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B+ Especial 70 anos Correio do Estado: Entrevista exclusiva com o apresentador Amary Jr.

"Estou muito feliz na TV Cultura, por ser uma emissora de conduta séria e por depositarem confiança em mim". Amaury Jr. estreia a segunda temporada do seu programa na Cultura no dia 15 de março.

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O apresentador Amaury Jr. (70 anos), é  jornalista formado em Direito e enveredou para a comunicação ainda na juventude. Trabalhou em veículos de imprensa, apresentou atrações de rádio e ingressou na TV como repórter na Tupi. Tornou-se popular como colunista social na televisão em 1982, com o programa Flash, na Gazeta.

"No tempo de curso ginasial, foi quando fiquei fascinado pela comunicação sim. Eu estudava num colégio estadual, o melhor da cidade, e, lá, cada classe tinha um jornal mural no pátio. Eu recortava as notícias que eu considerava as mais importantes e fazia isso semanalmente, assim como todas as outras classes. E eu fiquei muito vaidoso quando eu via um amontoado de gente na frente do meu mural, um volume muito mais representativo do que os das outras classes", relembra.

Nos anos seguintes, o Flash migrou para a Record e, depois, para a Band. Em 2001, o apresentador assinou com a Record. A partir de 2002, firmou-se na RedeTV! com o Programa Amaury Jr., exibido nas madrugadas. Teve uma nova e breve passagem pela Band entre 2017 e 2019, quando retornou para a RedeTV!.

"Comecei como repórter. Também estava lá o Juca Kfouri fazendo esporte, o Zé Milton na reportagem geral... Eles começaram a implantar a cultura de que o próprio repórter que apurava a notícia é que tinha que ir pro ar, e, assim, nascia uma nova geração de telejornalistas. Nesse momento, foi quando eu quis levar algo que eu já fazia no impresso, que era a coluna social, na televisão. Depois, fechou a emissora. Eu ainda tinha um programa na Rádio Gazeta", explica o jornalista.

Ao longo da carreira, também se dedicou a trabalhos como escritor, com o lançamento de revistas e livros relacionados ao trabalho na TV. Seu estilo se tornou um modelo seguido por vários apresentadores de coluna social na televisão, alvo também de paródias em programas como Casseta & Planeta: Urgente.
O apresentador é casado com Celina Ferreira, com quem tem dois filhos, Amaury e Maria Eduarda.

Entrevistar Amaury Jr. é uma inspiração, e tê-lo como Capa dupla, exclusiva e especial do Correio B+ em comemoração aos 70 anos do Correio do Estado é uma grande honra! Deixamos através dessa entrevista assinada pela jornalista Flávia Viana a nossa homenagem a esse ícone da televisão brasileira. 

O apresentador Amaury Jr é Capa B+  especial de 70 anos do Correio do Estado -Foto: Lan Rodrigues - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves - Por Flávia Viana

CE - Amaury, você sempre quis trabalhar com comunicação? 
AJr -
 “Eu fiz Direito porque o meu pai não acreditava na profissão de jornalista, ele surgiu uma época em que a profissão era mais uma coisa romântica, uma coisa alucinada, e os jornalistas não eram nem bem vistos, e essa época meu pai falava: ‘Você não vai ganhar dinheiro com isso’. Aí, eu fui fazer Direito, porque era o sonho dele. Advoguei em São José do Rio Preto (SP) por um ano. Nesse período, eu já estava ligado no Jornalismo, já escrevia em jornais, tinha programa no rádio etc.

CE - Foi nesse momento em que se identificou com o jornalismo de fato?
AJr -
No tempo de curso ginasial, foi quando fiquei fascinado pela comunicação sim. Eu estudava num colégio estadual, o melhor da cidade, e, lá, cada classe tinha um jornal mural no pátio. Eu recortava as notícias que eu considerava as mais importantes e fazia isso semanalmente, assim como todas as outras classes. E eu fiquei muito vaidoso quando eu via um amontoado de gente na frente do meu mural, um volume muito mais representativo do que os das outras classes.

