o Quintal do Brincar acontece amanhã, das 15h às 18h, no Shopping Bosque dos Ipês. A atividade gratuita é voltada a crianças de 3 a 11 anos.

A programação propõe uma tarde dedicada a brincadeiras que fizeram parte da infância de outras gerações, com gincanas, brinquedos de madeira e jogos clássicos. A ideia é estimular movimento, criatividade e convivência longe das telas.

Festival Mais Cultura

Hoje marca o encerramento do Festival Mais Cultura deste ano, realizado pela UFMS. A programação do dia começa às 8h, com apresentações culturais no Corredor da Saúde, e segue com atividades em diferentes espaços da universidade.

No Autocine, a partir das 14h, continuam a Feira de Economia Criativa e a Feira Geek. Às 17h, o espaço recebe o show “Alquimistas”, seguido pela apresentação de Pilotos do Oeste, às 18h.

Às 19h, a Sala Imersiva do Museu de Ciência e Tecnologia recebe teatro e roda de conversa, enquanto o Teatro Glauce Rocha apresenta, às 19h30min, “Oliver Twist – livre adaptação da obra de Charles Dickens – Ato histórico”.

No Autocine, a partir das 19h, a Mostra Autocine – Sessão Especial reúne os documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

Interior

Em Caracol, amanhã o dia será marcado pela 4ª etapa do MS na Rota + CriAtiva, evento multicultural itinerante que percorre municípios ligados à Rota Bioceânica. A programação ocorre das 16h às 22h, na Praça Primeiro de Maio, com entrada gratuita.

A agenda começa com feira criativa, praça de alimentação e Espaço Kids Cult, além de oficina de artesanato com modelagem em biscuit inspirada na fauna regional. Às 17h, estão previstas uma sessão do Cine Pipoca e uma oficina de literatura com Ramona Rodrigues. A abertura oficial ocorre às 18h, seguida pelas apresentações do projeto “Primavere-se Meu Mato Grosso do Sul – Caracol”.

Na sequência, o público poderá assistir ao espetáculo teatral “A Princesa Engasgada”, de Campo Grande, e à apresentação do Samba do Caramelo. O encerramento fica por conta do Grupo Estilo Baileiro, de Caracol, às 21h.

Já em Dourados, a Praça do Cinquentenário será ocupada pelo Grito Rock Dourados, que retorna à cidade depois de seis anos. O festival acontece de hoje a domingo e reúne música, artes visuais, literatura, cinema, cultura urbana, circo, atividades infantis e sustentabilidade.

A programação é dividida em diferentes frentes, como Grito Hip Hop, Grito Slam, Grito D’Ellas, Grito Litera, Cine Grito, Circo Grita, Gritinho, Expo Grito, Grito Verde, Grito Tekoha Sapucaí e Techno Grito. O Grito Flashback também integra a programação no domingo, data em que é celebrado o Dia Municipal do Flashback em Dourados.

Entre as ações previstas está uma intervenção de graffiti na praça, com o tema “Identidade, Fronteira e Território”. O festival também terá atividades relacionadas à cultura indígena, sustentabilidade, literatura, audiovisual e produção independente.

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