Aquilo que eu selecionava, agradava, e foi a partir daí que eu comecei a ficar muito interessado em comunicação. Eu era bom de português, lia um livro por mês e tinha um bom texto. Aí, o colégio recebeu o convite de um jornal chamado Diário da Tarde e eu fui para fazer a coluna do estudante. Foi quando comecei no Jornalismo impresso. Depois, virou uma coluna social, e com tempo fomos para outros setores de atividade, não somente o estudantil.”

CE - Você é pioneiro e abriu o caminho para o colunismo social eletrônico no país, como foi esse processo?
AJr - 
“Eu era muito ligado em dois grandes colunistas na época, um era o Ibrahim Sued e o outro era o José Tavares de Miranda, na Folha de S. Paulo. Mal sabia eu que acabaria tendo o Ibrahim Sued fazendo temporadas dos meus programas aqui, quando eu tinha programa diário. Eu fui desperto pela comunicação e achei a parte mais agradável dela pra mim, que é a coluna social. Passei pela TV Rio Preto, que era uma subsidiária da Rede Globo.

E foi onde eu comecei, na televisão. Eu fazia um programa de auditório, de embate de faculdades, com gincana etc. Era feito todo sábado. Um dos pedidos que eu fiz na época às duas equipes que trabalhava era que quem trouxesse a mais parecida sósia da Brigitte Bardot, levaria os pontos desse quesito. Uma das equipes da Volcânio era a Ana Maria Braga, que era estudante de Filosofia, lá de Rio Preto, e ela era linda, aliás, ela é linda até hoje, e era também, na sua juventude, no frescor da juventude dela, uma coisa deslumbrante. Na hora que ela entrou, o auditório quase caiu, eu tinha júri, tinha tudo. E a contratei para ser a minha assistente de palco.

Depois, fundei um jornal em Rio Preto, junto com o Zé Amildo Ribeiro por três anos. Em seguida, fui pra São Paulo. O Zé Amildo foi chamado pelo Mauro Salles, que era então o superintendente da TV Tupi, na última fase da TV Tupi, e o Sérgio Souza era o diretor, saudosíssimo, grande jornalista. Aí, o Zé Milton me levou junto.

Comecei como repórter. Também estava lá o Juca Kfouri fazendo esporte, o Zé Milton na reportagem geral... Eles começaram a implantar a cultura de que o próprio repórter que apurava a notícia é que tinha que ir pro ar, e, assim, nascia uma nova geração de telejornalistas. Nesse momento, foi quando eu quis levar algo que eu já fazia no impresso, que era a coluna social, na televisão. Depois, fechou a emissora. Eu ainda tinha um programa na Rádio Gazeta.

O José Roberto Maluf que me deu a oportunidade de retornar à TV. Eu o convenci de que seria interessante não só falar da festa em si, como assuntos de decoração e buffet, mas com as pessoas da festa. E foi quando comecei o meu programa chamado ‘Flash’, que tinha em torno de cinco minutos com entrevistas com convidados das festas. E foi muito bem.”

Amaury Jr é Capa do Correio B+ especial 70 anos do Correio do Estado - Foto: Lan Rodrigues - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves - Por Flávia Viana

CE - E a ideia das músicas que marcaram e marcam as aberturas dos seus programas? 
AJr - 
“Eu sempre fui interessado em música e cinema. Sou da época do rock, do The Beatles. No meu programa de rádio, lembro que rodei o primeiro LP que tinha chegado dos Beatles, com A Hard Day's Night, com todas as músicas deles. Música sempre foi especial para mim. Foi quando quis criar vinhetas para o programa.

Era até usado como uma espécie de truque, porque, por ser um programa diário, nem todo o dia tava bom. Então, as vinhetas ajudavam a colocar trechinhos do programa para despertar o interesse de assistir. Eu escolhi a música ‘Keep it Comin' Love’, que virou o hino nacional do programa.

O próprio K.C., do KC & The Sunshine Band, quando ele esteve aqui no Brasil, falou que queria ser entrevistado por mim, queria saber como que uma música que já tinha desaparecido até da cabeça dele era tão forte e já tinha pegado na veia do brasileiro. Não havia festa que não se tocava ela. A gravadora Building Records me convidou e me ofereceu para comprar os direitos dessas músicas que eu estava botando no programa e fazer um CD. Acabamos fazendo oito. Só o primeiro, eu vendi 500 mil cópias. Fiz até CD de Natal, ganhei disco de ouro e tudo.”

CE - Depois veio a revista Flash e o Clube A...
AJr - 
“Eu tinha um outro sonho, que era o de ter uma revista. E aí surgiu a oportunidade com a editora Scala e veio a revista Flash, que durou três anos. Depois, veio o Clube A, que também fiquei trabalhei por mais três anos, e depois vendi a minha parte e eles deram sequência após a minha saída por mais um tempo.”

Divulgação - Reprodução Internet

CE - O sucesso do programa FLASH...
AJr -
“O programa ‘Flash’ nasceu na Gazeta, timidamente, com cinco minutos. A primeira pessoa que eu entrevistei foi o Antonio Bivar, autor de ‘Verdes Vales do Fim do Mundo’, que tinha voltado do exílio em Londres (Inglaterra). E, deu certo. Depois, me deram 10 minutos, 15 minutos, e conforme foi crescendo, a Record me convidou, que tinha alcance interestadual na época. Em seguida, a Band, para nível nacional. Lá, eu fiquei 17 anos. O programa só não tinha ainda mais audiência, porque ia muito tarde ao ar. Eu não tinha concorrentes. Se tornou um programa de celebridades.

CE - Você também começou a fazer viagens né Amaurt?
AJr -
Posteriormente, começamos a fazer viagens, Copa do Mundo etc. Eu fui o primeiro jornalista a ir pra Dubai com uma equipe fazer uma reportagem por lá que acabou virando livro. As nossas viagens faziam sucesso e tinham um ótimo respaldo comercial justamente porque eu queria mostrar o que habitualmente o turista não conhecia. Por exemplo, íamos até Veneza, na Itália, mostrar quantos filmes foram rodados por lá ou falar sobre a origem do carpaccio, ou a um café em Traben-Trarbach, na Alemanha, onde grandes escritores frequentavam, como o Honoré de Balzac, por exemplo. Ou também em Paris, mostrar o museu da guilhotina, que foi um instrumento de morte emblemático durante a Revolução Francesa. E o programa ficou interessante.”

CE - Inevitavelmente vieram os livros também...
AJr - 
“O primeiro livro que eu escrevi foi o ‘Flash Fora do Ar', que tinha trazia histórias que me contavam fora do ar, durante as gravações. Acabei escrevendo ele com um pouco de pressa e não ficou exatamente como eu queria que ficasse. Até hoje, ele é uma referência porque tem muita informação relevante. Depois, veio o ‘Bisbilhotice’, que eu gostei mais. No momento, estou aprimorando o ‘Bisbilhotice 2’, que vai ser bem mais legal. E tem o ‘A Vida É Uma Festa’, uma biografia minha feita pelo Bruno Meier, um ótimo jornalista que eu adoro. Eu também cheguei a escrever um livro sobre Dubai e outro sobre a África do Sul, que venderam bastante, e ambos foram miniaturizados, no tamanho pocket. E escrevi o ‘Alemanha: 100 Dicas de Amaury Jr.’, um livrinho de bolso, que vendeu que nem pão quente (risos).”

CE - Uma curiosidade de bastidores...
AJr -
 “Quando a rainha Sílvia, da Suécia, esteve em São Paulo, fui até o hotel que ela se hospedou, me credenciei e queria entrevistar, mas ninguém queria deixar. Acabei conseguindo meia hora com ela. O que eu mais queria saber, era sobre a história de uma menina do interior de São Paulo que acabou virando rainha da Suécia... Ela foi para a Olimpíada de Munique, trabalhar como recepcionista, e o rei Carlos Gustavo estava a dois camarotes de distância e aí começou o flerte, ela mesma me contou isso.”

CE - E pra finalizar, conta pra gente sobre a sua nova fase na TV Cultura?
AJr -
“Na nova fase do meu programa, tudo mudou. Eu sempre trabalhei na noite e não tenho mais a mesma disposição que eu tive durante 40 anos, além do que hoje em dia as festas não possuem mais o mesmo glamour, são poucas festas realizadas e a maioria é muito comercial. A primeira parte do programa é mais voltada para a temática, como, por exemplo, falando da origem do chiclete. Muita gente não sabe que ele veio de uma seiva, de uma árvore. E aí eu mostro a árvore que nem uma seringueira escorrendo, falo do papel do chiclete na guerra, que era mastigado até para aliviar a tensão durante os confrontos, bolo de chiclete, falo curiosidades em geral. A segunda parte do programa eu já falo mais de música, de viagens, de festas, um monte de coisas. Estou muito feliz na TV Cultura, por ser uma emissora de uma conduta muito séria e por depositarem confiança em mim.”

                                Foto - UOL

AGENDA CULTURAL

Fim de semana TEM programação especial de páscoa e muito mais

Celebrações religiosas, atividades gratuitas e eventos culturais movimentam Campo Grande durante a Semana Santa, com opções entre fé e lazer para viver a Páscoa

03/04/2026 07h54

Páscoa Via-sacra / Tradicional encenação da penitência de Cristo acontece hoje, às 19h

Páscoa Via-sacra / Tradicional encenação da penitência de Cristo acontece hoje, às 19h Divulgação

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Para quem busca vivenciar o verdadeiro significado da Páscoa, a programação religiosa é um dos pontos altos do fim de semana. A agenda cristã começa ainda na madrugada desta Sexta-Feira Santa, com laudes às 5h30min, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento ao longo do dia.

Às 15h, acontece a tradicional celebração da Paixão do Senhor, um dos momentos mais simbólicos do calendário cristão, relembrando o sacrifício de Cristo. A programação segue com a veneração da imagem do Cristo morto, às 17h, e a Via-Sacra, às 19h, reunindo fiéis em um momento de profunda reflexão.

No Sábado Santo, a Vigília Pascal, celebrada às 19h, marca a passagem da morte para a vida, considerada uma das celebrações mais importantes do cristianismo. Já no Domingo de Páscoa, a ressurreição do Senhor é celebrada com missas ao longo de todo o dia, além de uma cantata de Páscoa, às 19h, encerrando a programação com música e espiritualidade.

SHOPPINGS

Enquanto a fé mobiliza os templos, os espaços comerciais investem em experiências lúdicas para o público infantil. O Shopping Campo Grande aposta em uma programação gratuita e diversificada.

O destaque é a Vila da Páscoa, instalada em frente à Sephora, que promete transformar o ambiente em um cenário de fantasia. A programação inclui oficinas criativas e pintura facial.

Entre as atividades mais esperadas está a tradicional caça aos chocolates, que convida as crianças a explorarem o espaço em busca de surpresas doces. As ações começam sempre a partir das 15h, com inscrições realizadas pelo aplicativo do shopping.

A agenda inclui ainda oficinas temáticas, como confecção de orelhinhas de coelho, pintura em ovos e criação de máscaras, além de apresentações teatrais e momentos de interação com personagens.

Durante o feriado de Sexta-feira Santa, o shopping funcionará das 10h às 22h, com lazer e alimentação operando normalmente.

Outra opção para as famílias é o Shopping Bosque dos Ipês, que também preparou uma programação especial de Páscoa.

Desde o fim de março, o público pode visitar um cenário temático instagramável montado no Acesso C, ideal para fotos e para entrar no clima da data.

O ponto alto acontece amanhã, com a caça aos ovos guiada. A atividade começa com uma oficina de máscaras e gesso, às 14h, e segue com o circuito interativo, das 16h às 17h, conduzido pelo Coelho da Páscoa.

A proposta é incentivar a interação entre pais e filhos, criando uma experiência dinâmica que mistura brincadeira, exploração e convivência. Todas as atividades são gratuitas, com participação mediante inscrição e acompanhamento dos responsáveis.

O shopping também terá funcionamento diferenciado durante o feriado, com horários especiais na Sexta-feira Santa e no Domingo de Páscoa.

O Norte Sul Plaza entra no clima da Páscoa com horário especial na Sexta-feira Santa. A praça de alimentação e as opções de lazer funcionam das 11h às 21h, enquanto algumas lojas abrem de forma facultativa.

Entre os destaques estão operações como Americanas, Cacau Show e Kopenhagen, além do cinema, que funciona das 13h às 22h, garantindo opções de entretenimento para quem deseja aproveitar o feriado no shopping.

TEATRO

A programação cultural tem atrações para quem busca arte e entretenimento. Amanhã, às 16h, o Sesc Teatro Prosa recebe o espetáculo circense “Rodantes”, do Circo Le Chapeau.

Com classificação livre, a apresentação conta a história de um encontro mágico entre uma forasteira e um ermitão, prometendo encantar públicos de todas as idades. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pelo Sympla.

FEIRA

No Domingo de Páscoa, a Feira Borogodó – Edição Especial de Páscoa surge como uma alternativa ao ar livre para celebrar a data.

Realizada na Praça Coophafé, das 9h às 15h, a feira reúne música ao vivo, gastronomia, artesanato autoral e economia criativa. O evento também promove uma feira de adoção responsável de pets, incentivando o cuidado e o compromisso com os animais.

Com apresentações musicais que transitam entre rock, blues, rockabilly e outros estilos, a feira aposta em uma atmosfera descontraída e familiar, ideal para quem deseja aproveitar o domingo de forma leve.

CINEMA

Confira os filmes que estão em cartaz neste fim de semana nos cinemas dos shoppings da Capital.

“Super Mario Galaxy: O Filme”

Direção: Aaron Horvath, Michael Jelenic. Elenco: Chris Pratt, Anya Taylor-Joy, Charlie Day. Não recomendado para menores de 6 anos.

O bigodudo encanador italiano e seus aliados embarcam numa aventura galáctica repleta de ação e momentos emocionantes depois de salvar o Reino dos Cogumelos.

“A Última Ceia”

Direção: Mauro Borrelli. Elenco: Robert Knepper, James Ward, James Oliver Wheatley. Não recomendado para menores de 14 anos.
Fiel ao livro bíblico, o longa narra a relação entre os discípulos que participaram desse momento, mostrando os seus conflitos internos e suas dúvidas perante a Palavra.

“Eles Vão Te Matar”

Direção: Kirill Sokolov. Elenco: Zazie Beetz, Myha’la Herrold, Tom Felton. Não recomendado para menores de 18 anos.

“Eles Vão Te Matar” acompanha uma mulher que trabalha como empregada doméstica em Nova York, mas que terá que correr contra o tempo para sobreviver a um culto demoníaco.

“Velhos Bandidos”

Direção: Cláudio Torres. Elenco: Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine. Não recomendado para menores de 14 anos.

O casal de aposentados Marta e Rodolfo planeja um ousado assalto a banco, mas não contava com a insistência do investigador Oswaldo.

“Cara de Um, Focinho de Outro”

Direção: Daniel Chong. Elenco: Piper Curda, Bobby Moynihan, Melissa Villaseñor. Não recomendado para menores de 6 anos.

Nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Daniel Chong, vai abordar a trama de uma amante dos animais que usa uma tecnologia própria. Essa nova invenção consiste em colocar a sua consciência em um castor robótico, com a intenção de descobrir os mistérios do mundo animal, além de sua imaginação e seus sentimentos. Jon Hamm é o responsável por dar a voz ao papel de um perfeito antianimal.

“Devoradores  de Estrelas”

Direção: Phil Lord, Christopher Miller. Elenco: Ryan Gosling, Sandra Hüller, Milana Vayntrub. Não recomendado para menores de 14 anos.

Um professor de ciências transformado em astronauta tenta salvar a Terra a bordo de uma espaçonave a 12 anos-luz da Terra. A jornada solitária para impedir a extinção da humanidade, porém, transforma-se numa viagem na companhia de uma amizade inesperada.

“Nuremberg”

Direção: James Vanderbilt. Elenco: Russell Crowe, Rami Malek, Richard E. Grant. Não recomendado para menores de 16 anos.

No pós-Segunda Guerra, as Forças Aliadas dão início a um tribunal em Nuremberg com o objetivo de punir o regime nazista por seus crimes de guerra. Um psiquiatra americano e o promotor chefe dos julgamentos enfrentam uma batalha difícil para obter respostas aos horrores do conflito.

“Uma Segunda Chance”

Direção: Vanessa Caswill.Elenco: Maika Monroe, Tyriq Withers, Rudy Pankow. Não recomendado para menores de 16 anos.

Após passar anos na cadeia, Kenna Rowan luta para enfrentar a difícil realidade da ressocialização. Do mesmo modo, conhece um novo lado da vida, ao tentar se reconectar com sua filha pequena e com o único homem que não a excluiu.

“Vingadora”

Direção: Adrian Grunberg. Elenco: Milla Jovovich, Matthew Modine, Isabel Myers. Não recomendado para menores de 16 anos.

Uma veterana e heroína de guerra deixa a carreira militar para trás para poder se dedicar à criação de sua filha Chloe.

 

“Barba Ensopada de Sangue”

Direção: Aly Muritiba. Elenco: Gabriel Leone, Thainá Duarte, Ivo Müller. Não recomendado para menores de 14 anos

Um homem decide acabar com a própria vida e pede para seu filho (Gabriel Leone) cuidar de sua cadela após sua morte. Nessa conversa dramática, o pai revela ao filho o misterioso desaparecimento de seu avô (Ricardo Blat) em uma pequena cidade de pescadores.

 

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Felpuda

Apenas alguns pequenos "bagres" acabaram caindo na rede da CPMI que apura...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (3)

03/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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ALLAN KARDEC - ESCRITOR FRANCÊS

"Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os espíritos antes, durante e depois de suas encarnações".

 

FELPUDA

Apenas alguns pequenos "bagres" acabaram caindo na rede da CPMI que apura a roubalheira dos recursos dos aposentados. A maioria e os mais "ensaboados" conseguiram encontrar brechas para nem sequer ser ouvidos. A cada reunião da comissão, apareciam os navios de guerra para proteger os "tubarões e os polvos", que com seus longos tentáculos furtaram que só. E as vítimas da "pescaria dos impunes" serviram de isca, duas vezes: quando foram roubados e no ressarcimento, que foi feito com recursos deles no bolo dos impostos. E salve-se quem puder! ...

Diálogo

De olho

Até domingo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizará a Operação Semana Santa nas cinco regiões do País, intensificando a fiscalização e as ações de prevenção dos sinistros de trânsito, para que as pessoas possam se deslocar com segurança na ida e na volta do feriado.

Mais

Neste ano, o foco da operação é evitar ultrapassagens proibidas. Em 2025, a PRF registrou 1.770 ocorrências por conta deste tipo de conduta. O número é 9% maior que em 2023, quando ocorreram 1.620 casos. Houve aumento de 15% no número de mortes em comparação ao mesmo período.

DiálogoDra. Bruna Gameiro

 

Diálogo

Tabuleiro

A "encorpada" que o PSDB deu no apagar das luzes da janela partidária estaria sendo atribuída à mexida no tabuleiro pelo ex-governador Azambuja e o governador Riedel. O partido, que estava enfraquecido, acabou ficando com três dos seis deputados estaduais, um deles Pedro Caravina, que recebeu a filiação do colega Paulo Duarte. Com a entrada de Eduardo Rocha e da ex-secretária Viviane Luz, passa a ter chapas competitivas.

No ninho

O ex-secretário-chefe da Casa Civil Eduardo Rocha não é mais filiado ao MDB, partido em que estava há mais de 30 anos. Ele passou a integrar o ninho tucano para disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de MS. A troca não muda seus planos de apoiar a reeleição do governador Riedel, que tem o PSDB em seu arco de aliança. Conversa é que Rocha teria ficado "incomodado" com a resistência do partido ao nome de Simone Tebet, sua esposa, para que tentasse, em MS, viabilizar candidatura ao Senado.

Goela abaixo

O deputado federal Geraldo Resende pulou miúdo para não f icar sem escada e pendurado no pincel. Na mexida das peças no tabuleiro das eleições, decidiu sair do PSDB para ter respaldo ao tentar a reeleição. Só que "faltou combinar" com os outros partidos, que teriam lhe fechado as portas. Correndo mais do que lobinho em incêndio de floresta, conseguiu, via decisão nacional, ser empurrado goela abaixo no União Progressistas. Teve gente que não gostou nadica de nada.

Aniversariantes

Sônia Chinzarian Miguel,
Paulo Domingos Chaves dos Santos,
Maria Elena Selli Rizkallah,
Flávio Luiz de Andrade,
Janaína Loureiro,
Martina Santos Gomes da Silva,
Olívio Zago,
Antonio Teles de Alencar,
Benedito Reinaldo da Silva Correa,
Luiz Mario Pereira Leite,
Maria Tavares,
Paulo Henrique Antello e Silva,
Giancarlo Luiz Vicente Guidoni,
Eduardo Zinezi Duque,
Elizete Aparecida Cáceres Barbosa,
Inara Rodrigues Gomes,
Paulo Miranda de Barros,
Vagner Weber Colman,
Joanna D´Arc de Paula,
Fernanda Franco Pedrossian,
Perla Lilian Delgado,
Reinaldo Rios Ossuna,
Laura Elena de Almeida Stephanini,
Flávio Arakaki,
Willian Fernandes Cardoso,
Zilmara Bandeira Vasques,
Shirley Cheres da Silva,
Alexandre Marques,
Sergia Cristiane Tokunaga de Figueiredo Zandomine,
Rosildo Barcellos Júnior,
Nelson Otávio Lopes dos Santos,
Barbara Martins Cardoso,
Aparecido de Souza Caminha,
Manoel Félix Câmara,
Elizabeth Muniz de Oliveira,
Marcos Fernandes Martins,
Rosane Alves de Oliveira,
Valdir Andreatta,
Nívia Nunes,
Rosana Aparecida Espíndola Jordão,
Américo Paula Nantes,
Dr. Luiz Carlos Santini,
Ricardo Mansour,
Maria Antonieta Tomazelli,
Elenice Murad Alvarenga,
Paulo Ataul Bopp,
Elizabeth Ferreira da Silva,
Lilian Jacques,
Reinalda Dias,
Edson Espíndola Cardoso,
Iracema Marques Martins de Arruda,
Péricles Corrêa Fagundes,
Marise Aparecida Anderson Borba Leite,
Maria Lopes Rodrigues,
Laís Aparecida Machado,
Rita Franco Santos,
Dr. Luiz Roberto Rodrigues,
Mariza Elizabeth Almeida Sales Abrão,
Karolina Leite dos Santos,
Ana Claudia Vieira,
Sandra Ferreira,
Luiz Cláudio Vieira,
Moacir de Oliveira Flôres,
Luis Toshiaki Shimizu,
Julieta Anache,
Alba Lúcia Freitas,
José Antônio Corrêa de Lima,
João Mário de Souza,
Clenir Carvalho Silva,
Lidiane de Jesus Chaves,
Adriana Pereira,
Margaret Rocha Campos,
Ilidia Gonçales Velasquez,
Diana Carolina Martins Rosa,
Júlio César Rios Midon,
Geny de Pedro,
Mariana Rocha Nimer Teixeira,
Daniel Pinheiro da Fonseca,
Fábio de Oliveira de Souza,
Lincoln Carvalho de Oliveira,
Alipio Ferreira da Silva,
Elizabeth Belloc,
Orivaldo Martins,
Mauricio Luis Tiguman,
Ana Paula Jorge Lima,
João Ney dos Santos Ricco,
Tiago da Cruz Croda,
Magda Lima Mendes,
Pedro Henrique Vilela da Silveira,
Claíza Lima do Amaral,
Luiza Paula Ortiz Gomes Cardoso,
Moira Lopes Rodrigues,
José Luis Faco Junior,
Heyllen Araujo dos Santos Mundim,
Lucy Mara Escobar,
Giuliana Lima Lopes de Medeiros,
Mituru Kaminagakura,
Janieire Carrelo de Carvalho,
Maria Elza e Silva Martins,
Gilberto Luiz Martinovski,
Jari Alves Correa,
Verônica Rodrigues Martins,
Márcia Scarabel de Paiva,
Denise Aparecida Tosta,
Jainor Ribeiro da Cunha,
Guiherme Affonso Escobar Vieira. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRA

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